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    quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

    [Catolicos a Caminho] DEGOLAÇÃO DE JOÃO BAPTISTA Som !

     











    • DEGOLAÇÃO DE JOÃO BAPTISTA! 




    **************
    Conhecemos a história da degolação de
    João Baptista através de Herodes Antipas,
    de Salomé e de Herodíade.


    A Liturgia da Palavra de hoje – 6 de Fevereiro – A, recorda-nos toda a história que culminou com a degolação de João Baptista,
    Uma história que envolveu muitas e importantes figuras bíblicas e que se desenvolveu por causa de um um casamento aviltado e defendido por João Baptista que lhe valeu a sua degolação.
    Vamos reconstituir :


    SALOMÉ
    Há no Novo Testamento duas mulheres com o nome de Salomé.
    1. Esposa de Zebedeu e mãe dos Apóstolos Tiago e João.
    2. Filha de Herodíade (filha de Aristóbulo) e de Herodes Filipe.
    O seu nome não é mencionado nos Evangelhos, mas foi a sua dança que levou Herodes Antipas a prometer-lhe o que ela quisesse nem que fosse metade do seu reino e donde nasceu a execução de João Baptista que estava na prisão "por causa de Herodíade, mulher de Filipe, seu irmão, pois João dizia-lhe :
    - "Não a podes ter contigo". (Mt. 14,3-4). (cf. Mc.6,14-29).




    Ela era a mulher de Filipe, o tetrarca e, depois da morte dele casou com Aristóbulo, o filho de Herodes de Cálcis.
    Nasceu provavelmente no ano 10, de modo que seria ainda muito jovem quando dançou para Herodes.
    Na altura em que casou com Filipe devia haver entre eles uma diferença de cerca de 30 anos.


    HERODÍADE
    Era neta de Herodes o Grande, e tornou-se mais conhecida pela sua atitude sórdida de pedir a cabeça de João Baptista.
    Tanto seu pai Aristóbulo como sua avó Mariana I foram assassinados por ordem de Herodes, respectivamente no ano 6 a.C. e no ano 29.
    Herodíade, segundo a descrição dos Evangelhos (que é um pouco diferente da opinião de Josefo), casou com Herodes Filipe, filho de Herodes o Grande e de Mariana I, neta de Simão, sumo sacerdote.
    Tiveram um filha chamada Salomé.
    Este Herodes Filipe era um homem sem ambições que não tomava parte na vida pública.
    Herodíade encontrou-se com Herodes Antipas em Roma no ano 28 e apaixonaram-se um pelo outro, de modo que cada um deles se divorciou e juntaram-se.
    Esta escandalosa união foi detestada por Judeus e Galileus e muito censurada por João Baptista.
    Herodes mandou João Baptista para a prisão mas não teve coragem de o mandar executar.
    Herodíade, todavia, desejosa de vingança, e, através da dança de sua filha que encantou Herodes no dia dos seus anos, pediu a cabeça de João Baptista num prato :
    - "Dá-me, aqui, num prato, a cabeça de João Baptista".(Mt.14,8).
    A ambição de Herodíade foi responsável pela ruína de seu marido.
    Invejosa pela dignidade real concedida a seu irmão Agripa I por Calígula no ano 37, ela persuadiu Herodes a ir para Roma e pedir o título de rei.
    Agripa enviou membros do seu governo para atribuir responsabilidades de deslealdade contra Herodes.
    Ele não as conseguiu refutar e foi exilado para Lyon, na Gália.
    Herodíade, como irmã favorita de Calígula, foi dispensada de acompanhar seu marido para o exílio; mas ela, num gesto nobre, resolveu acompanhá-lo livremente.
    A partir daí não foram mais mencionados na História.
    Herodes Antipas. Tetrarca da Galileia e da Perea (de 4 a.C. a 39).
    Era o segundo filho sobrevivente de Herodes o Grande.
    E foi quem mandou prender João Baptista e que, por pedido de Herodíade, esposa de seu irmão, o mandou executar :
    - "Por aquele tempo a fama de Jesus chegou aos ouvidos de Herodes, o tetrarca.[...] Herodes, com efeito, depois de prender João, algemara-o e metera-o na prisão, por causa de Herodíade, mulher de Filipe, seu irmão, pois dizia-lhe: Não a podes ter contigo".(Mt.14,1-4).
    Jesus chamou-lhe raposa quando foi avisado pelos Fariseus que ele O queria matar :
    - "Parte, vai-Te daqui, porque Herodes quer matar-Te. Respondeu-lhes : " Ide dizer a essa raposa: Agora estou a expulsar demónios e a realizar curas hoje e amanhã". (Lc. 13,31-32).
    Herodes Antipas é normalmente classificado como ocioso, vicioso e extravagante.
    Todo o processo da condenação de Jesus se passa com Herodes Antipas.
    Casou e divorciou-se da filha de Aretas, rei da Arábia.
    E mais tarde casou com Herodíade, mulher de seu irmão Filipe, o tetrarca da Itureia.
    Herodes Antipas mandou construir o castelo e a cidade de Tiberias, sua capital, a Noroeste do Mar da Galileia.
    .......
    Estas as personagens importantes, pelo menos pelos lugares ocupados, que fazem parte desta história da degolação de João Baptista.
    Está em jogo o divórcio de um casamento, uma dança porventura licenciosa, a promessa de metado de um reino, e a atitu de reprovação de João Baptista.
    Como então, ainda hoje continuam a existir casamentos faustosos a todos os níveis, divórcios pelas mais variadas razões e a todos os níveis, de pessoas importantes pelos lugares que ocupam, espectáculos, muitas vezes licenciosos, e também condenados pela moral e pelo bem comum.
    Não precisamos de fazer comentários nem nomear pessoas, porque todos nós as conhecemos, e reconhecemos pelos maus exemplos que dão ao mundo.
    Tal como João Baptista, a Igreja continua a apontar o bom caminho para quem o quiser seguir e atribuir responsabilidades sobre quem elas recaiem.




    John
    Nascimento



    O Papa Francisco nomeará João Paulo II como patrono das Jornadas Mundiais da Juventude

    Documento sin título










    NOTÍCIAS DIÁRIAS · www.acidigital.com 










    6 de fevereiro de 2014 







    VATICANO, 06 Fev. 14 (ACI) .- A Santa Sé divulgou hoje a Mensagem do Papa Francisco aos jovens para a XXIX Jornada Mundial da Juventude 2014 (JMJ) que se celebra no Domingo de Ramos em Roma. No texto o Santo Padre assinala que “depois de sua canonização, que é um acontecimento que enche o nosso coração de alegria”, o Pontífice polonês será o grande patrono das JMJ, de que foi iniciador e impulsionador.



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    VATICANO 
    O Papa Francisco nomeará João Paulo II como patrono das Jornadas Mundiais da Juventude 
    Resposta enérgica do Vaticano ao relatório ideológico da ONU sobre direitos da criança 
    Vaticano trabalhou e trabalha para evitar abusos sexuais, diz Pe. Lombardi 

    AMÉRICA 
    Hollywood anuncia filme sobre a vida de Madre Teresa de Calcutá 

    MUNDO 
    Bispos da Escócia defendem liberdade religiosa depois da aprovação do “matrimônio” homossexual 
    Liga Católica nos EUA: Relatório malicioso e impreciso da ONU contra Vaticano não tem fundamento 





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    Santo ou Festa: 



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    D o que mandas e manda o que queiras.

    Santo Agostinho 













    VATICANO 









    VATICANO, 06 Fev. 14 (ACI) .- A Santa Sé divulgou hoje a Mensagem do Papa Francisco aos jovens para a XXIX Jornada Mundial da Juventude 2014 (JMJ) que se celebra no Domingo de Ramos em Roma. No texto o Santo Padre assinala que “depois de sua canonização, que é um acontecimento que enche o nosso coração de alegria”, o Pontífice polonês será o grande patrono das JMJ, de que foi iniciador e impulsionador.

    Nesta primeira mensagem que o Papa Francisco dirige aos jovens pelas JMJ, ilustra sobre os temas das três próximas Jornadas, dando início ao itinerário de preparação espiritual que, ao longo de três anos, guiará à celebração internacional em Cracóvia, em julho de 2016. A primeira JMJ se celebrou em Buenos Aires em 1987 com a presença de João Paulo II.

    O tema desta primeira mensagem é: “Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu”. Os temas das três próximas JMJ, tirados das Bem-aventuranças do Evangelho, mostram como o Santo Padre considera esta passagem do Evangelho de Mateus um ponto de referência central para a vida dos cristãos, chamados a fazer dele um concreto programa de vida.

    Nesta mensagem, o Papa recorda “o encontro extraordinário que vivemos no Rio de Janeiro, na XXVIII Jornada Mundial da Juventude: uma grande festa da fé e da fraternidade. A boa gente brasileira acolheu-nos de braços escancarados, como a estátua de Cristo Redentor que domina, do alto do Corcovado, o magnífico cenário da praia de Copacabana”.

    “Nas margens do mar, Jesus fez ouvir de novo a sua chamada para que cada um de nós se torne seu discípulo missionário, O descubra como o tesouro mais precioso da própria vida e partilhe esta riqueza com os outros, próximos e distantes, até às extremas periferias geográficas e existenciais do nosso tempo”.

    O Santo Padre recorda aos jovens que Jesus mesmo mostrou o caminho que devemos seguir, encarnando as Bem-aventuranças em toda a vida. Viver as Bem-aventuranças hoje é para os jovens um verdadeiro desafio ao seguir a Cristo, indo contracorrente e testemunhando sua novidade revolucionária.

    Posto que não é possível ser cristãos e ter uma ideia “pequena” da vida, o Papa exorta os jovens a que rejeitem toda oferta de felicidade “a baixo preço”, a encontrar o “valor da felicidade” autêntica que só Deus pode dar.

    O Papa Francisco explica aos jovens o que significa ser pobres de espírito, entrando na parte essencial do tema da próxima Jornada Mundial da Juventude. Jesus mesmo escolheu um caminho de humilhação e de pobreza, e o Papa dirige aos jovens o convite insistente de imitar a imitar Jesus, indicando o exemplo de São Francisco de Assim. Por isso, os jovens cristãos estão chamados à conversão, a abraçar um estilo de vida evangélico marcado pela sobriedade, a busca do essencial e a solidariedade concreta em relação aos pobres.

    Os pobres são, assim explica o Papa, por um lado “a carne que sofre” de Cristo, que todos estamos chamados a tocar pessoalmente, mas por outro lado podemos nos converter em verdadeiros mestres de vida, pois podemos oferecer tanto a nível humano e espiritual.

    O Papa destaca a seguir o profundo vínculo entre o tema da JMJ de Rio: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” e as Bem-aventuranças dos pobres de espírito. De fato, o Papa Francisco explica que, “a pobreza evangélica é condição fundamental para que o Reino de Deus se estenda”, pois frequentemente é dos corações mais simples de onde brota a autêntica alegria, que é o motor mesmo da evangelização.

    O Santo Padre recorda, por último, o trigésimo aniversário da entrega da Cruz do Jubileu da Redenção aos jovens, que se celebrará o próximo 22 de abril.

    “Foi precisamente a partir daquele ato simbólico de João Paulo II que iniciou a grande peregrinação juvenil que, desde então, continua a atravessar os cinco continentes”. E o papa Francisco anuncia aos jovens que, depois de sua canonização, que é um “acontecimento que enche o nosso coração de alegria”, João Paulo II “será o grande patrono das JMJ, de que foi iniciador e impulsionador”.

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    VATICANO, 06 Fev. 14 (ACI) .- O Arcebispo Silvano Tomasi, Observador Permanente da Santa Sé ante as Nações Unidas em Genebra, respondeu energicamente ao relatório do Comitê da ONU para os direitos da Criança no qual se pede à Santa Sé mudar os seus ensinamentos sobre o aborto e a homossexualidade para erradicar o problema dos abusos sexuais. O Núncio expressou sua surpresa e afirmou que o relatório parecia já estar escrito inclusive antes das conversações com os representantes do Vaticano.

    Em entrevista com Rádio Vaticano, Dom Tomasi assinala que “a primeira impressão: temos que esperar, ler atentamente e analisar de modo detalhado o que escreveram os membros desta Comissão. Mas a primeira reação é de surpresa, porque o aspecto negativo do documento que eles produziram é que parece que já havia sido preparado antes da reunião da Comissão com a Delegação da Santa Sé, que deu detalhadamente respostas precisas sobre vários pontos , que não foram, relatadas neste documento conclusivo, ou pelo menos não parece ter sido levado em séria consideração.”.

    “Na verdade, o documento parece não ser atualizado, tendo em conta o que nos últimos anos tem sido feito em nível da Santa Sé, com as medidas tomadas diretamente pelo Estado da Cidade do Vaticano e, em seguida, em vários países pelas Conferências Episcopais”.

    Portanto, precisa o Núncio, “falta a prospectiva correta e atualizada, que possui realmente uma série de mudanças para a proteção das crianças, que me parece difícil de encontrar, no mesmo nível de compromisso, em outras instituições ou até mesmo de outros Estados. Isto é simplesmente uma questão de fatos, de evidência, que não podem ser distorcidos!”.

    Em relação à resposta da Santa Sé ao documento, o Arcebispo assinala que responderá “porque é um membro, um Estado parte da Convenção: a ratificou e tem a intenção de observar o espírito e a letra da Convenção, sem acréscimos ideológicas ou imposições que estejam fora da própria Convenção”.

    “Por exemplo, a Convenção sobre a proteção das crianças em seu preâmbulo, fala da defesa da vida e da proteção das crianças, antes e após o nascimento, enquanto a recomendação que é feita para a Santa Sé, é mudar sua posição sobre a questão do aborto! É claro que, quando uma criança é morta não tem mais direitos! Então, essa me parece uma contradição real com os objetivos fundamentais da Convenção, que é o de proteger as crianças”.

    “Esta Comissão não fez um bom serviço para as Nações Unidas, tentando introduzir e pedir à Santa Sé para mudar o seu ensinamento que não é negociável! Portanto, é um pouco triste ver que o Comitê não compreendeu completamente a natureza e as funções da Santa Sé, que, embora tenha expressado claramente ao Comitê a sua decisão de levar adiante os requisitos da Convenção sobre os Direitos da Criança, mas definindo com precisão e protegendo em primeiro lugar aqueles valores fundamentais que fazem a proteção real e eficaz da criança”.

    O Observador da Santa Sé, comenta também o fato de que a ONU havia dito em um princípio que o Vaticano tinha respondido melhor que outros países na proteção das crianças e, respeito à mudança de opinião que reflete o documento publicado ontem diz: “Na introdução do relatório conclusivo é reconhecida a clareza das respostas enviadas; não foi evitada nenhuma pergunta feita pela Comissão”.

    “Com base na evidência disponível, e quando não havia uma informação imediata, foi prometido fornecê-la no futuro, de acordo com as diretrizes da Santa Sé, e como fazem todos os governos. Então, parecia um diálogo construtivo, e eu penso que deva permanecer assim”.

    “Portanto, dada a impressão obtida com o diálogo direto da Delegação da Santa Sé com a Comissão e o texto das conclusões e recomendações, vem a tentação em dizer que provavelmente o texto já havia sido escrito e que não reflete os pontos e a clareza, mas sim adições precipitadas, do que já havia acontecido”.

    “Portanto, devemos, com serenidade e com base em evidências – porque não temos nada a esconder! - levar adiante as explicações e posições da Santa Sé, responder às perguntas que ainda permanecem, de modo que o objetivo fundamental que se quer alcançar – a proteção das crianças – possa ser alcançado”.

    “Se fala de 40 milhões de casos de abuso de crianças no mundo, mas, infelizmente, alguns desses casos – embora muitos pequenos em comparação com tudo o que está acontecendo no mundo – dizem respeito à pessoas da Igreja. E a Igreja respondeu, reagiu e continua a fazê-lo! Devemos insistir nesta política de transparência, de não tolerância dos abusos, porque um só caso de abuso de uma criança, é algo muito sério!”.

    PARTICIPA: Assine aqui a Declaração de apoio à Santa Sé ante as Nações Unidas: http://defendtheholysee.org/es/privado/

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    VATICANO, 06 Fev. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O diretor da Sala de Imprensa do Vaticano, o sacerdote Federico Lombardi participou da assembleia dos delegados diocesanos para os meios de comunicação social da Conferência Episcopal Espanhola onde explicou a sua experiência à frente da comunicação do Vaticano.

    O Pe. Lombardi assegurou que uma das características da sociedade atual é a de "uma alta expectativa de transparência". Da Sala de Imprensa do Vaticano assegura que "a pressão dos meios de comunicação foi um impulso para melhorar as aptidões comunicativas", especialmente em temas como a atividade econômica do IOR ou os abusos sexuais cometidos por parte de sacerdotes.

    Nesse sentido, também se pronunciou sobre o relatório do Comitê da ONU sobre os Direitos da Criança, no qual se acusa o Vaticano de ter permitido “milhares de abusos” por parte de membros do clero.

    O porta-voz do Vaticano assegurou que este é um "assunto no qual estamos trabalhando muito", assim como já trabalharam sobre este tema a comissão de oito cardeais em dezembro do ano passado. Além disso, nas próximas semanas se explicará o funcionamento da comissão criada para preveni-los.

    O Pe. Lombardi também falou da sua experiência à frente da sala de Imprensa do Vaticano durante os pontificados de João Paulo II, Bento XVI e Francisco e comentou que foi muito interessante trabalhar com eles. "Cada um tem um estilo diferente e isso é preciso respeitar", também comentou que Bento XVI goza de muito boa saúde, "está em uma forma esplêndida, muito sereno, muito tranquilo e com a mente perfeita", disse.

    O porta-voz do Vaticano assegurou que até agora não está previsto uma viagem do Papa Francisco à Espanha já que até agora a única viagem oficial prevista é à Terra Santa em maio e está em estudo outra à Ásia.

    Outras de suas lembranças passaram pela renúncia de Bento XVI, o período de Sé Vacante e o conclave que escolheu Francisco. "A triste experiência do Vatileaks me preparou, no sentido de que em tempos de emergência informativa vaticana e da multiplicação de interrogantes e comentários, senti a necessidade de um vínculo mais prolongado e intenso com os jornalistas com sessões informativas quase diárias", assegurou.

    Além disso, recordou a ajuda que prestaram ao Vaticano durante esse tempo o Pe. Jose María Gil Tamayo, atual porta-voz da Conferência Episcopal espanhola e o Pe. Tom Rosica.

    Nesta assembleia participaram mais de 70 responsáveis pela comunicação de dioceses e organizações.

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    AMÉRICA 









    LOS ANGELES, 06 Fev. 14 (ACI) .- A vida da fundadora das Missionárias da Caridade e Prêmio Nobel da Paz em 1979, Madre Teresa de Calcutá, será levada aos telões através do primeiro longa-metragem autorizado de sua vida a cargo das produtoras de Hollywood, Flame Venturas e Origin Entertainment sob o título em inglês “I Thirst” (Tenho Sede).

    O roteirista desta obra cinematográfica é Kier Pearson, candidato ao Oscar por ‘Hotel Ruanda’ (2004), que embarcará em uma viagem por Calcutá, Índia e Tijuana durante o próximo mês para documentar sobre a vida de Madre Teresa e começar a escrever o roteiro.

    Um dos produtores, Tony Krantz, assinalou que “não podemos estar mais entusiasmados de fazer este filme sobre uma mulher que lutou pelo compromisso absoluto, a fé, a caridade e o amor”.

    Por sua parte o produtor, Jamey Volk, disse que “queremos levar esta historia para uma audiência global” e adicionou que “temos a intenção de começar a rodar no final de ano para estrear (o filme) na primavera ou verão de 2015”.

    A organização sem fins lucrativos dirigida pelos administradores legais de seu fundo fiduciário, Centro Madre Teresa de Calcutá, que tem como objetivo promover e apoiar o conhecimento de sua obra através de seu estudo e difusão, participa também deste grande projeto.

    Madre Teresa de Calcutá cujo nome de batismo era Inés Gonxha Bojaxhiu, nasceu em 26 de agosto de 1910 em Skopje, capital da atual República da Macedônia, no seio da comunidade albanesa, e foi beatificada em 2003 pelo Beato João Paulo II, depois que o vaticano reconheceu o milagre da cura de um tumor no abdômen de uma mulher indiana depois que esta passou um relicário com a fotografia da Beata.

    A Prêmio Nobel da Paz realizou um trabalho assistencial em Calcutá com as Missionárias da Caridade, congregação que ela mesma fundou, que começou ajudando aos mais necessitados de Calcutá e agora conta com 710 casas em mais de 130 países onde 4500 religiosas dedicadas à assistência de pobres e doentes.

    A Madre Teresa de Calcutá faleceu à idade de 87 anos, em 5 de setembro de 1997 em seu quarto da sede das Missionárias da Caridade.


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    MUNDO 









    ROMA, 06 Fev. 14 (ACI) .- Os Bispos da Escócia (Reino Unido) expressaram sua preocupação pelos impactos contra a liberdade religiosa e de expressão, que possa ter a Lei que permite o “matrimônio” entre pessoas homossexuais, aprovada no dia 4 de fevereiro pelo Parlamento escocês.

    “Não é possível predizer com precisão qual será o impacto sobre a sociedade em geral e sobre a comunidade católica que a legislação sobre o matrimônio gay terá… Ainda não podemos excluir a eventualidade de que em um futuro, alguns indivíduos, empreendam ações legais contra um sacerdote católico ou contra a Igreja por não aceitar a celebração de casamentos homossexuais”, denunciou o Arcebispo de Glasgow, Dom Philip Tartaglia, em declarações à Rádio Vaticano.

    Entretanto, deixou claro “que esta lei não obrigará aos sacerdotes católicos ou à Igreja a celebrar matrimônios entre pessoas do mesmo sexo”.

    A polêmica lei enfrentou a rejeição da população. Reuniram-se mais de 50 mil assinaturas contra a medida, mas o Parlamento de Edimburgo se declarou a favor com 105 votos frente a 75 contra.

    Não se aceitaram as emendas que se propuseram, dirigidas a proteger os indivíduos e instituições que respaldam a concepção natural do matrimônio entre o homem e a mulher.
    Está previsto que as primeiras uniões homossexuais comecem a ser celebradas em outubro.

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    NOVA IORQUE, 06 Fev. 14 (ACI) .- O diretor da Liga Católica nos Estados Unidos, Bill Donohue, escreveu uma aguda crítica ao relatório que o Comitê dos Direitos da Criança da ONU apresentou ontem no qual pede ao Vaticano mudar a sua postura em relações a temas como o aborto e a homossexualidade para, supostamente, superar o problema dos abusos sexuais. O líder católico rebateu uma a uma as imprecisões e mentiras do documento de 15 páginas.

    Bill Donohue assinala que o texto “não contém nenhuma nota de rodapé ou qualquer outro modo de explicação, mas proporciona uma grande quantidade de provas quanto a sua verdadeira agenda”. “O comitê da ONU utiliza o abuso sexual de menores como pretexto para seu verdadeiro objetivo: quer que o Vaticano se submeta a sua autoridade, e não apenas nos casos que envolvem o direito internacional: quer que a Igreja Católica mude o Direito Canônico e adote uma ética sexual secular. Desse modo, constitui um dos mais ambiciosos esforços nunca antes efetuados por um comitê da ONU, que é também profundamente ignorante dos dados”.

    Na página 3 do relatório, prossegue Donohue, “o comitê assinala que a Santa Sé deve ‘adotar as medidas necessárias para retirar todas as suas reservas e para garantir a primazia da Convenção [da ONU] sobre as leis e regulamentos internos’. (Sua ênfase) é bastante explícita: ‘o Comitê recomenda que a Santa Sé faça um estudo exaustivo de seu marco normativo, em particular, do direito canônico, com o fim de garantir o pleno cumprimento da Convenção’".

    Em outras palavras, continua, “o ensinamento da Igreja Católica, o magistério, quer dizer, o Papa em comunhão com os bispos, deve ceder ante a ONU. Isso equivaleria a pedir ao Congresso dos Estados Unidos que se assegure de que suas leis se ajustem às da ONU”, algo que considera uma mostra de uma “arrogância” sem igual.

    Nas páginas 12 e 13, indica Donohue, o comitê diz que não quer somente que a Igreja Católica mude os seus ensinamentos sobre o aborto e a anticoncepção, como também diz que a Igreja tem que fazer mais em relação ao HIV/AIDS.

    “É dolorosamente óbvio que estes especialistas não pensaram bem este assunto. Ou seja: se todo mundo seguisse os ensinamentos da Igreja quanto à sexualidade, não teríamos este problema em primeiro lugar. Para sermos exatos, os que adquirem o HIV/AIDS em geral o fazem porque vivem uma vida imprudente, em claro contraste com a súplica da Igreja pela abstinência”.

    O comitê está tão determinado em mandar na Igreja que exige uma mudança no Direito Canônico e se dirige ao Vaticano “para pedir que as escolas católicas troquem os seus livros de texto e eliminem supostos ‘estereótipos de gênero’. Isto não é apenas mais um exemplo de seu abuso de poder, mas também o comitê não proporciona uma só evidência para sustentar sua exigência”.

    Donohue comenta logo que “alguém deveria dizer a estes especialistas que o Vaticano não diz às escolas católicas que livros de texto ou planos de estudo devem adotar. Mas para os fanáticos do controle, o delegar é um conceito difícil de entender”.

    O comitê instrui logo ao Vaticano sobre a necessidade de ter "programas de conscientização", insistindo na "formação sistemática" para aqueles que trabalham com menores. “Acaso não sabem quem começou com estas iniciativas? Nós não somos os que carecem de programas de capacitação obrigatórios: os culpados se encontram em outras comunidades religiosas e nas escolas públicas. Isto explica por que o abuso sexual não é um problema nas comunidades católicas atualmente como se é um problema em outros lugares. O comitê tem que ficar ao dia, caso realmente tenha um verdadeiro interesse no tema”.

    Na página 8 o comitê pede ao Vaticano que ponha fim aos castigos corporais, assinalando que deve modificar "as leis, tanto do Direito Canônico como da Cidade do Vaticano". Ironicamente, a ONU detalha como dez mil crianças sírias foram assassinadas e torturadas nos últimos três anos.

    As crianças na Síria, explica Donohue são violentadas sexualmente e fisicamente "com objetos de metal, látegos e bastões de madeira e metal" e também lhes arrancam as unhas das mãos e dos pés. Recebem choques elétricos nos genitálias e são queimadas com cigarros. A maioria destes atos de barbárie são cometidos por agentes do governo. “Entretanto, não há nenhums pedido para que as autoridades sírias cedam ante a ONU. Estão muito ocupados perguntando-se se a irmã Mary Alice está batendo em algum aluno inquieto com uma régua”.

    Bill Donohue precisa que “a única tentativa de contribuir com provas é um fracasso colossal: na página 7 cita as Lavanderias da Madalena como uma instituição que obrigou às moças a ‘trabalhar em condições análogas à escravidão e foram frequentemente objeto de um trato desumano, cruel e degradante, assim como de abuso físico e sexual’. Isto é uma mentira total: o Relatório McAleese, uma investigação autorizada pelo governo irlandês, mostra que nada disso é verdade”.

    Finalmente, o relatório diz que a Igreja precisa pôr fim à prática das “caixas para bebês”. Em muitos países há estas caixas junto a orfanatos. Ficam aí para permitir que moças grávidas fora do casamento ou que não podem cuidar dos seus bebês, permitam que outros criem os seus pequenos.

    Isto conclui Donohue, “é uma prática humana e se pratica amplamente na Coréia do Sul. O que não é humano é matar os bebês no útero, que é justamente o que o comitê das Nações Unidas recomenda. Por pura demagogia, não há forma de superar este relatório. É tão malicioso como impreciso”.

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    [Catolicos a Caminho] Exercícios Espirituais em Etapas 2014

     


    Os Exercícios Espirituais de 8 dias em pequenas etapas destinam-se a quem deseja conhecer os EE de Santo Inácio.

    É um retiro de silêncio e oração pessoal, realizado em regime fechado, em quatro finais de semana em continuidade (dois no primeiro semestre e dois no segundo).

    É necessário ter feito uma experiência de oração inaciana e todos podem participar.

    O retiro será na Casa de Retiros Pe. Anchieta (Rua Capuri, 1500 – São Conrado), com orientação do Pe. Fernandes, SJ.

    O valor é de R$260,00 por etapa, com 6 refeições diárias incluídas: Café da Manhã, Cafezinho, Almoço, Lanche, Jantar e Chá da Noite 

    Roupa de cama e banho e Material didático: Levar somente objetos de higiene pessoal e medicamentos, se fizer uso de algum.


    Datas:

    Etapita I: 21 a 23 de março

    Etapita II: 23 a 25 de maio

    Etapita III: 15 a 17 de agosto

    Etapita IV: 17 a 19 de outubro




    Inscreva-se aqui: http://www.clfc.puc-rio.br/etapita_2014.html






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    Viver em Deus Dom Tomasi: Relatório da ONU é distorcido e negativo




    Viver em Deus





    Posted: 06 Feb 2014 08:19 AM PST


    Notícias Canção Nova





    Direitos da Infância






    POR LILIANE






    Segundo Observador da Santa Sé na ONU, a recomendação que o Comitê faz à Santa Sé é de mudar sua posição em relação ao aborto






    Liliane Borges


    Da Redação, com Rádio Vaticano






    O Observador permanente da Santa Sé, Dom Silvano Tomasi, criticou, nesta quarta-feira, 5, o relatório do Comitê de Direitos da Infância, ligado à ONU, sobre a postura da Santa Sé referente aos direitos das crianças e as questões ligadas ao abuso de menores.






    Segundo Dom Tomasi, o Comitê critica o Vaticano por sua posição sobre os métodos contraceptivos, a homossexualidade e o aborto. O arcebispo afirma que o texto aparenta não ter levado em conta o relatório pedido à Santa Sé sobre as medidas tomadas nos casos de abuso sexual nem o cuidado que a Igreja tem para com os menores.






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    "A primeira reação é de surpresa, porque o aspecto negativo do documento que fizeram aparenta que ele já estava pronto antes do encontro entre o comitê e a delegação da Santa Sé", relata o arcebispo.






    Dom Tomasi afirma que a posição do Comitê se mostra contraditória às exigências da Convenção Internacional dos direitos das Crianças, no que diz respeito à tutela da vida. Segundo o arcebispo, são pontos inegociáveis em relação ao que a Igreja pensa sobre o direito à vida.






    "A recomendação feita à Santa Sé é a de mudar sua posição sobre a questão do aborto. É claro que, quando uma criança é morta, ela não tem mais direitos. Então, isso me parece uma contradição real com os objetivos fundamentais da Convenção, que é proteger as crianças", alerta o arcebispo.






    O observador da Santa Sé afirma ainda que o relatório parece estar permeado por posições ideológicas e de "organizações não-governamentais que têm interesses sobre a homossexualidade, o casamento gay e outras questões. Certamente, esses tiveram suas observações apresentadas e, de alguma forma, reforçaram uma linha ideológica", alerta.






    O arcebispo afirma ainda que a Santa Sé responderá o relatório de modo detalhado e com calma, uma vez que não há nada a esconder. Ele comenta ainda que o próprio Comitê havia declarado que o documento apresentando pelo Vaticano era o mais completo e claro entre todos os países que o entregaram.






    "Vem a tentação de dizer que, provavelmente, o texto já estava escrito e não reflete os pontos e a clareza, mas sim uma adição precipitada (…). Por isso, devemos, com serenidade e com base na evidência – porque não há nada a esconder! – levar adiante as explicações das posições da Santa Sé", conclui o arcebispo.






    Leia também










    Título Original: Relatório da ONU é distorcido e negativo, diz Dom Tomasi












    Site: Notícias Canção Nova


    Editado por Henrique Guilhon




    Posted: 06 Feb 2014 04:52 AM PST












    Montfort





    PERGUNTA






    Nome: Luís






    Não sou católico, nem protestante e nem espírita.






    No intuito de poder escolher uma religião, pesquiso as mais diversas.






    Ao entrar no site, por indicação de um amigo católico, li sobre a parte que refuta a reencarnação.






    Mas faltou algo, a questão principal: - Se não existe reencarnação, então porque Deus coloca algumas pessoas, desde o nascimento, numa vida de sofrimento; enquanto outras tem melhor sorte








    RESPOSTA








    Prezado Luís Fernando, salve Maria.






    Certa vez, quando Cristo com seus apóstolos passou por um cego de nascimento, eles perguntaram ao Divino Mestre: "Por que este nasceu assim? Foi por culpa dele ou de seus pais?"






    Ao que, Cristo respondeu: "Não foi nem por culpa dele, nem de seus pais, mas para manifestar a glória de Deus".






    Essa pergunta é a que você me faz, e a resposta de Cristo serve bem para você.






    De fato, a pergunta dos Apóstolos -- e a sua -- partem de uma idéia anterior: todo sofrimento, toda deficiência seriam um castigo de Deus. E, na verdade, isso não é assim.






    Deus conhece o futuro, e pode tirar de alguém um bem que a pessoa usaria mal. Ele nos dá a situação que melhor favorece nosso bem espiritual, retirando de nós aquilo que pode prejudicar nossa alma.






    Por isso, nunca devemos nos revoltar com os males e cruzes que nos ocorrem, porque tudo Deus faz acontecer para nosso bem.






    In Corde Jesu, semper, 


    Orlando Fedeli






    Título Original: Reencarnação e sofrimento












    Foto: Web






    Site: Montfort


    Editado por Henrique Guilhon




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    quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

    Confraria de São João Batista




    Confraria de São João Batista




    A Igreja e a Propaganda. E a propaganda da fé nos nossos dias?


    Posted: 05 Feb 2014 12:11 PM PST


    A IGREJA E A PROPAGANDA




    Dom Fernando Arêas Rifan*




    Propaganda vem do latim propagare, propagar. É a missão da Igreja: propagar a fé, a boa nova do Evangelho: "ide e ensinai", "ide e fazei discípulos entre todas as nações!". 




    Vale a propósito recordar alguns trechos da curiosa palestra, proferida na CNBB, em 1977, pelo famoso publicitário Alex Periscinotto, um dos pioneiros da propaganda no Brasil. 




    Ele começou agradecendo à Igreja, por ter inventado todas as ferramentas de trabalho, usadas hoje na comunicação: "O primeiro veículo de comunicação de massa inventado até hoje, o mais forte de todos, foi o sino. O sino, que tinha mensagem nas suas batidas, atingia, na ocasião das aldeias, 80, 90% das pequenas cidades. Ele não só atingia como modificava o comportamento físico e mental de 80, 90% das aldeias cada vez que ele batia". 




    Outra ferramenta moderna de comunicação, inventada pelos religiosos, diz ele, é o display, o destaque. "Nós usamos o display para destacar uma informação. Quando todos os telhados das aldeias eram baixinhos, vocês construíram um telhado altíssimo, 4, 5 vezes maior e em forma de ponta... Isso era para se avistar ao longe a torre da igreja, logo que se entrasse na aldeia. Por esse display, a gente com facilidade localizava a igreja. Mais do que isso, vocês inventaram o primeiro logotipo, o mais feliz deles, a cruz. A cruz que nunca foi esquecida de ser colocada no alto do display e que permitia que, além de se identificar que ali era uma igreja, também se identificava que ela pertencia àquela marca, àquela religião..." 




    "Hoje, uma das ferramentas mais preciosas para se usar nas campanhas é a pesquisa. O primeiro departamento de pesquisa de que se sabe foi inventado por vocês, é o confessionário. Era então um santo departamento de pesquisa. Digo santo porque hoje quando a gente faz um ibope qualquer é possível que a pessoa minta, mas no santo departamento de pesquisa a coisa não só era espontânea, mas necessária e verdadeira. Por exemplo, se eu quero me reconstruir de dentro para fora, eu vou a um analista pago mil dinheiros e ele me ajuda um pouco, mas a minha mãe vai a um confessionário, sai reconstruída de dentro para fora, sai de lá aliviada e perdoada, coisa que nenhum analista faz nem que você pague o dobro". 




    "Vocês mudaram o sistema da missa, a missa não é mais em latim e o padre não fica mais de costas para o público. Mas minha mãe nunca achou que vocês estavam de costas para ela, achou que vocês estavam de frente para Deus e ela gostava do latim, embora não entendesse bem as palavras, porque era uma linguagem mística que fazia se entender por Deus... Mas o que quero dizer é que toda essa máquina de comunicação que vocês inventaram não foi à toa. Vocês não inventaram sinos e aquela indumentária toda, que eu chamo de embalagem religiosa simplesmente por nada. Não! Vocês tinham o mesmo problema que nós temos agora: vocês tinham uma coisa a ser propagada, o produto de vocês chamava-se fé. Eu tenho uma boa notícia para vocês, esse produto, a fé, está em falta no mercado, mas hoje vocês não propagam mais fé (!)... Fé era o que minha mãe ia buscar na igreja...".




    *Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney

    http://domfernandorifan.blogspot.com.br/


    Sábado ou Domingo?


    Posted: 04 Feb 2014 10:00 PM PST


    Sábado ou Domingo?










    ADVENTISTA (S. Paulo) :




    "Porque os católicos não obedecem à Bíblia guardando o sábado ?"










    A lei natural proscreve ao homem que, na qualidade de criatura, reserve para o Criador uma parte de seu tempo.










    A esta disposição natural sobreveio a lei positiva divina no Antigo Testamento, determinando que o período dedicado ao Senhor fosse o último dia de cada semana. De sete em sete dias, portanto, os israelitas, seguindo aliás um ritmo muito natural, inculcado pelas fases da Lua, se elevavam explícita e demoradamente ao seu Autor. Além disto, o Senhor estipulou as modalidades segundo as quais deveriam observar o sétimo dia ( = sábado, da raiz hebraica shaba que tanto significa "repouso" como "sete"); cf. Êx 20,8; 31,14; Lev 23,3; Dt 5,15. Estas disposições positivas, por sua índole mesma, poderiam ser mudadas, sem que por isso fosse ab-rogado o preceito natural de consagrar algum tempo ao culto do Senhor. Antes de receber de Moisés no séc. XIII a lei do sábado, o povo de Israel, desde as suas origens (séc. XVIII, época de Abraão), prestava culto ao verdadeiro Deus; o preceito do sábado, portanto, com as modalidades que a Lei de Moisés lhe atribuiu, não é inerente ao culto do único Deus.










    Para mais inculcar ao povo a obrigação do repouso semanal, a Lei de Moisés, ao descrever a criação do mundo, apresentava Deus como o Operário exemplar que "trabalhou" durante seis dias e "repousou" no sétimo (cf. Gen 1). Tal apresentação era, não há dúvida, meramente literária, concebida para dar fundamento autoritativo a uma lei (Deus mesmo teria sido o primeiro a observar o sábado), não para elucidar o modo como Deus de fato criou o mundo. Contudo o sábado lembrava aos judeus a ordem de coisas decorrente da criação e da Aliança travada com o Senhor ao pé do monte Sinai. Cf. E. Bettencourt, Ciência e Fé na história dos primórdios, cap. II.










    Na plenitude dos tempos, veio o Redentor, Jesus Cristo. Tinha por missão renovar o mundo, a antiga ordem de coisas, e completar a revelação de Deus iniciada nos tempos dos Patriarcas. Jesus mais de uma vez incutiu aos homens o sentido espiritual da Lei de Moisés e, em particular, do repouso do sábado; mostrou-lhe que este não era algo de absoluto, mas relativo, subordinado ao Filho do homem e à sua missão na terra. É, por exemplo, o que afirma Cristo em Mc 2,27: "O Filho do homem é Senhor mesmo do sábado"; é o que se depreende igualmente de Jo 5,1.8 : "Os judeus mais ainda o queriam matar, porque não somente violava o sábado, mas também chamava Deus seu próprio Pai, fazendo-se assim igual a Deus".










    For fim, após haver pregado a "Boa Notícia", o Senhor houve por bom dar o remate à sua obra não em um sábado, mas na madrugada do dia seguinte, dia que era o primeiro da semana hebraica (a "primeira feira") e que nós chamamos "domingo" ( = dominica dies, dia do Senhor). Assim o sábado, que era dia de alegria e festa no Antigo Testamento, foi no fim da vida terrestre de Jesus, dia de silêncio para os discípulos, dia em que se viram desconcertados, justamente porque, tendo morrido na sexta-feira, Cristo passou o sábado no sepulcro, como que subjugado pela morte. A nova criatura, ou seja, o Senhor ressuscitado, o segundo Adão, só foi tirado do seio da terra (do sepulcro) no domingo. Desde então era lógico que este simbolizasse a nova ordem de coisas, a criação restaurada por Cristo; no domingo, e não no sábado, é que os cristãos exprimiam por excelência a sua fé.










    Os autores do Novo Testamento atestam a praxe daí decorrente:










    - em At 20,7 lê-se que São Paulo em Trôade reuniu os fiéis para a celebração da liturgia "no primeiro dia da semana" . (dia subsequente ao sétimo dia hebraico);




    - em 1 Cor 16,2 o mesmo Apóstolo supõe que as reuniões de culto se façam habitualmente "no primeiro dia da semana";




    - em Apoc 1,10 São João chama explicitamente o domingo de "o dia do Senhor", tendo sido então agraciado por uma visão;




    - os evangelistas não costumam mencionar o dia da semana em que se deu tal ou tal acontecimento da vida de Cristo (a não ser que se trate de um litígio sobre o sábado); fizeram-no contudo quando referiram a ressurreição do Senhor, dando assim ao dia respectivo um realce especial, realce que até então só tocava ao sábado : "Após o sábado, quando o primeiro dia da semana começava a despontar, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro" (Mt 28,1; cf. Mc 16,2; Lc 24,1; Jo 20,1.19).










    Sob a direção dos Apóstolos, as gerações cristãs compreenderam que o "repouso do Senhor" no Novo Testamento é o dia da "consumação definitiva assinalada pela ressurreição de Cristo". Verdade é que em uma ou outra região os fiéis nos primeiros tempos ainda tendiam a observar o sábado; o último documento que no-lo atesta, é o cân. 29 do concilio de Laodicéia (Ásia Menor, pouco após 381?): rejeitava categoricamente a praxe de "judaizar" (como se exprime o próprio cânon) aos sábados e inculcava a guarda do dia do Senhor (domingo); desde então a observância mosaica parece ter caído totalmente em desuso.










    Após estas considerações, vê-se que querer impor a observância do sábado aos cristãos é desconhecer a consumação da ordem de coisas antigas; é afirmar o tipo e as figuras, quando já veio o antítipo, a realidade definitiva, messiânica. Logicamente quem o quisesse fazer, seria obrigado a observar toda a Lei de Moisés (alimentos puros e impuros, sacrifícios rituais, etc.) e recair no regime essencialmente provisório do Antigo Testamento (cf. Gál 5,1-4); logicamente seria obrigado mesmo a não acender o fogo e vigiar para que os animais domésticos não fizessem trabalho algum no sábado, pois estes pormenores pertencem à lei do repouso mosaico (cf. Êx 20,11; 23,12; 34,21; 35,3)!
















    Dom Estêvão Bettencourt (OSB)







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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo