O Papa rezará vésperas na Capela Sistina pelo seu 500º aniversário de inauguração VATICANO, 30 Out. 12 (ACI) .- Ao recordar nesta quarta-feira 31 de outubro os 500 anos da inauguração da abóbada da Capela Sistina no Vaticano, pintada por Michalangelo entre 1508 e 1512, o Papa Bento XVI presidirá a reza das vésperas da Solenidade de Todos os Santos. O Santo Padre recordará assim que no dia 31 de outubro de 1512, o Papa Julio II também presidiu a oração das vésperas logo depois de ter encarregado a pintura da abóbada ao famoso pintor Michalangelo Buonarroti. O afresco pintado pelo mestre do Renascimento italiano tem uma área de 1100 metros quadrados e constitui um dos maiores atrativos dos Museus Vaticanos por sua extraordinária beleza. A oração das Vésperas da Solenidade de Todos os Santos que a Igreja recorda no dia 1 de novembro, terá início na Capela Sistina às 18:00h, à mesma hora que foi rezada 500 anos atrás. A Capela Sistina recebe anualmente 5 milhões de pessoas, o que resulta uma média de aproximadamente 30 mil pessoas por dia. Por essa razão é possível que o Vaticano ponha um limite menor de visitantes. Em declarações ao jornal italiano La Repubblica, o diretor dos Museus Vaticanos, Antonio Paolucci, assinalou que "se não atuarem imediatamente e se instala um novo climatizador”, os museus serão obrigados a “reduzir as visitas para poder preservar esse enorme patrimônio artístico" Por isso, o Vaticano, assinala o jornal espanhol El Mundo, encarregou a uma companhia especializada em sistemas de climatização uma instalação especial destinada a proteger a Capela Sistina, que além dos afrescos de Michelangelo inclui os de outros grandes mestres do Renascimento, como Botticelli e Perugino. Isto porque o sistema atual de climatização, instalado há 20 anos depois da última restauração à qual foi submetida a Capela Sistina, já não é suficiente para preservá-la. O novo climatizador poderia estar instalado no princípio do próximo ano. voltar ao início | comentar a notícia | arquivo 500 anos da Capela Sistina: O Papa alenta a usar a arte para evangelizar VATICANO, 30 Out. 12 (ACI/EWTN Noticias) .- "Arte e fé. ‘Via Pulchritudinis’ (O caminho da beleza)", é o título do documentário realizado pelos Museus Vaticanos, em colaboração com a televisão polonesa TBA, pela ocasião do 500º aniversário da conclusão da abóbada da Capela Sistina, pintada pelo célebre Michealangelo entre 1508 e 1512. Bento XVI, que compareceu na sexta-feira 26 a uma projeção do filme no Sala Paulo VI, assinalou em um breve discurso que "embora não era a primeira vez que os Museus Vaticanos ilustravam os laços entre arte e fé através do patrimônio das galerias pontifícias, este documentário era, de algum jeito, especial porque coincidia com o Ano da Fé". "Para muitas pessoas a visita aos Museus Vaticanos representa, durante sua viagem a Roma, o maior contato e às vezes o único, com a Santa Sé e, portanto, uma ocasião privilegiada para conhecer a mensagem cristã". "Poderíamos dizer –continuou o Papa– que o patrimônio artístico da Cidade do Vaticano constitui uma espécie de grande ‘parábola’ mediante a qual o Papa fala com os homens e as mulheres de todo o mundo que pertencem a culturas e religiões diversas; pessoas que possivelmente jamais leiam um discurso ou uma homilia dele". Bento XVI indicou ademais que "a linguagem da arte é uma linguagem parabólica, dotado de uma abertura universal: a ‘via pulchritudinis’ é um caminho capaz de guiar a mente e o coração para o Eterno, de elevá-los até as alturas de Deus". "Aprecio muito que o filme mencione várias vezes a dedicação dos pontífices romanos à conservação e valorização do patrimônio artístico; e também, na época contemporânea à renovação do diálogo da Igreja com os artistas". O Papa disse que "a coleção de Arte Religiosa Moderna dos Museus Vaticanos é a demonstração evidente da fecundidade deste diálogo. Mas na verdade todo o grande organismo dos Museus Vaticanos possui esta dimensão que poderíamos chamar ‘evangelizadora’". O Santo Padre recordou também "a grande sensibilidade pelo diálogo entre arte e fé" do Beato João Paulo II e sublinhou que arte e a fé são um "binômio que acompanha a Igreja e à a Santa Sé há dois mil anos; um binômio que hoje devemos valorizar com mais afinco para levar aos homens e as mulheres de nossa época o anúncio do Evangelho, do Deus que é beleza e amor infinitos". Por último, o Pontífice expressou o desejo de que o documentário suscite em muitas pessoas "o desejo de conhecer melhor essa fé que sabe inspirar tais e tantas obras de arte". voltar ao início | comentar a notícia | arquivo Católicos protegem mulheres contra “caça de bruxas” na África KONIGSTEIN, 30 Out. 12 (ACI/EWTN Noticias) .- Leigos católicos da Zâmbia, na África, assumiram a defesa de várias mulheres que foram acusadas em suas comunidades de participar de rituais de bruxaria, evitando assim elas sejam assassinadas pelos habitantes locais. As acusações de bruxaria se originam devido à ocorrência de graves enfermidades, mortes e outros sérios problemas, que os habitantes costumam relacionar à prática de magia, e acreditam que a forma de deter as desgraças é matando as supostas bruxas. Em declarações à organização internacional Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), o Arcebispo de Kasama (Zambia), Ignatius Chama, destacou a crescente participação dos leigos na direção de projetos de justiça social, ajudando de forma particular as mulheres acusadas de bruxaria. Dom Chama assinalou que as mulheres acusadas de bruxaria costumam ser golpeadas, como forma de obter a confissão dos seus supostos crimes, enquanto que seus cultivos, animais e outras posses são confiscados. O Prelado indicou que “a caça de bruxas ainda é um problema grave na maioria das comunidades”. Em junho de 2011, Ketha Chungu, uma mulher de 40 anos, foi golpeada até a morte, ao ser considerada suspeita de ter matado uma menina de três anos com rituais mágicos. Dom Chama assinalou que “equipes de Justiça e Paz estão tentando concientizar as pessoas, criando consciência sobre este tema”. O Arcebispo africano indicou que a superstição é a origem do problema da caça de bruxas, por isso remarcou a importância de aumentar a catequese, para que as pessoas se aproximem de Deus em épocas de sofrimento e não acreditem que seus problemas são causados pela bruxaria. “Estamos conseguindo resultados, mas (a crença na bruxaria) está enraizada na forma como as pessoas respondem aos problemas do sofrimento”, indicou. “Quando um cristão enfrenta problemas, a forma em que enfrenta esses problemas costuma ser similar a como faziam nossos ancestrais”, disse. O prelado explicou que “no tema da bruxaria e a caça de bruxas, quando os habitantes enfrentam o problema da doença, o problema da morte, eles preferem realizar uma caçaria de bruxas, como uma explicação para tais problemas”. Por esta razão, Dom Chama destacou o trabalho dos leigos católicos na defesa das mulheres acusadas de bruxaria, principalmente recorrendo à legislação da Zâmbia. “Acredito que estamos obtendo resultados, porque eles estão invocando a lei civil, a polícia, os juizes, porque, é obvio, em nosso país há uma lei sobre bruxaria, e nossa equipe de Justiça e Paz estão invocando esta lei, e educando as pessoas sobre esta lei”, disse. Segundo a lei da Zâmbia sobre a bruxaria, qualquer pessoa que acuse outra de ser um bruxo ou bruxa, ou de causar a morte, ferir ou casar outro danos a terceiros de forma sobrenatural, pode ser multado ou encarcerado por até um ano. Aqueles que clamem ser caçadores de bruxas, ou que têm poderes sobrenaturais, para causar medo ou provocar danos, também podem ser castigados pela lei. O bispo manifestou estar seguro de que “os leigos estão fazendo progresso, exceto em algumas comunidades que são muito distantes das áreas urbanas”. “São os leigos que dirigem os trabalhos de Justiça e Paz em nossas duas diocese de Kasama e Mpika, que localizamos no departamento do Cáritas”, indicou. O Arcebispo de Kasama assegurou ainda que “os paroquianos são os que estão à frente, movendo todos os programas adiante”, para proteger a vida das mulheres no país africano. voltar ao início | comentar a notícia | arquivo O Papa: As migrações são uma peregrinação de fé e esperança VATICANO, 30 Out. 12 (ACI/EWTN Noticias) .- Ontem foi divulgada a mensagem do Papa Bento XVI para a 99º Jornada Mundial do Migrante e Refugiado, que será celebrada no domingo 13 de janeiro de 2013. O título do texto é: "Migrações: peregrinação de fé e esperança". Fazendo referência ao título da mensagem, o Santo Padre afirma que "Na realidade, fé e esperança formam um binómio indivisível no coração de muitos migrantes, dado que neles existe o desejo de uma vida melhor, frequentemente unido ao desejo de deixar atrás o «desespero» de um futuro impossível de construir". "Ao mesmo tempo, muitos encetam a viagem animados por uma profunda confiança de que Deus não abandona as suas criaturas e de que tal conforto torna mais suportáveis as feridas do desenraizamento e da separação, talvez com a recôndita esperança de um futuro regresso à terra de origem.?Por isso, fé e esperança enchem muitas vezes a bagagem daqueles que emigram, cientes de que, com elas, «podemos enfrentar o nosso tempo presente: o presente, ainda que custoso, pode ser vivido e aceitado, se levar a uma meta e se pudermos estar seguros desta meta, se esta meta for tão grande que justifique a canseira do caminho", O Papa indica que "No vasto campo das migrações, a solicitude materna da Igreja estende-se em diversas direções. Por um lado a sua solicitude contempla as migrações sob o?perfil dominante da pobreza e do sofrimento que muitas vezes produz dramas e tragédias, intervindo lá com ações concretas de socorro que visam resolver as numerosas emergências, graças à generosa dedicação de indivíduos e de grupos, associações de voluntariado e movimentos, organismos paroquiais e diocesanos, em colaboração com todas as pessoas de boa vontade". "E, por outro,?a Igreja não deixa de evidenciar também os aspectos positivos, as potencialidades de bem e os recursos de que as migrações são portadoras;?e, nesta direção, ganham corpo as intervenções de acolhimento que favorecem e acompanham uma inserção integral dos migrantes, requerentes de asilo e refugiados no novo contexto sociocultural,?sem descuidar a dimensão religiosa, essencial para a vida de cada pessoa". Depois de precisar que se deve evitar com os migrantes o risco do "mero assistencialismo", Bento XVI afirma que "os migrantes e refugiados podem experimentar também relações novas e hospitaleiras que os encorajem a contribuir para o bem-estar dos países de chegada com suas competências profissionais, o seu património sociocultural e também com o seu testemunho de fé, que muitas vezes dá impulso às comunidades de antiga tradição cristã, encoraja a encontrar Cristo e convida a conhecer a Igreja". "É verdade que cada Estado tem o direito de regular os fluxos migratórios e implementar políticas ditadas pelas exigências gerais do bem comum, mas assegurando sempre o respeito pela dignidade de cada pessoa. O direito que a pessoa tem de emigrar – como recorda o número 65 da Constituição conciliar?Gaudium et spes?– conta-se entre os direitos humanos fundamentais, com faculdade de cada um se estabelecer onde crê mais oportuno para uma melhor realização das suas capacidades e aspirações e dos seus projetos". O Santo Padre ressalta que "No contexto sociopolítico atual, porém, ainda antes do direito a emigrar há que reafirmar o direito a não emigrar, isto é, a ter condições para permanecer na própria terra, podendo repetir, com o Beato João Paulo II, que ‘o direito primeiro do homem é viver na própria pátria.?Este direito, entretanto, só se torna efetivo se se têm sob controle os fatores que impelem à emigração’". "De fato, hoje vemos que muitas migrações são consequência da precariedade econômica, da carência dos bens essenciais, de calamidades naturais, de guerras e desordens sociais. Então emigrar, em vez de uma peregrinação animada pela confiança, pela fé e a esperança, torna-se um «calvário» de sobrevivência, onde homens e mulheres resultam mais vítimas do que autores e responsáveis das suas vicissitudes de migrante". O Papa se refere logo à imigração ilegal, "que se torna ainda mais preocupante nos casos em que esta se configura como tráfico e exploração de pessoas, com maior risco para as mulheres e crianças. Tais delitos hão de ser decididamente condenados e punidos, ao mesmo tempo que uma gestão regulamentada dos fluxos migratórios – que não se reduza ao encerramento hermético das fronteiras, ao agravamento das sanções contra os ilegais e à adopção de medidas que desencorajem novos ingressos – poderia pelo menos limitar o perigo de muitos migrantes acabarem vítimas dos referidos tráficos". "As normativas adequadas devem estar associadas com uma paciente e constante ação de formação da mentalidade e das consciências. Em tudo isto, é importante reforçar e desenvolver as relações de bom entendimento e cooperação entre realidades eclesiais e institucionais que estão ao serviço do desenvolvimento integral da pessoa humana. Na perspectiva cristã, o compromisso social e humanitário recebe força da fidelidade ao Evangelho, com a consciência de que ‘aquele que segue Cristo, o homem perfeito, torna-se mais homem’. O Pontífice escreve: "Queridos irmãos e irmãs migrantes, tomara que esta Jornada Mundial vos ajude a renovar a confiança e a esperança no Senhor, que está sempre junto de vós!?Não percais ocasião de encontrá-Lo e reconhecer o seu rosto nos gestos de bondade que recebeis ao longo da vossa peregrinação de migrantes. Alegrai-vos porque o Senhor está ao vosso lado e, com Ele, podereis superar obstáculos e dificuldades, valorizando os testemunhos de abertura e acolhimento que muitos vos oferecem.". Finalmente o Papa encomendou a "cada um de vós à Bem-aventurada Virgem Maria, sinal de consolação e segura esperança, «estrela do caminho», que nos acompanha com a sua materna presença em cada momento da vida, e, com afecto, a todos concedo a Bênção Apostólica". O texto, que foi apresentado pelo Presidente e pelo Secretário do Pontifício Conselho para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes, Cardeal Antonio María Vegliò e Dom Joseph Kalathiparambil, respectivamente. Está disponível em francês, inglês, alemão, espanhol, português e polonês. voltar ao início | comentar a notícia | arquivo Cuba: Dissidentes reúnem recursos para reconstruir igreja danificada pelo furacão Sandy HAVANA, 30 Out. 12 (ACI/EWTN Noticias) .- A Reunião da Nação Cubana pela Democracia lamentou a morte de onze cubanos durante a passagem do furacão Sandy e informou que reunirá "meios para ajudar aos danificados" nas províncias orientais e "reconstruir a Igreja de Santa Teresinha, onde está o Padre José Conrado em Santiago de Cuba". "Os dissidentes e amigos que queiram cooperar podem fazê-lo através dos membros da Reunião da Nação Cubana nas diferentes províncias", informou no seu site. Do mesmo modo, expressou que "seria um gesto de bondade por parte da oposição interna, oferecer missas nos diferentes municípios, pelo descanso em paz dos falecidos durante o evento meteorológico, na próxima sexta-feira 2 de novembro, Dia dos Fiéis Defuntos". Por sua parte, a Rede Cubana dos Comunicadores Comunitários informou desde Santiago de Cuba que entre os edifícios danificados está "o segundo andar do presídio de Mar Verde e que os detentos foram transladados para Boniato e Ciudamar". "Nós orientamos a que cada dissidente e amigos ponham em suas casas cofrinhos para recolher recursos, e entregaremos uma parte dos mesmos à Igreja Católica para a reconstrução da paróquia que ficou destruída", informaram. Por sua parte, a líder dissidente Martha Beatriz Roque, informou em 27 de outubro ao grupo ACI que o Pe. Conrado está bem e que se reuniu com o Arcebispo de Santiago de Cuba, Dom Dionisio García para ver o apoio aos danificados. "Necessitam toda a ajuda possível. O Padre Julio da minha paróquia São João Bosco, saiu hoje (sábado) de madrugada para levar comida aos salesianos de Santiago", acrescentou. O Movimento Cristão Liberação também está atendendo aos chamados à solidariedade com o oriente de Cuba. "Neste momento nossos irmãos em Santiago e em outros lugares de Cuba necessitam da solidariedade de todo o mundo, os cubanos precisam ser a vanguarda dessa solidariedade. De povo a povo, de irmão a irmão, de cubano a cubano, ponhamo-la em prática", expressou na sua página do Facebook. A Rede Cubana dos Comunicadores Comunitários indicou que as pessoas ou instituições que desejem colaborar desde o exterior, podem comunicar-se com a Fundação Mães, Família e Futuro nos números 7955130 e 58131650, com a diretora Ivis María Rodríguez González, em Guanabacoa, Havana. voltar ao início | comentar a notícia | arquivo Cardeal Scherer dirige apelo à paz após assassinatos em São Paulo SÃO PAULO, 30 Out. 12 (ACI) .- Ao retornar de Roma, onde participou, com o Papa Bento XVI, da assembleia ordinária do Sínodo dos Bispos, o Arcebispo Metropolitano de São Paulo, Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, tomou conhecimento ontem da série de assassinatos de policiais militares e de cidadãos civis ocorridos nas ultimas semanas em São Paulo. Sensibilizado com a dor dos familiares das vítimas e desejoso de que a violência se encerre, Dom Odilo publica o “Apelo à Paz” abaixo. O arcebispo embarcou hoje para Brasília, onde participará do Conselho Permanente da CNBB e de reuniões sobre a implantação do Acordo Brasil/Santa Sé. Retornando para a cidade na próxima sexta-feira, 2, ele deverá rezar especialmente pelas vítimas da violência na missa em que celebrará, por ocasião do Dia de finados, no Cemitério da Vila Formosa, às 15h. Segue abaixo na íntegra a nota do Arcebispo da capital paulistana enviada à Redação de ACI Digital: Que a paz reine em toda a cidade! Os fatos de violência e morte acontecidos em São Paulo nestes últimos dias nos enchem de apreensão e tristeza. As vidas ceifadas, a dor dos familiares, a insegurança e o medo que se abatem sobre muitos não nos podem deixar indiferentes. A vida de cada pessoa é preciosa e deve ser respeitada; a justiça com as próprias mãos, não importando os motivos, é uma escolha errada e a violência não é capaz de produzir a paz; ela só gera ódio e mais violência. Por isso, ao mesmo tempo que me solidarizo com as pessoas que são vítimas dessa onda de violência e faço minha a dor de cada uma, não posso deixar de desaprovar o recurso à violência para a solução de conflitos ou para a afirmação de interesses. Faço um apelo veemente à calma e à reflexão, para que se desarmem os espíritos e se deixem de lado as armas de morte! Que o caminho para a paz em nossa Cidade seja o respeito profundo por todo ser humano, o diálogo e a promoção da verdadeira justiça social. Que a cidade de São Paulo seja casa acolhedora para todos. Que o Deus do amor e da paz habite nossa cidade e nos proteja! voltar ao início | comentar a notícia | arquivo Itália: Jovens católicos admiram os santos mas frequentam pouco a Missa ROMA, 30 Out. 12 (ACI/EWTN Noticias) .- Faz uns dias foi divulgada na Itália uma pesquisa sociológica que revelou que os jovens e os adultos costumam ter uma boa formação, acreditam e admiram os santos mas frequentam pouco ou inclusive muito pouco a Missa durante o ano. Em sua última coluna titulada:"Peregrinos do novo milênio. Uma pesquisa reveladora", o vaticanista Sandro Magister apresenta os dados do estudo feito pelo professor Alessandro Castegnaro, realizado com mais ou menos 200 mil peregrinos da Basílica de Santo Antônio de Pádua, um dos santuários mais visitados do mundo, entre os dias: 15 e 20 de fevereiro de 2010. A pesquisa revela, diz Magister, cinco dados "surpreendentes". O primeiro destes remete à idade dos peregrinos. "Os que prevalecem não são os idosos, são os de idade intermediária, entre 45 e 59 anos de idade, sendo 36,6% do total. Mas houve principalmente uma forte presença de pessoas de idade mais baixa, entre 30 e 44 anos, o qual constitui o 26,4%, e jovens, entre 16 e 29 anos, o 14,1%". "O segundo dado surpreendente é a instrução. Os visitantes do santo resultam mais instruídos, tanto a respeito à média da população italiana como, e em medida ainda mais marcada, em relação aos praticantes regulares. Um de cada quatro tem curso universitário completo, e quatro de cada dez tem pós-graduação. Além disso, quase todos estão participando de uma atividade laboral". O terceiro dado, diz Magister, consiste em que "uma grande parte dos peregrinos, quase a metade, frequenta a Missa em poucas ocasiões: no Natal, na Páscoa e raramente em outras ocasiões", mas ao mesmo tempo o quarto dado é o mais impressionante de todos "mostra que acreditam muito mais nas verdades centrais do cristianismo do que os praticantes regulares": 83,4 por cento acredita na ressurreição de Jesus. O quinto dado, conclui o vaticanista, é que os peregrinos vão ao Santuário de Santo Antônio não tanto para implorar uma graça ou um milagre, mas simplesmente para agradecer, ou porque procuram nele uma proteção espiritual. O professor Castegnaro afirma a respeito que "em uma época em que há uma crescente individualização da fé, não surpreende que se desenvolva uma religiosidade que possivelmente não é sem Igreja, mas certamente é com pouca Igreja". É uma religiosidade que se define como "popular", mas que não é um resíduo do passado. Tem traços novos e modernos. Provavelmente pouco elaborados, mas simples e fortes, como a fé na ressurreição e a busca no santo de um farol no caminho da vida, mais que de alguém milagroso. Sobre isso, Magister opina que "é uma fé simples, configurada como um contato direto com o divino, com epicentro nos santuários, em que as instituições territoriais da Igreja Católica, as dioceses e as paróquias, relacionam-se com dificuldade. Mas é um desafio que implica toda a Igreja a uma nova capacidade criatividade, porque se trata de fenômenos em parte novos". voltar ao início | comentar a notícia | arquivo Meninas de 13 anos recebem anticoncepcionais sem permissão dos pais em escolas do Reino Unido LONDRES, 30 Out. 12 (ACI/EWTN Noticias) .- Meninas entre 13 e 16 anos receberam implante ou injeções anticoncepcionais por parte de enfermeiras em suas próprias escolas no Reino Unido sem que seus pais tenham tido conhecimento destes fatos. Segundo informou o jornal britânico The Daily Telegraph, as enfermeiras das escolas realizaram mais de 900 destes procedimentos anticoncepcionais nos últimos dois anos. Os implantes evitam a gravidez das jovens por um período de até três anos, ao filtrar progressivamente hormônios no sangue, e são inseridos nos braços das jovens, enquanto as injeções têm uma funcionalidade anticoncepcional de três meses. O Ministro da Saúde de Reino Unido, Dr. Dan Poulter, afirmou que “as jovens menores de 16 anos podem ter acesso legalmente a anticoncepcionais e serviços de saúde sexual, e qualquer conselho que lhes seja dado será confidencial. De qualquer forma, os profissionais de saúde devem sempre animar a jovem a falar com seus pais sobre sua saúde sexual”. As normas de confidencialidade mencionadas pelo ministro britânico prohíben às enfermeiras procurar a permissão antecipada dos pais, ou inclusive lhes informar depois, sem a permissão das menores. O chefe executivo da Comunidade Médica Cristã, Dr. Peter Saunders, sublinhou que as relações sexuais à idade de 16 anos são ilegais, e que “facilitar esse comportamento sem conhecimento dos pais não é profissional, é irresponsável e moralmente errado”. Anthony Seldon, professor do Wellington College, lamentou a situação, pois considera que as relações sexuais são “a mais alta e amadurecida relação espiritual que pode existir entre dois seres humanos”. “Algo que as trivialize ou as trate como algo mundano ou fácil, particularmente para os jovens, prejudica sua habilidade de crescer e de formar adequadamente uma relação duradoura. Desvaloriza o sexo, torna-o algo ordinário, de todos os dias, como comer no McDonald’s”, criticou Seldon. Segundo informou o jornal britânico, os pais das menores expressaram no início deste ano seu mais absoluto rechaço às injeções ou implantes anticoncepcionais para suas filhas, ao saber do que estava ocorrendo nas escolas. Por sua parte, o médico e político Phillip Lee, expressou sua preocupação porque esta medida poderia levar os jovens a uma maior promiscuidade e ao aumento de doenças sexualmente transmissíveis entre eles. voltar ao início | comentar a notícia | arquivo Bispo expulso pelos lefebvristas pede renúncia do superior geral Bernard Fellay LONDRES, 30 Out. 12 (ACI/EWTN Noticias) .- O Bispo que negou o holocausto judeu e que recentemente foi expulso pela Fraternidade Sacerdotal São Pio X (FSSPX ou lefebvristas), Richard Williamson, assegurou que ele é fiel ao legado do arcebispo Marcel Lefebvre –que morreu excomungado em 1991– e solicitou a renúncia do superior geral da instituição, o Bispo Bernard Fellay. Em uma carta aberta com data de 19 de outubro, dirigida a Fellay, Williamson “agradece” o superior geral por ter comunicado a decisão da FSSPX de expulsá-lo da instituição. Depois de enumerar uma série de "ordens mais ou menos desagradáveis" do superior geral que ele obedeceu "sem falta", Williamson assinala ainda que com o Concílio Vaticano II, os papas "parecem ser católicos mas em realidade são liberais, falam com a direita mas atuam à esquerda, caracterizam-se então pela contradição, a ambigüidade, a dialética hegeliana, e em poucas palavras, a mentira". Para o Bispo expulso pelos lefebvristas –que estão em diálogo com a Igreja Católica buscando um possível ingresso à plena comunhão com a Sé Apostólica–, "Deus não abandona as almas que não querem abandoná-lo, e então Ele vem à ajuda do pequeno resto de almas católicas que não querem seguir a apostasia fofa do Vaticano II". Williamson se refere logo ao arcebispo Marcel Lefebvre, como aquele que Deus supostamente envia para resistir "à traição dos prelados conciliares. Respeitando a realidade, não procurando conciliar o irreconciliável, negando-se a sonhar, este arcebispo fala com claridade, coerência e verdade". Richard Williamson escreveu também que "ajudados pelos meios de comunicação e os governos, eles fizeram tudo para desacreditar, desonrar e desterrar o valente arcebispo. Em 1976, Paulo VI o suspendeu a Divinis e em 1988, João Paulo II o ‘excomungou’". Para "piorar" a situação que segundo Williamson, desde o ano 2000 a FSSPX se aproxima de Roma e se mostra favorável à "hermenêutica da continuidade" proposta por Bento XVI: "dito de outro modo, o chefe da Fraternidade fundada em 1970 para resistir às novidades do Concílio, propõe conciliá-la com o Concílio". Para o bispo expulso por desobediência da FSSPX, "o Superior Geral, o Conselho Geral e o Capítulo Geral da FSSPX quiseram reter como mascote Dom Lefebvre, de todas maneiras eles têm um novo pensamento que passa por cima de razões muito graves pelas quais ele (Lefebvre) fundou a Fraternidade. Eles a levam à sua ruína por uma traição pelo menos objetiva, completamente paralela à do Vaticano II". Depois de reiterar que em sua opinião, "a tradição católica e o Vaticano II são irreconciliáveis", Williamson questiona a decisão de sua expulsão e considera que "a história se repete, e o diabo sempre retorna à carga" tentando harmonizar o Concílio com a tradição. Esta é uma perspectiva que o Papa Bento XVI questionou em distintos momentos de seu pontificado propondo a "hermenêutica da continuidade", que estabelece que o Concílio Vaticano II não rompeu com a autêntica Tradição católica mas está em continuidade com ela, algo que os lefebvristas se negam a aceitar até o momento. Na carta, publicada pelo site francês Rivarol, Williamson reitera sua fidelidade a Lefebvre e diz a Fellay que "se você tivesse sido fiel à sua herança e eu tivesse sido notavelmente infiel, eu reconheceria com todo prazer seu direito de expulsar-me ". "Sendo as coisas como são, espero não faltar com o respeito ao seu ofício sugerindo-lhe que pela glória de Deus, pela salvação das almas, pela paz interior da Fraternidade, e pela sua própria salvação eterna, você teria feito melhor renunciando como Superior Geral que me expulsando-me", conclui. voltar ao início | comentar a notícia | arquivo Presidente do CELAM defende a América pró-vida e família ROMA, 29 Out. 12 (ACI/EWTN Noticias) .- Com ocasião do Sínodo dos Bispos que se celebrou em Roma sobre a Nova Evangelização, o Presidente do Conselho Episcopal Latino-Americano, Dom Carlos Aguiar Retes, recordou que os políticos católicos latinos devem rechaçar o aborto em qualquer das suas variantes, assim como defender a união matrimonial entre um homem e uma mulher. "Eu acredito que cedo ou tarde vai ser necessário voltar a valorizar de forma mais ampla e mais consciente a ideia e o conceito cristão de que o matrimônio é entre um homem e uma mulher", expressou o Bispo mexicano em entrevista com o grupo ACI no dia 22 de outubro em Roma. Quanto à legalização das uniões homossexuais, o Prelado explicou que "está muito clara a doutrina da Igreja em coincidência com a natureza mesma do ser humano e que nos manifesta como estamos feitos o homem para a mulher, e a mulher para o homem, o qual se vicia e se tergiversa quando não é desta forma". Ao ser perguntado sobre o direito à vida dos nascituros, considerou que os políticos católicos da América Latina devem "afirmar os direitos humanos fundamentais. Estes que desde 1948 já estão bem expressos. E considerar em todo sentido a centralidade da pessoa humana. A dignidade humana como ponto de partida para qualquer legislação". "Se a dignidade humana for o centro, a vida é sua expressão, e temos que cuidar muito à vida desde a sua concepção até a morte natural", sublinhou. Segundo Dom Retes, o Sínodo está acontecendo com um grande espírito, e com um ânimo muito entusiasta, devido a que a maioria dos bispos participa pela primeira vez no Sínodo, e isto "faz com que tragam muito ímpeto, e muita vontade de compartilhar e participar". O Presidente do CELAM indicou que os principais temas que estão sendo abordados para a elaboração do documento final do Sínodo, constatam que a Nova Evangelização "é um fato. Já levamos um caminho andado nesta Nova Evangelização", disse. Dom Retes indicou também, que outro tema importante na elaboração do texto é a eclesiologia de comunhão da igreja particular como peça medular, e peça fundamental e indispensável para a Nova Evangelização. Neste sentido explicou que no sínodo "se percebeu a necessidade que temos dos movimentos como carismas e espaços de formação dos leigos, e destacou a necessidade de estar integrados na marcha de cada igreja local que é onde eles estão presentes". "Evidentemente se reconhece sua contribuição e também seu lugar dentro do espaço da pastoral da diocese e da paróquia, mas o que pedem os padres sinodais é a abertura dos movimentos para integrar-se aos ritmos pastorais paroquiais". Por outro lado, o Prelado expressou que o clero latino-americano está contribuindo principalmente com sua experiência à luz de Aparecida, em cujo documento final concluíram entre outras coisas que "com um tom evangélico e pastoral, uma linguagem direta e propositiva, um espírito interpelante e alentador, um entusiasmo missionário e esperançado, uma busca criativa e realista, o Documento quer renovar em todos os membros da Igreja, convocados a ser discípulos missionários de Cristo, ‘a doce e confortadora alegria de evangelizar’". "Foi tão insistente nas intervenções as referências ao documento de Aparecida que os mesmos Padres Sinodais começaram a perguntar-se o que era e onde podiam consegui-lo. E então, a Pontifícia Comissão para a América Latina ofereceu o texto de Aparecida em latim aos padres sinodais", disse. Finalmente, o Prelado assinalou que os latino-americanos vivem todos os dias a Nova Evangelização em diversos países do mundo, e especialmente nos Estados Unidos, onde representam ao 50 por cento da população católica. Os latino-americanos presentes nos Estados Unidos da América "são uma grande riqueza. Assim o valorizam os bispos. Sua religiosidade e suas expressões públicas de fé vieram a dar um toque à Igreja dos Estados Unidos muito favorável, com o qual inclusive se defendem da forte influencia do secularismo". Neste sentido, afirmou que se "os Estados Unidos não chegaram aos mesmos níveis de secularismo que Europa, é devido, em boa parte, à presença dos latino-americanos", concluiu. voltar ao início | comentar a notícia | arquivo Missa e concerto em Veneza recordam 100 anos do nascimento do Papa João Paulo I ROMA, 30 Out. 12 (ACI/EWTN Noticias) .- Com uma Missa na Basílica de São Marcos em Veneza (Itália) os fiéis recordam hoje o centenário do nascimento de João Paulo I, atualmente em processo de beatificação e conhecido como "o Papa do sorriso". Albino Luciani, nome de Batismo de João Paulo I, nasceu em 17 de outubro de 1912. Foi Patriarca de Veneza entre 1969 e 1978. Eleito pelos cardeais para suceder o Papa Paulo VI, foi Pontífice durante 33 dias, entre 26 de agosto e 28 de setembro de 1978. A Missa em Veneza será celebrada a partir das 18:00h e será presidida pelo Patriarca Francesco Moraglia, acompanhado pelos bispos da região. Seguirá logo, às 20:30h um concerto de música sacra oferecido pela Procuradoria da basílica de São Marcos, o Instituto Polonês de Roma e a Fundação Capella Cracoviensis de Cracovia. Nos intervalos serão lidos textos de João Paulo I. O programa do concerto está dedicado a dois dos maiores representantes da escola veneziana do século XVII: Giovanni Gabrieli compositor, organista e maestro da capela da basílica de São Marcos, cujo 400º aniversário de falecimento (1612) também será recordado na ocasião e Mikolak Zielenski, compositor, organista e maestro de capela ligado à Colegiata de Lowicz. voltar ao início | comentar a notícia | arquivo Médicos confirmam milagre que permitiria a canonização da primeira santa colombiana MEDELIM, 30 Out. 12 (ACI) .- Um segundo milagre confirmado no dia 14 de junho deste ano pelos médicos convocados pela Congregação para as Causas dos Santos no Vaticano poderia ser o passo decisivo para que a beata colombiana Laura de Jesus Montoya Upegui, seja canonizada em abril de 2014. Segundo informa o jornal colombiano El Tiempo, para o anúncio da canonização da beata colombiana só falta que as autoridades vaticanas, no próximo 10 de dezembro, validem o milagre constatado pelos cientistas através de um decreto que deverá ser aprovado em seguida pelo Papa. O milagre realizado por intercessão da até agora beata foi a cura de um médico que se encontrava convalescente e que, afligido por uma espécie de lupus, dano renal e uma atrofia muscular. Ele encomendou-se uma noite à Madre Laura e amanheceu completamente curado. Essa noite, segundo o relato do Dr. Carlos Eduardo Restrepo ao jornal colombiano, ele rezou: “Madre Laura, se você me tirar desta, eu me encarrego de contar ao mundo inteiro o seu milagre para que você seja elevada aos altares’". "Tenho uma lacuna. Não sei se tive uma experiência extracorpórea ou se imaginei, ou se foi o subconsciente, mas quando me encomendei à beata senti uma paz maravilhosa", afirmou. O médico curado pela intercessão da beata colombiana disse ainda que "quando você sabe que não tem nenhuma chance e ainda assim fica curado, então isso é um milagre", assinalou. Ir. Aída Orobio, atual superiora da Congregação das Irmãs Missionárias de Maria Imaculada e Santa Catarina de Siena (conhecidas como Missionárias de Maria), fundada pela Beata Laura Montoya, assinalou que "nem aqui, em sua terra natal, as pessoas chegam a ter noção do valente e maravilhosa que foi esta mulher". "Em uma época em que a mulher devia estar ao lado do homem, Laura se atreveu a seguir o chamado de Deus, apesar de ser chamada de louca", assinalou. A conversão da beata, que trabalhava como educadora, conforme conta Aída Orobio, começou com seu encontro com um grupo de indígenas que sofriam diversos abusos e acreditavam não ter alma. "Como é possível que vivam em tal marginalização e afastados de Deus, se são tão colombianos como qualquer outro e foram os primeiros habitantes destas terras", perguntava-se. Eventualmente se mudou ao interior da selva colombiana, e começou a viver e a evangelizar os indígenas, apesar das dificuldades e ataques que sofreu pelos latifundiários da região. A Beata Laura Montoya faleceu no dia 21 de outubro de 1949, no lugar que hoje se converteu em museu e convento na cidade colombiana de Medellín. A congregação de religiosas que fundou se estendeu pela África, América e Europa. Em seus últimos dias, "tinha um grande senso de humor”. “Burlava-se santamente de tudo, sobre tudo dela mesma. Quando iam visitá-la, dizia: ‘Venham conhecer o monstro'". Madre Laura teve uma dura enfermidade e chegou a pesar cerca de 150 quilogramas. A beata teve uma inchação em todo o corpo, particularmente nas pernas, e mesmo no sofrimento não perdia seu bom humor. voltar ao início | comentar a notícia | arquivo |
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