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    quarta-feira, 31 de outubro de 2012

    ACI Digital: Papa reza pelas vítimas do furacão Sandy e ensina que a fé nunca é um ato puramente individual

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    NOTÍCIAS DIÁRIAS · www.acidigital.com
     
      31 de outubro de 2012  
    Papa reza pelas vítimas do furacão Sandy e ensina que a fé nunca é um ato puramente individual
    VATICANO, 31 Out. 12 (ACI) .- Em sua catequese desta quarta-feira, 31 de outubro, o Papa Bento XVI expressou sua solidariedade com as vítimas do furacão Sandy que abateu a costa atlântica dos EUA e deixou estragos e vítimas na América Central e afirmou que a fé sempre contém um elemento comunitário, denunciando as tentativas do processo de secularização que buscam relegar a fé exclusivamente à dimensão privada da existência humana.
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    VATICANO


    Papa reza pelas vítimas do furacão Sandy e ensina que a fé nunca é um ato puramente individual

    VATICANO, 31 Out. 12 (ACI) .- Em sua catequese desta quarta-feira, 31 de outubro, o Papa Bento XVI expressou sua solidariedade com as vítimas do furacão Sandy que abateu a costa atlântica dos EUA e deixou estragos e vítimas na América Central e afirmou que a fé sempre contém um elemento comunitário, denunciando as tentativas do processo de secularização que buscam relegar a fé exclusivamente à dimensão privada da existência humana.

    “Consciente da devastação causada pelo furacão que recentemente atingiu a costa leste dos Estados Unidos da América, ofereço as minhas orações pelas vítimas e manifesto a minha solidariedade com os que estão empenhados no trabalho de reconstrução”, disse o Papa em inglês diante dos milhares de fiéis reunidos na Praça de São Pedro em Roma na manhã de hoje.

    Segundo informaram agências de notícias e jornais norte-americanos os estados de Nova York e Pensilvânia foram os mais atingidos pelo desastre natural até o momento.

    O furacão passou ainda por países do Caribe, deixando um saldo de muitos estragos e cerca de 70 falecidos, como recordou o Papa no ângelus dominical. Os países caribenhos atingidos foram: Cuba, Haiti, Jamaica e Bahamas.

    Falando sobre a Fé, no contexto do novo ciclo de catequeses recentemente inagurado, Bento Xvi falou da tendência, hoje muito difundida, a relegar a fé para a esfera pessoal, esquecendo que é, ao mesmo tempo, um acto pessoal e comunitário.

    “A fé é um dom de Deus que nos é transmitido através da comunidade cristã, isto é a Igreja. Esta insere-nos na multidão dos fiéis, uma comunhão que não é apenas sociológica, mas radicada no amor de Deus. A nossa fé só é realmente pessoal se for comunitária, porque se, por um lado, dizemos creio (na primeira pessoa), por outro é na comunidade eclesial que o dizemos”, afirmou Bento XVI.

    “A fé, dom de Deus que transforma a nossa existência, não é uma realidade de caráter exclusivamente individual. O meu crer, a minha fé, não é o resultado de uma reflexão pessoal, mas o fruto de um diálogo com Jesus que se dá na comunidade de fé que é a Igreja”, ressaltou.

    “De fato, desde o dia de Pentecostes, quando o Espírito Santo desceu sobre os Apóstolos, a Igreja não cessa de cumprir a sua missão de levar o Evangelho a todos os cantos da terra. A Igreja é o espaço da fé: o espaço no qual, pelo batismo, nos inserimos no Mistério Pascal de Cristo, entrando em comunhão com a Santíssima Trindade. Por isso, precisamos da Igreja para ter a garantia que a nossa fé corresponde à mensagem originária de Cristo, pregada pelos Apóstolos; precisamos da Igreja para poder fazer uma experiência dos dons de Deus: da sua Palavra, dos Sacramentos, da ação da Graça e do seu Amor”, assinalou o Pontífice.

    “Quando o nosso “eu” entra no “nós” da Igreja, então fazemos a experiência do comunhão com Deus, que funda a comunhão entre os homens”, concluiu o Papa no resumo em português de sua alocução desta quaarta-feira.

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    AMÉRICA


    Vivemos como os primeiros cristãos ante cultura oposta à fé, diz Bispo argentino

    REDAÇÃO CENTRAL, 31 Out. 12 (ACI) .- O Bispo de São Rafael (Argentina), Dom Eduardo Taussig, assegurou que os católicos atuais devem acostumar-se "a viver em um mundo como o dos primeiros cristãos, com uma estrutura cultural e jurídica que não era acorde com a fé".

    Em declarações ao grupo ACI, Dom Taussig exortou a que se acentuem nos fiéis "opções de fé mais profundas, sólidas e coerentes".

    O Prelado argentino manifestou seu agradecimento ao Papa Bento XVI pela convocatória do Ano da Fé, "que nos permite nos renovar profundamente no que é a coluna vertebral da nossa vida cristã, nosso encontro com Cristo".

    "Na Argentina se está desenvolvendo o caminho pastoral em linhas pastorais. Foi feito um documento com orientações práticas para todas as dioceses", sobre como viver o Ano da Fé, assinalou.

    Estas indicações, disse Dom Taussig, são "em primeiro lugar para viver e celebrar o Ano da Fé como nos pediu o Santo Padre, em sintonia com a Missão Continental que está sendo realizada na diocese", e se buscará o aprofundamento na leitura do Catecismo da Igreja Católica.

    Na diocese de São Rafael, indicou o Bispo, dispôs que se aprofunde nos artigos do Credo, assim como que se reze a profissão de fé e o Santo Terço, particularmente em família, e "se for possível, todos os dias".

    Além disso, as paróquias permanecerão com as portas abertas "para ensinar os conteúdos da fé ao povo de Deus durante a semana".

    Dom Taussig denunciou que na Argentina a pressão de quem promove o aborto "é muito forte", e recordou a recente sentença da Corte Suprema que admite a realização de abortos em centros médicos públicos "a toda mulher que diga que foi estuprada. Basta somente a palavra, não importa sua idade".

    Por isso o Prelado também recordou a importância de defender os que a Igreja chamou de princípios não negociáveis, que são a defesa da vida humana, a família natural, o direito dos pais a decidir livremente a educação de seus filhos, e o bem comum.

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    Cáritas: Cuba levará anos para recuperar-se depois da passagem do furacão Sandy

    HAVANA, 31 Out. 12 (ACI/EWTN Noticias) .- A secretária geral do Cáritas Cuba, Maritza Sánchez, assinalou que levará anos a recuperação total do oriente da ilha destruído pelo Furacão Sandy na quinta-feira passada, e indicou que apesar da adversidade, a Igreja continua fazendo tudo o que pode para levar alívio e esperança aos milhares de danificados.

    Em comunicação com o grupo ACI, Sánchez explicou nesta terça-feira que "a situação continua sendo muito difícil, sobretudo na cidade de Santiago de Cuba porque o dano foi muito profundo. O furacão praticamente devastou a cidade e todos seus municípios. Também parte dos municípios do Guantánamo e mais ou menos sete municípios da província de Holguín".

    A representante do Cáritas assinalou que além de uma alta percentagem de casas danificadas, também resultaram afetadas as plantações de café, banana, entre outras, assim como as comunicações, o serviço elétrico, indústrias e infraestruturas. "O exército está intervindo, tentando limpar as ruas de muitos escombros (…). vai demorar tempo para que se possa recuperar apesar do esforço. Recuperar-se de tudo levará anos", expressou.

    Maritza Sánchez disse que também resultaram danificados "90 por cento dos templos da Arquidiocese de Santiago de Cuba, assim como casas de religiosas e sacerdotes".

    "Nós desde o Cáritas estamos tentando ajudar, mas a verdade que o estrago vai mais além das nossas forças. Mas desde a Igreja sempre temos que fazer tudo o que for possível para tentar aliviar o sofrimento e dar esperança às pessoas e esse é o objetivo de nossa intervenção agora", afirmou ao grupo ACI.

    Nesse sentido, disse que embora o protagonista principal no processo de assistência seja o Estado, a Igreja está atuando até onde pode e por isso busca "obter uma colaboração oficial com as estruturas do Estado para poder ampliar nossa ação".

    "Ou seja, precisamos que nos autorizem a importar, que possamos entrar em um trabalho conjunto com as estruturas do Estado a diferentes níveis para ter um alcance maior e procurar também sustentabilidade nas nossas intervenções, mas isso ainda estamos tentando conseguir", explicou.

    Sobre os sacerdotes, Sánchez disse que cada um está identificando "quais são as famílias mais afetadas e é através deles que estamos levando ajuda com mantimentos e água. Em alguns destes lugares se organizaram cozinhas muito precárias para atender os casos mais críticos". Além disso, a Pastoral Juvenil está ajudando a levantar escombros.

    A secretária geral do Cáritas Cuba disse que já receberam ajuda financeira dos Estados Unidos e da Suíça, além de um oferecimento da Alemanha. Indicou que este apoio está sendo usado para "fazer compras dentro do país e poder ajudar".

    O Furacão Sandy ocasionou na quinta-feira onze mortos em Cuba, enquanto que nos Estados Unidos faleceram ao menos 26 pessoas durante a sua passagem na segunda-feira.

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    Halloween perde terreno na América Latina para a Festa de Todos os Santos

    SANTIAGO, 31 Out. 12 (ACI/EWTN Noticias) .- Um grupo de pais chilenos promove com êxito há alguns anos um "Halloween branco", como uma forma positiva de celebrar a véspera da Solenidade de Todos os Santos e não os valores negativos que difundidos  cada 31 de outubro.

    O casal José Miguel Carafi e Maria Cecilia Lasso, pais de cinco filhos, são os principais promotores da celebração na sua paróquia, em Santiago do Chile.

    A celebração de bons valores, em contraposição à festa comercial do Halloween "já está estabelecida e muitas famílias participam com disfarces positivos e celebram com respeito e alegria", assinalou José Miguel, de 55 anos.

    Em uma entrevista realizada pela Arquidiocese de Santiago do Chile, José Miguel Carafi remarcou que "Halloween vem do antigo inglês ‘all hallows eve’, que significa véspera de todos os Santos, por isso propomos uma forma mais autêntica de celebrar, aplicando mudanças na estética e na atitude" no dia anterior à Solenidade de Todos os Santos que a Igreja celebra em 1 de novembro.

    "O elemento estético é evidentemente negativo: bruxas, demônios, vampiros e monstros. Não são figuras admiráveis ou positivas, mas são justamente o contrário", indicou.

    Por isso, disse o pai de família, "figuras mais inocentes, como fadas, super-heróis ou algo tão simples como um bombeiro mantêm o elemento do disfarce sem promover imagens negativas".

    "O tema não é somente exterior, o que ocorre é que o que se disfarça de mau, sente que deve atuar como tal", advertiu.

    Carafi também criticou o uso da "chantagem implícita no ‘doce ou travessura’".

    "Não é bom que as crianças usem a ameaça de vandalismo para exigir doces a seus vizinhos. Mais que o tema estético, esta é a mudança mais importante para tirar a má influência do Halloween".

    Embora, indicou que a associação com a morte ao celebrar o dia dos Fiéis Defuntos em 2 de novembro, quando tradicionalmente se visita os túmulos dos seres queridos, não é necessariamente má, "o enfoque morboso nos aspectos tétricos da morte, como o sangue, os ossos e outros detalhes não podem superar a crença de um lugar melhor depois da morte e a mensagem de esperança predicada por Cristo".

    "Quanto às brincadeiras pesadas, é nosso objetivo mudar a imagem da chantagem detrás desta atitude por algo mais positivo. Por exemplo, que as crianças deem algo em troca dos doces, agradecer com alguma coisa que não seja o ovo jogado na janela como, por exemplo, com um canto, poesia ou um mini show", disse.

    Carafi assinalou que a noite de 31 de outubro "para os cristãos é uma oportunidade de recordar a todos nosso Santos".

    "Não há nada de errado em celebrar em família, disfarçar-se e sair para pedir doces. É uma oportunidade de ensinar a nossos filhos a gratidão e o respeito pelos outros e, além disso, eles conhecem melhor a seus vizinhos", indicou.

    O pai de família assinalou que a intenção deste Halloween branco "não é eliminar os elementos positivos da celebração. É uma oportunidade para que as crianças o celebrem melhor e acho que proibir que nossos filhos participem não é o melhor caminho para mudar a imagem do Halloween por uma mais positiva".

    Para que as crianças possam aprender bons valores nesta data, é necessário tomar cuidado para que elas "não cometam as mal chamadas ‘travessuras’, que é na verdade uma tentativa de dar um nome terno aos atos de vandalismo e chantagem", advertiu.

    "Também é importante estar atentos para não incomodar àqueles que não queiram participar e ser generosos e agradecidos com todos os que encontrem", disse.

    José Miguel Carafi sublinhou que esta data deve ser valorizada, pois "celebrar os Santos é celebrar as vidas heroicas dedicadas a Deus. O valor, dedicação e esforço destes homens e mulheres exemplares são muito significativos em uma sociedade tão banal e materialista".

    "Além disso, os temas de generosidade e hospitalidade da entrega de doces e o vínculo que se cria entre vizinhos ao sair todos juntos, também são valiosas lições para crianças e jovens, sempre tentados pelo egocentrismo e pela competitividade", acrescentou.

    Para poder reconhecer os que querem participar da celebração, mas desde suas casas, na paróquia promovem que coloquem "um sinal (um pano ou uma bola de encher branca) na porta. Desta maneira, aqueles que não queiram participar não são incomodados".

    "No caso de que as crianças toquem a porta mesmo assim, a melhor forma de comunicar-lhes que não estão participando da celebração é explicar-lhes de forma clara. Ignorar as crianças ou responder-lhes mal é uma boa forma de incentivá-los a que façam travessuras", indicou.

    José Miguel Carafi e Maria Cecilia Lasso pertencem à paróquia São Alberto Furtado e ao movimento Regnum Christi.

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    BRASIL


    Festival da Juventude recebe inscrições do Brasil e do mundo

    RIO DE JANEIRO, 31 Out. 12 (ACI) .- O Festival da Juventude da JMJ Rio 2013, um elenco de eventos culturais protagonizados por jovens ou feito especialmente para os jovens peregrinos da Jornada já deu início ao processo de inscrições para apresentações culturais do Brasil e do mundo. O evento é uma oportunidade de que os jovens tenham ocasiões de encontro com Deus por meio da arte, durante da programação da Jornada Mundial da Juventude que ocorre no Brasil em julho de 2013.

    Segundo a nota enviada pelo Comitê Organizador Local (COL) da JMJ Rio 2013, o festival promove um intercâmbio cultural por meio da evangelização dos jovens nesta grande festa de fé, que será realizada no Rio de Janeiro, de 23 a 28 de julho do próximo ano. Segundo a secretária Executiva do setor de Atos Culturais do COL, Paloma Lladó, o Festival da Juventude é uma forma de encontrar Deus nas apresentações artísticas. “Uma alma contente é uma alma que canta”, afirmou.
    “Queremos mostrar a alegria de ser povo de Deus por meio da música, teatro, dança, exposições”, disse Paloma.

    O Festival da Juventude terá apresentações de músicas, peças teatrais, danças e exposições. No site da JMJ, estão disponíveis três formulários para música, artes cênicas e exposição. Os grupos interessados em se apresentar podem preencher um dos formulários. Estas apresentações poderão acontecer em um dos palcos da JMJ, espalhados por toda a cidade do Rio de Janeiro, auditórios, teatros e museus.

    As inscrições vão até o dia 15 de dezembro de 2012 e estão sob a responsabilidade do Setor de Atos Culturais do Comitê Organizador Local (COL).

    Na seleção, serão contemplados, como critérios principais, a coerência com o Magistério da Igreja, a qualidade técnica e a adequação ao espírito jovem da JMJ. Para apresentações musicais, serão aceitas as cristãs, em qualquer ritmo. As bandas, grupos e exposições irão se apresentar em diversos teatros da cidade e em palcos distribuídos pelos bairros. Os participantes dos grupos que forem aprovados para participar do Festival da Juventude não precisam da inscrição como peregrinos.

    Para participar, basta fazer a inscrição no site:

    http://www.rio2013.com/pt/festival-da-juventude

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    MUNDO


    Cardeal Tong vê com esperança o possível reestabelecimento do diálogo entre a China e a Santa Sé

    ROMA, 31 Out. 12 (ACI/EWTN Noticias) .- O Bispo de Hong Kong (China), Cardeal John Tong, disse que a proposta do Cardeal Fernando Filoni de instituir uma Comissão de alto nível entre o país asiático e a Santa Sé para enfrentar questões ainda sem resolver sobre a vida dos católicos chineses representa "uma grande esperança para o futuro".

    O Cardeal chinês, que participou como Presidente delegado da Assembleia do Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização, disse à agência Fides que reza para que a China receba como "gesto amistoso" as considerações expostas pelo Cardeal Filoni, Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos em um artigo publicado no "Tripod", o jornal trimestral católico da diocese de Hong Kong.

    No texto, o Cardeal Filoni considera os acontecimentos do catolicismo chinês cinco anos depois da carta dirigida pelo Papa Bento XVI à Igreja na China em 2007, sugerindo entre outras coisas, a busca de "uma nova forma de diálogo" entre o Vaticano e Pequim, citando como referência anterior às comissões bilaterais existentes entre a China popular e Taiwán e a estabelecida entre a Santa Sé e o Vietnã.

    Também de acordo com o Cardeal Tong "o diálogo é necessário, porque sem ele não se pode tratar de resolver nenhum dos problemas ainda abertos, enquanto que através do diálogo podem desvanecer-se mal entendidos e conceitos errôneos".

    O Bispo de Hong Kong pôs como exemplo o caso das ordenações episcopais ilegítimas impostas à Igreja na China. "Nossa perturbação ante estes fatos", indicou, "surge do fato de que estas ordenações ferem à Igreja em um aspecto substancial da sua própria natureza. Com o diálogo se pode pensar sobre o fato de que os Bispos não são funcionários políticos".

    "Também para ser sacerdotes são necessários os requisitos adequados em matéria de doutrina, moral, pastoral e humana. E isto é ainda mais exigente para a seleção dos Bispos", expressou o Cardeal.

    O Cardeal Tong assinalou que o Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos destaca com força persuasiva em seu artigo os efeitos positivos que a liberdade de fé e de pertença à Igreja pode projetar também sobre o terreno da convivência civil. "Existe uma consonância potencial", assinalou o Bispo chinês, "entre ser bom católico e ser um bom cidadão".

    "Nossas tradições milenarias apoiadas no pensamento confuciano empurram o indivíduo a corrigir-se para viver em harmonia e respeito para com a própria família, a sociedade e o mundo inteiro. Agora, o seguimento de Jesus produz precisamente estes efeitos, nos liberando do egoísmo e do materialismo e nos levando a amar ao nosso próximo", afirmou.

    Acrescentou que "o governo poderia reconhecer e apreciar isto: se se permite à Igreja que os fiéis cresçam em liberdade para que possam ser realmente bons católicos, também a sociedade se beneficiará".

    O Cardeal Tong recordou que os novos instrumentos de diálogo mencionados pelo Cardeal Filoni em seu artigo, como as comissões bilaterais de alto nível, "já existem entre a China popular e Taiwán, assim como entre o Vietnã e a Santa Sé. São precedentes eloquentes e confirmam que se pode criar um instrumento de contato similar entre a Santa Sé e a China popular".

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    Cristãos coptos no Egito escolhem candidatos para ser novo líder

    MADRI, 31 Out. 12 (ACI/Europa Press) .- Os cristãos ortodoxos coptos do Egito escolheram aos três candidatos dentre os quais escolherão um para ser o novo líder, depois da morte em março de Shenouda III, nas eleições do dia 4 de novembro.

    Em concreto, trata-se de dois bispos e um monge, cujos nomes serão introduzidos em uma urna transparente da qual uma criança com os olhos vendados extrairá ao que se converterá no 118 na lista de líderes da Igreja copta. Esta eleição se conhece como "loteria do altar".

    Conforme informou nesta terça-feira o jornal egípcio Al Ahram, os três candidatos são o bispo Rafael, bispo auxiliar de Cairo central e Heliopolis e antigo ajudante do falecido Shenouda III; o padre Rafael Ava Mina, monge do mosteiro de Santa Mina em Alexandria; e o bispo Tawadros, bispo auxiliar de Beheira e auxiliar do arcebispo Pachomios.

    Por outra parte, o Patriarcado Ortodoxo Copto em Israel publicou nesta terça-feira um comunicado no qual explica que os religiosos que tinham que participar da eleição do novo líder "estão muito ocupados com suas responsabilidades na Terra Santa" e, por isso não puderam ir pessoalmente para votar, autorizando assim a outros que o façam no Egito.

    "Não há nenhuma outra razão que os impeça de participar da eleição pessoalmente", precisou o Patriarcado, depois que o jornal egípcio 'Al Masry al Youm' informasse nesta segunda-feira que o Governo de Israel tinha impedido a cinco sacerdotes ortodoxos da diocese de Jerusalém de viajar ao Cairo para participar da votação.

    O jornal, que citava fontes eclesiais coptas, tinha indicado que dos doze membros da diocese de Jerusalém que tinham direito a votar nas eleições, unicamente sete deles tinham conseguido chegar à capital egípcia para exercer este direito.

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    In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.


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    Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




    “Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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