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terça-feira, 27 de maio de 2014

AS CRUZADAS O sítio de Famagusta e o capitão Bragadino






AS CRUZADAS





O sítio de Famagusta e o capitão Bragadino


Posted: 26 May 2014 01:30 AM PDT





Mapa da cidade de Famagusta em 1568







Em meados de 1570, Famagusta, na ilha de Chipre, foi sitiada pelos turcos (mapa ao lado). Em setembro desse ano, tropas venezianas entraram na cidade para auxiliar na defesa.




Sabiam que poderiam resistir algum tempo, mas confiavam nos reforços dos cristãos, que nunca chegaram.




A queda de Famagusta é uma página épica, destacando-se entre todos a figura do capitão chefe Marco Antônio Bragadino.




Este sítio foi relatado pelo único oficial milagrosamente sobrevivente ao massacre: Nestor Martinego.




Na cidade todos lutaram, e em todos os campos: elevando fortificações, atirando com armas de fogo ou outras improvisadas, cavando trincheiras.







Famagusta: igreja profanada e transformada em mesquita




O bispo de Demissa ajudava na luta, empunhando sua cruz, e as senhoras usavam pedras e água fervendo.




Conseguiram elas comprimir pólvora em saquinhos, atirando-os contra o inimigo: era infalível uma pequena explosão e um turco queimado.




Bragadino recusava constantemente qualquer acordo com o infiel.




Entretanto, a 14 de agosto de 1571 Famagusta reduzira-se à penúria total:





"Tudo faltava na cidade, exceto a esperança, o moral dos capitães e o ardor dos soldados".




Já se haviam comido todos os asnos, gatos e cavalos. Só havia favas e águas misturadas com vinagre. Dos soldados, só restavam 800 italianos extenuados; os gregos todos haviam morrido.




Nessa circunstância, o capitão fez um acordo honroso com Mustafá, seu contendor.




Exigiu a cidade salva, assim como as armas, as insígnias e passagem segura até Candia, acompanhado de galeras; que os civis gregos fossem respeitados em suas vidas e bens, e que vivessem como católicos. Em troca, Famagusta seria entregue.




O turco cedeu, mas traiu sua palavra, massacrando todos os oficiais cristãos. Bragadino foi supliciado a 17 de setembro de 1571. Cortaram-lhe o nariz e o arrastaram por toda a cidade, carregando dois grandes pesos.







Famagusta: imagem decapitada por bala.




Obrigavam-no a beijar a terra cada vez que passava por Mustafá.




Depois, levaram-no ao porto e o içaram num mastro de navio, para ser visto por todos os escravos cristãos.




Novamente foi conduzido à cidade, despido e esfolado vivo.




A morte desse homem foi extraordinária. Não fraquejou uma só vez.




Sua fé deu-lhe coragem invulgar. Em meio ao suplício, não cessou de se recomendar a Deus e de reprovar aos turcos o não cumprimento da palavra.




Quando expirou, sua pele foi empalhada e presa ao mastro de uma galeota, e sua cabeça foi fixada num pau.




Entretanto, um mês depois de sua morte, por 3 noites consecutivas, uma luz extraordinária saiu dessa cabeça.




O capitão turco de Famagusta, aterrorizado, tirou-a do pau.




Todos os cristãos escravizados foram testemunhas de que, além da luz, dela saía um agradável perfume, que embalsamou toda a cidade.




Foi ela então enviada a Constantinopla, para o grande sultão.








(Fonte: Léon Garnier, "Lepanto")








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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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