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terça-feira, 18 de março de 2014

Da Mihi Animas




Da Mihi Animas


  • A CARIDADE ECUMÊNICA DA CANÇÃO NOVA 
  • FRANCISCO PENSOU EM ASSUMIR O NOME DE JOÃO XXIV 
  • MAIS SOBRE O CULTO PROTESTANTE NA CN 
  • NOSSA SENHORA É RETIRADA DA CANÇÃO NOVA 
  • CULTO PROTESTANTE NA CANÇÃO NOVA? UMA VERGONHA! 


A CARIDADE ECUMÊNICA DA CANÇÃO NOVA


Posted: 17 Mar 2014 05:31 PM PDT
































Muito prezada Marcela,


Salve Maria!








Critiquei os graves erros contra a Fé existentes nos livrecos do Padre Jonas Abib, da Canção Nova.






Livrecos, sim. Livrecos pelo aspecto material, mas muito mais livrecos pelo seu conteúdo sem valor, cheio de erros contra a Fé, como já demonstrei em artigos e cartas no site Montfort.






Padre Jonas defende, sem a menor cerimônia, várias heresias.






A sua falta de conhecimento doutrinário é patente. Mas quem não conhece a doutrina católica não deveria se abalançar a escrever sobre ela. Muito menos a pretender guiar milhares de pessoas no caminho que pretende ser de Deus, mas que é o do erro. Padre Jonas, por exemplo, defende que temos certeza da salvação. E isso é contra a Fé. Ele defende uma segunda vinda de Cristo na terra, quando Jesus nos disse que só virá para o juízo final.


Padre Jonas é milenarista. Por ignorância, ou não, ele é milenarista. E o milenarismo está errado.








Depois da campanha movida pela Montfort contra o uso de células embrionárias, membros da entidade que presido foram convidados a participar de programas na TV da Canção Nova, em apoio à campanha, em boa hora lançada pelo Padre Jonas Abib, contra a lei do aborto anunciada por Lula.






Apesar dos erros da Canção Nova e do Padre Jonas Abib, autorizei os membros da Montfort a apoiarem essa campanha em defesa da lei de Deus, visando obter 1.000.000 de assinaturas contra a lei de aborto.






Apoiei e apoio essa campanha contra o aborto, porque, quando se trata de defender a Lei de Deus e a justiça, ninguém pode negar a sua colaboração. Mandei que os membros da Montfort, convidados a falar na TV Canção Nova, não deixassem de afirmar que eram da entidade que presido. Várias vezes eles disseram que eram da Montfort, e até mesmo, no ar, indicaram este site. Julguei então que os membros da Canção Nova colocavam, como é de justiça, a defesa da lei de Deus acima dos interesses de sua entidade e do prestígio pessoal do Padre Jonas.






Ledo engano.






Nesta semana, quando ia ser votada a lei de biossegurança, fui convidado a falar em programas da TV Canção Nova.






Fui, com prazer, ajudar a defender a lei de Deus, e agradeci a Canção Nova a oportunidade que me dava de colaborar nessa campanha pela salvaguarda da moral católica e do direito dos embriões à vida. Disse isso mesmo, num primeiro programa de que participei, e pelo qual obtive efusivos cumprimentos, quer da Senhora apresentadora do programa, Sra. Glória, como até mesmo dos câmeras que trabalhavam no estúdio.






A seguir, deveria eu falar noutro programa, após uma hora de "louvor", que nem imaginava eu o que seria, pois jamais assisti programas da Canção Nova.






O tal "louvor" seria das 11 horas ao meio dia, do dia 3 de março.






Eu deveria falar depois das orações de "louvor".






Entrando no estúdio, vi o que nunca assistira: uma senhora declamando frases sentimentais diante de um crucifixo, num exibicionismo piegas e afetado, diante de um punhado de pessoas simples, sentadas diante dela, com música de fundo sentimental, e balançando-se lentamente. Parecia uma cena de hipnose, na qual as pessoas se esforçavam em colaborar para entrar em pseudo transe místico.






Isso seria uma brincadeira de mau gosto, se não fosse erro crasso em matéria mística, erro que pode ter conseqüências bem graves.






Logo após uma ordem-convite, as pessoas em auto hipnose, começaram a balbuciar palavras desconexas, e compreendi que estavam praticando a famosa oração em línguas. Programada, ordenada e obedecida. Como se o Espírito Santo estivesse à disposição para aquele palavrório vazio e sentimental.






Evidentemente, não poderia eu participar daquela encenação.


Que fazer?


Preparei-me para criticar tal exibicionismo afetado e pretensiosamente místico.


Ia ser um reboliço diante das câmeras.


Mas a verdade deveria ser dita.






Comecei a rezar imediatamente um terço, pedindo a Nossa Senhora que me ajudasse a agir prudentemente, mas sem contradição. Ou que fizesse acontecer algo, de última hora, que me poupasse a participação naquela pantomima pseudo mística.






Quase no momento em que deveria ser chamado para participar do programa, -- e eu estava decidido a atacar o que estava sendo feito, o que não seria nada diplomático, mas que a justiça exigia, pois a verdade está acima da diplomacia e da etiqueta -- quando, na quarta dezena do terço, inopinadamente, fui chamado para conversar com dirigentes da Canção Nova.






Uma funcionária me informou que, por um imprevisto, o programa da tarde, com o Professor Felipe de Aquino, infelizmente não seria realizado.






Logo desconfiei qual seria a razão imprevista: minhas criticas ao Padre Jonas Abib.


Isto significava que a Canção Nova colocava o prestígio do Padre Abib, a pessoa dele, acima da lei de Deus.






Um crítico do Padre Jonas não poderia colaborar na defesa da lei de Deus, na TV da Canção Nova. 






Dito e feito.


Fui levado a uma saleta, a uma mesa, onde, à minha frente, sentaram-se dois rapazes chamados Márcios, que foram educados, embora quase calados, e a meu lado, numa ponta lateral da mesa, com ares de moderno "inquisidor" uma pessoa que se apresentou como sendo Ricardo Sá.






Ele endossava uma camisa com um Jesus Cristo multi colorido, para provar ao mundo seu amor tecnicolor ao Filho de Deus encarnado.






A pessoa que disse chamar-se Ricardo Sá se queixou de que eu atacara Padre Jonas Abib no site Montfort assim como a ele também.






Na verdade, não fui eu que o ataquei.


Um leitor do site Montfort me mandou uma carta, criticando esse Ricardo Sá, porque ele dissera, em certa ocasião, que São José fora "um omisso".






Essa afirmação é uma injúria que raia a blasfêmia.






Pena que não me lembrava desse absurdo dito por Ricardo Sá, porque então eu protestaria contra essa ofensa feita por ele contra o santo pai adotivo de Cristo.






Disseram-me os dirigentes da Canção Nova que houvera um engano em me convidar, pois não haviam atinado que tinham convidado uma pessoa que atacara as obras do Padre Abib. 


E Ricardo Sá me perguntou por que chamara eu de "livrecos" os livros de Padre Jonas Abib.






Confirmei que eram mesmo livrecos, material e formalmente livrecos, e que continham heresias.






Perguntou-me Ricardo Sá, candidato a "inquisidor" com fisionomia de pedra, se eu lera todos os livros do Padre Jonas.






Respondi incontinenti que não os lera a todos, claro, porque, assim como pelo dedo se conhece um gigante, por uma heresia se conhece a má doutrina de um autor. Se uma corrente tem um anel partido, pode-se dizer que a corrente está partida, sem precisar examinar todos os demais anéis dela. Quando se constatou que uma pessoa tem câncer, pode -se dizer que ela é cancerosa. Quando um Padre diz algo herético, em livro, pode-se julgá-lo com má doutrina.






Contestou-me ele que eu era muito incisivo. E que mesmo falando a eles eu continuava incisivo. 


Respondi que aprendera esse estilo no Evangelho, pois Cristo, convidado por um fariseu a comer em sua casa -- assim como eu fora convidado a falar na TV Canção Nova -- acusou os fariseus de hipócritas e de serpentes. E quando um Doutor da Lei reclamou dizendo: "Mestre, falando assim, também ofendes a nós, Doutores da Lei" (Luc. XI, 52). Nosso Senhor contestou: "Malditos vós também, Doutores da Lei" (Luc. XI, 52).


A linguagem do Evangelho é a do sim, sim, não, não.






O "Inquisidor" da Canção Nova disse-me que deveria compreender que assim era "inviável" minha participação nos programas deles.


Respondi que compreendia que eles pensassem assim. Mas que, apesar disso, eu apoiaria a campanha deles contra o aborto, porque todo católico é obrigado a cooperar na defesa da lei de Deus, mesmo que não o aceitassem.






Disse que compreendia a atitude deles. Era fácil perceber a falta de elevação dessas pessoas, especialmente do candidato a "Inquisidor", Ricardo Sá, com sua camisa multicolorida, espalhafatosamente comprovante de seu amor extremado a Deus Nosso Senhor. Esse pretenso "inquisidor" permitia-se injuriar São José, mas não ao Padre Jonas.






Ele vestia a camisa de um Cristo tecnicolor.


Para defender Padre Abib.


Desse modo ficou comprovado que a Canção Nova coloca o nome e a pessoa do Padre Jonas Abib acima da defesa da lei de Deus.






Retirei-me.






Essa recusa da Canção Nova em aceitar minha colaboração na defesa da muralha da Fé está em completo contraste com o modo ecumênico com que Padre Jonas e a Canção Nova recebem os hereges.






Para comprovar o que digo, veja-se a seguinte notícia da Canção Nova, e registrem-se as palavras acolhedoras do Padre Jonas Abib, recebendo amistosamente hereges protestantes que recusam reconhecer a honra da Virgem Maria:






"Apresentação evangélica no Hosana Brasil .


Domingo, 05/12/2004 08h13m





"A Canção Nova apresenta um espaço evangélico na manhã deste domingo, 05 de dezembro, no Novo Centro de Evangelização, dentro do evento Hosana Brasil.




"Esse momento evangélico conta com as presenças do Ministério Vencedores por Cristo, existente há mais de 30 anos, desenvolvendo um trabalho musical por todo o Brasil. São músicos, na maioria profissionais, que dedicam parte de seu tempo para compartilhar o amor de Deus às pessoas através de seus talentos e dons.


"A outra presença é do cantor evangélico João Alexandre, músico, intérprete, compositor e arranjador, que já participou de muitas produções e trabalhos marcantes da música evangélica, recebendo o apoio da missão Vencedores por Cristo, que atualmente distribui, divulga e presta serviços na área de propaganda e vendas para João Alexandre.




"Queremos viver a espiritualidade da Comunhão. Que este espaço esteja aberto a todos aqueles que estão dispostos a anunciar o Evangelho, levando-o a todas as pessoas", disse Pe. Jonas Abib no final do show, alegrando-se com a presença dos músicos evangélicos na Canção Nova.


Adriana Tomazella Jornalismo Canção Nova











Quer dizer que Padre Jonas Abib se alegra com a presença de músicos evangélicos, como anunciadores do Evangelho, na Canção Nova, embora esses hereges recusem reconhecer a Virgindade perpétua de Nossa Senhora e aceitar o Papa como pastor supremo da Igreja.


Mas, se alguém ataca -- com justiça -- as heresias de Padre Jonas, então a pessoa que ousou praticar esse crime de lesa Abib não é bem vinda na Canção Nova. Mesmo que seja para cooperar na defesa da lei de Deus contra uma lei iníqua que permite matar embriões.






Assim é o ecumenismo: todo sorriso para hereges. Todo multicoloridamente duro para com católicos.






Num outro de seus livrecos, Padre Jonas Abib escreveu sobre os hereges protestantes:





"[Eles] São irmãos nossos, e nós os amamos, porque trazem alguns traços da nossa família. Por isso não os desprezamos-- eles sim nos desprezam, nos atacam -- mas sabemos que são irmãos e os queremos como irmãos" (...) 


"Nós, católicos, precisamos nos preparar para recebê-los de volta. Em vez de continuar cedendo aos ataques protestantes, especialmente das seitas que nos consideram fora da salvação e nos rotulam de idólatras e de tantas outras tantas inverdades, precisamos nos preparar para receber de volta nossos irmãos que se separaram. Eles nos atacam: nós os recebemos como irmãos que precisavam voltar à única Igreja, que começou há mais de dois mil anos, quando Jesus entregou a Pedro as chaves do Reino dos Céus, dando-lhe autoridade" (Padre Jonas Abib, Reinflama o Carisma, edições Loyola, São Paulo, 2.003, pp 76-77).





Não foram palavras semelhantes que me dirigiu o senhor que se me apresentou como sendo Ricardo Sá, em nome da Canção Nova, aquele que se permite chamar São José de "omisso".






O "amor" ecumênico só vale para hereges que atacam o Papa e Nossa Senhora. 


Quem ataca Padre Jonas Abib, para esse, não há palavras acolhedoras, mas convite para se retirar, ainda que ele esteja cooperando para a defesa da lei de Deus.






Isso comprova como o ecumenismo da Canção Nova coloca a reputação do Padre Jonas Abib acima da honra de Nossa Senhora e do Papa. Recusar os dogmas marianos e a suprema autoridade do sucessor de São Pedro não torna os hereges protestantes impossibilitados de participar de atividades da Canção Nova. Porém, atacar Padre Jonas Abib pelas heresias que escreve em seus livrecos, ah! Isso é imperdoável.






Assim "raciocina" a Canção Nova. Assim julga seu candidato a "inquisidor", que disse chamar-se Ricardo Sá, aquele que se permite chamar São José de "omisso", mas que exibe sua fé impoluta através de uma camisa com um Cristo multicolorido. 










Contradições da Canção Nova.






Contradições do ecumenismo, ainda que muticolorido.






Que Deus tenha pena deles.





In Corde Jesu, semper, 




Orlando Fedeli















FRANCISCO PENSOU EM ASSUMIR O NOME DE JOÃO XXIV


Posted: 17 Mar 2014 05:18 PM PDT








































Papa Francisco havia pensado em chamar-se João XXIV!








É o que afirma Dom Loris Capovilla ao jornal italiano "L'Eco di Bergamo" num especial sobre 






o primeiro ano de pontificado de Francisco publicado nesta quinta-feira. Capovilla, 98 anos, 






ex-secretário particular de Papa João XXIII, foi criado cardeal por Papa Francisco no 






Consistório de fevereiro passado. 






"Papa Francisco e Papa João têm muitas semelhanças – 






explica Capovilla. Sim, o cardeal Bergoglio havia pensado ao nome de João, queria ser o 






sucessor de João XXIII. Mas havia pensado também em Francisco". Depois, Jorge Mario 






Bergoglio falou com o cardeal brasileiro Hummes, que lhe disse para não esquecer dos 










pobres. "Assim, Bergoglio escolheu Francisco. Mas Papa João estava nos seus pensamentos.


















MAIS SOBRE O CULTO PROTESTANTE NA CN


Posted: 17 Mar 2014 05:12 PM PDT












Salve Maria! 


Aqui está a matéria da própria CN, sobre a reza ecumênica. 


Boa Leitura.


****


Cristãos evangélicos e católicos rezam juntos na Canção Nova






Na tentativa de realizar a palavra de Jesus que está no Evangelho de São João, "Que todos sejam um para que o mundo creia" (Jo 17, 20-26), cristãos evangélicos e católicos participam juntos do Encristus, na Comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP).


O Encontro de Cristãos na busca da Unidade e Santidade (Encristus) acontece entre os dias 14 e 16 de março, com o tema "Ele pôs em nossos lábios a palavra da reconciliação" (2 Co 5:19).


Centenas de pessoas, vindas de diversas partes do Brasil, participam do evento e representam Igrejas Evangélicas e novas expressões da Igreja Católica de todo o país. São padres, pastores, bispos, religiosos e religiosas, membros de movimentos e novas comunidades. Todos na busca da unidade cristã.




Dom Francisco Biasin é bispo na Diocese de Volta Redonda (RJ) e presidente da Comissão Episcopal da CNBB para o diálogo inter-religioso e o ecumenismo. (FOTO: Natalino Ueda/CN)


De acordo com o bispo católico, Dom Francisco Biasin, a principal característica do Encristus é a presença do Espírito Santo que une os cristãos de várias denominações, de várias Igrejas, na busca da unidade e santidade.


"Não é um encontro promovido pelas instituições eclesiásticas, como a CNBB, por exemplo, ou alguma Igreja evangélica. Mas é uma vocação que membros das Igrejas, a partir de uma forte experiência com o Espírito, têm na busca da unidade. Atendendo, portanto, ao chamado, ou melhor, à oração de Jesus que diz: "Pai, que todos sejam um para que o mundo creia", tendo a consciência plena de que a unidade é essencial para que o Corpo de Cristo una cada vez mais os membros de Igrejas diferentes", afirmou o bispo.


Neste mesmo sentido, o pastor evangélico Jamê Nobre, considera que o encontro tem uma importância singular por fazer descobrir a vida de Deus entre os cristãos e animá-los na caminhada. "A minha aproximação do Encristus tem me dado força para eu caminhar onde estou. A partir do Encristus eu consigo ver coisas no meu ambiente que não vejo estando dentro dele".




Pastor Jamê Nobre, membro de Igreja Evangélica. (FOTO Natalino Ueda/CN)


"Quando me afasto um pouco do meu normal, da minha caminhada comum, e me afasto estando no Encristus, eu vejo coisas que não veria. Então ali recebo de Deus algumas direções, algumas abordagens que me ajudam a pensar nos irmãos onde estou", ressaltou.


Pela segunda vez a Comunidade Canção Nova acolhe este evento ecumênico. A primeira edição do Encristus aconteceu em 2008, na cidade de Lavrinhas, interior de São Paulo. A casa hospeda a primeira etapa de formação da comunidade católica, o pré-discipulado. Na ocasião, participaram do Encristus, o fundador da Comunidade Canção Nova, monsenhor Jonas Abib e Luzia Santiago, cofundadora.


Para o diácono Fabiano de Albuquerque, membro da comunidade católica, ao sediar um evento como o Encristus, a Canção Nova também visa colaborar para que a palavra de Jesus – "Que todos sejam um" – se concretize.




Diácono Fabiano de Albuquerque faz parte do clero da Diocese de Lorena, no interior paulista. (FOTO: Natalino Ueda/CN)


"Que seja dissipada do meio dos cristãos a divisão, a desavença, a falta de unidade. O que a Canção Nova quer com este encontro, além de oferecer um espaço maior para nós do Encristus, é fazer acontecer a unidade. Que tudo aquilo que está sendo dito nas pregações seja vivido, que eles levem para as suas comunidades. Por isso a Canção Nova abre as suas portas, para que todos sejam um", afirmou.


Esta unidade, segundo o pastor Jamê Nobre, não é uma teoria, como acontece no caso das doutrinas. Para ele, a comunhão é uma possibilidade certa e necessária, e que deve se manifestar em gestos concretos.


"A comunhão significa sentar com você e tomarmos um café juntos; orarmos, principalmente orarmos, e permitir que os dons do Espírito Santo fluam entre nós. É necessário que eu saia da minha cidade e vá até a sua; orarmos juntos, buscar de Deus o que Ele tem a nos dizer, e certamente quando estamos juntos, Deus fala".


O Encristus segue até este domingo, 16, com uma programação que inclui palestras ministradas por padres, bispos e pastores, além da celebração da "Ceia do Senhor, Missa e Culto simultâneos". Para conhecer melhor o projeto, acesse o site http://www.encristus.com.br





NOSSA SENHORA É RETIRADA DA CANÇÃO NOVA


Posted: 17 Mar 2014 03:09 PM PDT

































Caríssimos,






Salve Maria!






Em tempos de "ecumenismos", a Mãe de Deus fica do lado de fora da festa. Foi o que aconteceu na Canção Nova, essa emissora que vive das doações de católicos que, muitas vezes, deixam de devolver o dízimo em sua Paróquia para sustentar os "grandes" empreendimentos desta empresa de evangelização.






Após Pe. Fabio de Melo atacar o culto à Virgem Maria - e mesmo assim continuar na emissora com seu programa " direção espiritual", a própria CN promove um panteon de fazer inveja aos gregos. As portas são abertas aos hereges protestantes que em clima de amizade conferem suas palestras, orações e até mesmo um culto. Sim! Um culto protestante!






Claro que se fosse na época de Pio XII, a Canção Nova estaria excomungada, sem dúvida.






Protestantismo sempre foi e será uma heresia, condenada pela Igreja no Concílio de Trento. Não há comunhão com os infieis, porque não pode haver aliança entre a Verdade e a Mentira, entre Deus e o demônio, entre Cristo e Lutero. Não se pode colocar o diálogo acima da Fé. Não há caridade sem Verdade. Somos chamados a dar a nossa vida pela Verdade e não compactuar com o erro, com a divisão. Nosso Senhor nos ordenou o " Ide e ensinai", não o "Ide e dialogai", sobretudo quando esse diálogo minimiza a Verdade.


Mas isso não me surpreende. É a crise da Fé, já anunciada por Fátima e La Salete; já discutida pelo Cardeal Ratzinger em seu livro " A Fé em crise?" Na canção nova não há espaço para a Verdade Católica que , no mandato do Senhor deveria ser proclamada " nos telhados". Em vez disso, os espaços são abertos aos lobos, num Xandará-lá-da-ká de línguas obscuras.






Os mártires deram a sua vida pela Fé, mas nada renegaram, não fizeram concessões, não eram ecumênicos. Nas exigência de Jesus para se entrar no céu nada há de ecumênico: " quem não comer da Carne do Filho do Homem"....."Quem não for batizado"....."Quem não junta comigo...." Assim também a Santa Virgem, em sua mensagem nada ecumênica, em Fátima.


A Canção Nova se comportou pior que os chamados " devotos escrupulosos", com suas atitudes condenadas por S. Luís de Montfort. Retirar a imagem da Virgem para que os inimigos do Imaculado Coração não se sintam " constrangidos", é grosseiro, é leviano, pior, é sacrílego, visto que trata-se de uma imensa ofensa à Nossa Senhora. 


Quem odeia a Virgem é a descendência da serpente. Fiquemos sempre do lado das gerações que A proclamarão " Benedicta."









Dom Bento Albertin , Prior do Mosteiro Beneditino da Bolonha, escreveu:


"Imaginemos que eu vá preparar uma festa na minha casa. Porém, antes dos amigos chegarem, eu digo a minha mãe:








- Mamãe, eu lhe amo muito viu. Mas a senhora vai ficar trancada no quarto na hora da festa, vou tirar suas fotos e não vou nem falar no nome da senhora. Ah sim, desculpa, mas a senhora atrapalha, a senhora me divide dos amigos. Mas, olha, mamãe, eu gosto muito da senhora viu, não me leve a mal, ta? Depois a gente se fala, amanhã, quem sabe, depois da festa...








Pois é, alguém teria coragem de fazer isso com sua própria mãe? Não? E teria coragem de fazer isso com a MÃE DE DEUS, a quem o Senhor escolheu sobre todas as mulheres da terra, plena de graça, e nos deu por mãe aos pés da cruz? Ela, a quem os Santos Padres chamaram de "Toda-poderosa em súplica"? 


Reflitamos, amigos..."






À Canção Nova, nosso repúdio.






À Santissima Virgem Maria, nossa reparação






À Igreja Católica - fora da qual ninguem poderá se salvar - a nossa fidelidade até o fim.






Pe. Marcélo Tenorio


















CULTO PROTESTANTE NA CANÇÃO NOVA? UMA VERGONHA!


Posted: 17 Mar 2014 04:30 AM PDT


















Caríssimos,

Salve Maria!


Entre tantas notícias da CN, desde a dança sacrílega com o Santíssimo Sacramento, passando pela censura que o diretor impôs a um padre por denunciar o PT em sua homilia VEJA, vem mais uma que colocamos aqui. Hereges protestantes em culto na própria emissora "católica". Perceba o cenário: bem diferente do usual. Cadê o crucificado? Cadê o Ícone de Nossa Senhora?. Uma Vergonha, Canção Nova! Uma vergonha!


****


Muitos católicos ficaram escandalizados com as ações tomadas pela TV Canção Nova para a produção do EUCRISTUS (Encontro de Cristãos na Busca de Unidade e Santidade). A emissora convidou personalidades protestantes para falar e transmitir suas palavras AO VIVO, ou seja, sem preocupação alguma do tipo de conteúdo que seria dito aos fiéis, o resultado não poderia ser mais trágico.



O pastor José Carlos disse abertamente que o Espírito Santo inspirou a eles (ele e sua esposa) pra formarem uma só Igreja através do ecumenismo. O que vai frontalmente contra a doutrina católica que ensina com todas as letras que a verdadeira unidade do cristianismo se dá na adesão ao catolicismo. Fechando com chave de ouro, o pastor convidou aos presente «Venham nos fazer uma visita, venham conhecer nossa comunidade»


Outros esforços foram feitos para agradar os protestantes, entre eles a remoção da imagem do crucificado da cruz (imagem acima) e a remoção do ícone de Nossa Senhora do local.



Entre os absurdos que a Canção Nova permitiu, aconteceu um CULTO PROTESTANTE dentro de suas dependências, no Auditório São Paulo enquanto os católicos estavam assistindo a Santa Missa.


Se é preciso esconder a face católica para que se tenha ecumenismo, então não existe ecumenismo algum.







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Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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