ADHT: Defesa Hetero |
- Trecho do livro "Diagnóstico de Nosso Tempo", de Karl Mannheim. Capítulo “ESTRATÉGIA DO GRUPO NAZISTA”
- Luiz Mott no maior centro teológico luterano da América Latina
- Palestra sobre o livro "Da Justiça" de Santo Tomás de Aquino
- Estes bárbaros
- TCU detecta fraude em convênios do MinC com 28 ONGs
- Os novos imbecis coletivos. Nivaldo Cordeiro comenta o artigo de Olavo de Carvalho, na sequência
| Posted: 05 Nov 2012 01:38 PM PST
LUCIANO PIRESquinta-feira, 12 de agosto de 2010Karl Mannheim foi um sociólogo judeu nascido na Hungria, que faleceu em 1947. Em 1944 escreveu um livro chamado "Diagnosis Of Our Time", que foi lançado no Brasil em 1973, com o título "Diagnóstico de Nosso Tempo". |
| Luiz Mott no maior centro teológico luterano da América Latina Posted: 05 Nov 2012 12:23 PM PST
JULIO SEVERO 5 de novembro de 2012 Com o patrocínio de evangélicos progressistas, Mott prega contra a Bíblia diante de uma plateia da IECLBJulio Severo "Nos últimos anos, lideranças de diferentes igrejas evangélicas têm assumido discurso e postura cada vez mais homofóbica, fundando grupos e realizando congressos destinados à 'cura' de homossexuais, inclusive contando com o apoio de psicólogos e parlamentares", discursou Luiz Mott, o maior líder do movimento homossexual do Brasil. Esse discurso acusatório, que é rotineiro nos grupos gays, foi feito no II Congresso Internacional sobre Epistemologia, Sexualidade e Violência, realizado na Escola Superior de Teologia (EST) em São Leopoldo, de 16 a 18 de agosto de 2006. Luiz Mott na EST com Irmã Ivone Gebara à sua direita Mas Mott não foi o único ativista polêmico a palestrar no grande centro teológico, que pertencente à Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB). Outra palestrante foi a católica progressista Irmã Ivone Gebara, conhecida defensora da Teologia da Libertação e por suas conexões com grupos abortistas. Mott não é luterano nem evangélico. Sua participação como palestrante oficial na EST deveu-se aos sentimentos progressistas luteranos que simpatizam com a militância homossexual. A EST é conhecida como um dos maiores ninhos evangélicos progressistas do Brasil. Teologia gay dentro da ESTUm dos professores da EST é o Rev. André Sidnei Musskopf, autor do livro "Talar Rosa", que defende a teologia gay. Além disso, a IECLB tem um dos maiores defensores da Teologia da Missão Integral no Brasil: o Rev. Valdir Steuernagel. A Teologia da Missão Integral é a versão protestante da Teologia da Libertação. Por isso, a EST ficou muito a vontade para convidar Mott e Gebara. Steuernagel foi flagrado num evento evangélico progressista juntamente com o petista radical José Genoíno e o Bispo Robinson Cavalcanti em 2003. O pastor luterano é uma figura importante na EST, cuja abertura para a "teologia gay" é notória. Valdir Steuernagel, José Genoino e Robinson Cavalcanti Outro grande defensor da Teologia da Missão Integral no Brasil é o Rev. Walter Altmann que, na época da infame palestra de Mott na EST, era presidente da IECLB, com plenos poderes para intervir e rejeitar a presença de Mott e Gebara no centro teológico luterano. Contudo, impedir progressistas de falarem na maior instituição teológica de sua denominação negaria a própria natureza de Altmann, que tem vínculos e influência no Conselho Mundial de Igrejas, uma organização que defende a Teologia da Missão Integral e a Teologia da Libertação. O importante pastor luterano passou as décadas de 1960 e 1970 fazendo viagens questionáveis pelos países atrás da Cortina de Ferro. O financiamento dessas viagens, conforme foi denunciado na mídia americana, vinha de fontes comunistas soviéticas. Religião socialista dentro da IECLBA Teologia da Missão Integral, conforme mostra o exemplo da IECLB, leva ao esquerdismo e a todas as ideologias radicais produzidas pela esquerda, inclusive a ideologia gay. Mesmo que não tivéssemos no Brasil o exemplo da IECLB, as grandes igrejas protestantes dos EUA hoje mais abertas ao aborto e à ordenação de pastores gays são justamente as igrejas que, décadas atrás, se envolveram com o chamado "Evangelho Social", que é a versão americana da Teologia da Missão Integral. Essas duas teologias estão a serviço do marxismo, que em todo sentido é uma religião, ao colocar o Estado num papel messiânico e a igreja como descartável ou apenas ajudadora do Grande Messias Estatal Socialista. A religião socialista exige controle estatal integral do ser humano: sua vida pessoal, saúde, educação, família, sexualidade, opinião, igreja, etc. E, como a religião pagã de Baal, que afetava a sociedade de Israel na época do profeta Elias e tinha sacerdotes homossexuais sagrados e cultos com sacrifícios de bebês, a religião socialista exige a sacralização do homossexualismo e sacrifício de bebês por meio do aborto médico legal. Um pastor da IECLB que não se prostrou diante da agenda gayOs adeptos dessas duas teologias cedo ou tarde abraçam ideologias esquerdistas radicais e estranham posturas cristãs conservadoras, inclusive a defesa da família em face da agenda gay. Por isso, não foi de admirar o descaso do presidente da IECLB quando o Rev. Ademir Kreutzfeld foi ameaçado por ativistas gays em 2007. Rev. Ademir Kreutzfeld Altmann, com todo o seu poderio eclesiástico, poderia ter movido sua denominação em defesa do Rev. Kreutzfeld, que é um pastor ordenado pela própria IECLB. Ou, pelo heroísmo do pastor que foi ameaçado por defender a família, Altmann poderia nomeá-lo professor da EST, com todas as honras devidas. Mas tal atitude, novamente, trairia a natureza e histórico de Altmann. Na verdade, desde seu comportamento não progressista, o Rev. Kreutzfeld passou a sofrer crescentes pressões de cima para largar o pastorado. Qualquer oferta de ajuda vinda da cúpula não passou da esfera das meras aparências, mas as pressões foram muito mais do que só aparência, envolvendo espionagem e condutas dignas da KGB, que nunca deve ter sido hostil a Altmann. Entretanto, suspeito que se o Rev. Kreutzfeld estivesse sendo perseguido por defender o MST, Altmann mobilizaria uma tropa de companheiros militantes para socorrer o pastor. Suspeito também que se Luiz Mott fosse pastor ordenado pela IECLB e pedisse ajuda, Altmann provavelmente lhe mandaria um batalhão de militantes, garantindo ao Professor Mott um lugar de honra na EST. Uma conversa com LuteroPobre Lutero! Se ressuscitasse hoje, ele teria dificuldade de ser aprovado na EST. Dar aulas ali? Nem pensar! Ou, pensando bem, somente depois dele entender que os tempos são outros e que sem Teologia da Missão Integral e sem apoio ao MST ou a outro movimento esquerdista radical, ele não poderia aspirar a nenhum cargo de liderança. Um pensamento lhe vem à mente e ele rapidamente pergunta: "Ninguém ainda afixou 95 teses na porta da EST?" "Não", respondem. Lutero afixando 95 teses na Igreja de Wittenberg 500 anos atrás Então lhe contam que o Brasil é muito diferente da Alemanha de quinhentos anos atrás e tem um número incontável de apologetas. Lutero lhes pergunta como anda a Igreja Luterana Alemã, ao que lhe dizem que não está muito diferente da IECLB. "E os tais apologetas, já afixaram 95 teses na porta da Igreja Luterana Alemã?" "Não". "Pelo menos, já as afixaram na IECLB?" "Não", respondem, abaixando a cabeça. "Então, o que esses supostos defensores do Evangelho fazem?", grita Lutero, batendo a mão fortemente na mesa, com sua típica revolta contra desvios do Evangelho. "Eles realmente não podem denunciar os desvios da Igreja Luterana da Alemanha nem do Brasil, porque eles não são luteranos. Eles não gostam de apontar os erros de outras igrejas da Reforma". "O que eles são?" "Na maioria, calvinistas". "Então, as igrejas calvinistas estão melhores do que as luteranas?" "Na Europa, EUA e outros lugares, elas já estão ordenando pastores gays, apoiando o aborto…" "E os tais apologetas já afixaram 95 teses nas portas delas?" "Não. Na verdade, essas igrejas foram contaminadas por um novo tipo de evangelho: o social. E a maioria dos apologetas adota esse evangelho ou convive muito bem com quem o promove". Esmurrando a mesa, Lutero esbraveja: "Eu não esperava ressuscitar para ver tamanha desgraça! Vou então eu mesmo afixar 95 teses na porta da EST e na porta da casa de Musskopf, Altmann e Steuernagel. Vou afixar também 95 teses na cara desses tais apologetas!" Entretanto, sem simpatias pela esquerda, Lutero faria pouco sucesso hoje na IECLB e dificilmente seria visto com bons olhos pela esquerda apologética se começasse a denunciar a apostasia das Igrejas da Reforma. Conforme meu blog vem denunciando, a maioria dos autoproclamados "defensores do evangelho" pertence à ala da esquerda calvinista apologética e tem ligações pesadas com a Teologia da Missão Integral — o mesmo problema que vem assolando há décadas a cúpula da IECLB. Se o movimento apologético brasileiro não estivesse tão ocupado com essa teologia esquerdista, eu mesmo não precisaria estar ocupado denunciando os óbvios desvios da IECLB. Mott ataca "homofobia" evangélica debaixo do nariz dos reverendos da ESTAlguma dúvida desses desvios? A palestra de Mott na EST foi tranquila. Ele se sentiu à vontade para insultar os cristãos não progressistas, dizendo: "Desde sua fundação, o Movimento Homossexual Brasileiro reagiu contra a homofobia religiosa através de manifestações e atos políticos, protestando contra as visitas papais e declarações anti-homossexuais de lideranças católicas e protestantes". Mott descreveu como ocorre essa reação, mencionando como ativistas gays picharam o muro de uma igreja batista com a frase "Davi amava Jônatas" só porque o pastor da igreja havia pregado contra o pecado homossexual. Igreja evangélica pichada por ativistas gays Ele também elogiou outros ataques do movimento gay contra os evangélicos, bem debaixo do nariz dos reverendos da IECLB. Só me pergunto se quando ele condenava a "homofobia" evangélica, os reverendos luteranos diziam "amém"? Não sei, mas não dá para duvidar. Provavelmente, Mott pôde ter aproveitado para deixar claro que a EST nunca entraria na lista negra do movimento homossexual. Afinal, parceiros de luta não se agridem. No evento luterano, Mott também condenou a Igreja Católica como "homofóbica". Mas suas palavras foram muito mais elogiosas ao espiritismo e candomblé, que ele classificou como religiões mais acolhedoras das práticas homossexuais. É um triste sinal de apostasia que esse clamor de "Abaixo à Igreja Cristã! Viva a bruxaria!" tenha sido dado num centro teológico que deveria ter palestrantes para ensinar a Bíblia, não condenar aqueles que a seguem. Só o fato de terem convidado o maior ativista gay do Brasil já é uma evidência inegável de decadência, apostasia e desprezo a Deus. Declaradamente ou não, os figurões da IECLB estavam de braços dados com o "irmão" Mott, cuja defesa da pedofilia é conhecida. O fato é que na IECLB, com sua liderança embriagada com as ideias de Marx, servos de satanás como Mott, que se gaba de ter dormido com 500 homens, são honrados, enquanto servos de Deus como o Rev. Kreutzfeld sofrem bullying eclesiástico dos barões da Teologia da Missão Integral. Parafraseando as palavras de Jesus: "Somente em sua própria denominação, aos olhos de sua liderança, um pastor que fala o que está na Palavra de Deus não é devidamente honrado" (cf. Marcos 6:4). Ninho de abortistas e apóstatas?O ninho progressista da EST tem produzido apóstatas. Em 1989, um pastor luterano havia me dado um devocional da IECLB. O livro, elaborado com a contribuição de muitos pastores formados na EST, tinha reflexões da pastora feminista abortista Haidi Jarschel e orações a Deus, que era tratado como ele/ela. Havia elogios à cultura religiosa indígena e afro-brasileira. A terra era tratada, no estilo eco-terrorista, como um ser vivo e digno de reverência. Havia louvores ao MST e a todo o figurino da Teologia da Libertação. Anos mais tarde, denunciei a Pra. Haidi, que estava envolvida com Católicas pelo Direito de Decidir (CDD), a mesma organização abortista onde a Irmã Ivone Gebara tem conexões. Reverenda Haidi Jarschel: defensora do aborto no púlpito da IECLB Em entrevista em 1994 à revista hispânica Conciencia Latinoamericana, publicada pela CDD, a Pra. Haidi disse sobre "direitos reprodutivos": Um dos desafios que temos é ampliar o acesso à maioria da população brasileira a uma ampla informação em relação a esses temas. O povo brasileiro tem uma herança de uma moral religiosa e patriarcal, configurando-se portanto uma opinião pública bastante influenciada pela religião tradicional católica e evangélica. Como o debate amplo e democrático sobre os direitos reprodutivos é pouco veiculado pelos meios de comunicação, essa parcela quantitativa da população tem dificuldade de posicionar-se em relação a esses temas, em especial sobre o aborto… O artigo como um todo é, acima de tudo, um apelo amplo à compreensão e aceitação social e política do abortamento legal como direito reprodutivo básico das mulheres. A Pra. Haidi comenta: Nos últimos quatro anos, intensificou-se o processo de discussão e proposições de políticas públicas sobre os direitos reprodutivos. Esse processo foi impulsionado pela grande mobilização do movimento feminista, pela incorporação da proposta de legalização do aborto no programa de governo do Partido dos Trabalhadores e pelo grande número de encaminhamentos de projetos de lei no Congresso. Reagindo a esses projetos temos fortes vozes das Igrejas Católicas e Evangélicas. O artigo finaliza louvando a entrada de Católicas pelo Direito de Decidir (CDD) na questão sobre o aborto no Congresso Nacional: "Feministas cristãs, identificadas com as ideias do movimento de mulheres em relação aos direitos reprodutivos, esse grupo vem participando de debates na Câmara e no Senado…" A CDD é uma organização primeiro-mundista dedicada à promoção do lesbianismo, homossexualismo, contracepção, aborto legal, feminismo radical e Nova Era entre os católicos do Terceiro Mundo. Como uma pastora da IECLB acabou se envolvendo com esse tipo de organização é um mistério. E coincidência ou não, a editora da IECLB publicou no Brasil alguns anos atrás o livro "Sexismo e Religião", escrito pela "teóloga" católica Rosemary Ruether, feminista membro da coordenação de CDD que luta em favor da ordenação das mulheres em todas as denominações cristãs e em favor do aborto legal como direito das mulheres. Rosemary Ruether: católica progressista defensora da adoração à Deusa O veneno do falso evangelhoCreio que na IECLB deve haver membros inocentes que não suspeitam de que há muito tempo sua denominação e seu principal centro teológico estão envenenados. Esse envenenamento tem vindo diretamente de líderes maliciosos e matreiros em postos chaves. Como profissionais da Teologia da Missão Integral, eles injetaram nas veias de sua denominação o "remédio" marxista, que matará a vítima e fortalecerá a doença. Se a vítima sobreviver, será um mero zumbi a serviço de uma ideologia religiosa, ostentando bandeiras do MST ou dizendo "amém" aos insultos de Mott aos cristãos ou dando louvores às religiões afro-brasileiras, elogiadas por Mott como religiões que verdadeiramente acolhem as práticas homossexuais. Com Musskopf, Altmann, Steuernagel e outros importantes figurões progressistas promovendo a Teologia da Missão Integral a ferro e fogo, dificilmente a IECLB escapará do destino progressista final da Igreja Evangélica Luterana Americana, que já está ordenando pastores gays e lésbicos, apoiando o aborto e até aliando-se a sacerdotes de bruxaria. Esse é o preço que se paga por escutar e promover falsos evangelhos. O preço para escutar e promover o verdadeiro Evangelho? Fazer o que o pastor luterano Johann Christoph Blumhardt fez no século XIX: conhecer e viver o poder do Espírito Santo. Fonte: www.juliosevero.com Leitura recomendada: Pastor da IECLB é perseguido por alertar acerca da agenda homossexual Quando o poder de Deus se revela: O ministério do pastor luterano Johann Christolf Blumhardt Ex-presidente da IECLB recebia financiamente de fontes comunistas soviéticas Igreja Luterana se associa à alta sacerdotisa de Isis Para mais informações sobre Luiz Mott: Luiz Mott, estátua de bebê pelado e museu erótico Luiz Mott livra Igreja Católica de sofrer mega-escândalo de pedofilia Luiz Mott no Programa do Jô: a propaganda pró-sodomia da Globo continua Para mais informações sobre a esquerda apologética: |
| Palestra sobre o livro "Da Justiça" de Santo Tomás de Aquino Posted: 05 Nov 2012 12:09 PM PST
Olá, Hoje, 20 horas, o Dr. Tiago Tondinelli fará a palestra sobre o livro "Da Justiça" de Santo Tomás de Aquino. Você pode acessar a palestra pelo link: http://www.cedetonline.com.br/index.php/aula-ao-vivo ou pelo nosso site, http://livraria.seminariodefilosofia.org (clique no banner da palestra). Contamos com a sua presença. Equipe da Livraria do Seminário de Filosofia |
| Posted: 05 Nov 2012 09:24 AM PST
MÍDIA SEM MÁSCARAESCRITO POR EDSON CAMARGO | 04 NOVEMBRO 2012 |
| TCU detecta fraude em convênios do MinC com 28 ONGs Posted: 05 Nov 2012 04:24 AM PST
VEJA02/11/2012 - 10:14 Parcerias foram firmadas nas gestões dos ex-ministros Juca Ferreira e Ana de Hollanda; repasses previstos alcançam 25 milhões de reais
Alguns dos convênios foram firmados na gestão da ex-ministra Ana de Hollanda (Marcelo Prates/Hoje em Dia) O Tribunal de Contas da União (TCU) detectou fraudes e irregularidades em convênios do Ministério da Cultura (MinC) com 28 organizações não governamentais (ONGs), firmados nas gestões dos ex-ministros Juca Ferreira e Ana de Hollanda. Conforme auditoria, houve desvio de verba ou falhas na fiscalização em todas as 49 parcerias com as entidades, cujos repasses previstos alcançam 25 milhões de reais. Em decisão, a corte cobra explicações da pasta e pede que a Polícia Federal investigue o caso. O tribunal constatou que ao menos sete ONGs existiam de "fachada", apenas para receber recursos públicos, não tinham qualificação técnica e nem capacidade operacional para executar os convênios. Nos endereços declarados pelas entidades Inbraest e Premium Avança Brasil, além dos institutos Educar e Crescer, Renova Brasil, Ideal, Conhecer Brasil e 26 de Outubro de Desenvolvimento Social, havia residências ou empresas sem vinculação com as convenentes. O relatório diz que as ONGs contratavam as mesmas empresas para executar os convênios. Para isso, forjavam cotações de preços com fornecedoras que não existiam ou tinham ligações com seus dirigentes. "Existem evidências de vínculos entre as entidades mencionadas, o que reforça o indício de atuação conjunta e articulada no sentido de fraudar os convênios", concluem os auditores do TCU. Outras sete ONGs tinham como diretores pessoas ligadas a produtoras de eventos, não raro contratadas para a execução de convênios. Durante fiscalização in loco, os auditores verificaram que os endereços das empresas coincidiam com o das entidades, usadas apenas como mecanismo para conseguir verba pública para eventos privados. Leia também: Marta diz que vai pacificar Ministério da Cultura Omissão – Segundo a auditoria, as fraudes poderiam ser evitadas, não fosse a omissão do MinC no acompanhamento e fiscalização das parcerias. Em nenhum caso, a capacidade operacional das entidades foi avaliada. A qualificação técnica foi ignorada em 40 dos 49 convênios. Avisada das irregularidades pela imprensa e o TCU, a pasta fez vistorias em apenas duas ONGs, mesmo assim consideradas insatisfatórias. Mas a simples avaliação de documentos apresentados por algumas delas, segundo o tribunal, seria suficiente para a constatação de problemas. O TCU determinou audiências com o secretário de Fomento e Incentivo à Cultura, Henilton Parente de Menezes, e seu antecessor no cargo, Roberto Gomes do Nascimento, além de providências para apurar responsáveis e quantificar danos ao erário. O MinC não se pronunciou sobre o caso. Os dirigentes das entidades não foram localizados. (Com Estadão Conteúdo) |
| Os novos imbecis coletivos. Nivaldo Cordeiro comenta o artigo de Olavo de Carvalho, na sequência Posted: 05 Nov 2012 02:17 AM PST
Olavo de Carvalho cunhou a metáfora 'imbecil coletivo' para bem descrever os alienados esquerdistas gerados no Brasil sob o efeito da desgraçada revolução gramsciana, há mais de vinte anos. Nesta semana ele publicou novo artigo no Diário do Comércio (http://www.olavodecarvalho.org/semana/121030dc.html), mostrando a devastação que tem sido a 'reprodução ampliada' da imbecilização: os novos imbecis coletivos gerados pelos antigos. Não tente dizer para um imbecil coletivo que ele é: o ataque de fúria é instantâneo. Impossível o diálogo do são com o louco.
OLAVO DE CARVALHOO novo imbecil coletivo Olavo de Carvalho Quando entre os anos 80 e 90 comecei a redigir as notas que viriam a compor O Imbecil Coletivo, os personagens a que ali eu me referia eram indivíduos inteligentes, razoavelmente cultos, apenas corrompidos pela auto-intoxicação ideológica e por um corporativismo de partido que, alçando-os a posições muito superiores aos seus méritos, deformavam completamente sua visão do universo e de si mesmos. Foi por isso que os defini como "um grupo de pessoas de inteligência normal ou mesmo superior que se reúnem com a finalidade de imbecilizar-se umas às outras". Essa definição já não se aplica aos novos tagarelas e opinadores, que atuam sobretudo através da internete que hoje estão entre os vinte e os quarenta anos de idade. Tal como seus antecessores, são pessoas de inteligência normal ou superior separadas do pleno uso de seus dons pela intervenção de forças sociais e culturais. A diferença é que essas forças os atacaram numa idade mais tenra e já não são bem as mesmas que lesaram os seus antecessores. Até os anos 70, os brasileiros recebiam no primário e no ginásio uma educação normal, deficiente o quanto fosse. Só vinham a corromper-se quando chegavam à universidade e, em vez de uma abertura efetiva para o mundo da alta cultura, recebiam doses maciças de doutrinação comunista, oferecida sob o pretexto, àquela altura bastante verossímil, da luta pela restauração das liberdades democráticas. A pressão do ambiente, a imposição do vocabulário e o controle altamente seletivo dos temas e da bibliografia faziam com que a aquisição do status de brasileiro culto se identificasse, na mente de cada estudante, com a absorção do estilo esquerdista de pensar, de sentir e de ser – na verdade, nada mais que um conjunto de cacoetes mentais. O trabalho dos professores-doutrinadores era complementado pela grande mídia, que, então já amplamente dominada por ativistas e simpatizantes de esquerda, envolvia os intelectuais e artistas de sua preferência ideológica numa aura de prestígio sublime, ao mesmo tempo que jogava na lata de lixo do esquecimento os escritores e pensadores considerados inconvenientes, exceto quando podia explorá-los como exceções que por sua própria raridade e exotismo confirmavam a regra. Criada e mantida pelas universidades, pelo movimento editorial e pela mídia impressa, a atmosfera de imbecilização ideológica era, por assim dizer, um produto de luxo, só acessível às classes média e alta, deixando intacta a massa popular. A partir dos anos 80, a elite esquerdista tomou posse da educação pública, aí introduzindo o sistema de alfabetização "socioconstrutivista", concebido por pedagogos esquerdistas como Emilia Ferrero, Lev Vigotsky e Paulo Freire para implantar na mente infantil as estruturas cognitivas aptas a preparar o desenvolvimento mais ou menos espontâneo de uma cosmovisão socialista, praticamente sem necessidade de "doutrinação" explícita. Do ponto de vista do aprendizado, do rendimento escolar dos alunos, e sobretudo da alfabetização, os resultados foram catastróficos. Não há espaço aqui para explicar a coisa toda, mas, em resumidas contas, é o seguinte. Todo idioma compõe-se de uma parte mais ou menos fechada, estável e mecânica – o alfabeto, a ortografia, a lista de fonemas e suas combinações, as regras básicas da morfologia e da sintaxe -- e de uma parte aberta, movente e fluida: o universo inteiro dos significados, dos valores, das nuances e das intenções de discurso. A primeira aprende-se eminentemente por memorização e exercícios repetitivos. A segunda, pelo auto-enriquecimento intelectual permanente, pelo acesso aos bens de alta cultura, pelo uso da inteligência comparativa, crítica e analítica e, last not least, pelo exercício das habilidades pessoais de comunicação e expressão. Sem o domínio adequado da primeira parte, é impossível orientar-se na segunda. Seria como saltar e dançar antes de ter aprendido a andar. É exatamente essa inversão que o socioconstrutivismo impõe aos alunos, pretendendo que participem ativamente – e até criativamente – do "universo da cultura" antes de ter os instrumentos de base necessários à articulação verbal de seus pensamentos, percepções e estados interiores. O socioconstrutivismo mistura a alfabetização com a aquisição de conteúdos, com a socialização e até com o exercício da reflexão crítica, tornando o processo enormemente complicado e, no caminho, negligenciando a aquisição das habilidades fonético-silábicas elementares sem as quais ninguém pode chegar a um domínio suficiente da linguagem. O produto dessa monstruosidade pedagógica são estudantes que chegam ao mestrado e ao doutorado sem conhecimentos mínimos de ortografia e com uma reduzida capacidade de articular experiência e linguagem. Na universidade aprendem a macaquear o jargão de uma ou várias especialidades acadêmicas que, na falta de um domínio razoável da língua geral e literária, compreendem de maneira coisificada, quase fetichista, permanecendo quase sempre insensíveis às nuances de sentido e incapazes de apreender, na prática, a diferença entre um conceito e uma figura de linguagem. Em geral não têm sequer o senso da "forma", seja no que lêem, seja no que escrevem. Aplicado em escala nacional, o socioconstrutivismo resultou numa espetacular democratização da inépcia, que hoje se distribui mais ou menos equitativamente entre todos os jovens brasileiros estudantes ou diplomados, sem distinções de credo ou de ideologia. O novo imbecil coletivo, ao contrário do antigo, não tem carteirinha de partido. |
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Estes bárbaros desfrutam hoje da hegemonia cultural, que se traduz em votos. Tudo o que atacam parece fazer cada vez menos sentido na cultura que persistem em tentar remodelar. A sacralidade da vida? Não! Nas velhas eras pagãs, valia a lei do mais forte, ou o desejo dos líderes. Sexualidade saudável, dentro da família? Não! No mundo antigo, tudo se resumia a penetrador e penetrado. E gritam: "somos a vanguarda, num novo 'momento histórico'". Mas o que promovem mesmo é o retorno aos velhos tempos pagãos pré-cristãos.



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