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| 1. Vendo aquelas multidões, Jesus subiu à montanha. Sentou-se e seus discípulos aproximaram-se dele. 2. Então abriu a boca e lhes ensinava, dizendo: 3. Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos céus! 4. Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados! 5. Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra! 6. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados! 7. Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia! 8. Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus! 9. Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus! 10. Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus! 11. Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim. 12. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós. | ||
De: <nascimentoja@shaw.ca>
Data: 24 de fevereiro de 2013 20:55
Assunto: [catolicos_respondem] TEMPO DA QUARESMA (2013-11) UMA MISSA OCULTA Som !
Para:
TEMPO DA QUARESMA
Sabeis que sois um templo do Senhor! Criados para a Glória !
(2013-11) UMA MISSA OCULTA OU DESCONHECIDAO !
"E eles contaram o que lhes tinha acontecido pelo caminho e como Jesus se lhes dera a conhecer no partie do pão"(Lc.24,35).
A história de Lucas a respeito dos discípulos a caminho de Emaús, tem sido conhecida como a "Missa oculta".
Isto aconteceu no Domingo de Páscoa, e dois dos discípulos de Jesus iam a caminho de Emaús, a cerca de 12 Km de Jerusalém.
Jesus tinha sido crucificado e aqueles dois homens iam a discutir o que tinha acontecido e tudo quanto se ia dizendo (como se faz hoje sobre a resiganção de Bento XVI).
Então Jesus juntou-Se a eles, mas eles não o reconheceram (como tinha acontecido a Madalena quando viu Jesus depois da ressurreição).
Talvez porque fosse já de noite ou porque Jesus se vestia com uma túnica até aos pés, ou ainda porque não estavam a fazer conta com Ele, que acabava de ser crucificado.
Como Jesus notasse que O não tinham reconhecido, começou a explicar-lhes as Escrituras sobre o que havia de acontecer a Jesus, o Messias, a respeito da Sua morte e ressurreição.
E nesta altura já os corações dos discípulos, como que ardiam dentre deles.
Por delicadeza e cordialidade convidaram Jesus, porque já era tarde, a ficarem com eles.
Jesus aceitou e, na hora da refeição, Jesus abençoou e partiu o pão, como era costume entre Ele e os seus discípulos.
Foi então que os discípulos o reconheceram, mas já era tarde porque Jesus desapareceu dos seus olhos.
Isto nunca tinha acontecido aos discípulos nas outras vezes que tinham caminhado para Emaús de maneira que foi também uma grande surpresa.
Imediatamente voltaram para Jerusalém para contarem a Boa Nova da Ressurreição.
Esta história diz-nos que na Missa nós fazemos também uma caminhada para um lugar ou uma celebração onde nos vamos encontrar com o Senhor.
Nós podemos fazer esta caminhada para um lugar onde também os nossos corações se devem abrazar e iluminar, uma camimnhada onde a nossa ignorância ou incompreensão se deve tornar em alegria.
Chamando-lhes "lentos em espírito" Jesus estava a chamá-los à verdade para que compreendessem as Escrituras para que pudessem dizer, como nós fazemos na Missa quando dizems: Senhor, tende piedade de nós, Cristo tende piedade de nós.
Jesus evocando as Escrituras para lhes abrir os corações, estava a fezer o mesmo que nós devemos fazer quando vamos à Missa, isto é, ouvirmos a Palavra de Deus na Liturgia da Palavra, para a pormos em prática.
Assim como os dicípulos reconheceram Jesus no partir do pão e abriram-se-lhes os olhos, também nós devemos conhecer Jesus quando vamos comungar.
Finalmente, assim como os discípulos voltaram para Jerusalém para darem a conhecer a Boa Nova que receberam no caminho de Emaús, também nós, de cada vez que vamos à Missa e recebemos a Comunhão, devemos ficar mais iluminados e recomeçar um novo caminho que ajude os outros a proclamarem a Glória de Deus.
Esta é a grande lição que nos pode dar o Partir do pão, que nos abra os olhos para podermos reconhecer o valor da Missa e a força da Comunhão e para que a Missa não continue a ser como até aqui, uma celebração desconhecida, porventura sem a força necessária para deixarmos a nossa ignorância e modificarmos as nossas atitudes em ordem a uma vida nova.
Nascimento







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