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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

O Papa Francisco nomeará João Paulo II como patrono das Jornadas Mundiais da Juventude

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NOTÍCIAS DIÁRIAS · www.acidigital.com 










6 de fevereiro de 2014 







VATICANO, 06 Fev. 14 (ACI) .- A Santa Sé divulgou hoje a Mensagem do Papa Francisco aos jovens para a XXIX Jornada Mundial da Juventude 2014 (JMJ) que se celebra no Domingo de Ramos em Roma. No texto o Santo Padre assinala que “depois de sua canonização, que é um acontecimento que enche o nosso coração de alegria”, o Pontífice polonês será o grande patrono das JMJ, de que foi iniciador e impulsionador.



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VATICANO 
O Papa Francisco nomeará João Paulo II como patrono das Jornadas Mundiais da Juventude 
Resposta enérgica do Vaticano ao relatório ideológico da ONU sobre direitos da criança 
Vaticano trabalhou e trabalha para evitar abusos sexuais, diz Pe. Lombardi 

AMÉRICA 
Hollywood anuncia filme sobre a vida de Madre Teresa de Calcutá 

MUNDO 
Bispos da Escócia defendem liberdade religiosa depois da aprovação do “matrimônio” homossexual 
Liga Católica nos EUA: Relatório malicioso e impreciso da ONU contra Vaticano não tem fundamento 





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Um pensamento: 

D o que mandas e manda o que queiras.

Santo Agostinho 













VATICANO 









VATICANO, 06 Fev. 14 (ACI) .- A Santa Sé divulgou hoje a Mensagem do Papa Francisco aos jovens para a XXIX Jornada Mundial da Juventude 2014 (JMJ) que se celebra no Domingo de Ramos em Roma. No texto o Santo Padre assinala que “depois de sua canonização, que é um acontecimento que enche o nosso coração de alegria”, o Pontífice polonês será o grande patrono das JMJ, de que foi iniciador e impulsionador.

Nesta primeira mensagem que o Papa Francisco dirige aos jovens pelas JMJ, ilustra sobre os temas das três próximas Jornadas, dando início ao itinerário de preparação espiritual que, ao longo de três anos, guiará à celebração internacional em Cracóvia, em julho de 2016. A primeira JMJ se celebrou em Buenos Aires em 1987 com a presença de João Paulo II.

O tema desta primeira mensagem é: “Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu”. Os temas das três próximas JMJ, tirados das Bem-aventuranças do Evangelho, mostram como o Santo Padre considera esta passagem do Evangelho de Mateus um ponto de referência central para a vida dos cristãos, chamados a fazer dele um concreto programa de vida.

Nesta mensagem, o Papa recorda “o encontro extraordinário que vivemos no Rio de Janeiro, na XXVIII Jornada Mundial da Juventude: uma grande festa da fé e da fraternidade. A boa gente brasileira acolheu-nos de braços escancarados, como a estátua de Cristo Redentor que domina, do alto do Corcovado, o magnífico cenário da praia de Copacabana”.

“Nas margens do mar, Jesus fez ouvir de novo a sua chamada para que cada um de nós se torne seu discípulo missionário, O descubra como o tesouro mais precioso da própria vida e partilhe esta riqueza com os outros, próximos e distantes, até às extremas periferias geográficas e existenciais do nosso tempo”.

O Santo Padre recorda aos jovens que Jesus mesmo mostrou o caminho que devemos seguir, encarnando as Bem-aventuranças em toda a vida. Viver as Bem-aventuranças hoje é para os jovens um verdadeiro desafio ao seguir a Cristo, indo contracorrente e testemunhando sua novidade revolucionária.

Posto que não é possível ser cristãos e ter uma ideia “pequena” da vida, o Papa exorta os jovens a que rejeitem toda oferta de felicidade “a baixo preço”, a encontrar o “valor da felicidade” autêntica que só Deus pode dar.

O Papa Francisco explica aos jovens o que significa ser pobres de espírito, entrando na parte essencial do tema da próxima Jornada Mundial da Juventude. Jesus mesmo escolheu um caminho de humilhação e de pobreza, e o Papa dirige aos jovens o convite insistente de imitar a imitar Jesus, indicando o exemplo de São Francisco de Assim. Por isso, os jovens cristãos estão chamados à conversão, a abraçar um estilo de vida evangélico marcado pela sobriedade, a busca do essencial e a solidariedade concreta em relação aos pobres.

Os pobres são, assim explica o Papa, por um lado “a carne que sofre” de Cristo, que todos estamos chamados a tocar pessoalmente, mas por outro lado podemos nos converter em verdadeiros mestres de vida, pois podemos oferecer tanto a nível humano e espiritual.

O Papa destaca a seguir o profundo vínculo entre o tema da JMJ de Rio: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” e as Bem-aventuranças dos pobres de espírito. De fato, o Papa Francisco explica que, “a pobreza evangélica é condição fundamental para que o Reino de Deus se estenda”, pois frequentemente é dos corações mais simples de onde brota a autêntica alegria, que é o motor mesmo da evangelização.

O Santo Padre recorda, por último, o trigésimo aniversário da entrega da Cruz do Jubileu da Redenção aos jovens, que se celebrará o próximo 22 de abril.

“Foi precisamente a partir daquele ato simbólico de João Paulo II que iniciou a grande peregrinação juvenil que, desde então, continua a atravessar os cinco continentes”. E o papa Francisco anuncia aos jovens que, depois de sua canonização, que é um “acontecimento que enche o nosso coração de alegria”, João Paulo II “será o grande patrono das JMJ, de que foi iniciador e impulsionador”.

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VATICANO, 06 Fev. 14 (ACI) .- O Arcebispo Silvano Tomasi, Observador Permanente da Santa Sé ante as Nações Unidas em Genebra, respondeu energicamente ao relatório do Comitê da ONU para os direitos da Criança no qual se pede à Santa Sé mudar os seus ensinamentos sobre o aborto e a homossexualidade para erradicar o problema dos abusos sexuais. O Núncio expressou sua surpresa e afirmou que o relatório parecia já estar escrito inclusive antes das conversações com os representantes do Vaticano.

Em entrevista com Rádio Vaticano, Dom Tomasi assinala que “a primeira impressão: temos que esperar, ler atentamente e analisar de modo detalhado o que escreveram os membros desta Comissão. Mas a primeira reação é de surpresa, porque o aspecto negativo do documento que eles produziram é que parece que já havia sido preparado antes da reunião da Comissão com a Delegação da Santa Sé, que deu detalhadamente respostas precisas sobre vários pontos , que não foram, relatadas neste documento conclusivo, ou pelo menos não parece ter sido levado em séria consideração.”.

“Na verdade, o documento parece não ser atualizado, tendo em conta o que nos últimos anos tem sido feito em nível da Santa Sé, com as medidas tomadas diretamente pelo Estado da Cidade do Vaticano e, em seguida, em vários países pelas Conferências Episcopais”.

Portanto, precisa o Núncio, “falta a prospectiva correta e atualizada, que possui realmente uma série de mudanças para a proteção das crianças, que me parece difícil de encontrar, no mesmo nível de compromisso, em outras instituições ou até mesmo de outros Estados. Isto é simplesmente uma questão de fatos, de evidência, que não podem ser distorcidos!”.

Em relação à resposta da Santa Sé ao documento, o Arcebispo assinala que responderá “porque é um membro, um Estado parte da Convenção: a ratificou e tem a intenção de observar o espírito e a letra da Convenção, sem acréscimos ideológicas ou imposições que estejam fora da própria Convenção”.

“Por exemplo, a Convenção sobre a proteção das crianças em seu preâmbulo, fala da defesa da vida e da proteção das crianças, antes e após o nascimento, enquanto a recomendação que é feita para a Santa Sé, é mudar sua posição sobre a questão do aborto! É claro que, quando uma criança é morta não tem mais direitos! Então, essa me parece uma contradição real com os objetivos fundamentais da Convenção, que é o de proteger as crianças”.

“Esta Comissão não fez um bom serviço para as Nações Unidas, tentando introduzir e pedir à Santa Sé para mudar o seu ensinamento que não é negociável! Portanto, é um pouco triste ver que o Comitê não compreendeu completamente a natureza e as funções da Santa Sé, que, embora tenha expressado claramente ao Comitê a sua decisão de levar adiante os requisitos da Convenção sobre os Direitos da Criança, mas definindo com precisão e protegendo em primeiro lugar aqueles valores fundamentais que fazem a proteção real e eficaz da criança”.

O Observador da Santa Sé, comenta também o fato de que a ONU havia dito em um princípio que o Vaticano tinha respondido melhor que outros países na proteção das crianças e, respeito à mudança de opinião que reflete o documento publicado ontem diz: “Na introdução do relatório conclusivo é reconhecida a clareza das respostas enviadas; não foi evitada nenhuma pergunta feita pela Comissão”.

“Com base na evidência disponível, e quando não havia uma informação imediata, foi prometido fornecê-la no futuro, de acordo com as diretrizes da Santa Sé, e como fazem todos os governos. Então, parecia um diálogo construtivo, e eu penso que deva permanecer assim”.

“Portanto, dada a impressão obtida com o diálogo direto da Delegação da Santa Sé com a Comissão e o texto das conclusões e recomendações, vem a tentação em dizer que provavelmente o texto já havia sido escrito e que não reflete os pontos e a clareza, mas sim adições precipitadas, do que já havia acontecido”.

“Portanto, devemos, com serenidade e com base em evidências – porque não temos nada a esconder! - levar adiante as explicações e posições da Santa Sé, responder às perguntas que ainda permanecem, de modo que o objetivo fundamental que se quer alcançar – a proteção das crianças – possa ser alcançado”.

“Se fala de 40 milhões de casos de abuso de crianças no mundo, mas, infelizmente, alguns desses casos – embora muitos pequenos em comparação com tudo o que está acontecendo no mundo – dizem respeito à pessoas da Igreja. E a Igreja respondeu, reagiu e continua a fazê-lo! Devemos insistir nesta política de transparência, de não tolerância dos abusos, porque um só caso de abuso de uma criança, é algo muito sério!”.

PARTICIPA: Assine aqui a Declaração de apoio à Santa Sé ante as Nações Unidas: http://defendtheholysee.org/es/privado/

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VATICANO, 06 Fev. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O diretor da Sala de Imprensa do Vaticano, o sacerdote Federico Lombardi participou da assembleia dos delegados diocesanos para os meios de comunicação social da Conferência Episcopal Espanhola onde explicou a sua experiência à frente da comunicação do Vaticano.

O Pe. Lombardi assegurou que uma das características da sociedade atual é a de "uma alta expectativa de transparência". Da Sala de Imprensa do Vaticano assegura que "a pressão dos meios de comunicação foi um impulso para melhorar as aptidões comunicativas", especialmente em temas como a atividade econômica do IOR ou os abusos sexuais cometidos por parte de sacerdotes.

Nesse sentido, também se pronunciou sobre o relatório do Comitê da ONU sobre os Direitos da Criança, no qual se acusa o Vaticano de ter permitido “milhares de abusos” por parte de membros do clero.

O porta-voz do Vaticano assegurou que este é um "assunto no qual estamos trabalhando muito", assim como já trabalharam sobre este tema a comissão de oito cardeais em dezembro do ano passado. Além disso, nas próximas semanas se explicará o funcionamento da comissão criada para preveni-los.

O Pe. Lombardi também falou da sua experiência à frente da sala de Imprensa do Vaticano durante os pontificados de João Paulo II, Bento XVI e Francisco e comentou que foi muito interessante trabalhar com eles. "Cada um tem um estilo diferente e isso é preciso respeitar", também comentou que Bento XVI goza de muito boa saúde, "está em uma forma esplêndida, muito sereno, muito tranquilo e com a mente perfeita", disse.

O porta-voz do Vaticano assegurou que até agora não está previsto uma viagem do Papa Francisco à Espanha já que até agora a única viagem oficial prevista é à Terra Santa em maio e está em estudo outra à Ásia.

Outras de suas lembranças passaram pela renúncia de Bento XVI, o período de Sé Vacante e o conclave que escolheu Francisco. "A triste experiência do Vatileaks me preparou, no sentido de que em tempos de emergência informativa vaticana e da multiplicação de interrogantes e comentários, senti a necessidade de um vínculo mais prolongado e intenso com os jornalistas com sessões informativas quase diárias", assegurou.

Além disso, recordou a ajuda que prestaram ao Vaticano durante esse tempo o Pe. Jose María Gil Tamayo, atual porta-voz da Conferência Episcopal espanhola e o Pe. Tom Rosica.

Nesta assembleia participaram mais de 70 responsáveis pela comunicação de dioceses e organizações.

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AMÉRICA 









LOS ANGELES, 06 Fev. 14 (ACI) .- A vida da fundadora das Missionárias da Caridade e Prêmio Nobel da Paz em 1979, Madre Teresa de Calcutá, será levada aos telões através do primeiro longa-metragem autorizado de sua vida a cargo das produtoras de Hollywood, Flame Venturas e Origin Entertainment sob o título em inglês “I Thirst” (Tenho Sede).

O roteirista desta obra cinematográfica é Kier Pearson, candidato ao Oscar por ‘Hotel Ruanda’ (2004), que embarcará em uma viagem por Calcutá, Índia e Tijuana durante o próximo mês para documentar sobre a vida de Madre Teresa e começar a escrever o roteiro.

Um dos produtores, Tony Krantz, assinalou que “não podemos estar mais entusiasmados de fazer este filme sobre uma mulher que lutou pelo compromisso absoluto, a fé, a caridade e o amor”.

Por sua parte o produtor, Jamey Volk, disse que “queremos levar esta historia para uma audiência global” e adicionou que “temos a intenção de começar a rodar no final de ano para estrear (o filme) na primavera ou verão de 2015”.

A organização sem fins lucrativos dirigida pelos administradores legais de seu fundo fiduciário, Centro Madre Teresa de Calcutá, que tem como objetivo promover e apoiar o conhecimento de sua obra através de seu estudo e difusão, participa também deste grande projeto.

Madre Teresa de Calcutá cujo nome de batismo era Inés Gonxha Bojaxhiu, nasceu em 26 de agosto de 1910 em Skopje, capital da atual República da Macedônia, no seio da comunidade albanesa, e foi beatificada em 2003 pelo Beato João Paulo II, depois que o vaticano reconheceu o milagre da cura de um tumor no abdômen de uma mulher indiana depois que esta passou um relicário com a fotografia da Beata.

A Prêmio Nobel da Paz realizou um trabalho assistencial em Calcutá com as Missionárias da Caridade, congregação que ela mesma fundou, que começou ajudando aos mais necessitados de Calcutá e agora conta com 710 casas em mais de 130 países onde 4500 religiosas dedicadas à assistência de pobres e doentes.

A Madre Teresa de Calcutá faleceu à idade de 87 anos, em 5 de setembro de 1997 em seu quarto da sede das Missionárias da Caridade.


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MUNDO 









ROMA, 06 Fev. 14 (ACI) .- Os Bispos da Escócia (Reino Unido) expressaram sua preocupação pelos impactos contra a liberdade religiosa e de expressão, que possa ter a Lei que permite o “matrimônio” entre pessoas homossexuais, aprovada no dia 4 de fevereiro pelo Parlamento escocês.

“Não é possível predizer com precisão qual será o impacto sobre a sociedade em geral e sobre a comunidade católica que a legislação sobre o matrimônio gay terá… Ainda não podemos excluir a eventualidade de que em um futuro, alguns indivíduos, empreendam ações legais contra um sacerdote católico ou contra a Igreja por não aceitar a celebração de casamentos homossexuais”, denunciou o Arcebispo de Glasgow, Dom Philip Tartaglia, em declarações à Rádio Vaticano.

Entretanto, deixou claro “que esta lei não obrigará aos sacerdotes católicos ou à Igreja a celebrar matrimônios entre pessoas do mesmo sexo”.

A polêmica lei enfrentou a rejeição da população. Reuniram-se mais de 50 mil assinaturas contra a medida, mas o Parlamento de Edimburgo se declarou a favor com 105 votos frente a 75 contra.

Não se aceitaram as emendas que se propuseram, dirigidas a proteger os indivíduos e instituições que respaldam a concepção natural do matrimônio entre o homem e a mulher.
Está previsto que as primeiras uniões homossexuais comecem a ser celebradas em outubro.

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NOVA IORQUE, 06 Fev. 14 (ACI) .- O diretor da Liga Católica nos Estados Unidos, Bill Donohue, escreveu uma aguda crítica ao relatório que o Comitê dos Direitos da Criança da ONU apresentou ontem no qual pede ao Vaticano mudar a sua postura em relações a temas como o aborto e a homossexualidade para, supostamente, superar o problema dos abusos sexuais. O líder católico rebateu uma a uma as imprecisões e mentiras do documento de 15 páginas.

Bill Donohue assinala que o texto “não contém nenhuma nota de rodapé ou qualquer outro modo de explicação, mas proporciona uma grande quantidade de provas quanto a sua verdadeira agenda”. “O comitê da ONU utiliza o abuso sexual de menores como pretexto para seu verdadeiro objetivo: quer que o Vaticano se submeta a sua autoridade, e não apenas nos casos que envolvem o direito internacional: quer que a Igreja Católica mude o Direito Canônico e adote uma ética sexual secular. Desse modo, constitui um dos mais ambiciosos esforços nunca antes efetuados por um comitê da ONU, que é também profundamente ignorante dos dados”.

Na página 3 do relatório, prossegue Donohue, “o comitê assinala que a Santa Sé deve ‘adotar as medidas necessárias para retirar todas as suas reservas e para garantir a primazia da Convenção [da ONU] sobre as leis e regulamentos internos’. (Sua ênfase) é bastante explícita: ‘o Comitê recomenda que a Santa Sé faça um estudo exaustivo de seu marco normativo, em particular, do direito canônico, com o fim de garantir o pleno cumprimento da Convenção’".

Em outras palavras, continua, “o ensinamento da Igreja Católica, o magistério, quer dizer, o Papa em comunhão com os bispos, deve ceder ante a ONU. Isso equivaleria a pedir ao Congresso dos Estados Unidos que se assegure de que suas leis se ajustem às da ONU”, algo que considera uma mostra de uma “arrogância” sem igual.

Nas páginas 12 e 13, indica Donohue, o comitê diz que não quer somente que a Igreja Católica mude os seus ensinamentos sobre o aborto e a anticoncepção, como também diz que a Igreja tem que fazer mais em relação ao HIV/AIDS.

“É dolorosamente óbvio que estes especialistas não pensaram bem este assunto. Ou seja: se todo mundo seguisse os ensinamentos da Igreja quanto à sexualidade, não teríamos este problema em primeiro lugar. Para sermos exatos, os que adquirem o HIV/AIDS em geral o fazem porque vivem uma vida imprudente, em claro contraste com a súplica da Igreja pela abstinência”.

O comitê está tão determinado em mandar na Igreja que exige uma mudança no Direito Canônico e se dirige ao Vaticano “para pedir que as escolas católicas troquem os seus livros de texto e eliminem supostos ‘estereótipos de gênero’. Isto não é apenas mais um exemplo de seu abuso de poder, mas também o comitê não proporciona uma só evidência para sustentar sua exigência”.

Donohue comenta logo que “alguém deveria dizer a estes especialistas que o Vaticano não diz às escolas católicas que livros de texto ou planos de estudo devem adotar. Mas para os fanáticos do controle, o delegar é um conceito difícil de entender”.

O comitê instrui logo ao Vaticano sobre a necessidade de ter "programas de conscientização", insistindo na "formação sistemática" para aqueles que trabalham com menores. “Acaso não sabem quem começou com estas iniciativas? Nós não somos os que carecem de programas de capacitação obrigatórios: os culpados se encontram em outras comunidades religiosas e nas escolas públicas. Isto explica por que o abuso sexual não é um problema nas comunidades católicas atualmente como se é um problema em outros lugares. O comitê tem que ficar ao dia, caso realmente tenha um verdadeiro interesse no tema”.

Na página 8 o comitê pede ao Vaticano que ponha fim aos castigos corporais, assinalando que deve modificar "as leis, tanto do Direito Canônico como da Cidade do Vaticano". Ironicamente, a ONU detalha como dez mil crianças sírias foram assassinadas e torturadas nos últimos três anos.

As crianças na Síria, explica Donohue são violentadas sexualmente e fisicamente "com objetos de metal, látegos e bastões de madeira e metal" e também lhes arrancam as unhas das mãos e dos pés. Recebem choques elétricos nos genitálias e são queimadas com cigarros. A maioria destes atos de barbárie são cometidos por agentes do governo. “Entretanto, não há nenhums pedido para que as autoridades sírias cedam ante a ONU. Estão muito ocupados perguntando-se se a irmã Mary Alice está batendo em algum aluno inquieto com uma régua”.

Bill Donohue precisa que “a única tentativa de contribuir com provas é um fracasso colossal: na página 7 cita as Lavanderias da Madalena como uma instituição que obrigou às moças a ‘trabalhar em condições análogas à escravidão e foram frequentemente objeto de um trato desumano, cruel e degradante, assim como de abuso físico e sexual’. Isto é uma mentira total: o Relatório McAleese, uma investigação autorizada pelo governo irlandês, mostra que nada disso é verdade”.

Finalmente, o relatório diz que a Igreja precisa pôr fim à prática das “caixas para bebês”. Em muitos países há estas caixas junto a orfanatos. Ficam aí para permitir que moças grávidas fora do casamento ou que não podem cuidar dos seus bebês, permitam que outros criem os seus pequenos.

Isto conclui Donohue, “é uma prática humana e se pratica amplamente na Coréia do Sul. O que não é humano é matar os bebês no útero, que é justamente o que o comitê das Nações Unidas recomenda. Por pura demagogia, não há forma de superar este relatório. É tão malicioso como impreciso”.

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Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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