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terça-feira, 27 de maio de 2014

ACI Digital: O Papa Francisco agradece a Nossa Senhora pela viagem à Terra Santa













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27 de maio de 2014






O Papa Francisco agradece a Nossa Senhora pela viagem à Terra Santa


ROMA, 27 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O Papa Francisco visitou na manhã de hoje a Basílica romana de Santa Maria Maior para agradecer a Mãe de Deus pelo bom êxito da viagem à Terra Santa e confiar a ela os frutos desta peregrinação.


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MANCHETES DO DIA











VATICANO
O abuso de um menor “é como uma missa negra”, denuncia o Papa Francisco e reitera tolerância zero
O Papa Francisco anuncia viagem ao Sri Lanka e Filipinas

MUNDO
Terra Santa: Extremista tenta incendiar Abadia da Dormição
O Papa Francisco agradece a Nossa Senhora pela viagem à Terra Santa
O Papa Francisco lamenta que em alguns lugares não se possa usar um crucifixo ou ler a Bíblia
Que a mensagem do Papa Francisco na Terra Santa suscite justiça e paz, espera o Patriarca de Jerusalém





Católico em Dia



Evangelho:





Santo ou Festa:
Santo Agostinho de Cantuária



Um pensamento:

Quando se deixa de acreditar em Deus, em seguida se acredita em algo.

G. K. Chesterton













VATICANO








O abuso de um menor “é como uma missa negra”, denuncia o Papa Francisco e reitera tolerância zero

ROMA, 27 Mai. 14 (ACI) .- No voo de volta de Israel a Roma, o Papa Francisco condenou mais uma vez o abuso sexual de menores cometido por sacerdotes, comparou este crime com uma “missa negra”, esclareceu que não há privilégios para os bispos que cometam este crime e anunciou que no início de junho se reunirá com um grupo de vítimas no Vaticano.

Ao ser perguntado por um jornalista sobre o que fará se encontrar um bispo que não cumpre com as normas das Igrejas locais nesta delicada matéria, o Papa Francisco esclareceu que “não há privilégios” para os pastores que cometam estes crimes.

“Na Argentina, chamamos os privilegiados de ‘filhos de papai’. Pois bem, sobre este tema não haverá filhos de papai. Neste momento, há três bispos sob investigação e um deles, já condenado, tem a pena em estudo. Não há privilégios neste tema dos menores”, explicou.

Explicou que “é um problema muito grave. Um sacerdote que comete um abuso, trai o corpo do Senhor. O padre deve levar o menino ou a menina à santidade. E o menor confia nele. E ao invés de levá-lo à santidade, abusa. É gravíssimo.”.

“É como fazer uma missa negra! Ao invés de levá-lo à santidade, o leva a um problema que terá por toda a vida”, enfatizou.

O Papa anunciou que nos primeiros dias de junho “haverá uma missa com algumas pessoas abusadas, na Santa Marta, e depois haverá uma reunião com eles. São pessoas da Alemanha, duas da Inglaterra ou Irlanda... Serão uns oito, com o Cardeal (Francis) O'Malley, da comissão. Sobre isto se deve prosseguir com tolerância zero!”.

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O Papa Francisco anuncia viagem ao Sri Lanka e Filipinas

VATICANO, 27 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O Papa Francisco confirmou que viajará em janeiro de 2015 para visitar o Sri Lanka e as regiões afetadas pelo tufão nas Filipinas. Fez esta confirmação durante a roda de imprensa que concedeu no avião de volta de Israel a Roma.

O Santo Padre explicou que “com respeito à Ásia, há duas viagens programadas. Primeira, a da Coréia do Sul para o encontro dos jovens cristãos (em agosto de 2014). E em janeiro de 2015, uma viagem de dois dias ao Sri Lanka, e depois as Filipinas às regiões afetadas pelo tufão”.

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MUNDO








Terra Santa: Extremista tenta incendiar Abadia da Dormição

JERUSALÉM, 27 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Poucos minutos depois que o Papa Francisco terminou a Missa no Cenáculo –como parte de sua visita a Terra Santa-, um desconhecido tentou incendiar a Abadia da Dormição, lugar onde a tradição afirma que a Virgem Maria teria dormido antes de ser assunta ao Céu.

A agência EFE informou que segundo testemunhas, poucos depois que o Papa deixou o lugar e quando os franciscanos retiravam as cruzes do recinto, um desconhecido ateou fogo em um livro e o colocou entre os bancos e pequenas cruzes de madeira, causando um incêndio que foi rapidamente controlado.

"Chamamos imediatamente a polícia e, felizmente, ainda havia o dispositivo de segurança por causa da visita do papa. Os bombeiros vieram e controlaram as chamas", explicou a esta agência um dos monges beneditinos que administram a abadia.

A Polícia de Israel investiga este fato. Outras testemunhas disseram a EFE que depois da Missa celebrada por Francisco, um grupo de jovens judeus ultra-ortodoxos acompanhados por um rabino tiveram uma discussão com os frades franciscanos e os acusaram de terem profanado com suas cruzes a sacralidade judaica do edifício onde está o Cenáculo.

Desde o século XII os judeus afirmam que nos alicerces deste edifício está o túmulo do rei Davi. Por este motivo as autoridades não permitem que se celebrem Missas no Cenáculo, com exceção de Quinta-feira Santa e Pentecostes. Entretanto, estenderam uma permissão especial com ocasião da visita do Papa Francisco.

Situado no Monte Sião, o Cenáculo foi durante 200 anos propriedade da Custódia franciscana da Terra Santa, mas Suleiman o Magnífico, o expropriou no século XVI e com a criação do Estado de Israel em 1948 passou a ser administrado pelos israelenses.

A parte reivindicada pelos cristãos e os edifícios vizinhos foram objeto, nos últimos anos, de repetidos ataques, pichações e manifestações de extremistas judeus que exigem a expulsão dos cristãos.


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O Papa Francisco agradece a Nossa Senhora pela viagem à Terra Santa

ROMA, 27 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O Papa Francisco visitou na manhã de hoje a Basílica romana de Santa Maria Maior para agradecer a Mãe de Deus pelo bom êxito da viagem à Terra Santa e confiar a ela os frutos desta peregrinação.

O Cardeal Santos Abril y Castelló, Arcipreste da Basílica, explicou à Rádio Vaticano que o Santo Padre ofereceu um buquê de flores a Nossa Senhora, recolhendo-se, a seguir, em oração por alguns minutos e depois cumprimentou os fiéis presentes.

Do mesmo modo, o Cardeal comentou que viu o Pontífice “muito feliz” pela visita a Terra Santa.

Durante o pontificado de Francisco, foi em várias ocasiões à basílica para rezar e apresentar suas intenções a Nossa Senhora. Também o fez na sexta-feira passada, antes de partir para Terra Santa.

Desde o início de seu pontificado em março de 2013, é a nona visita do Papa à Basílica.

O Cardeal Santos Abril y Castelló disse faz alguns dias que “o Papa Francisco sempre vem a Santa Maria Maior com muito gosto porque encontra na Mãe a guia e a inspiração para toda sua ação”.

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O Papa Francisco lamenta que em alguns lugares não se possa usar um crucifixo ou ler a Bíblia

ROMA, 27 Mai. 14 (ACI) .- Consultado sobre a liberdade religiosa e a liberdade de expressão em países asiáticos como a Coréia do Norte e China, o Papa Francisco esclareceu que “o problema da falta de liberdade para praticar a religião não é só de alguns países asiáticos. Também se dá em outros países do mundo”.

“A liberdade religiosa é algo que nem todos os países têm. Alguns têm um controle mais fácil e tranquilo, outros tomam medidas que acabam em uma verdadeira perseguição”, explicou aos jornalistas a bordo do avião que o levou de Israel a Roma.

“Há mártires. Há mártires hoje. Mártires cristãos, católicos e não católicos. Há lugares onde não se pode usar um crucifixo ou ler a Bíblia, onde não se pode ensinar o catecismo. Eu acho que hoje, se não estou errado, há mais mártires que nos primeiros tempos da Igreja”.

O Pontífice disse logo que “devemos nos aproximar destes casos com prudência para ajudar, devemos rezar muito por estas Igrejas que sofrem. Também os bispos e a Santa Sé trabalham para ajudar os cristãos destes países. Mas não é uma coisa fácil”.

“Digo uma coisa: em um país está proibido rezar juntos. Os cristãos querem celebrar a Eucaristia. Há um senhor que trabalha como operário que é sacerdote. Fazem como se estivesse tomando o chá e celebram a missa. Isto acontece hoje”, assegurou.

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Que a mensagem do Papa Francisco na Terra Santa suscite justiça e paz, espera o Patriarca de Jerusalém

JERUSALÉM, 27 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Dom Fouad Twal é o Patriarca Latino de Jerusalém e como tal dirige a Igreja Católica em Israel, Territórios Palestinos e Jordânia e é Arcebispo de Jerusalém, razão pela qual foi um dos principais acompanhantes do Papa Francisco em sua visita histórica à Terra Santa.

Ante uma viagem como esta, Dom Twal recordou que um dos momentos mais importantes foi “o encontro no Santo Sepulcro entre o Papa Francisco e o Patriarca Ortodoxo de Constantinopla Bartolomeu”.

Segundo precisa o Arcebispo de Jerusalém, “a visita é pastoral, certamente, é uma viagem espiritual como afirmou várias vezes o Papa, para rezar e dialogar com os outros, mas não falta a dimensão política. Suas palavras e gestos iluminarão tanto as pessoas comuns como os dirigentes políticos”, afirmou.

E é que conforme explica Dom Twal “a situação no Oriente Médio é muito complexa, muito complicada. O número dos refugiados na Jordânia continua em aumento com o que significa de injustiça para estas pessoas e, desestabilização para um Reino pequeno como a Jordânia. Por isso, que a paz na Síria ajudará a restabelecer o frágil equilíbrio regional, sanando por sua vez as feridas da guerra no povo sírio e fazendo com que o povo da Jordânia recupere a serenidade de vida”.

Porque os temas que o Oriente Médio enfrenta são muitos e muito variados, entre eles Sua Beatitude destaca como “tema preocupante” o despertar do fanatismo em alguns ambientes muçulmanos e judeus e afirma que “o fanatismo nunca é o caminho válido para nenhuma causa. Muito menos quando o fanatismo pretende usar o Nome de Deus. Esperamos muitas mensagens do Papa Francisco para mais justiça e paz”.

Conforme assegura o anfitrião do Papa na Terra Santa, esta visita “é muito curta e isso faz que muitos cristãos e também muitas outras pessoas não possam chegar a vê-lo. Por exemplo, em Jerusalém, onde a cidade estará literalmente blindada, apenas poucas pessoas da paróquia puderam ver o Papa indo para Belém”, por isso se une ao desejo de que “o Santo Padre possa voltar na Terra Santa para que mais gente tenha a possibilidade de vê-lo. Sabemos que seria algo totalmente fora do comum, mas seria uma coisa ótima”.

Trata-se de uma viagem que Dom Twal definiu como “uma grande alegria para todos os cristãos da Terra Santa. Certamente de um modo especial para os católicos, mas, para falar a verdade, e graças à união existencial que existe entre todos os crentes de Cristo na região, todos: católicos, ortodoxos, anglicanos, luteranos, todos aqueles que acreditam no Senhor Jesus reconhecem, admiram e amam o Papa”.

Conforme explica, “os Papas nos ensinam qual é a atitude que o cristão que vem à Terra Santa deve ter. O cristão vem como peregrino, vem para visitar os lugares santificados pela presença dos Patriarcas, dos profetas e especialmente por Jesus Cristo, para meditar nos mistérios da nossa salvação e para rezar, para unir-se mais a Deus”, mas outro aspecto importante também é o de conhecer como vivem os católicos na Terra Santa: “Todos os papas peregrinos tiveram um contato direto com a comunidade cristã do lugar que representa aproximadamente dois por cento da população total”.

E embora assegure que “não haja diferenças essenciais” entre as viagens que realizaram os predecessores de Francisco, sim reconhece que “será belo participar das manifestações e momentos de oração com o Santo Padre, mas será mais belo ainda ler os discursos do Papa Francisco, meditar e encontrar na mensagem do santo Padre um programa de vida para todos, fiéis leigos e religiosos, civis e dirigentes políticos, cristãos, judeus e muçulmanos”.

Apesar de tratar-se de uma viagem pastoral, o Papa Francisco abriu as portas do Vaticano para propiciar um encontro entre palestinos e israelenses. Algo que Dom Twal define como “uma política constante da Santa Sé intervir pela Paz no mundo inteiro, como em seu momento interveio no conflito entre a Argentina e Chile”.

Por isso o Arcebispo de Jerusalém está seguro de que esta visita “ajudará o Papa a conhecer melhor a complexa situação da região. Na Jordânia com o encontro com refugiados sírios e em Belém com o almoço com famílias pobres da zona além da visita às crianças de três campos de refugiados palestinos”.

É óbvio, os encontros com autoridades israelenses e palestinas, judaicas, muçulmanas, drusas e cristãs contribuirão ao Papa uma visão interna da situação nessa zona. Mas, sobretudo, Dom Twal espera “que o exemplo e as palavras do Santo Padre estimulem os governantes a trabalhar com determinação por uma paz justa e estável”.

Uma paz justa e estável na qual o líder da igreja católica em Israel, Territórios Palestinos e Jordânia, assegura que para consegui-la será necessário encontrar “a solução dos dois Estados e ligado a este o tema das fronteiras, devem ser dois Estados soberanos com fronteiras reconhecidas mútua e internacionalmente”.

“Assim se poderá dar uma resposta mais realista ao tema dos refugiados palestinos, a quem se deve reconhecer o direito de retorno a sua pátria e finalmente o tema do estatuto de Jerusalém, garantindo o livre acesso de todos os crentes aos lugares Santos”.

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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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