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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
"Não julgar pelas aparências..."

Por Frei Rodrigo Favero, OFMConv.
Fato ocorrido em 1892, verdadeiro e integrante de biografia.Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário, que lia o seu livro de ciências. O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no livro de Marcos. Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:
- O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?
- Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado?
- Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal.Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda creem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.
- É mesmo? E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia?
- Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação,falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência. O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário. Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba.
No cartão estava escrito:
Professor Doutor Louis Pasteur!
Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional da França. T
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Ramalhete Espiritual
Devemos perder tempo com o que realmente interessa: a felicidade que Deus tem e quer nos dar!
Nota | Editorial:
Estas são Reflexões Franciscanas, realizadas a partir de textos-fonte, voltadas à formação permanente de religiosos e à meditação pessoal, elaboradas por uma Equipe de franciscanos, religiosos e leigos, que se dedicam às diversas etapas da formação religiosa e franciscana, em diferentes níveis e famílias religiosas: OFMConv., OFM, OFMCap., OFS, TOR e, sobretudo, a todo o povo de Deus. Muitos textos, além de formativos, são de cunho jornalístico (informativos) e, portanto, não expressando, necessariamente, a adesão total ou parcial dos articulistas deste sítio às ideias neles contidas. Do mesmo modo, os links aqui elencados devem ser considerados à luz do objetivo deste blog. Todos os comentários são de inteira responsabilidade de seus autores e não representam nossa posição; o espaço para comentários é encerrado automaticamente após quinze dias de publicação do post. À coordenação deste blog se reserva o direito de excluir qualquer artigo ou comentário que julgar oportuno, sem demais explicações. Todo material deste site é de livre difusão, contanto que um link remeta à sua fonte.
Cor Litúrgica do Dia
Verde: Tempo Comum
30 de Janeiro: Santa Jacinta de Merescotti, TOR
Religiosa da Terceira Ordem Regular (1585 – 1640). Canonizada por Pio VII no dia 24 de maio de 1807. Jacinta era uma das filhas da nobre família do príncipe Marco Antonio Marescotti e estava ligada, por parentesco, com os príncipes Orsini. Esses nobres, da alta aristocracia romana, possuíam fortes vínculos com a Igreja Católica e a educação cristã era a mais preciosa herança a ser deixada aos filhos. E, com certeza, foi para Jacinta e seus irmãos. Jacinta foi batizada com o nome de Clarice, nasceu em Viterbo, perto de Roma, em 1585. Recebeu uma educação refinada, digna da nobreza, como todos os irmãos. Ainda menina, foi entregue pelos pais a religiosas franciscanas, onde sua irmã mais velha, Inocência, seguia a vida religiosa com o fervor de uma santa. Os pais desejavam que Jacinta tivesse esse mesmo futuro. Mas, ela não demonstrava o mesmo desejo. Muito bonita, culta e independente, Jacinta levava uma vida fútil, cheia de luxo e vaidades. Sonhava com um matrimonio e não com a vida religiosa. Sua primeira decepção foi quando sua irmã mais nova se casou com um marquês, que ela pretendia conquistar. Logo depois, outro casamento não se realizou. Depois disso, Jacinta assumiu uma atitude mais altiva, insuportável e fútil, frequentando todas as diversões que a alta sociedade oferecia. Nessa ocasião, seu pai a enviou para o convento das Irmãs da Ordem Franciscana Secular, junto de sua irmã Inocência, em Viterbo. Embora à contra gosto, vestiu o hábito, trocou o nome de Clarice por Jacinta, iniciando sua experiência religiosa. Infelizmente levou para o convento muitas de suas vaidades e durante dez anos não deu bom exemplo às suas irmãs de hábito. Não respeitou o voto de pobreza, vivendo num quarto decorado com luxo e usando roupas de seda. Mas Deus havia reservado o momento certo para a conversão definitiva de Jacinta. A notícia do assassinato de seu pai foi o início da sua transformação interior, começando a questionar o valor dos títulos de nobreza e da riqueza. Depois, adoecendo gravemente, o capelão do convento não atendeu seu pedido de confissão, se recusando entrar no seu quarto luxuoso. Percebendo o escândalo que causara durante tantos anos, Jacinta sinceramente se arrepende pedindo perdão a toda a comunidade, publicamente. Nesse momento se converteu verdadeiramente, passando a partir daí a ser exemplo heroico de mortificação e pobreza, atingindo os cumes da mais alta santidade. Mesmo contra sua vontade foi eleita mais tarde mestra das noviças e superiora do convento. Suas prolongadas orações e severas penitências eram em favor dos pecadores. Com sua orientação muitos, depois de convertidos, chegaram a fundar instituições religiosas, asilos e orfanatos. Faleceu em 30 de janeiro de 1640 e foi enterrada na igreja do convento onde se converteu, em Viterbo. Foi declarada Santa pelo papa Pio VII em 1807. | Fonte: "Santos Franciscanos para cada dia", Ed. Porziuncola.
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| 3. | Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos céus! | |
| 4. | Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados! | |
| 5. | Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra! | |
| 6. | Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados! | |
| 7. | Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia! | |
| 8. | Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus! | |
| 9. | Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus! | |
| 10. | Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus! | |
| 11. | Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim. | |
| 12. | Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós. |



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