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quarta-feira, 9 de abril de 2014

Da Mihi Animas




Da Mihi Animas


  • Síria: Padre Jesuíta Espancado e Morto. E 13 Cristãos Decapitados por Terroristas Islâmicos
  • MAIS UMA ENTREVISTA DE FRANCISCO!
  • Francisco convida Ervin Kräutler, bispo do Xingu, como colaborador na elaboração da encíclica sobre ecologia
  • PAPA DISTRIBUIRÁ EVANGELHOS DE BOLSO
  • Nota da CNBB sobre os 50 anos do golpe civil-militar

Síria: Padre Jesuíta Espancado e Morto. E 13 Cristãos Decapitados por Terroristas Islâmicos


Posted: 08 Apr 2014 02:51 PM PDT













O padre holandês, Frans van der Lugt, que vivia desde 1966 na Síria, foi espancado e morto com dois tiros na cabeça dentro do seu monastério na cidade síria de Homs. Ele tinha 75 anos (foto acima) e tinha se recusado a deixar a cidade depois que começou o conflito entre o governo e as milícias terroristas islâmicas. O Vaticano confirmou a triste notícia.




O site Rome Reports fez um vídeo sobre a morte do padre e lembrou que ele tinha feito um vídeo pedindo ajuda aos pobres e carentes do país e tinha recebido a ONU para relatar o que estava acontecendo na cidade de Homs. Vejam vídeo abaixo.








Também foi noticiado que milícias terroristas ligadas a Al-Qaeda atacaram uma cidade síria na fronteira com a Turquia, chamada Kessab, que é conhecida pela grande presença de cristãos armênios. Eles mataram 80 pessoas, decapitaram pelo menos 13 cristãos, profanaram igrejas cristãs e roubaram as residências. 3 mil cristãos armênios fugiram da cidade, mas muitos não conseguiram fugir, pois não tinham condições físicas ou tinha de cuidar dos mais velhos.








Será que a Igreja Católica agora vai se levantar, vendo mais um padre sendo morto e testemunhando mais cristãos sendo decapitados pelo Islã?






Rezemos pelo padre der Lugt. Ele era conhecido como um padre que queria dialogar com os muçulmanos. Parece-me que a morte dele é mais uma prova que este diálogo deve ser feito entendendo o que significa o Islã, como o Islã diz que os infiéis devem ser tratados.



























FONTE










MAIS UMA ENTREVISTA DE FRANCISCO!

Posted: 08 Apr 2014 08:11 AM PDT

























Cidade do Vaticano (RV) - Foi transmitida na noite desta quinta-feira pela televisão pública flamenga da Bélgica VRT, a entrevista que o Papa Francisco concedeu a alguns jovens belgas, em 31 de março passado, no estúdio do palácio apostólico, no Vaticano. A iniciativa nasceu de um projeto de comunicação da Pastoral da Juventude das Flandres: os jovens, acompanhados pelo bispo de Gent, Dom Lucas Van Looy, fizeram-lhe as perguntas em inglês e o Papa as respondeu em italiano.








Foi um encontro alegre e familiar, num clima de grande simplicidade: entre os jovens encontrava-se também uma jovem agnóstica que diz sentir-se inspirada pelas palavras do Papa Francisco.










Perguntaram-lhe, em primeiro lugar, por qual motivo aceitou a entrevista. O Papa respondeu que para ele é um serviço precioso falar à inquietude dos jovens. Depois, uma pergunta à queima-roupa: "O senhor é feliz? E por que é feliz?"










"Absolutamente! Absolutamente sou feliz (disse sorrindo)!... E é também uma felicidade tranquila, porque a esta idade não é a mesma felicidade de um jovem, há uma diferença. Mas uma certa paz interior, uma paz grande, felicidade, que chega com a idade, também. E inclusive com um caminho que sempre teve problemas. Também agora existem problemas, mas essa felicidade não vai embora com os problemas, não: enxerga os problemas, sofre por causa deles e segue adiante, faz algo para resolvê-los e segue adiante. Mas no fundo do coração há esta paz e esta felicidade. Para mim, verdadeiramente, é uma graça de Deus. É uma graça! Não é mérito próprio."










Os jovens perguntaram o motivo de seu grande amor pelos pobres: "Porque é o coração do Evangelho", respondeu Francisco:










"Para mim, o coração do Evangelho é dos pobres. Dois meses atrás ouvi que uma pessoa disse, por isto, por falar sobre os pobres, por ter essa preferência: "Esse Papa é comunista!" Não. Essa é uma bandeira do Evangelho, não do comunismo: do Evangelho! Mas a pobreza sem ideologia, a pobreza... E por isso creio que os pobres estão no centro do anúncio de Jesus. Basta ler o Evangelho. O problema é que depois, algumas vezes, na história, essa postura em relação aos pobres foi ideologizada."










A jovem agnóstica perguntou ao Papa qual é a mensagem que ele tem para todos os jovens:










"Todos somos irmãos, crentes, não crentes, desta ou de outra confissão religiosa, judeus, muçulmanos... todos somos irmãos! O homem está no centro da história, e isso para mim é muito importante: o homem é o centro. Neste momento da história o homem foi tirado do centro, foi jogado na periferia, e no centro – ao menos neste momento – está o poder, o dinheiro, e nós devemos trabalhar em prol das pessoas, do homem e da mulher, que são a imagem de Deus."










Hoje "entramos numa cultura do descarte", prosseguiu o Papa. "As crianças são excluídas – não se quer crianças, queremos menos crianças, famílias pequenas: não se quer crianças. "










"Os anciãos são excluídos: muitos deles morrem em decorrência de uma eutanásia escondida, porque não se cuida deles e acabam morrendo. E agora os jovens são excluídos."










O Santo Padre recordou que na Itália o desemprego juvenil dos 25 anos abaixo é de quase 50%. Mas recordando seus encontros com alguns jovens políticos argentinos, afirmou ter confiança neles e na vontade deles de concretude:










"E fico contente porque eles, quer de esquerda, quer de direita, falam uma nova música, com uma nova música, um novo estilo de política. E isso me dá esperança. E creio que a juventude, neste momento, deve assumir a luz e seguir adiante. Que sejam corajosos! Isso me dá esperança."










Perguntado sobre a busca que o homem faz de Deus, o Papa respondeu:










"Quando o homem encontra a si mesmos, busca Deus. Talvez não consiga encontrá-lo, mas segue num caminho de honestidade, buscando a verdade, por um caminho de bondade e um caminho de beleza... está num bom caminho e seguramente encontrará Deus! Mais cedo ou mais tarde o encontrará. Mas o caminho é longo e algumas pessoas não o encontram, na vida. Não o encontram conscientemente. Mas são muito verdadeiras e honestas consigo mesmas, muito boas e muito amantes da beleza, que acabam tendo uma personalidade muito madura, capaz de um encontro com Deus, que é sempre uma graça. Porque o encontro com Deus é uma graça."










Um jovem perguntou-lhe o que seus erros lhe ensinaram. O Papa Bergoglio afirmou que os erros são "grandes mestres de vida":










"Grandes mestres: os erros nos ensinam muito. Também nos humilham, porque alguém pode sentir-se um super-homem, uma super-mulher... e a pessoa erra e isso a humilha e a coloca em seu lugar. Não diria que aprendi com todos os erros que cometi: não, creio que não aprendi com alguns deles, porque sou cabeça-dura (disse sorrindo) e não é fácil aprender. Mas dos muitos erros aprendi e isso me fez bem, me fez bem. E também reconhecer os erros. Errei aqui, errei ali, errei acolá... E também o estar atento para não voltar ao mesmo erro."










Uma jovem perguntou-lhe: "Teria um exemplo concreto de como aprendeu a partir de um erro?":










"Por exemplo, na condução da vida da Igreja: fui nomeado superior muito jovem e cometi muitos erros com o autoritarismo, por exemplo. Eu era muito autoritário: tinha 36 anos... Depois, aprendi que se deve dialogar, que se deve ouvir o que os outros pensam... Mas não foi aprendido uma vez por todas! É um caminho longo."










Por fim, a última pergunta dos jovens ao Papa foi particular: "O senhor teria uma pergunta para nós?":










"A pergunta que gostaria de fazer-lhes não é original. Tomo-a do Evangelho. Onde está o seu tesouro? Essa é a pergunta. Onde repousa o seu coração? Em que tesouro repousa o seu coração? Porque onde estiver o seu tesouro será a sua vida... Essa é a pergunta (disse sorrindo), mas devem respondê-la a vocês mesmos, sozinhos, em casa..." (RL)














FONTE




Francisco convida Ervin Kräutler, bispo do Xingu, como colaborador na elaboração da encíclica sobre ecologia

Posted: 08 Apr 2014 08:06 AM PDT






Bispo de origem austríaca, missionário no Brasil, foi chamado pelo Papa Francisco para ajudá-lo na redação da próxima encíclica sobre os pobres e o cuidado do ambiente, como ele mesmo informou na entrevista concedida ao Orff Journal. A notícia foi divulgada pela agência KathPress.


A informação é de Maria Teresa Pontara Pederiva, publicada por Vatican Insider, 06-04-2014. A tradução é da IHU On-Line.





Kräutler, nascido, em 1939, em Koblach, onde a sua família está desde os idos desde os idos de 1412, primogênito de seis irmãos, pertence à Congregação dos Missionários do Preciosíssimo Sangue. Depois dos estudos de filosofia e teologia em Salzburg, em 1965 partiu como missionário na Amazônia e em 1980 foi nomeado bispo na maior diocese, em extensão geográfica, do Brasil: a diocese deAltamira-Xingu, tornando-se bispo auxiliar do seu tio Eurico, e, um ano depois, o seu sucessor.





De 1983 a 1991, Kräutler foi presidente doConselho Indigenista Missionário – CIMI, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB. Em 2006, quando D. Gianfranco Masserdotti, presidente em exercício morreu num acidente, Kräutler foi reconduzido à presidência do CIMI.


Em 1997 foi um dos quinze delegados eleitos para participar do Sínodo para a América e naquela ocasião foi o porta-voz do povo brasileiro cujo território estava sendo brutalmente saqueado.


Sempre na primeira linha na defesa das populações locais ameaçadas pelo desmatamento ao longo dos rios da Amazônia, o bispo austríaco recebeu, em 2010, o Prêmio Nobel alternativo "pelo seu compromisso a favor dos direitos humanos das populações indígenas e pela sua luta pela conservação da floresta pluvial na Amazônia".


Muitas vezes ameaçado de morte (em 1987 sobreviveu a um atentado onde foi morto o seu motorista), continuou a se posicionar ao lado das populações na defesa da dignidade humana e do ambiente da Amazônia.


A relação pobres-ambiente, muito cara a Papa Francisco desde o início do seu pontificado, para o bispo Kräutler é algo que está presente na sua ação cotidiana com a mais genuína Teologia da Libertação: a sua luta é contra a pobreza para que seja garantido a cada pessoa um trabalho e um salário justo acompanhado da promoção do reconhecimento dos direitos fundamentais, como a saúde e a defesa do território.


Kräutler, que no próximo mês de julho completa 75 anos, provavelmente apresentou ao papa Francisco, naaudiência da última sexta-feira, 5-04-2014, a sua demissão. Os temas da audiência foram, segundo Orf, os direitos dos povos indígenas, as ameaças a que são submetidos os povos indígenas com a construção das grandes barragens, os impactos e as consequências da construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte e algumas propostas para enfrentar a falta de padres numa diocese que tem a extensão geográfica equivalente à Alemanha.Kräutler informou que o Papa esperava dele "propostas corajosas e audazes".


Sobre a encíclica, se de um lado a nomeação de Kräutler (em alemão se fala de "Mitautor", isto é, co-autor, mas na realidade tratar-se-á de uma colaboração estreita) faz pensar na articulação que o Papa Bergoglio reconhece entre o cuidado da criação e a promoção da justiça (são os pobres que sofrem as mais dramáticas consequências), como o Papa lembrou na recente entrevista aos jovens flamengos, por outro lado, trata-se de um sinal que a redação da encíclica está em curso, ou, pelo menos, em fase de estudos.






FONTE




PAPA DISTRIBUIRÁ EVANGELHOS DE BOLSO

Posted: 08 Apr 2014 07:59 AM PDT













O Vaticano distribuirá uma edição de bolso do Evangelho aos fiéis que comparecerem à celebração do Ângelus no próximo domingo, na Praça São Pedro. De acordo com o Vaticano, esse foi um pedido do próprio papa Francisco. "Francisco sempre aconselhou os fiéis a terem consigo um pequeno livro do Evangelho para abrir, ler e meditar as palavras e ações de Jesus", disse o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi.


"Para ajudar a colocar em prática esse conselho, por vontade do Papa, distribuiremos gratuitamente milhares de cópias do Evangelho", afirmou. Recentemente, o Vaticano também distribuiu rosários ao público


Na ocasião, cerca de 150 voluntários fizeram as entregas


FONTE




Nota da CNBB sobre os 50 anos do golpe civil-militar

Posted: 08 Apr 2014 07:52 AM PDT

















O Conselho Episcopal Pastoral (Consep) aprovou dia 1º de abril, declaração sobre os 50 anos do golpe civil-militar, intitulada "Por tempos novos, com liberdade e democracia". O texto, assinado pela Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), alerta as "gerações pós-ditadura para que se mantenham atuantes na defesa do Estado Democrático de Direito".






Os bispos relembram "os 21 anos que fizeram do Brasil o país da dor e da lágrima" e reafirmam "o compromisso da Igreja com a defesa de uma democracia participativa e com justiça social para todos". Leia, na íntegra, a declaração da CNBB.







DECLARAÇÃO








POR TEMPOS NOVOS, COM LIBERDADE E DEMOCRACIA






A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB faz memória, neste 1º de abril, com todo o Brasil, dos 50 anos do golpe civil-militar de 1964, que levou o país a viver um dos períodos mais sombrios de sua história. Recontar os tempos do regime de exceção faz sentido enquanto nos leva a perceber o erro histórico do golpe, a admitir que nem tudo foi devidamente reparado e a alertar as gerações pós-ditadura para que se mantenham atuantes na defesa do Estado Democrático de Direito.








Se é verdade que, no início, setores da Igreja apoiaram as movimentações que resultaram na chamada "revolução" com vistas a combater o comunismo, também é verdade que a Igreja não se omitiu diante da repressão tão logo constatou que os métodos usados pelos novos detentores do poder não respeitavam a dignidade da pessoa humana e seus direitos.






Estabeleceu-se uma espiral da violência com a prática da tortura, o cerceamento da liberdade de expressão, a censura à imprensa, a cassação de políticos; instalaram-se o medo e o terror. Em nome do progresso, que não se realizou, povos foram expulsos de suas terras e outros até dizimados. Ate hoje há mortos que não foram sepultados por seus familiares.






Ainda paira muita sombra a encobrir a verdade sobre os 21 anos que fizeram do Brasil o país da dor e da lágrima. Ajuda-nos a pagar essa dívida histórica com as vítimas do regime a Comissão da Verdade que tem por objetivo trazer à luz, sem revanchismo nem vingança o que insiste em ficar escondido nos porões da ditadura.






Graças a muitos que acreditaram e lutaram pela redemocratização do país, alguns com o sacrifício da própria vida, hoje vivemos tempos novos. Respiramos os ares da liberdade e da democracia. Porém, é necessário superar a injustiça, a desigualdade social, a violência, a corrupção, o descrédito com a política, o desrespeito aos direitos humanos, a tortura… A democracia exige participação constante de todos.






Fiel à sua missão evangelizadora, a CNBB reafirma seu compromisso com a defesa de uma democracia participativa e com justiça social para todos. Conclama a sociedade brasileira a ser protagonista de uma nova história, livre do medo e forte na esperança.







Nossa Senhora Aparecida, padroeira de nossa Pátria, nos projeta com seu manto, ilumine nossas mentes e corações a fim de que trilhemos somente os caminhos da paz, da justiça e do amor.








Cardeal Raymundo Damasceno Assis


Arcebispo de Aparecida


Presidente da CNBB









Dom José Belisário da Silva, OFM




Arcebispo de São Luís do Maranhão


Vice Presidente da CNBB









Dom Leonardo Ulrich Steiner




Bispo Auxiliar de Brasília


Secretário Geral da CNBB






FONTE





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Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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