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    segunda-feira, 5 de novembro de 2012

    [Catolicos a Caminho] LITURGIA DA PALAVRA 32o DOMINGO COMUM - B Som !

     

     

                           

                     É de aconselhar que se leia primeiro toda a Liturgia da Palavra.

               32º DOMINGO  COMUM  - ANO  B !

     

      

              A viúva deitou duas pequenas moedas...

     

              A Liturgia da Palavra deste 32º Domingo Comum – B, é uma apologia às obras de misericórdia e um convite a que também nós as pratiquemos.

              Nunca sabemos o dia de amanhã e não estamos dispensados de usar de misericórdia para com os que precisam, utilizando para isso, especialmente, as obras de assistência organizadas pela Igreja, uma vez que nem sempre a chamada «caridade profissional» usa devidamente os donativos recebidos para ajudar quem precisa.

              A humanidade precisa do contributo de todos e é urgente que cada um faça avançar, técnica e produtivamente, o trabalho a que se dedica.

              Assim se ajuda a construção de um mundo novo, caminho de ressurreição.

              A 1ª Leitura do 1º Livro dos Reis, diz-nos que o episódio da viúva de Sarepta, contada neste 1º Livro dos Reis, parece um pouco poético.

              Porém, não é a forma como o acontecimento aqui nos é apresentado que importa.

              Interessa-nos sim, descobrir a lição que o Senhor dá ao povo rebelde e infiel.     

              - «Não tenhas receio ; volta e faz como disseste. Mas primeiro coze um pãozinho e traz-mo aqui».(1ª Leitura).          

              O profeta  deixou a companhia dos seus porque o povo eleito caíra na idolatria.

              A fé de Elias foi edificante.

              Igualmente a generosidade da viúva nos edifica, ela que não tinha mais do que o suficiente para ela e seu filho.

              Um e outra, são uma aclamação ao poder do Senhor, como canta também o Salmo Responsorial :

              - Ó minha alma, louva o Senhor !

               Na 2ª Leitura S. Paulo diz aos Hebreus, e hoje também a todos os cristãos, que entre a primeira e a segunda Vinda de Cristo há todo um processo de transformação no comportamento da humanidade e do indivíduo, para alcançar a salvação.

              A grande transformação no destino da humanidade foi operada por Cristo Jesus de uma vez para sempre, pela Sua  paixão e ressurreição.

              - "Mas foi agora, quando os tempos chegaram ao seu termo, que Ele Se  manifestou, de uma vez para sempre, para destruir o pecado pelo Seu sacrifício". (2ª Leitura).

               Importa agora tornar presentes os efeitos do Seu mistério redentor.

              Deste modo, a caminhada progressiva do homem será constante, se ele quiser.

              O Evangelho é de S. Marcos, e diz-nos que os escribas e fariseus fazem ostentação da sua suposta bondade.

              Dão esmolas, tocando a campainha; rezam no templo à frente e em tom de grandiosidade; ocupam os primeiros lugares, etc.

              - "Acautelai-vos dos escribas. Eles gostam de passear com longas vestes e de receber cumprimentos nas praças. Querem os primeiros assentos nas sinagogas e os primeiros lugares nos banquetes".(Evangelho).         

               Conta-nos a história da viúva que, dando as mais pequenas das moedas, dava tudo quanto tinha.

              Foi uma atitude  que Jesus apreciou e dela fez o elogio aos seus discípulos.

              Jesus mais uma vez se insurge contra este espírito de falsidade : «Não ocupeis os primeiros lugares».

              Normalmente os escribas e fariseus faziam ostentação da sua suposta bondade e generosidade.

              A esmola da viúva, modesta no seu valor, foi a de maior significado.

              A Mnisericórdia é uma virtude moral pela qual uma pessoa se dedica a outra com compaixão, dando ajuda espiritual e material na medidas das suas posses.

              A Misericórdia é um dos atributos essenciais de Deus :

               - "Reconhece então que o Senhor, teu Deus, é único Deus verdadeiro e fiel ao pacto de misericórdia que estabeleceu com aqueles que O amam e obedecem às Suas leis". (Deut,7,9).

               Deus é o modelo de Misericórdia :

              - Sede misericordiosos como vosso Pai é Misericordioso. (Lc.6,36).

               No sentido de nos tornarmos como Deus, deveríamos desenvolver o espírito de Misericórdia :

                          * Devemos perdoar sempre, até ao extremo de setenta vezes sete, isto é, sem limite :

              - "Senhor, se meu irmão me ofender, quantas vezes lhe deverei perdoar ? Até sete vezes ? Jesus respondeu : "Não te digo sete vezes, mas setenta vezes sete". (Mt.18,21)

              - "Se te ofender sete vezes ao dia e sete vezes te vier dizer :"Arrependo-me", perdoar-lhe-ás". (Lc. 17/4).

                          * O perdão cristão transforma-se no perdão que o Senhor nos recomendou na oração que nos ensinou :

    - "Perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos ofendeu":

              - "Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai celeste vos perdoará a vós". (Mt.6,14).(cf.18,23).

              - "Como o Senhor vos perdoou, assim deveis perdoar também vós". (Col.3/13).

                          * Na Misericórdia está o fundamento do amor : Louvar a Deus em primeiro lugar e ao próximo como a nós mesmos :

              - "Não te vingarás nem guardarás rancor aos filhos do teu povo, mas amarás o teu próximo como a ti mesmo". (Lev. 19,18).

              - "Amarás ao Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma e com toda a tua mente[...]Amarás ao teu próximo como a ti mesmo". (Mt.22,34-39). (cf.Lc. 10,25;Mc.12,28).

               A Misericórdia não contradiz ou elimina a Justiça, mas antes a transcende e converte o pecador de modo a tornar-se uma pessoa justa, a arrepender-se e a abrir-se à graça do Espírito Santo.

              A Misericórdia humana é a expressão da Misericórdia divina, manifesta a Misericórdia divina em virtude da nossa identificação com Cristo na Sua Paixão, Morte e Ressurreição.

              As Obras de Misericórdia, são actos de virtude ou de caridade feitos directamente em benefício do próximo.            São acções de natureza social que resultam, não de um estado de emoção, mas do amor a Deus com que são feitas. 

    Também o Concílio Vaticano II, por mais que uma vez, deu orientações sobre a prática da caridade e da Assistência aos pobres.

              - "A misericórdia para com os pobres e enfermos e as chamadas obras de caridade e de mútuo auxílio para socorrer as múltiplas necessidades humanas, são pela Igreja honradas de modo especial". (AA 8).

               Tradicionalmente o Catecismo sempre apresentou 7 Obras de Misericórdia Corporais e outras 7 espirituais.

                          Obras de misericórdia corporais são  :

              1)- Dar de comer a quem tem fome;

                 2)- Dar de beber a quem tem sede;

                 3)- Vestir os nus;

                 4)- Dar pousada aos peregrinos;

                 5)- Visitar os enfermos e encarcerados;

                 6)- Remir os cativos;

                 7)- Enterrar os mortos.

                          Obras de misericórdia espirituais são :

              1)- Dar bom conselho;

                 2)- Ensinar os ignorantes;

                 3)- Corrigir os que erram;

                 4)- Consolar os tristes;

                 5)- Perdoar as injúrias;

                 6)- Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo;

                 7)- Rogar a Deus pelos vivos e defuntos.

              À luz do Evangelho não contam as acções, em si, mas o espírito que as domina, porque é isso que conta para o cumprimento do plano da História da Salvação..

                                      ...........................

              Diz-nos o Catecismo da Igreja Católica :

              2447. – As Obras de Misericórdia são acções caridosas pelas quais vamos em ajuda do nosso próximo, nas suas necessidades corporais e espirituais. Instruir, aconselhar, consolar, confortar, são obras de misericórdia espirituais, como perdoar e suportar com paciência. As obras de misericórdia corporais consistem, sobretudo, em dar de comer a quem tem fome, albergar quem não tem tecto, vestir os nus, visitar os doentes e os presos, sepultar os mortos. Entre todos estes gestos, a esmola dada aos pobres é um dos principais testemunhos da caridade fraterna e também uma prática de justiça que agrada a Deus.

     

                                 

                                                «Acautelai-vos dos escribas»     Muitos ricos deitavam quantias avultadas.

          

     

     

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    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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