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De: catolicosacaminho@yahoogrupos.com.br
Data: 28 de maio de 2012 04:45:10 BRT
Para: catolicosacaminho@yahoogrupos.com.br
Assunto: [Catolicos a Caminho] Resumo 4723[5 Anexos]
Responder A: "Sem respostas"<notify-dg-catolicosacaminho@yahoogrupos.com.br>
JESUS FALA ATRAV€ ¦ÉS DE SUA IGREJA Mensagens neste resumo (7 Mensagens)
- 1.
- LITURGIA DE DOMINGO - PENTECOSTES De: Fam€ ¦ília Arruda
- 2.
- Maria de Pentecostes.ppsx De: Fam€ ¦ília Arruda
- 3.
- Crucifixo que verte € ¢Ã¡gua gera conflito entre religi€ ¢Ã£o e ci€ De: vicentegargiulo@yahoo.com.br
- 5.
- Escuta da Palavra e Medita€ ção - 28/5/2012 - ... quem € é que p De: Fam€ ília Arruda
- 6.
- A vit€ ¦ória da verdade De: Fam€ ¦ília Arruda
- 7.1.
- CNSE - Comunidades Nossa Senhora da Esperan€ ¦ça De: Fam€ ¦ília Arruda
Mensagens
- 1.
LITURGIA DE DOMINGO - PENTECOSTES
Enviado por: "Fam€ ¦ília Arruda" xisto@xistonet.com xisto_19982000
Dom, 27 de Mai de 2012 5:33 am
[Anexo(s) de Fam€ ¦ília Arruda inclu€ ¦ído(s) abaixo]
"Vem Esp€ ¦írito Santo"
Celebramos hoje a festa de PENTECOSTES.
Recordamos o "Dom" do Esp€ ¦írito Santo e
o final do tempo pascal.
PENTECOSTES era uma festa judaica muito antiga,
celebrada 50 dias ap€ ¦ós a P€ ¦áscoa.
Inicialmente, era uma festa agr€ ¦ícola em agradecimento a Deus pelas colheitas.
Depois o povo come€ ¦çou a celebrar nela a ALIAN€ ¦ÇA,
dom da LEI no Sinai e a constitui€ ¦ção do Povo de Deus,
fato acontecido 50 dias depois da sa€ ¦ída do Egito...
acompanhado de trov€ ¦ões, rel€ ¦âmpagos, trombetas, vento forte...
A 1€ ¦ª Leitura e o Evangelho descrevem o PENTECOSTES CRIST€ ¦ÃO.
O Esp€ ¦írito presente no in€ ¦ício da vinda p€ ¦ública de Jesus,
est€ ¦á presente tamb€ ¦ém no in€ ¦ício da atividade mission€ ¦ária da Igreja.
As narrativas s€ ¦ão diferentes e at€ ¦é divergentes, mas se completam:
+ S€ ¦ão Lucas faz coincidir o Pentecostes crist€ ¦ão com o Pentecostes judaico...
para mostrar que o ESP€ ¦ÍRITO € ¦é a LEI da NOVA ALIAN€ ¦ÇA
e que, por ele, se constitui um NOVO POVO DE DEUS
Por isso, relata o FATO entre raios e trov€ ¦ões,
inspirando-se na narrativa da entrega da Lei no Sinai. (At 2,1-11)
- Os ap€ ¦óstolos est€ ¦ão reunidos... trancados numa casa...
O fogo do Esp€ ¦írito se reparte em forma de l€ ¦ínguas sobre cada um deles.
Eles saem do cen€ ¦áculo e, em pra€ ¦ça p€ ¦ública come€ ¦çam a falar
do Cristo ressuscitado, com grande entusiasmo e sabedoria.
€ ¦É a primeira e grande manifesta€ ¦ção mission€ ¦ária da Igreja.
E seus mission€ ¦ários s€ ¦ão os doze ap€ ¦óstolos.
- E o povo espantado se questiona: "Como os escutamos na nossa l€ ¦íngua?"
O texto nos faz lembrar a Torre de Babel (Gn 11):
- L€ ¦á ningu€ ¦ém se entende mais... Aqui acontece o contr€ ¦ário:
Por obra do Esp€ ¦írito Santo, todos falam uma l€ ¦íngua
que todos compreendem e que une a todos: a linguagem do amor.
- A inten€ ¦ção de Lucas € ¦é apresentar a Igreja como a Comunidade
que nasce de Jesus, que € ¦é animada pelo Esp€ ¦írito e que € ¦é chamada
a testemunhar aos homens o projeto libertador do Pai.
+ S€ ¦ão Jo€ ¦ão colocou o Dom do Esp€ ¦írito Santo no dia da P€ ¦áscoa. (Jo 20,19-23)
Os Sinais ("anoitecer", "portas fechadas", "medo") revelam a situa€ ¦ção
de uma Comunidade desamparada, desorientada e insegura.
Jesus aparece "no meio deles" e lhes deseja a "PAZ".
Confia a Miss€ ¦ão: "Como o Pai me enviou, eu VOS ENVIO".
"Soprou" sobre eles e falou: "Recebei o ESP€ ¦ÍRITO SANTO".
- Nessa perspectiva, P€ ¦áscoa e Pentecostes s€ ¦ão partes do mesmo acontecimento.
* A preocupa€ ¦ção dos evangelistas n€ ¦ão foi escrever uma cr€ ¦ônica hist€ ¦órica,
mas uma catequese sobre o Mist€ ¦ério Pascal e a Igreja
Afirmam a mesma coisa, expressando-se numa linguagem diferente.
- Para LUCAS: A Igreja € ¦é uma Comunidade que nasce de Jesus,
€ ¦é animada pelo Esp€ ¦írito e € ¦é chamada a testemunhar aos homens o projeto do Pai.
O Esp€ ¦írito € ¦é a LEI NOVA que orienta a caminhada dos crentes.
Ele criou uma nova comunidade, capaz de ultrapassar as diferen€ ¦ças e
unir todos os povos numa mesma comunidade de amor.
- Para JO€ ¦ÃO, a Igreja € ¦é uma Comunidade constru€ ¦ída ao redor de Jesus
e animada pelo Esp€ ¦írito, que a torna viva e "recriada".
O Esp€ ¦írito € ¦é esse "sopro" de vida que a faz vencer o medo e as limita€ ¦ções
e dar testemunho no mundo desse amor,
que Jesus viveu at€ ¦é € ¦às ultimas conseq€ ¦üências.
- Para PAULO, a Igreja € ¦é o "Corpo M€ ¦ístico de Cristo". (1Cor 12, 3b-712-13)
Apesar da diversidade dos membros e das fun€ ¦ções, o Corpo € ¦é um s€ ¦ó.
Mas € ¦é o mesmo ESP€ ¦ÍRITO que alimenta e d€ ¦á vida a esse corpo.
O Pentecostes continua: Diante desse fato grandioso,
talvez invejamos a sorte dos ap€ ¦óstolos e esquecemos
que o Pentecostes continua em nossa vida e na vida da Igreja...
- Em NOSSA VIDA houve um Pentecostes: A CRISMA,
quando recebemos a plenitude do Esp€ ¦írito Santo para cumprir nossa miss€ ¦ão...
- Na VIDA DA IGREJA, que nasceu no Pentecostes e
continua a ser recriada pelo Esp€ ¦írito. O Esp€ ¦írito Santo € ¦é a alma da Igreja.
+ O crist€ ¦ão € ¦é um enviado:
"Como o Pai me enviou, eu tamb€ ¦ém vos envio".
- Para promover a PAZ.
€ ¦É um dom precioso e ausente muitas vezes no mundo.
Cristo e seu Esp€ ¦írito s€ ¦ão fontes de paz para que o mundo creia.
- Para experimentar o PERD€ ¦ÃO e a MISERIC€ ¦ÓRDIA (dado e recebido).
O perd€ ¦ão e a miseric€ ¦órdia s€ ¦ão as atitudes da Igreja diante do mundo.
- Para construir a COMUNIDADE.
O Esp€ ¦írito de Deus foi derramado em cada um para conseguir
a unidade de todos no amor.
O Pentecostes, para n€ ¦ós, € ¦é a plenitude da P€ ¦áscoa.
€ ¦É o nascimento da Igreja com a miss€ ¦ão de dar continuidade
€ ¦à obra de Cristo atrav€ ¦és dos tempos, em meio € ¦à diversidade dos povos.
No dia de Pentecostes, as pessoas falavam a mesma linguagem: o Amor.
O amor deve continuar sendo a linguagem dos crist€ ¦ãos do mundo inteiro. Atrav€ ¦és do amor, o sopro do Esp€ ¦írito Santo continuar€ ¦á presente.
Pe. Ant€ ¦ônio Geraldo Dalla Costa - 27.05.2012
Anexo(s) de Fam€ ¦ília Arruda
2 de 2 arquivo(s)
- 2.
Maria de Pentecostes.ppsx
Enviado por: "Fam€ ¦ília Arruda" xisto@xistonet.com xisto_19982000
Dom, 27 de Mai de 2012 6:09 am
[Anexo(s) de Fam€ ¦ília Arruda inclu€ ¦ído(s) abaixo]
Ora€ ¦ção ao Divino Esp€ ¦írito Santo.
(Cardeal Verdier)
.
€ ¦Ó Esp€ ¦írito Santo,
Amor do Pai e do Filho!
Inspirai-me sempre aquilo que devo pensar, aquilo que devo dizer, como eu devo diz€ ¦ê-lo,
aquilo que devo calar, aquilo que devo escrever, como eu devo agir, aquilo que devo fazer,
para procurar a Vossa gl€ ¦ória, o bem das almas e minha pr€ ¦ópria santifica€ ¦ção.
€ ¦Ó Jesus, toda a minha confian€ ¦ça est€ ¦á em V€ ¦ós.
€ ¦Ó Maria, Templo do Esp€ ¦írito Santo, ensinai-nos a sermos fi€ ¦éis € ¦àquele que habita em nosso cora€ ¦ção.
Am€ ¦ém
Anexo(s) de Fam€ ¦ília Arruda
1 de 1 arquivo(s)
- 3.
Crucifixo que verte € ¢Ã¡gua gera conflito entre religi€ ¢Ã£o e ci€
Enviado por: "vicentegargiulo@yahoo.com.br" vicentegargiulo@yahoo.com.br vicentegargiulo
Dom, 27 de Mai de 2012 7:06 pm
http://noticias.terra.com. br/mundo/ noticias/ 0,,OI5797781- EI8143,00- Crucifixo+ que+verte+ agua+gera+ conflito+ entre+religiao+ e+ciencia. html
Crucifixo que verte € ¢Ã¡gua gera conflito entre religi€ ¢Ã£o e ci€ ¢Ãªncia
27 de maio de 2012 € ¢â' ¢ 14h12 € ¢â' ¢ atualizado € ¢Ã s 14h46
Um crucifixo do qual sai € ¢Ã¡gua provocou na € ¢Ã'ndia um conflito entre cat€ ¢Ã³licos - para os quais se trata de um milagre - e um militante da ci€ ¢Ãªncia que pode ser preso, acusado de blasf€ ¢Ãªmia, por considerar que se trata apenas de um problema de encanamento rompido.
Em mar€ ¢Ã§o, milhares de cat€ ¢Ã³licos fervorosos partiram em romaria at€ ¢Ã© o sub€ ¢Ãºrbio de Mumbai para beber a € ¢Ã¡gua que sa€ ¢Ãa dos p€ ¢Ã©s de um Cristo crucificado, convencidos de que se tratava de um l€ ¢Ãquido milagroso e purificador.
Ap€ ¢Ã³s examinar o vazamento, o presidente da Associa€ ¢Ã§Ã£o Racionalista Indiana afirmou que o mesmo representava um risco € ¢Ã sa€ ¢Ãºde de quem bebesse a € ¢Ã¡gua, o que provocou a ira de grupos religiosos. Uma den€ ¢Ãºncia que o acusa de "propagar o veneno anticat€ ¢Ã³lico" foi apresentada em Mumbai, o que poderia lhe custar tr€ ¢Ãªs anos de pris€ ¢Ã£o por blasf€ ¢Ãªmia.
"N€ ¢Ã£o tentem fazer a € ¢Ã'ndia voltar ao obscurantismo", alertou Sanal Edamaruku, 56, em um debate na TV. Um de seus detratores € ¢Ã© Joseph Dias, secret€ ¢Ã¡rio-geral do f€ ¢Ã³rum secular cat€ ¢Ã³lico-crist€ ¢Ã£ o. Em um comunicado enviado € ¢Ã AFP, Dias nega que o vazamento de € ¢Ã¡gua tenha sido apresentado como um milagre, mas refuta a teoria de Edamaruku.
Oficialmente, a € ¢Ã'ndia € ¢Ã© um pa€ ¢Ãs laico, mas a blasf€ ¢Ãªmia continua sendo crime no imenso pa€ ¢Ãs de maioria hindu, composto por importantes minorias € ¢Ã©tnicas e religiosas (budistas, crist€ ¢Ã£os e mu€ ¢Ã§ulmanos).
Evocando o direito € ¢Ã liberdade de express€ ¢Ã£o, os advogados de Sanal Edamaruku pretendem recorrer ao Supremo Tribunal, para que o mesmo se pronuncie sobre esta disposi€ ¢Ã§Ã£o do C€ ¢Ã³digo Penal, que data da € ¢Ã©poca colonial.
Edamaruku compara a rea€ ¢Ã§Ã£o dos cat€ ¢Ã³licos indianos a dos fundamentalistas isl€ ¢Ã¢micos, que condenaram € ¢Ã morte o escritor Salman Rushdie ap€ ¢Ã³s a publica€ ¢Ã§Ã£o de "Versos Sat€ ¢Ã¢nicos", em 1988.
Rushdie, cujo livro € ¢Ã© proibido na € ¢Ã'ndia por insultar o isl€ ¢Ã£, denunciou recentemente, em Nova D€ ¢Ã©lhi, o "fanatismo religioso" que, em janeiro, impediu que ele participasse da maior feira do livro indiana, em Jaipur.
"Sempre disse que h€ ¢Ã¡ duas € ¢Ã'ndias: a do s€ ¢Ã©culo XXI, que € ¢Ã© progressista, moderna e cient€ ¢Ãfica, e a do s€ ¢Ã©culo XVII, que nos faz retornar a € ¢Ã©pocas obscuras de intoler€ ¢Ã¢ncia, hipocrisia e supersti€ ¢Ã§Ã£o", criticou Edamaruku.
Ele conhece bem a pol€ ¢Ãªmica. Sua associa€ ¢Ã§Ã£o, que contabiliza mais de 100 mil membros em um pa€ ¢Ãs de 1,2 bilh€ ¢Ã£o de habitantes, foi criada em 1949 para promover o debate cient€ ¢Ãfico em todos os € ¢Ã¢mbitos da vida.
H€ ¢Ã¡ 30 anos, gurus autoproclamados surgem na € ¢Ã'ndia, acumulando uma fortuna gra€ ¢Ã§as a seus fi€ ¢Ã©is. Edamaruku atacou em particular o c€ ¢Ã©lebre Sai Baba, que milh€ ¢Ãµes de indianos consideravam um deus, dotado de poderes sobrenaturais. Quando ele morreu, foram encontrados em sua casa quase 100kg de ouro e 2 milh€ ¢Ãµes de d€ ¢Ã³lares em dinheiro.
- 4.
SINAIS QUE CURAM (01) CRISTAL OU ALCATR€ ÃO Som !
Enviado por: "nascimentoja@shaw.ca" nascimentoja@shaw.ca johnstarca03
Dom, 27 de Mai de 2012 7:22 pm
SINAIS QUE CURAM
(01)-O CRISTAL OU O ALCATR€ ÃO..
Em busca do Sinal Maravilhoso da Reconcilia€ ção.
N€ ós vivemos num mundo cheio de € '³Sinais€ '´ que representam ou sugnificam realidades ou conve€ ções que € é preciso aceitar e respeitar.
Em primeiro lugar os Sinais de tr€ ânsito que regulam os movimentos nas estradas, para que nos possamos orientar devidamente sem atropelos.
H€ á ainda por toda a parte aqueles Sinais € '¶ ou cartazes € '¶ que nos apontam os hor€ ários da vida comercial e social para nossa orienta€ ção.
E h€ á tamb€ ém aqueles Sinais pessoais de relacionamento e de conviv€ ência, como um olhar risonho ou um tom de voz conquiatador.
Mas seja qual for o Sinal que nos oriente ou convide, h€ á sempre um limite, porque dizem alguma coisa que por vezes exige uma interpreta€ ção, um esclarecimento e, da€ í, uma aceita€ ção e respeito.
S€ ão os Sinais que fazem tamb€ ém a difren€ ça dos Sacramentos, porque eles s€ ão € '³Sinais eficazes da gra€ ça€ '´, como nos diz em resumo, o Catecismo da Igreja Cat€ ólica :
1131 . € '¶ Oa Sacramentos s€ ão sinais eficazes da gra€ ça, institu€ ídos por Cristo e confiados € à Igreja, pelos quais nos € é dada a vida divina. Os ritos vis€ íveis, com os quais s€ ão celebrados os Sacramentos, significam e realizam as gra€ ças pr€ óprias de cada Sacramento; e d€ ão fruto naqueles que os recebem com as disposi€ ções requeridas.
Os sinais de um Sacramento € '¶ o p€ ão da comunh€ ão, o € óleo da confirma€ ção, a € água do baptismo € '¶ t€ êm o poder de comunicar aquilo que significam.
N€ ão apenas nos dizem alguma coisa a respeito de Deus, mas d€ ão Deus e a sua gra€ ça € às nossas vidas.
Durante este m€ ês de Junho vamos reflectir especialmente sobre o Sacramento da Reconcilia€ ção, na continua€ ção do que significou para n€ ós € '³O Tempo da P€ áscoa como tempo do Esp€ írito Santo€ '´.
Como todos os outros Sacramentos, este da Reconcilia€ ção tem os seus pr€ óprios Sinais € '¶ entre outros est€ ão as nossas palavras de arrependimento e as palavras do sacerdote, de absolvi€ ção.
A Igreja ensina que, quando se realizam estes Sinais, os nossos pecados ficam perdoados € '¶ literalmente lavados € '¶ e ficamos de novo de bem com Deus.
Uma maneira de olhar para a Reconcilia€ ção € é a de considerar as suas rela€ ções € íntimas com o Sacramento do Baptismo.
N€ ós, os Cat€ ólicos, acreditamos que o Baptismo nos perdoa o pecado original.
S. Greg€ ório Nazianzeno uma vez chamou ao Baptismo, € '³Um dom, uma gra€ ça, uma un€ ção, uma ilumina€ ção, uma veste de imortalidade, um renascimento, um selo, e o mais precioso dos Dons€ '´.
Tal como um conjunto de imagens, ele mostra-nos que o Baptismo € é uma poderosa ac€ ção de Deus que nos faz brilhar com a sua pr€ ópria gl€ ória, o seu esplendor e a sua beleza.
Foi Santa Terasa de € Ávila que comparou a alma baptizada a um puro cristal, radiante de beleza, reflectindo a gl€ ória de Deus.
Mas ela tamb€ ém disse que, quando cometemos um pecado € é como se cobr€ íssemos o cristal com uma camada de alcatr€ ão, e com esta camada de alcatr€ ão, ficasse invis€ ível o brilho do Cristal.
Mas essa invisibilidade n€ ão nos tira a € '³marca espiritual indel€ ével€ '´ que Deus colocou no nosso Baptismo, como nos diz o Catecismo da Igreja Cat€ ólica :
1272 . € '¶ Incorporado em Cristo pelo Baptismo, o baptizado € é configurado a Cristo. O Baptismo marca o Crist€ ão com o selo espiritual (€ '³character€ '´) da sua perten€ ça a Cristo. Esta marca n€ ão € é apagada por qualquer pecado, mesmo que o pecado impe€ ça o Baptismo e produzir frutos de salva€ ção. Ministrado uma vez por todas, o Baptismo n€ ão pode ser repetido.
Mas o pecado € '¶ o acatr€ ão dos nossos sinais € '¶ torna dif€ ícil para n€ ós ter a experi€ ência da gra€ ça e do poder do nosso Baptismo.
€ É por isto, exactamente, que Deus nos deu o Sacramento da Reconcilia€ ção.
Todas as vezes que n€ ós confessamos os nossos pecados e recebemos a absolv€ ção, renovamos o cristal do nosso Baptismo.
A gra€ ça que Deus nos deu no nosso Baptismo, brilha de novo como brilhou quando recebemos o Baptismo, como diz ainda o Catecismo da Igreja Cat€ ólica :
1468 . € '¶ € '³Todo o valor da Penit€ êcia (Reconcilia€ ção), est€ á em nos restituir € à gra€ ça de Deus e unir-nos com Ele numa amizade perfeita€ '´(Catec. Rom.2,5,18) . O fim e o efeito deste sacramento s€ ão, pois, a reconcilia€ ção com Deus. Para aqueles que recebem o sacramento da Penit€ ência com cora€ ção contrito e disposi€ ção religiosa, este sacramentio € '³é seguido da paz e da tranquilidade da consci€ ência, acompanhadas duma grande consola€ ção espiritual€ '´(Conc. de Trento:DS1674) . Com efeito, o sacramento da reconcilia€ ção com Deus leva a uma verdadeira € '³Ressurrei€ ção espiritual€ '´, € à restitui€ ção da dignidade e dos bens pr€ óprios da vida de filhos de Deus, o mais precioso dos quais € é a amizade do mesmo Deus (Lc 15,32).
Isto € é simplesmente maravilhoso.
Deus deu-nos esta simples e agrad€ ável resposta € à nossa natureza humana deca€ ída.
Ele tornou poss€ ível para n€ ós viver em uni€ ão com Ele € '¶ e para n€ ós, restaurar aquela uni€ ão todas as vezes que confessamos os nossos pecados.
Esta € é que € é a maior maravilha, muito embora tenhamos que confessar a n€ ós pr€ óprios que muitas vez ignoramos os dons da gra€ ça que Deus deixou € à sua Igreja em nosso favor.
John
Nascimento
- 5.
Escuta da Palavra e Medita€ ção - 28/5/2012 - ... quem € é que p
Enviado por: "Fam€ ília Arruda" xisto@xistonet.com xisto_19982000
Dom, 27 de Mai de 2012 7:25 pm
Leituras do dia:
1Pd 1,3-9
Sl 111(110)
ESCUTA DA PALAVRA - VER
Evangelho:
Leitura do santo Evangelho segundo S€ ão Marcos 10,17-27
"Quando Jesus estava saindo de viagem, um homem veio correndo, ajoelhou-se na frente dele e perguntou:
- Bom Mestre, o que devo fazer para conseguir a vida eterna?
Jesus respondeu:
- Por que voc€ ê me chama de bom? S€ ó Deus € é bom, e mais ningu€ ém. Voc€ ê conhece os mandamentos: "N€ ão mate, n€ ão cometa adult€ ério, n€ ão roube, n€ ão d€ ê falso testemunho contra ningu€ ém, n€ ão tire nada dos outros, respeite o seu pai e a sua m€ ãe."
- Mestre, desde crian€ ça eu tenho obedecido a todos esses mandamentos! - respondeu o homem.
Jesus olhou para ele com amor e disse:
- Falta mais uma coisa para voc€ ê fazer: v€ á, venda tudo o que tem e d€ ê o dinheiro aos pobres e assim voc€ ê ter€ á riquezas no c€ éu. Depois venha e me siga.
Quando o homem ouviu isso, fechou a cara; e, porque era muito rico, foi embora triste. Jesus ent€ ão olhou para os seus disc€ ípulos, que estavam em volta dele, e disse:
- Como € é dif€ ícil os ricos entrarem no Reino de Deus!
Quando ouviram isso, os disc€ ípulos ficaram espantados, mas Jesus continuou:
- Meus filhos, como € é dif€ ícil entrar no Reino de Deus! € É mais dif€ ícil um rico entrar no Reino de Deus do que um camelo passar pelo fundo de uma agulha.
Quando ouviram isso, os disc€ ípulos ficaram espantad€ íssimos e perguntavam uns aos outros:
- Ent€ ão, quem € é que pode se salvar?
Jesus olhou para eles e disse:
- Para os seres humanos isso n€ ão € é poss€ ível; mas, para Deus, € é. Pois, para Deus, tudo € é poss€ ível"
MEDITA€ ÇÃO - JULGAR
(O que diz o texto para mim?)
Medita€ ção:
A mudan€ ça fundamental, necess€ ária, € é a supera€ ção das injusti€ ças que decorrem de uma estrutura socioecon€ ômica de acumula€ ção de riquezas.
Quem aspira ao "ter" serve € às riquezas e a esta estrutura que oprime os pobres. Os ricos poderosos s€ ão os que mant€ êm esta estrutura injusta e dela se beneficiam.
Depois de encontrar-se com um homem rico para o qual revelou o caminho da salva€ ção, Jesus € à s€ ós com os disc€ ípulos reafirmou que a riqueza pode ser um entrave para aqueles que buscam o caminho salvador. Apesar da explica€ ção clara, havia uma pergunta que n€ ão calava entre os disc€ ípulos: € '³quem pode ser salvo€ '´?.
Uma vez que todos os homens de todas as € épocas e de todos os lugares morrer€ ão esta € é a quest€ ão mais relevante da exist€ ência: quem pode ser salvo? O € único que pode dar uma resposta perfeita € é Jesus...
PODE SER SALVO QUEM RECONHECE A IDENTIDADE DE JESUS
Um homem € '³aparentemente€ '´ completo, teve a iniciativa correta: buscou Jesus; teve a postura correta: ajoelhou-se diante de Jesus, teve a defer€ ência correta: reconheceu Jesus como um bom mestre; teve a indaga€ ção correta: qual o caminho para a vida eterna? Mateus acrescenta ainda que ele era jovem e Lucas que tinha um respeit€ ável status social.
Um homem "verdadeiramente" incompleto: O jovem admitia a bondade de Jesus mas n€ ão admitia a Sua divindade. Reconhecer Jesus como o Deus eterno e n€ ão apenas como um passageiro mestre terreno, este € é o primeiro passo para a salva€ ção...
PODE SER SALVO QUEM RECONHECE A SUA IDENTIDADE: PECADOR
Um homem inconsciente dos seus limites: Jesus usa o conceito judaico de salva€ ção = € '³conhecimento e cumprimento€ '´ dos mandamentos, mas o jovem, pretensiosamente, sente-se sabedor e cumpridor deles a muitos anos. Ele que ignorava a identidade de Jesus e a sua identidade de pecador...
O conceito crist€ ão de salva€ ção inclui tr€ ês verdades importantes:
a) Ningu€ ém consegue guardar plenamente os mandamentos (Rm 3,9-12)
b) Ningu€ ém pode ser salvo pela guarda dos mandamentos (Rm 3,19-20)
c) O homem s€ ó pode ser salvo pela f€ é em Cristo o € único que cumpriu todos os mandamentos (Rm 3,21-28)
PODE SER SALVO QUEM RENUNCIA TUDO E SEGUE JESUS AT€ É € À CRUZ
O jovem rico foi fitado, amado e confrontado por Jesus, confrontado a renunciar a sua riqueza terrena: € '³vai, vende, d€ á'´; confrontado a receber a riqueza celeste: indo com Jesus at€ é € à cruz; € '³segue-me€ '´(Mc 8,31-33)
O jovem rico rejeitou o caminho de salva€ ção em Cristo. Trocou: o altru€ ísmo pelo ego€ ísmo, a definitiva riqueza celeste pela passageira riqueza terrestre, a alegria libertadora de ser propriedade de Jesus pela tristeza escravizadora de ser servo de suas propriedades, o seguir Jesus pelo seguir a si mesmo.
A salva€ ção € é um caminho € único no qual a sufici€ ência do Alto prevalece sobre a auto-sufici€ ência humana (v.23-25)O que dificulta a entrada do rico no Reino de Deus = na salva€ ção n€ ão € é o dinheiro, mas a auto-sufici€ ência que ele provoca...
A salva€ ção € é um caminho € único no qual o poder divino prevalece sobre o poder humano: Jesus aqui fita os olhos nos disc€ ípulos....
Toda tentativa de salva€ ção a partir do esfor€ ço humano € é imposs€ ível, toda salva€ ção a partir do poder divino em Cristo € é plenamente poss€ ível.
A salva€ ção € é um caminho € único onde a aritm€ ética divina prevalece sobre a aritm€ ética humana. A salva€ ção de Jesus estabelece garantias : presente € '¶ cem vezes mais do que perdeu acompanhado de persegui€ ções; futuro € '¶ a plena vida eterna (Ap 21,1-4).
Qual € é a € '³riqueza€ '´ que te impede de desfrutar hoje do caminho € único de salva€ ção € '¶ Jesus Cristo, salva€ ção quer a B€ íblia quer te dar plena certeza?
Reflex€ ão Apost€ ólica:
No evangelho de hoje Jesus fala que: "€ É mais dif€ ícil um rico entrar no Reino de Deus do que um camelo passar pelo fundo de uma agulha."
Essas palavras parecem muito fortes e excludentes para os ricos, mas o que Jesus estava querendo dizer era que se j€ á e dif€ ícil para os homens comuns buscar a vida eterna aqui na terra com tantas tenta€ ções, prazeres da carne, ambi€ ções, status, sociedade, luxo e outras tantas coisas para se lutar contra e tentar ser aquilo que Deus quer, imaginem para os ricos que podem usufruir de tudo isso com bem mais facilidade que as pessoas comuns. Ent€ ão, o que o Senhor estava querendo exortar aquele jovem rico era que o centro da sua vida n€ ão deveria ser o dinheiro e todos os bens que ele tinha, mas o amor de Deus.
Quando Jesus disse que para ele ganhar a vida eterna deveria vender tudo o que tinha e dar aos pobres, pois somente dessa forma ele teria um TESOURO NO C€ ÉU, aquele jovem ficou abatido, pois estava muito apegado ao TESOURO QUE ELE TINHA NA TERRA.
A€ í est€ á o grande segredo desse evangelho: mostrar € às pessoas que, € às vezes, pensamos estar livres das amarras do mundo, mas quando nos € é pedido para realmente abrir m€ ão delas, vemos o quanto estamos APEGADOS € às coisas terrenas e distantes das coisas celestes.
Essa realidade n€ ão se aplica apenas para os ricos, mas para todos n€ ós. Quantas vezes nos vemos apegados ao nosso cargo em uma empresa, ao nosso carro, a televis€ ão LCD que compramos, ao laptop, Ipad que carregamos para todo lugar, ao namorado ou namorada, € às roupas de marca e a tantas outras coisas que acabam por desequilibrar o nosso esp€ írito e o nosso dia-a-dia.
Todo apego desordenado a coisas e pessoas s€ ó tendem a nos afastar das coisas do alto e das virtudes do esp€ írito, pois passamos a ser ego€ ístas, individualistas, interesseiros, f€ úteis, ciumentos, soberbos e esquecemos de olhar as coisas e as pessoas com simplicidade e amor.
Foi por isso que, no final desse evangelho, Jesus disse para as pessoas que achavam que seria imposs€ ível abrir m€ ão das coisas materiais para ser feliz, essas palavras: "Para os seres humanos isso n€ ão € é poss€ ível; mas, para Deus, € é. Pois, para Deus, tudo € é poss€ ível".
O que ainda falta para ser salvo?
Crendo nessas palavras, pe€ çamos a Deus a gra€ ça de sermos libertos de todo apego desordenado aos quais estamos presos aqui no mundo e dessa forma busquemos seguir Jesus e ganhar a vida eterna.
Que Deus aben€ çoe ricamente voc€ ês! Nunca se esque€ çam de serem felizes e lembrem-se sempre de que a verdadeira FELICIDADE EST€ Á EM DEUS E N€ ÃO NAS COISAS E PESSOAS.
ORA€ ÇÃO
(O que o Evangelho de hoje me leva a dizer a Deus?)
Ora€ ção: Esp€ írito de coragem perseverante, nas adversidades da vida, vem em meu aux€ ílio, e ajuda-me para que n€ ão arrefe€ ça a minha ades€ ão a Jesus e ao Reino.
REGRA DE VIDA e MISS€ ÃO - AGIR
(Qual meu novo olhar a partir da Palavra? Qual compromisso me leva?)
Prop€ ósito: Lutar pela salva€ ção.
RETIRO - CONTEMPLA€ ÇÃO
(Para onde Deus quer me conduzir?)
- Mergulhar no mist€ ério de Deus.
- Passar da cabe€ ça para o cora€ ção (Sil€ êncio).
- Saborear Deus. Repousar em Deus.
- Ver a realidade com os olhos de Deus.
- 6.
A vit€ ¦ória da verdade
Enviado por: "Fam€ ¦ília Arruda" xisto@xistonet.com xisto_19982000
Dom, 27 de Mai de 2012 8:56 pm
[Anexo(s) de Fam€ ¦ília Arruda inclu€ ¦ído(s) abaixo]
----- Original Message -----
From: saverio paolillo - padre xavier
Sent: Saturday, May 26, 2012 7:14 PM
Car€ ¦íssimos,
por ocasi€ ¦ão do arquivamento dos inqu€ ¦éritos contra a Isabel Aparecida Borges, militante da Pastoral Carcer€ ¦ária e dos Direitos Humanos, reenvio um texto de ap€ ¦óio a sua luta. A verdade demorou, mas acabou vencendo.
Sauda€ ¦ções
--
Padre Saverio Paolillo (pe. Xavier)
Mission€ ¦ário Comboniano
Pastoral do Menor da Arquidiocese de Vit€ ¦ória do Esp€ ¦írito Santo
REDE AICA - Atendimento Integrado € ¦à Crian€ ¦ça e ao Adolescente
00 55 27 33385575
00 55 27 32284817
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A VIT€ ¦ÓRIA DA VERDADE
Um canto de solidariedade com Isabel Aparecida Borges, militante da Pastoral Carcer€ ¦ária e dos Direitos Humanos, acusada de 18 crimes em 2006 para acabar com seu compromisso em defesa da dignidade humana e para colocar a morda€ ¦ça nos defensores dos direitos humanos. At€ ¦é que enfim todos os inqu€ ¦éritos foram arquivados e nenhuma acusa€ ¦ção foi comprovada.
Passaram-se seis anos desde o dia em que viraste manchete de jornal. At€ ¦é que enfim todos os inqu€ ¦éritos foram arquivados. Foste apontada como bandida. Denegriram tua imagem. Demoraram 25 anos para tentar te pegar e arrastaram os inqu€ ¦éritos por seis anos na fobia de te destruir. Acusaram-te de dezoito crimes. Nenhum deles foi comprovado. Foi uma injusti€ ¦ça o que fizeram contigo. Dedicaste 25 anos de tua vida para Pastoral Carcer€ ¦ária. Como o Bom Pastor, conhecias todos os presos pelo nome. Sacrificaste boa parte do teu tempo para levar o Evangelho nas cadeias. Todo mundo tinha maior respeito por ti. Como todo ser humano cometeste alguns erros, mas a quem muito ama muito € ¦é perdoado. Enfrentaste com coragem policiais truculentos. Denunciaste agentes torturadores. Foste mediadora de in€ ¦úmeras rebeli€ ¦ões. Salvaste vidas. Tu foste mission€ ¦ária da dignidade humana. Dirigiste o teu olhar misericordioso para quem vivia € ¦às margens da sociedade. Anunciaste o perd€ ¦ão. Incentivaste a mudan€ ¦ça. Foste promotora da humaniza€ ¦ção do sistema penitenci€ ¦ário. Incomodaste gente gra€ ¦úda. Encaraste a persegui€ ¦ção. Sofreste em tua pele a estigma dos presos. N€ ¦ão tiveram coragem de te matar. Optaram pela morte moral. Com covardia deram um tiro na tua dignidade. Jogaram em tuas costas acusa€ ¦ções vergonhosas que nunca conseguiram comprovar. Os mesmos que foram cru€ ¦éis contigo nada fizeram para punir aqueles que promoveram as viola€ ¦ções aos direitos humanos. Mesmo tendo o papel funcional de fiscalizar o sistema carcer€ ¦ário e de mandar aplicar a Lei de Execu€ ¦ção Penal n€ ¦ão conseguiram impedir as viola€ ¦ções praticadas nas masmorras capixabas. Tentaram colocar uma morda€ ¦ça em nossas bocas para que par€ ¦ássemos de denunciar. Mas n€ ¦ão conseguiram nos calar. Foste tra€ ¦ída por todo mundo. At€ ¦é as pessoas que serviste com gratuidade venderam-se me troca de regalias ou mergulharam na desconfian€ ¦ça e no sil€ ¦êncio da omiss€ ¦ão. Mobilizaram as maiores autoridades para envenenar todo mundo contra voc€ ¦ê. Disseram que havia muitas provas que te incriminavam para matar qualquer tentativa de solidarizar com tua situa€ ¦ção. Contigo caluniaram a Igreja Cat€ ¦ólica e a Pastoral Carcer€ ¦ária. Carregaste a cruz sozinha. Tiraram-te at€ ¦é o direito de contar com um Cireneu. N€ ¦ão entendiam porque s€ ¦ó n€ ¦ós consegu€ ¦íamos entrar em qualquer pres€ ¦ídio. N€ ¦ão queriam aceitar de jeito nenhum que eles, apesar de toda a for€ ¦ça policial, n€ ¦ão conseguiam colocar ordem no sistema penitenci€ ¦ário. N€ ¦ão toleravam que as imagens das maldades praticadas no sistema penitenci€ ¦ário ganhassem a opini€ ¦ão p€ ¦ública. Afinal das contas precisava vender a qualquer custa a id€ ¦éia da "casa arrumada". N€ ¦ão engoliam que naquele junho de 2006 f€ ¦ôssemos n€ ¦ós a acabar com as rebeli€ ¦ões da Casa de Passagem de Vila Velha e do Pres€ ¦ídio de Seguran€ ¦ça M€ ¦áxima de Viana. Foi a n€ ¦ós e n€ ¦ão a eles que os presos entregaram armas e ref€ ¦éns. Melindrados, adotaram a pior arma de quem n€ ¦ão tem argumentos: a cal€ ¦únia. Para acabar conosco divulgaram algumas grava€ ¦ções telef€ ¦ônicas retiradas do contexto, mas n€ ¦ão mostraram aquelas em que autoridades desse Estado nos pediam socorro para mediar conflitos no sistema carcer€ ¦ário. A sociedade capixaba precisa saber que toda media€ ¦ção da Pastoral Carcer€ ¦ária nas rebeli€ ¦ões foi a pedido das autoridades locais. Quem define essa hist€ ¦ória como "p€ ¦ágina negra" da Pastoral Carcer€ ¦ária, al€ ¦ém de utilizar uma express€ ¦ão ofensiva e marcadamente racista, denota n€ ¦ão conhecer minimamente a nossa atua€ ¦ção. "P€ ¦ágina vergonhosa" da hist€ ¦ória capixaba foi a viola€ ¦ção sistem€ ¦ática dos direitos humanos com o apoio do sil€ ¦êncio e da omiss€ ¦ão de parte das institui€ ¦ções que tinham o dever funcional de fazer cumprir a Lei. No lugar de responsabilizar quem praticou as barb€ ¦áries preferiu-se criminalizar quem as denunciava.
Isabel, foi gra€ ¦ças € ¦à semente que tu plantaste que brotou a for€ ¦ça para derrubar as masmorras capixabas e a resist€ ¦ência contra todo tipo de viola€ ¦ção aos direitos humanos.
O teu sofrimento destes seis anos n€ ¦ão foi em v€ ¦ão. € ¦É dele que atingimos for€ ¦ça para continuarmos nossa luta. Mesmo te parecendo in€ ¦útil, na realidade tornou-se a dor do parto de nossa coragem e ousadia.
€ ¦É a ti que dedicamos a implos€ ¦ão da casa de Passagem de Vila Velha, a desativa€ ¦ção das carceragens dos DPJ€ ¦´s da Grande Vit€ ¦ória, a demoli€ ¦ção da Casa de Cust€ ¦ódia de Viana e a desativa€ ¦ção das celas met€ ¦álicas.
Chegou a hora de te reabilitar. Devolver-te a dignidade € ¦é nossa obriga€ ¦ção. N€ ¦ão podemos morrer sem antes emendar a maldade que fizeram contigo. O Estado do Esp€ ¦írito Santo te deve desculpas. Se isso n€ ¦ão acontecer pelo atalho do bom senso, vai ser pela for€ ¦ça da Justi€ ¦ça. Estamos com a disposi€ ¦ção de procurar todos os tribunais, inclusive aqueles internacionais, para comprovar tua inoc€ ¦ência e para devolver respeito ao trabalho da Pastoral.
Ainda uma vez proponho que o atual governo democr€ ¦ático destine o pr€ ¦óximo pr€ ¦êmio dom Luis Gonzaga Fernandes a ti, Isabel Aparecida Borges. Tenho a absoluta certeza que depois de anos de medo de constranger o poder, dom Luiz Gonzaga Fernandes vai ter o orgulho de ver um pr€ ¦êmio dedicado € ¦á sua mem€ ¦ória ser destinado a algu€ ¦ém que de verdade optou pela vida e a dignidade humana.
Lembra-te, Isabel, que a cruz no caminho do crist€ ¦ão € ¦é uma situa€ ¦ção provis€ ¦ória. € ¦É realidade definitiva a participa€ ¦ção na vida plena do Ressuscitado.
Como diz a Palavra de Deus: "Seis coisas o SENHOR aborrece, e a s€ ¦étima a sua alma abomina: olhos altivos, l€ ¦íngua mentirosa, m€ ¦ãos que derramam sangue inocente, cora€ ¦ção que trama projetos in€ ¦íquos, p€ ¦és que se apressam a correr para o mal, testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irm€ ¦ãos." (Prov 6,16-19).
AM€ ¦ÉM
Padre Saverio Paolillo (Pe. Xavier)
Mission€ ¦ário Comboniano
Pastoral do Menor e Pastoral Carcer€ ¦ária da Arquidiocese de Vit€ ¦ória do Esp€ ¦írito Santo
REDE AICA - Atendimento Integrado € ¦à Crian€ ¦ça e ao Ado
Anexo(s) de Fam€ ¦ília Arruda
1 de 1 arquivo(s)
- 7.1.
CNSE - Comunidades Nossa Senhora da Esperan€ ¦ça
Enviado por: "Fam€ ¦ília Arruda" xisto@xistonet.com xisto_19982000
Dom, 27 de Mai de 2012 9:53 pm
[Anexo(s) de Fam€ ¦ília Arruda inclu€ ¦ído(s) abaixo]
Voc€ ¦ê j€ ¦á ouviu falar do Movimento das CNSE - Comunidades Nossa Senhora da Esperan€ ¦ça?
Este Movimento foi uma iniciativa da Da. Nancy Cajado Moncau, ocorrida em Fevereiro de 2003, a € ¦época com 93 anos de idade.
Baseou-se na experi€ ¦ência do Pe. Caffarel que, ao longo da 2€ ¦ª guerra mundial, atendeu um pedido das jovens vi€ ¦úvas francesas (equipistas), cujos maridos haviam falecido em campos de batalha, iniciando com elas um trabalho de apoio no campo espiritual.
Ficou conhecido, inicialmente, por "Fraternidade Nossa Senhora da Ressurrei€ ¦ção" e posteriormente por "Grupamentos Espirituais de Vi€ ¦úvas".
De se ressaltar que esse Movimento continua existindo em alguns paises europeus, em especial em Portugal, com o nome de "Movimento Esperan€ ¦ça e Vida".
O grande m€ ¦érito da Da. Nancy foi intuir que deveria adotar no Brasil a mesma linha metodol€ ¦ógica das Equipes de Nossa Senhora e acolher, al€ ¦ém de quem vive o estado de vida da viuvez, tamb€ ¦ém as pessoas s€ ¦ós, entendo-se como tal as Solteiras (j€ ¦á com certa idade) e tamb€ ¦ém as Separadas ou Divorciadas que continuam s€ ¦ós.
Que tal conhecer um pouco e, quem sabe, participar?
Visite o nosso site: http://www.cnsedf.com.br/
Abra€ ¦ços em Cristo de
Dalila e Xisto
Comunica€ ¦ção - CNSE-DFAnexo(s) de Fam€ ¦ília Arruda
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