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    segunda-feira, 25 de março de 2013

    Sexo e Espionagem usados pela KGB



    Augusto d… · Correspondências · Enviar ·




    Augusto de Piabetá: 

    Sexo e Espionagem usados pela KGB


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    25/03/2013 20:43:20: Sexo e Espionagem usados pela KGB

    http://brejodospensamentos.wordpress.com/2013/03/22/sexo-e-espionagem-usados-pela-kgb/
    Palavras-chave:sexo, e, espionagem, usados, pela, kgb
    Categoria:News
    Autorização: Todos os direitos reservados

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    Augusto de Piabetá — 25/03/2013 20:46:10:

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    HOME » INDICAÇÃO DE LIVROS » SEXO E ESPIONAGEM USADOS PELA KGB
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    Antes de abordar sobre o tema principal do livro, julgo importante conceituar o que era (ou é) A KGB. Essa sigla não era apenas o serviço secreto da antiga União Soviética, era também um estado dentro de outro estado. A URSS era apenas a visão externa do sistema comunista imperante naquele país. Dentro dele havia duas importantes divisões: o próprio partido comunista e a KGB. O partido era de fato o comandante da nação. Os presidentes eram os representantes oficiais do país, mas as decisões deles não partiam deles próprios ou da assessoria, conforme plano de governo ou proposta em eleições como nos foi apresentado nos modelos políticos no lado ocidental. O colegiado do partido comunista era o chefe efetivo daquele país e os presidentes geralmente tinham muito peso nas decisões, embora não fossem majoritariamente os mandantes das decisões politicas. A KGB é o segundo núcleo responsável pelo sistema comunista, simplesmente porque era a organização que dominava os instrumentos que alimentavam a máquina, ou seja, informações (preciosas, diga-se de passagem). Uma pessoa desatenta pode entender então que a KGB era subordinada ao partido comunista e que fazia aquilo que lhe mandassem fazer. Mas não era assim. A tensão entre os dois era grande, o estado de desconfiança era permanente e as relações entre eles, bem como a unidade soviética duraram, porque ambos souberam conviver com suas dignas parcelas de poder dentro do sistema. Ambos tinham muito poder para fazer frente ao outro. E muito poder corrompe. Feitos essas observações, podemos então comentar sobre o livro.
    David Lewis, jornalista britânico, faz uma abordagem sobre a fusão entre dois instrumentos eficientes para a consecução de certos objetivos na guerra fria: sexo e espionagem. O livro, com versão de português de Portugal (1976), ganhou o nome de Sexo/ Espionagem, mas o autor aborda dentro dele como “sexespionage” ou “sexespionagem”.
    O sexo é o sexo. Não é preciso muito falar dele. Já a espionagem é importante fazer considerações. Espionagem não é aquilo apresentado nos filmes hollywoodianos: agentes secretos de terno e gravata, carros possantes, festas luxuosas e equipamentos ultramodernos. Embora haja isso, em parte, a espionagem consiste em obter informações de maneira ilegal, do posto de vista do direito público conhecido. Do ponto de vista interno do comunismo soviético, era tranquilamente legal e ratificado pelo partido. A espionagem somada ao sexo tem um fim em especial: obter informações através da chantagem. A espionagem real era mais prática e simples. Usavam-se também artifícios de desinformação e subversão para obter o desejado.
    A maneira de obtenção das informações era básica: um agente secreto prostituído seduzia a vítima, levava-a para um quarto devidamente observado com microcâmaras e microfones, lá transavam e com isso obtinha-se material suficiente para chantagear o alvo. No inicio da sexespionagem a KGB tentava obter as informações com um relacionamento entre o agente secreto e o alvo, mas isso levava muito tempo. Descobriu-se na chantagem uma maneira eficiente e rápida de se conseguir o que se queria. Não que aquela maneira tenha sido extinta, mas passou a ser apenas uma vertente do serviço.
    Os agentes secretos prostituídos eram chamados de andorinhas ou corvos para mulheres e homens, respectivamente. A forma de recrutamento basicamente se dava por uma proposta de emprego dentro do governo comunista, o que era motivo de orgulho para a família do recruta. Não era mostrado que seria desenvolvido um trabalho de sexespionagem, o soviético comum era pudico, principalmente as mulheres. Era apresentada então uma oferta de emprego burocrático ou em campo, com boa remuneração e um apartamento bem valorizado em alguma região nobre de Moscou. O recruta era iniciado na Escola Marx-Engels, uma espécie de escola básica. Lá aprendiam sobre a ideologia do partido e tinham noções de operações, como sobrevivência na selva e aulas com armas de fogo. Depois de selecionados, esses iriam para a Escola Técnica Superior Lênin, onde tinham mais aprendizado ideológico e treinamento físico e mental exaustivos. Somente depois dessas duas fases, os recrutados para a sexespionagem iam para a Casa do Amor.
    Na Casa do Amor tinham aulas técnicas sobre o sexo: os movimentos mecânicos do ato, zonas sensíveis do corpo e conhecimentos específicos sobre a genitália. Os alunos muitas vezes eram obrigados a tirarem a roupa para perderem a inibição sexual. Sobre o sexo propriamente dito, havia aulas teóricas e práticas, com professores transando no centro de uma roda de alunos, com direito a comentários dos próprios durante o ato e com paradinhas para tal. Em fases posteriores, os estudantes eram postos para dormirem nus em camas coletivas, o que após muita doutrinação sexual, acabava por despertar a depravação sexual entre eles. Essa, inclusive, era vista como um ponto fraco do homem ocidental pela KGB. Era também usado como forma de recrutamento dentro do partido, uma vez que muitos jovens queriam desfrutar de sexo e pornografia fáceis, coisa abominável na sociedade russa.
    As mulheres novas eram treinadas para atender três tipos de homens: o jovem (fazendo-se de uma mãe sexual), um homem adulto (comportando-se como uma bela amante) e um velho (reavivando a juventude sexual de outrora). As mulheres mais velhas, andorinhas experientes, eram usadas como iscas para homens velhos de alto escalão empresarial ou governamental. Era o papel delas ser uma esposa fina e elegante ao lado de um homem importante. Os homens jovens geralmente eram treinados (prostituídos) para lidarem com homossexuais, mas também os novos eram encaminhados para lidarem com mulheres mais velhas, massageando assim o ego delas. Depois de jogada uma isca para cima de um alvo com uma bela andorinha e assim o alvo não demonstrar interesse, era usado um corvo, o que resultava em sucesso. A KGB que possuía um exército em informação, sabia através de estudos de psicologia comportamental, que o homossexual gostava mais de aventuras sexuais do que os heterossexuais. Portanto, ao longo do treinamento, os corvos homossexuais eram separados da turma geral e alocados numa específica, onde tinham treinamento diferenciado. Homens mais velhos também eram usados, mas diferente dos outros, não eram treinados pela KGB: eram cooptados pelo serviço secreto em troca de dinheiro ou status, seduzindo mulheres carentes, solteiras com mais de trinta anos, viúvas ou mães solteiras.
    Dois casos de sexespionagem chamam atenção. O primeiro foi de um almirante da OTAN seduzido por uma andorinha e que durante quinze anos foi chantageado. Durante esse tempo entregou diversos documentos ultrassecretos aos soviéticos que os ajudaram a tomar decisões importantes contra o Ocidente. Depois desse longo tempo, cansou e ameaçou parar com as atividades, confessando tudo para a família e para a sociedade americana. Misteriosamente apareceu morto com um tiro nas costas ao lado do carro durante uma caçada de cervos. Laudo da necropsia: suicídio. Um jornalista americano investigou o caso, descobriu em parte algumas coisas e jogou no ventilador. Resultado: sete mortes misteriosas de oficiais do alto escalão da OTAN. Sendo dois homicídios comprovados e cinco suicídios não comprovados. O segundo caso envolve o famoso Che Guevara que teve um romance com uma andorinha chamada Laura. O militante latino-americano tinha relações com os soviéticos, mas esses notaram que ele, juntamente Fidel Castro, estavam rumando para uma forma de comunismo não conveniente aos seguidores de Lênin que tinham planos diferentes para essa parte do planeta. Enviaram Laura que acabou se apaixonando pelo argentino. Viveu um tórrido romance com Che e pensou em largar tudo para ficar com ele. Os comunistas, sabendo disso, uniram o útil ao agradável: ameaçaram os familiares de Laura e os matariam, caso ela não entregasse a cabeça de Che. O final dele todos já sabem.
    Sexo/ Espionagem, de David Lewis, não é um grande livro. A leitura às vezes é cansativa e é preciso vontade para extrair dele os pontos principais. Os soviéticos tinham a maior arma que o humano pode ter: informação. O sexo quebra orgulhos e amores patrióticos. Como o autor cita: o homem pode construir satélites espiões capazes de averiguar pequenos detalhes, mas nunca poderão fornecer o calor amoroso embaixo dos lençóis.
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    (Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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