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    segunda-feira, 5 de novembro de 2012

    ADHT: Defesa Hetero

    ADHT: Defesa Hetero


    Trecho do livro "Diagnóstico de Nosso Tempo", de Karl Mannheim. Capítulo “ESTRATÉGIA DO GRUPO NAZISTA”

    Posted: 05 Nov 2012 01:38 PM PST

     

    LUCIANO PIRES

     

    quinta-feira, 12 de agosto de 2010

    Karl Mannheim foi um sociólogo judeu nascido na Hungria, que faleceu em 1947. Em 1944 escreveu um livro chamado "Diagnosis Of Our Time", que foi lançado no Brasil em 1973, com o título "Diagnóstico de Nosso Tempo".

    O que você vai ler a seguir é um capítulo chamado "Estratégia do Grupo Nazista". Leia e reflita a respeito do processo criado pelos nazistas. Talvez você encontre similaridades com o que anda acontecendo em alguns países latino americanos.

    Estratégia do Grupo Nazista
    Hitler inventou um novo método a que se pode dar o nome de estratégia do grupo nazista. O ponto capital da estratégia psicológica de Hitler é jamais encarar o individuo como pessoa,mas sempre como membro de um grupo social.O que Hitler faz por instinto está acorde com os descobrimentos da moderna Sociologia, ou seja, de que o homem é mais facilmente influenciado através dos vínculos do grupo; o que é mais importante ainda, as reações dele variam conforme o grupo particular a que pertence. O homem porta-se diferentemente na família, no clube, no exército, em seus negócios, ou como um cidadão em geral.

    O grande Duque de Marlborough era comandante do exército, em seus negócios e, no entanto, em casa vivia controlado pela esposa.
    Cada grupo aparentemente possui suas próprias tradições , proibições e formas de expressão peculiares e enquanto se conserva intacto apóia e orienta o comportamento de seus membros.

    1. Desorganização Sistemática da Sociedade
    Hitler sabia instintivamente que enquanto as pessoas se sentem abrigadas em seus próprios grupos sociais, ficam imunes à influência dele. O artifício oculto da estratégia de Hitler, por conseguinte, consiste em romper a resistência do espírito individual por meio da desorganização dos grupos aos quais esses indivíduos pertencem. Ele sabe que um homem sem laços com o grupo é como um caranguejo sem a carapaça. Essa desorganização, tal como sua tática de guerra-relâmpago, tem de ser rápida e violenta simultaneamente; mesmo assim, porém, seu efeito só será duradouro se conseguir formar imediatamente novos grupos que fomentem o gênero de comportamento aprovado pelo seu partido.

    Assim, há duas fases principais na estratégia do grupo de Hitler: a decomposição dos grupos tradicionais da sociedade civilizada e uma rápida reconstrução baseada em um padrão de grupos inteiramente novo. No trabalho de desintegração inicial ele pode, está claro, confiar em grande parte na ausência de planificação de nossa vida econômica. Por exemplo, essa ausência é responsável pela condição mais desmoralizante de todas, o desemprego crônico. Porém, quando essa desintegração espontânea não avançou o suficiente para atender aos fins de Hitler, ele aplica seus próprios métodos. São diversos os métodos de que dispõe para lidar com a família, a Igreja, os partidos políticos e as nações. Os elementos dessa técnica ele os aprendeu com os comunistas, mas os pormenores foram por ele elaborados durantes sua própria luta na selva política da Alemanha da década de 1920. Aprendeu como dissolver comícios de massa, como desmoralizar adeptos de outros partidos, como fingir que cooperava com grupos rivais para, a seguir, quando o momento era julgado oportuno, provocar sua queda. Tudo o que ele fez ultimamente foi transferir essa estratégia do grupo para o campo da política exterior.

    Considere-se o caso de nações. Nisso, sua primeira regra parece ser de nunca empregar a força antes de haver esgotado as possibilidades de desmoralização. Ele sabe que os grupos, especialmente nações inteiras, com uma sólida vida de grupo e moral intacto, reagem desassombradamente a ameaças ostensivas e a ataques diretos; tornam-se mais unidos do que antes. Essa saudável vida de grupo é o segredo da inquebrantável resistência britânica e explica a hesitação de Hitler para atacar este país. Quando ele consegue encontrar traidores e colaboracionistas dentro dos grupos, recorre à técnica de penetração no grupo. Manda emissários como turistas e sob outros disfarces para conquistar para seu lado os adversários do regime existente e os desajustados e fracassados sociais. Tendo organizado os agentes de massa dum movimento subterrâneo, procura isolar a nação do mundo exterior. Flanqueamento, envolvimento e isolamento total são as principais etapas desse processo. A essa altura, a vitima acha-se inteiramente à sua mercê; Hitler, contudo, ainda evita o ataque direto e prefere o sistema de desmoralização total vinda de dentro. Na tensão que então impera, são difundidos boatos, insuflados temores, jogados grupos rivais uns contra os outros e afinal é ministrada a assaz conhecida mistura nazista de ameaças e promessas. Tais são os métodos que ele empregou na Áustria, Tcheco-Eslováquia, Romênia, Bulgária e outros países. Os documentos secretos apreendidos na incursão da Lofoten, na Noruega, mostram claramente como são sistemáticos esses métodos: as instruções do exército nazista previam toda fonte possível de resistência e indicavam as contramedidas.

    2. Efeitos sobre o individuo
    Nessa fase, a desmoralização e a decomposição dos grupos sociais principiam a produzir efeitos no individuo. E, o que é pior, em vastos números de indivíduos simultaneamente. A explicação psicológica desse fato é simplesmente a seguinte: o homem entregue a si mesmo não pode oferecer resistência. Como os vínculos com seu grupo é que lhe dão apoio, segurança e reconhecimento, para nada dizer dos valiosos laços de amizade e confiança, a dissolução deles deixa-o inerme. Ele se comporta como uma criança que se extraviou ou que perdeu a pessoa amada; por isso sente-se inseguro, disposto a apegar-se a quem quer que se apresente.

    Além de tudo isso, os métodos modernos de guerra total ou de propaganda total não dão tempo ao homem para se recobrar nem oportunidade para congregar-se em torno de um chefe e correr o risco de resistir. Particularmente em nações pequenas, surge do dia para a noite um quase completo caos social e anarquia. Isso tem influencia considerável sobre o individuo e seu ulterior comportamento. O fato é que a desintegração do grupo tende a ser seguida dum colapso da consciência moral do individuo. Ele se vê tentado a pensar mais ou menos assim: "Afinal de contas, tudo em que eu acreditava até agora talvez estivesse errado. Pode ser que a vida não passe de uma luta pela sobrevivência e pela supremacia. A escolha que tenho é entre tornar-me um mártir ou aderir à nova ordem; quiçá eu possa chegar a ser um membro destacado dela. Ademais, se eu não aderir hoje, amanhã talvez seja demasiado tarde". É nessa disposição de espírito que as pessoas se permitem engolir afirmações como a feita pelo Ministro da Justiça nazista:

    "Antigamente estávamos acostumados a dizer: " Isto está certo ou errado?" Hoje devemos colocar a questão nestes termos: " Que diria o Führer? " É para este tipo de raciocínio que o cínico oportunismo de Hitler apela, e ao qual é endereçado o seu evangelho de violência e lei do mais forte.
    Tem sido bastante ressaltado o papel desempenhado pelo medo, pelo ódio, pela insegurança e pela desconfiança no regime nazista. De minha parte, quero acrescentar a este rol o elemento de desespero. No fundo de todas as reações nazistas, encontra-se o desespero. O mundo deles é um em que todos se sentem traídos, isolados e não mais confiam no próximo.

    3. "A Nova Ordem"
    Tendo reduzido a comunidade ao pânico e ao desespero, Hitler inicia então o segundo movimento de sua estratégia.

    Procura reconstruir uma nova ordem seguindo duas linhas distintas. Uma destina-se a escravizar as massas, a outra a entrincheirar sua liderança e o terrorismo de seu Partido.

    Para aquela, adota uma organização militar baseada no modelo prussiano: aplica-a a tudo, à organização da juventude, da indústria, dos trabalhadores e da opinião. Uma vez mais, explora o medo, o ódio e o terrorismo, pois é muito mais fácil encontrar um escoadouro para o sentimento de hostilidade dos grupos do que mobilizar suas energias construtivas. Daí o uso de " raças" e de indivíduos como bodes expiatórios. As supostas inferioridade e perversidade dos judeus são transformadas em desculpa para que se lhes cuspa nos rostos, bata-se neles ou matem-nos a sangue frio. O sistema do bode expiatório não só ajuda a libertar a comunidade de seu sentimento de culpa, mas impede que a hostilidade se volte contra o chefe quando a insatisfação é despertada.

    Está claro, o bode expiatório não precisa ser forçosamente um produto interno. Os chefes de todos os países que se opõem ao nazismo podem ser apontados como alvo para a hostilidade no lugar de Hitler. E assim o vemos acusando Churchill de todos os pecados de sua própria cartilha.

    4. Formação dos Novos Líderes
    A organização militar e a supressão, todavia, por si sós não bastariam. Hitler sabe que para esse tipo de sociedade sobreviver é mister algo mais dinâmico do que arregimentação; por isso, criou centros de fermentação emocional de que as unidades das tropas de assalto constituem o modelo. Elas provém diretamente dos bandos militares posteriores à I Guerra Mundial, que desde o começo ameaçaram e tentaram dissolver a sociedade civil. Mas sua organização e mentalidade deveram muito também aos primeiros grupos de Juventude Alemã em sua fase Wandervogel.

    O fim secreto desses grupos é perpetuar a atitude psicológica da adolescência; isso explica muito do que aparece peculiar ao Estado nazista. Assim como é possível tornar a influência da família tão dominadora que a mentalidade de seus membros permaneça retardada e imatura, também o é utilizar artifícios do grupo para manter e difundir uma infantilidade irrestrita na sociedade em geral. Nas escolas de líderes (Führers) em que eles treinam a liderança, tudo é feito para produzir uma mescla bizarra de emotividade infantil e submissão cega. Os nazistas sabem que seu tipo de líder só pode florescer em grupos do tipo bando. É sobretudo a esses auditórios com um desenvolvimento emocional artificialmente tolhido que atraem os gritos histéricos de Hitler. Quando Churchill diz: " Nada tenho a oferecer além de sangue, suor, labuta e lágrimas" ele está apelando para uma nação de adultos.

    A finalidade capital dessa análise é chamar a atenção para a necessidade da criação de uma contra-estratégia. Em remediar os efeitos desintegradores da civilização industrial em nossa família e na vida da comunidade. Mas elas tem de fazer mais do que se protegerem contra o contágio. O que há de verdadeiramente promissor no novo método do grupo é que pode ser empregado com fins construtivos. Hitler apenas malbaratou e deturpou uma potencialidade até então negligenciada: as forças criadoras da existência em grupo. A ocasião para a melhor utilização dos métodos coletivos chegará quando nos defrontarmos com o problema de reorganizar o mundo segundo novos traços e com a tarefa de recondicionar a mentalidade Nazista.

    Luiz Mott no maior centro teológico luterano da América Latina

    Posted: 05 Nov 2012 12:23 PM PST

     

    JULIO SEVERO

    5 de novembro de 2012

    Com o patrocínio de evangélicos progressistas, Mott prega contra a Bíblia diante de uma plateia da IECLB

    Julio Severo

    "Nos últimos anos, lideranças de diferentes igrejas evangélicas têm assumido discurso e postura cada vez mais homofóbica, fundando grupos e realizando congressos destinados à 'cura' de homossexuais, inclusive contando com o apoio de psicólogos e parlamentares", discursou Luiz Mott, o maior líder do movimento homossexual do Brasil.

    Esse discurso acusatório, que é rotineiro nos grupos gays, foi feito no II Congresso Internacional sobre Epistemologia, Sexualidade e Violência, realizado na Escola Superior de Teologia (EST) em São Leopoldo, de 16 a 18 de agosto de 2006.

    Luiz Mott na EST com Irmã Ivone Gebara à sua direita

    Mas Mott não foi o único ativista polêmico a palestrar no grande centro teológico, que pertencente à Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB). Outra palestrante foi a católica progressista Irmã Ivone Gebara, conhecida defensora da Teologia da Libertação e por suas conexões com grupos abortistas.

    Mott não é luterano nem evangélico. Sua participação como palestrante oficial na EST deveu-se aos sentimentos progressistas luteranos que simpatizam com a militância homossexual. A EST é conhecida como um dos maiores ninhos evangélicos progressistas do Brasil.

    Teologia gay dentro da EST

    Um dos professores da EST é o Rev. André Sidnei Musskopf, autor do livro "Talar Rosa", que defende a teologia gay. Além disso, a IECLB tem um dos maiores defensores da Teologia da Missão Integral no Brasil: o Rev. Valdir Steuernagel.

    A Teologia da Missão Integral é a versão protestante da Teologia da Libertação. Por isso, a EST ficou muito a vontade para convidar Mott e Gebara.

    Steuernagel foi flagrado num evento evangélico progressista juntamente com o petista radical José Genoíno e o Bispo Robinson Cavalcanti em 2003. O pastor luterano é uma figura importante na EST, cuja abertura para a "teologia gay" é notória.

    Valdir Steuernagel, José Genoino e Robinson Cavalcanti

    Outro grande defensor da Teologia da Missão Integral no Brasil é o Rev. Walter Altmann que, na época da infame palestra de Mott na EST, era presidente da IECLB, com plenos poderes para intervir e rejeitar a presença de Mott e Gebara no centro teológico luterano.

    Contudo, impedir progressistas de falarem na maior instituição teológica de sua denominação negaria a própria natureza de Altmann, que tem vínculos e influência no Conselho Mundial de Igrejas, uma organização que defende a Teologia da Missão Integral e a Teologia da Libertação. O importante pastor luterano passou as décadas de 1960 e 1970 fazendo viagens questionáveis pelos países atrás da Cortina de Ferro. O financiamento dessas viagens, conforme foi denunciado na mídia americana, vinha de fontes comunistas soviéticas.

    Religião socialista dentro da IECLB

    A Teologia da Missão Integral, conforme mostra o exemplo da IECLB, leva ao esquerdismo e a todas as ideologias radicais produzidas pela esquerda, inclusive a ideologia gay. Mesmo que não tivéssemos no Brasil o exemplo da IECLB, as grandes igrejas protestantes dos EUA hoje mais abertas ao aborto e à ordenação de pastores gays são justamente as igrejas que, décadas atrás, se envolveram com o chamado "Evangelho Social", que é a versão americana da Teologia da Missão Integral.

    Essas duas teologias estão a serviço do marxismo, que em todo sentido é uma religião, ao colocar o Estado num papel messiânico e a igreja como descartável ou apenas ajudadora do Grande Messias Estatal Socialista. A religião socialista exige controle estatal integral do ser humano: sua vida pessoal, saúde, educação, família, sexualidade, opinião, igreja, etc.

    E, como a religião pagã de Baal, que afetava a sociedade de Israel na época do profeta Elias e tinha sacerdotes homossexuais sagrados e cultos com sacrifícios de bebês, a religião socialista exige a sacralização do homossexualismo e sacrifício de bebês por meio do aborto médico legal.

    Um pastor da IECLB que não se prostrou diante da agenda gay

    Os adeptos dessas duas teologias cedo ou tarde abraçam ideologias esquerdistas radicais e estranham posturas cristãs conservadoras, inclusive a defesa da família em face da agenda gay. Por isso, não foi de admirar o descaso do presidente da IECLB quando o Rev. Ademir Kreutzfeld foi ameaçado por ativistas gays em 2007.

    Rev. Ademir Kreutzfeld

    Altmann, com todo o seu poderio eclesiástico, poderia ter movido sua denominação em defesa do Rev. Kreutzfeld, que é um pastor ordenado pela própria IECLB. Ou, pelo heroísmo do pastor que foi ameaçado por defender a família, Altmann poderia nomeá-lo professor da EST, com todas as honras devidas. Mas tal atitude, novamente, trairia a natureza e histórico de Altmann.

    Na verdade, desde seu comportamento não progressista, o Rev. Kreutzfeld passou a sofrer crescentes pressões de cima para largar o pastorado. Qualquer oferta de ajuda vinda da cúpula não passou da esfera das meras aparências, mas as pressões foram muito mais do que só aparência, envolvendo espionagem e condutas dignas da KGB, que nunca deve ter sido hostil a Altmann.

    Entretanto, suspeito que se o Rev. Kreutzfeld estivesse sendo perseguido por defender o MST, Altmann mobilizaria uma tropa de companheiros militantes para socorrer o pastor. Suspeito também que se Luiz Mott fosse pastor ordenado pela IECLB e pedisse ajuda, Altmann provavelmente lhe mandaria um batalhão de militantes, garantindo ao Professor Mott um lugar de honra na EST.

    Uma conversa com Lutero

    Pobre Lutero! Se ressuscitasse hoje, ele teria dificuldade de ser aprovado na EST. Dar aulas ali? Nem pensar! Ou, pensando bem, somente depois dele entender que os tempos são outros e que sem Teologia da Missão Integral e sem apoio ao MST ou a outro movimento esquerdista radical, ele não poderia aspirar a nenhum cargo de liderança.

    Um pensamento lhe vem à mente e ele rapidamente pergunta: "Ninguém ainda afixou 95 teses na porta da EST?"

    "Não", respondem.

    Lutero afixando 95 teses na Igreja de Wittenberg 500 anos atrás

    Então lhe contam que o Brasil é muito diferente da Alemanha de quinhentos anos atrás e tem um número incontável de apologetas.

    Lutero lhes pergunta como anda a Igreja Luterana Alemã, ao que lhe dizem que não está muito diferente da IECLB.

    "E os tais apologetas, já afixaram 95 teses na porta da Igreja Luterana Alemã?"

    "Não".

    "Pelo menos, já as afixaram na IECLB?"

    "Não", respondem, abaixando a cabeça.

    "Então, o que esses supostos defensores do Evangelho fazem?", grita Lutero, batendo a mão fortemente na mesa, com sua típica revolta contra desvios do Evangelho.

    "Eles realmente não podem denunciar os desvios da Igreja Luterana da Alemanha nem do Brasil, porque eles não são luteranos. Eles não gostam de apontar os erros de outras igrejas da Reforma".

    "O que eles são?"

    "Na maioria, calvinistas".

    "Então, as igrejas calvinistas estão melhores do que as luteranas?"

    "Na Europa, EUA e outros lugares, elas já estão ordenando pastores gays, apoiando o aborto…"

    "E os tais apologetas já afixaram 95 teses nas portas delas?"

    "Não. Na verdade, essas igrejas foram contaminadas por um novo tipo de evangelho: o social. E a maioria dos apologetas adota esse evangelho ou convive muito bem com quem o promove".

    Esmurrando a mesa, Lutero esbraveja: "Eu não esperava ressuscitar para ver tamanha desgraça! Vou então eu mesmo afixar 95 teses na porta da EST e na porta da casa de Musskopf, Altmann e Steuernagel. Vou afixar também 95 teses na cara desses tais apologetas!"

    Entretanto, sem simpatias pela esquerda, Lutero faria pouco sucesso hoje na IECLB e dificilmente seria visto com bons olhos pela esquerda apologética se começasse a denunciar a apostasia das Igrejas da Reforma.

    Conforme meu blog vem denunciando, a maioria dos autoproclamados "defensores do evangelho" pertence à ala da esquerda calvinista apologética e tem ligações pesadas com a Teologia da Missão Integral — o mesmo problema que vem assolando há décadas a cúpula da IECLB.

    Se o movimento apologético brasileiro não estivesse tão ocupado com essa teologia esquerdista, eu mesmo não precisaria estar ocupado denunciando os óbvios desvios da IECLB.

    Mott ataca "homofobia" evangélica debaixo do nariz dos reverendos da EST

    Alguma dúvida desses desvios? A palestra de Mott na EST foi tranquila. Ele se sentiu à vontade para insultar os cristãos não progressistas, dizendo: "Desde sua fundação, o Movimento Homossexual Brasileiro reagiu contra a homofobia religiosa através de manifestações e atos políticos, protestando contra as visitas papais e declarações anti-homossexuais de lideranças católicas e protestantes".

    Mott descreveu como ocorre essa reação, mencionando como ativistas gays picharam o muro de uma igreja batista com a frase "Davi amava Jônatas" só porque o pastor da igreja havia pregado contra o pecado homossexual.

    Igreja evangélica pichada por ativistas gays

    Ele também elogiou outros ataques do movimento gay contra os evangélicos, bem debaixo do nariz dos reverendos da IECLB. Só me pergunto se quando ele condenava a "homofobia" evangélica, os reverendos luteranos diziam "amém"? Não sei, mas não dá para duvidar.

    Provavelmente, Mott pôde ter aproveitado para deixar claro que a EST nunca entraria na lista negra do movimento homossexual. Afinal, parceiros de luta não se agridem.

    No evento luterano, Mott também condenou a Igreja Católica como "homofóbica". Mas suas palavras foram muito mais elogiosas ao espiritismo e candomblé, que ele classificou como religiões mais acolhedoras das práticas homossexuais.

    É um triste sinal de apostasia que esse clamor de "Abaixo à Igreja Cristã! Viva a bruxaria!" tenha sido dado num centro teológico que deveria ter palestrantes para ensinar a Bíblia, não condenar aqueles que a seguem.

    Só o fato de terem convidado o maior ativista gay do Brasil já é uma evidência inegável de decadência, apostasia e desprezo a Deus. Declaradamente ou não, os figurões da IECLB estavam de braços dados com o "irmão" Mott, cuja defesa da pedofilia é conhecida.

    O fato é que na IECLB, com sua liderança embriagada com as ideias de Marx, servos de satanás como Mott, que se gaba de ter dormido com 500 homens, são honrados, enquanto servos de Deus como o Rev. Kreutzfeld sofrem bullying eclesiástico dos barões da Teologia da Missão Integral. Parafraseando as palavras de Jesus: "Somente em sua própria denominação, aos olhos de sua liderança, um pastor que fala o que está na Palavra de Deus não é devidamente honrado" (cf. Marcos 6:4).

    Ninho de abortistas e apóstatas?

    O ninho progressista da EST tem produzido apóstatas.

    Em 1989, um pastor luterano havia me dado um devocional da IECLB. O livro, elaborado com a contribuição de muitos pastores formados na EST, tinha reflexões da pastora feminista abortista Haidi Jarschel e orações a Deus, que era tratado como ele/ela. Havia elogios à cultura religiosa indígena e afro-brasileira. A terra era tratada, no estilo eco-terrorista, como um ser vivo e digno de reverência. Havia louvores ao MST e a todo o figurino da Teologia da Libertação.

    Anos mais tarde, denunciei a Pra. Haidi, que estava envolvida com Católicas pelo Direito de Decidir (CDD), a mesma organização abortista onde a Irmã Ivone Gebara tem conexões.

    Reverenda Haidi Jarschel: defensora do aborto no púlpito da IECLB

    Em entrevista em 1994 à revista hispânica Conciencia Latinoamericana, publicada pela CDD, a Pra. Haidi disse sobre "direitos reprodutivos":

    Um dos desafios que temos é ampliar o acesso à maioria da população brasileira a uma ampla informação em relação a esses temas. O povo brasileiro tem uma herança de uma moral religiosa e patriarcal, configurando-se portanto uma opinião pública bastante influenciada pela religião tradicional católica e evangélica. Como o debate amplo e democrático sobre os direitos reprodutivos é pouco veiculado pelos meios de comunicação, essa parcela quantitativa da população tem dificuldade de posicionar-se em relação a esses temas, em especial sobre o aborto…

    O artigo como um todo é, acima de tudo, um apelo amplo à compreensão e aceitação social e política do abortamento legal como direito reprodutivo básico das mulheres. A Pra. Haidi comenta:

    Nos últimos quatro anos, intensificou-se o processo de discussão e proposições de políticas públicas sobre os direitos reprodutivos. Esse processo foi impulsionado pela grande mobilização do movimento feminista, pela incorporação da proposta de legalização do aborto no programa de governo do Partido dos Trabalhadores e pelo grande número de encaminhamentos de projetos de lei no Congresso. Reagindo a esses projetos temos fortes vozes das Igrejas Católicas e Evangélicas.

    O artigo finaliza louvando a entrada de Católicas pelo Direito de Decidir (CDD) na questão sobre o aborto no Congresso Nacional: "Feministas cristãs, identificadas com as ideias do movimento de mulheres em relação aos direitos reprodutivos, esse grupo vem participando de debates na Câmara e no Senado…"

    A CDD é uma organização primeiro-mundista dedicada à promoção do lesbianismo, homossexualismo, contracepção, aborto legal, feminismo radical e Nova Era entre os católicos do Terceiro Mundo. Como uma pastora da IECLB acabou se envolvendo com esse tipo de organização é um mistério. E coincidência ou não, a editora da IECLB publicou no Brasil alguns anos atrás o livro "Sexismo e Religião", escrito pela "teóloga" católica Rosemary Ruether, feminista membro da coordenação de CDD que luta em favor da ordenação das mulheres em todas as denominações cristãs e em favor do aborto legal como direito das mulheres.

    Rosemary Ruether: católica progressista defensora da adoração à Deusa

    O veneno do falso evangelho

    Creio que na IECLB deve haver membros inocentes que não suspeitam de que há muito tempo sua denominação e seu principal centro teológico estão envenenados. Esse envenenamento tem vindo diretamente de líderes maliciosos e matreiros em postos chaves.

    Como profissionais da Teologia da Missão Integral, eles injetaram nas veias de sua denominação o "remédio" marxista, que matará a vítima e fortalecerá a doença. Se a vítima sobreviver, será um mero zumbi a serviço de uma ideologia religiosa, ostentando bandeiras do MST ou dizendo "amém" aos insultos de Mott aos cristãos ou dando louvores às religiões afro-brasileiras, elogiadas por Mott como religiões que verdadeiramente acolhem as práticas homossexuais.

    Com Musskopf, Altmann, Steuernagel e outros importantes figurões progressistas promovendo a Teologia da Missão Integral a ferro e fogo, dificilmente a IECLB escapará do destino progressista final da Igreja Evangélica Luterana Americana, que já está ordenando pastores gays e lésbicos, apoiando o aborto e até aliando-se a sacerdotes de bruxaria.

    Esse é o preço que se paga por escutar e promover falsos evangelhos.

    O preço para escutar e promover o verdadeiro Evangelho? Fazer o que o pastor luterano Johann Christoph Blumhardt fez no século XIX: conhecer e viver o poder do Espírito Santo.

    Fonte: www.juliosevero.com

    Leitura recomendada:

    Pastor da IECLB é perseguido por alertar acerca da agenda homossexual

    Quando o poder de Deus se revela: O ministério do pastor luterano Johann Christolf Blumhardt

    Ex-presidente da IECLB recebia financiamente de fontes comunistas soviéticas

    Ensinando teologia gay na EST

    José Genoíno, Valdir Steuernagel e Robinson Cavalcanti: a esquerda do mensalão junto com a esquerda evangélica

    Igreja Luterana se associa à alta sacerdotisa de Isis

    Teologia da Missão Integral

    Para mais informações sobre Luiz Mott:

    Luiz Mott, estátua de bebê pelado e museu erótico

    Luiz Mott livra Igreja Católica de sofrer mega-escândalo de pedofilia

    Luiz Mott no Programa do Jô: a propaganda pró-sodomia da Globo continua

    Luiz Mott: Pedofilia já!

    Para mais informações sobre a esquerda apologética:

    A esquerda apologética e o neopentecostalismo

    Sensacionalismo gospel vermelho: tabloide "apologético" Genizah canoniza protestantes que sofreram consequências por sua colaboração com o comunismo no Brasil

    Palestra sobre o livro "Da Justiça" de Santo Tomás de Aquino

    Posted: 05 Nov 2012 12:09 PM PST

     

    Olá,

    Hoje, 20 horas, o Dr. Tiago Tondinelli fará a palestra sobre o livro "Da Justiça" de Santo Tomás de Aquino. Você pode acessar a palestra pelo link:

    http://www.cedetonline.com.br/index.php/aula-ao-vivo ou pelo nosso site, http://livraria.seminariodefilosofia.org (clique no banner da palestra).

    Contamos com a sua presença.

    Equipe da Livraria do Seminário de Filosofia

    Estes bárbaros

    Posted: 05 Nov 2012 09:24 AM PST

     

    MÍDIA SEM MÁSCARA

    ESCRITO POR EDSON CAMARGO | 04 NOVEMBRO 2012
    ARTIGOS - MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO

    salomewbaptistheadEstes bárbaros desfrutam hoje da hegemonia cultural, que se traduz em votos. Tudo o que atacam parece fazer cada vez menos sentido na cultura que persistem em tentar remodelar. A sacralidade da vida? Não! Nas velhas eras pagãs, valia a lei do mais forte, ou o desejo dos líderes. Sexualidade saudável, dentro da família? Não! No mundo antigo, tudo se resumia a penetrador e penetrado. E gritam: "somos a vanguarda, num novo 'momento histórico'". Mas o que promovem mesmo é o retorno aos velhos tempos pagãos pré-cristãos.

    Estes bárbaros desprezam a individualidade da pessoa, bem como seu valor intrínseco. Nivelando todos os valores, dizendo que são todos subjetivos, querem mesmo é que César diga o que é certo ou errado. O resto não passa de "constructo social". Da suprema blasfêmia a essa paganismo segue um trecho: "Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens sejam criados de modo igual e providos pelo Criador de certos direitos inalienáveis; entre eles, a vida, a liberdade e busca da felicidade".

    Estes bárbaros enaltecem o poderio de César. Pela saúde, pela paz, pela educação, alegam. Sempre se frustram, mas não se permitem atentar para o real. E, para tanto, não são nada discretos em sua sanha de controlar escolas, mídia e a produção cultural, visando uma modelagem comportamental em larga escala. Subjetividade e autonomia da consciência individual é escândalo ao mundo antigo: "Estes homens, ó Nabuconosor, não te respeitaram; a teus deuses não serviram, nem adoraram a estátua de ouro que levantaste". Os bárbaros não toleram o homem livre, senhor de suas próprias ideias e princípios.

    Estes bárbaros sacralizam a natureza. Que não toquem nas árvores e nos micos-leões! E que em nome deste panteísmo não se plante, não se construa, não se aumentem as famílias e a população. "Não é 'sustentável'", clamam. Agora com legitimidade jurídica, o humano volta a ser uma besta servil de forças misteriosas das florestas, como nas velhas eras pagãs.

    Estes bárbaros abortam. Para eles vale mais o bem estar da tribo do que a vida por si mesma. E os fetos se reduzem a assunto de saúde pública, a consequências indesejáveis da promiscuidade das militantes que, sem dó, esquartejam e expelem suas crias. Nas velhas tribos bárbaras, deidades crúeis sacralizavam o prazer. No velho mundo bárbaro, as chamas de Moloque recebiam os pequeninos, e as trombetas do deus pagão cobriam seus últimos e agonizantes choros.

    Estes bárbaros, ontem, como hoje, desprezam o Deus de Israel e seus princípios. Não é à toa que abominam o Ocidente, fruto civilizacional da cosmovisão judaico-cristã, que em tudo afronta esses nostálgicos das eras pagãs. Que em tudo denuncia a barbárie decorrente da ausência daquele Espírito que, onde habita, ali há liberdade (II Co. 3:17).

    Estes bárbaros mal disfarçam em ideologias suas velhas crenças pagãs. O pastor Wurmbrand bradou: "Marx era, na verdade, um satanista". A bruxa Margot Adler fez questão de mostrar o quanto o paganismo inspirou o feminismo desde seus primeiros momentos. Eric Voegelin e outros autores perceberam o quanto as ideologias utópicas que mataram milhões no século XX se assemelham, em tantos aspectos, a antigas crenças gnósticas. Peter Gay afirmou que o Iluminismo foi o berço do paganismo moderno e outros historiadores já afirmaram que este período, para além da imagem pública, foi mesmo um festival de bruxaria e ocultismo. Dentre os inspiradores da United Religions Initiative, hoje tentáculo da ONU, não se pode excluir nomes como Madame Blavatsky e Aleister Crowley. Como Lee Penn bem denuncia em seu livro False Dawn, esta instituição está claramente determinada a obstruir a evangelização cristã, sempre em nome da promoção ecumênica da paz mundial, incriminando os cristãos conservadores como intolerantes. Buscando reduzir o cristianismo a mero ativismo social, promove uma nova espiritualidade global, uma religião de plástico que irá dar novo valor a velhas práticas ocultistas e teosóficas.

    Estes bárbaros também sabem se disfarçar de cristãos. Estes bárbaros sabem se infiltrar em instituições e veículos de mídia que se afirmam como defensores e divulgadores do cristianismo. Estes bárbaros sabem que a fé cristã diz respeito a todas as áreas do conhecimento: política, arte, economia, psicologia, ciência, filosofia, etc. E por isso que em tudo atrapalham os cristãos, impedindo-os a perceber as inúmeras riquezas deste legado com o qual Deus os presenteou, tendo anteriormente concedido a eles a salvação, por meio do sacrifício do Senhor Jesus Cristo.

    Estes bárbaros sabem que, no momento em que os cristãos se posicionam e contra eles se opõem, começam a ter sérios problemas.

    Estes bárbaros, seguindo o deus deste século, sabem que vivem na mentira. E que "não prevalecerão no dia do juízo" (Sl 1:5).

    (Imagem: 'Salomé com a cabeça de João Batista', Caravaggio, 1609/10.)

    TCU detecta fraude em convênios do MinC com 28 ONGs

    Posted: 05 Nov 2012 04:24 AM PST

     

    VEJA

    02/11/2012 - 10:14

    Política

    Parcerias foram firmadas nas gestões dos ex-ministros Juca Ferreira e Ana de Hollanda; repasses previstos alcançam 25 milhões de reais

    Ana de Hollanda, ministra da Cultura<br />

    Alguns dos convênios foram firmados na gestão da ex-ministra Ana de Hollanda (Marcelo Prates/Hoje em Dia)

    O Tribunal de Contas da União (TCU) detectou fraudes e irregularidades em convênios do Ministério da Cultura (MinC) com 28 organizações não governamentais (ONGs), firmados nas gestões dos ex-ministros Juca Ferreira e Ana de Hollanda. Conforme auditoria, houve desvio de verba ou falhas na fiscalização em todas as 49 parcerias com as entidades, cujos repasses previstos alcançam 25 milhões de reais. Em decisão, a corte cobra explicações da pasta e pede que a Polícia Federal investigue o caso.

    O tribunal constatou que ao menos sete ONGs existiam de "fachada", apenas para receber recursos públicos, não tinham qualificação técnica e nem capacidade operacional para executar os convênios. Nos endereços declarados pelas entidades Inbraest e Premium Avança Brasil, além dos institutos Educar e Crescer, Renova Brasil, Ideal, Conhecer Brasil e 26 de Outubro de Desenvolvimento Social, havia residências ou empresas sem vinculação com as convenentes.

    O relatório diz que as ONGs contratavam as mesmas empresas para executar os convênios. Para isso, forjavam cotações de preços com fornecedoras que não existiam ou tinham ligações com seus dirigentes. "Existem evidências de vínculos entre as entidades mencionadas, o que reforça o indício de atuação conjunta e articulada no sentido de fraudar os convênios", concluem os auditores do TCU.

    Outras sete ONGs tinham como diretores pessoas ligadas a produtoras de eventos, não raro contratadas para a execução de convênios. Durante fiscalização in loco, os auditores verificaram que os endereços das empresas coincidiam com o das entidades, usadas apenas como mecanismo para conseguir verba pública para eventos privados.

    Leia também: Marta diz que vai pacificar Ministério da Cultura

    Omissão – Segundo a auditoria, as fraudes poderiam ser evitadas, não fosse a omissão do MinC no acompanhamento e fiscalização das parcerias. Em nenhum caso, a capacidade operacional das entidades foi avaliada. A qualificação técnica foi ignorada em 40 dos 49 convênios.

    Avisada das irregularidades pela imprensa e o TCU, a pasta fez vistorias em apenas duas ONGs, mesmo assim consideradas insatisfatórias. Mas a simples avaliação de documentos apresentados por algumas delas, segundo o tribunal, seria suficiente para a constatação de problemas.

    O TCU determinou audiências com o secretário de Fomento e Incentivo à Cultura, Henilton Parente de Menezes, e seu antecessor no cargo, Roberto Gomes do Nascimento, além de providências para apurar responsáveis e quantificar danos ao erário. O MinC não se pronunciou sobre o caso. Os dirigentes das entidades não foram localizados.

    (Com Estadão Conteúdo)

    Os novos imbecis coletivos. Nivaldo Cordeiro comenta o artigo de Olavo de Carvalho, na sequência

    Posted: 05 Nov 2012 02:17 AM PST

     


    Published on Nov 2, 2012 by nivaldocordeiro

    Olavo de Carvalho cunhou a metáfora 'imbecil coletivo' para bem descrever os alienados esquerdistas gerados no Brasil sob o efeito da desgraçada revolução gramsciana, há mais de vinte anos. Nesta semana ele publicou novo artigo no Diário do Comércio (http://www.olavodecarvalho.org/semana/121030dc.html), mostrando a devastação que tem sido a 'reprodução ampliada' da imbecilização: os novos imbecis coletivos gerados pelos antigos. Não tente dizer para um imbecil coletivo que ele é: o ataque de fúria é instantâneo. Impossível o diálogo do são com o louco.

     

    OLAVO DE CARVALHO

    O novo imbecil coletivo

    Olavo de Carvalho
    Diário do Comércio, 30 de outubro de 2012

    Quando entre os anos 80 e 90 comecei a redigir as notas que viriam a compor O Imbecil Coletivo, os personagens a que ali eu me referia eram indivíduos inteligentes, razoavelmente cultos, apenas corrompidos pela auto-intoxicação ideológica e por um corporativismo de partido que, alçando-os a posições muito superiores aos seus méritos, deformavam completamente sua visão do universo e de si mesmos. Foi por isso que os defini como "um grupo de pessoas de inteligência normal ou mesmo superior que se reúnem com a finalidade de imbecilizar-se umas às outras".

    Essa definição já não se aplica aos novos tagarelas e opinadores, que atuam sobretudo através da internete que hoje estão entre os vinte e os quarenta anos de idade. Tal como seus antecessores, são pessoas de inteligência normal ou superior separadas do pleno uso de seus dons pela intervenção de forças sociais e culturais. A diferença é que essas forças os atacaram numa idade mais tenra e já não são bem as mesmas que lesaram os seus antecessores.

    Até os anos 70, os brasileiros recebiam no primário e no ginásio uma educação normal, deficiente o quanto fosse. Só vinham a corromper-se quando chegavam à universidade e, em vez de uma abertura efetiva para o mundo da alta cultura, recebiam doses maciças de doutrinação comunista, oferecida sob o pretexto, àquela altura bastante verossímil, da luta pela restauração das liberdades democráticas. A pressão do ambiente, a imposição do vocabulário e o controle altamente seletivo dos temas e da bibliografia faziam com que a aquisição do status de brasileiro culto se identificasse, na mente de cada estudante, com a absorção do estilo esquerdista de pensar, de sentir e de ser – na verdade, nada mais que um conjunto de cacoetes mentais.

    O trabalho dos professores-doutrinadores era complementado pela grande mídia, que, então já amplamente dominada por ativistas e simpatizantes de esquerda, envolvia os intelectuais e artistas de sua preferência ideológica numa aura de prestígio sublime, ao mesmo tempo que jogava na lata de lixo do esquecimento os escritores e pensadores considerados inconvenientes, exceto quando podia explorá-los como exceções que por sua própria raridade e exotismo confirmavam a regra.

    Criada e mantida pelas universidades, pelo movimento editorial e pela mídia impressa, a atmosfera de imbecilização ideológica era, por assim dizer, um produto de luxo, só acessível às classes média e alta, deixando intacta a massa popular.

    A partir dos anos 80, a elite esquerdista tomou posse da educação pública, aí introduzindo o sistema de alfabetização "socioconstrutivista", concebido por pedagogos esquerdistas como Emilia Ferrero, Lev Vigotsky e Paulo Freire para implantar na mente infantil as estruturas cognitivas aptas a preparar o desenvolvimento mais ou menos espontâneo de uma cosmovisão socialista, praticamente sem necessidade de "doutrinação" explícita.

    Do ponto de vista do aprendizado, do rendimento escolar dos alunos, e sobretudo da alfabetização, os resultados foram catastróficos.

    Não há espaço aqui para explicar a coisa toda, mas, em resumidas contas, é o seguinte. Todo idioma compõe-se de uma parte mais ou menos fechada, estável e mecânica – o alfabeto, a ortografia, a lista de fonemas e suas combinações, as regras básicas da morfologia e da sintaxe -- e de uma parte aberta, movente e fluida: o universo inteiro dos significados, dos valores, das nuances e das intenções de discurso. A primeira aprende-se eminentemente por memorização e exercícios repetitivos. A segunda, pelo auto-enriquecimento intelectual permanente, pelo acesso aos bens de alta cultura, pelo uso da inteligência comparativa, crítica e analítica e, last not least, pelo exercício das habilidades pessoais de comunicação e expressão. Sem o domínio adequado da primeira parte, é impossível orientar-se na segunda. Seria como saltar e dançar antes de ter aprendido a andar. É exatamente essa inversão que o socioconstrutivismo impõe aos alunos, pretendendo que participem ativamente – e até criativamente – do "universo da cultura" antes de ter os instrumentos de base necessários à articulação verbal de seus pensamentos, percepções e estados interiores.

    O socioconstrutivismo mistura a alfabetização com a aquisição de conteúdos, com a socialização e até com o exercício da reflexão crítica, tornando o processo enormemente complicado e, no caminho, negligenciando a aquisição das habilidades fonético-silábicas elementares  sem as quais ninguém pode chegar a um domínio suficiente da linguagem.       

    O produto dessa monstruosidade pedagógica são estudantes que chegam ao mestrado e ao doutorado sem conhecimentos mínimos de ortografia e com uma reduzida capacidade de articular experiência e linguagem. Na universidade aprendem a macaquear o jargão de uma ou várias especialidades acadêmicas que, na falta de um domínio razoável da língua geral e literária, compreendem de maneira coisificada, quase fetichista, permanecendo quase sempre insensíveis às nuances de sentido e incapazes de apreender, na prática, a diferença entre um conceito e uma figura de linguagem. Em geral não têm sequer o senso da "forma", seja no que lêem, seja no que escrevem.

    Aplicado em escala nacional, o socioconstrutivismo resultou numa espetacular democratização da inépcia, que hoje se distribui mais ou menos equitativamente entre todos os jovens brasileiros estudantes ou diplomados, sem distinções de credo ou de ideologia. O novo imbecil coletivo, ao contrário do antigo, não tem carteirinha de partido. 

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    Immaculata mea

    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


    Cubra-me

    'A Lógica da Criação'


    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

    Ave-Maria

    A Paixão de Cristo