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De: catolicos_respondem@yahoogrupos.com.br
Data: 28 de maio de 2012 08:51:33 BRT
Para: catolicos_respondem@yahoogrupos.com.br
Assunto: [catolicos_respondem] Resumo 2901
Responder A: "Sem respostas"<notify-dg-catolicos_respondem@yahoogrupos.com.br>
Cat€ ¦ólicos Respondem Mensagens neste resumo (2 Mensagens)
Mensagens
- 1.
Crucifixo que verte € ¢Ã¡gua gera conflito entre religi€ ¢Ã£o e ci€
Enviado por: "vicentegargiulo@yahoo.com.br" vicentegargiulo@yahoo.com.br vicentegargiulo
Dom, 27 de Mai de 2012 7:06 pm
http://noticias.terra.com. br/mundo/ noticias/ 0,,OI5797781- EI8143,00- Crucifixo+ que+verte+ agua+gera+ conflito+ entre+religiao+ e+ciencia. html
Crucifixo que verte € ¢Ã¡gua gera conflito entre religi€ ¢Ã£o e ci€ ¢Ãªncia
27 de maio de 2012 € ¢â' ¢ 14h12 € ¢â' ¢ atualizado € ¢Ã s 14h46
Um crucifixo do qual sai € ¢Ã¡gua provocou na € ¢Ã'ndia um conflito entre cat€ ¢Ã³licos - para os quais se trata de um milagre - e um militante da ci€ ¢Ãªncia que pode ser preso, acusado de blasf€ ¢Ãªmia, por considerar que se trata apenas de um problema de encanamento rompido.
Em mar€ ¢Ã§o, milhares de cat€ ¢Ã³licos fervorosos partiram em romaria at€ ¢Ã© o sub€ ¢Ãºrbio de Mumbai para beber a € ¢Ã¡gua que sa€ ¢Ãa dos p€ ¢Ã©s de um Cristo crucificado, convencidos de que se tratava de um l€ ¢Ãquido milagroso e purificador.
Ap€ ¢Ã³s examinar o vazamento, o presidente da Associa€ ¢Ã§Ã£o Racionalista Indiana afirmou que o mesmo representava um risco € ¢Ã sa€ ¢Ãºde de quem bebesse a € ¢Ã¡gua, o que provocou a ira de grupos religiosos. Uma den€ ¢Ãºncia que o acusa de "propagar o veneno anticat€ ¢Ã³lico" foi apresentada em Mumbai, o que poderia lhe custar tr€ ¢Ãªs anos de pris€ ¢Ã£o por blasf€ ¢Ãªmia.
"N€ ¢Ã£o tentem fazer a € ¢Ã'ndia voltar ao obscurantismo", alertou Sanal Edamaruku, 56, em um debate na TV. Um de seus detratores € ¢Ã© Joseph Dias, secret€ ¢Ã¡rio-geral do f€ ¢Ã³rum secular cat€ ¢Ã³lico-crist€ ¢Ã£ o. Em um comunicado enviado € ¢Ã AFP, Dias nega que o vazamento de € ¢Ã¡gua tenha sido apresentado como um milagre, mas refuta a teoria de Edamaruku.
Oficialmente, a € ¢Ã'ndia € ¢Ã© um pa€ ¢Ãs laico, mas a blasf€ ¢Ãªmia continua sendo crime no imenso pa€ ¢Ãs de maioria hindu, composto por importantes minorias € ¢Ã©tnicas e religiosas (budistas, crist€ ¢Ã£os e mu€ ¢Ã§ulmanos).
Evocando o direito € ¢Ã liberdade de express€ ¢Ã£o, os advogados de Sanal Edamaruku pretendem recorrer ao Supremo Tribunal, para que o mesmo se pronuncie sobre esta disposi€ ¢Ã§Ã£o do C€ ¢Ã³digo Penal, que data da € ¢Ã©poca colonial.
Edamaruku compara a rea€ ¢Ã§Ã£o dos cat€ ¢Ã³licos indianos a dos fundamentalistas isl€ ¢Ã¢micos, que condenaram € ¢Ã morte o escritor Salman Rushdie ap€ ¢Ã³s a publica€ ¢Ã§Ã£o de "Versos Sat€ ¢Ã¢nicos", em 1988.
Rushdie, cujo livro € ¢Ã© proibido na € ¢Ã'ndia por insultar o isl€ ¢Ã£, denunciou recentemente, em Nova D€ ¢Ã©lhi, o "fanatismo religioso" que, em janeiro, impediu que ele participasse da maior feira do livro indiana, em Jaipur.
"Sempre disse que h€ ¢Ã¡ duas € ¢Ã'ndias: a do s€ ¢Ã©culo XXI, que € ¢Ã© progressista, moderna e cient€ ¢Ãfica, e a do s€ ¢Ã©culo XVII, que nos faz retornar a € ¢Ã©pocas obscuras de intoler€ ¢Ã¢ncia, hipocrisia e supersti€ ¢Ã§Ã£o", criticou Edamaruku.
Ele conhece bem a pol€ ¢Ãªmica. Sua associa€ ¢Ã§Ã£o, que contabiliza mais de 100 mil membros em um pa€ ¢Ãs de 1,2 bilh€ ¢Ã£o de habitantes, foi criada em 1949 para promover o debate cient€ ¢Ãfico em todos os € ¢Ã¢mbitos da vida.
H€ ¢Ã¡ 30 anos, gurus autoproclamados surgem na € ¢Ã'ndia, acumulando uma fortuna gra€ ¢Ã§as a seus fi€ ¢Ã©is. Edamaruku atacou em particular o c€ ¢Ã©lebre Sai Baba, que milh€ ¢Ãµes de indianos consideravam um deus, dotado de poderes sobrenaturais. Quando ele morreu, foram encontrados em sua casa quase 100kg de ouro e 2 milh€ ¢Ãµes de d€ ¢Ã³lares em dinheiro.
- 2.
SINAIS QUE CURAM (01) CRISTAL OU ALCATR€ ÃO Som !
Enviado por: "nascimentoja@shaw.ca" nascimentoja@shaw.ca
Dom, 27 de Mai de 2012 7:22 pm
SINAIS QUE CURAM
(01)-O CRISTAL OU O ALCATR€ ÃO..
Em busca do Sinal Maravilhoso da Reconcilia€ ção.
N€ ós vivemos num mundo cheio de € '³Sinais€ '´ que representam ou sugnificam realidades ou conve€ ções que € é preciso aceitar e respeitar.
Em primeiro lugar os Sinais de tr€ ânsito que regulam os movimentos nas estradas, para que nos possamos orientar devidamente sem atropelos.
H€ á ainda por toda a parte aqueles Sinais € '¶ ou cartazes € '¶ que nos apontam os hor€ ários da vida comercial e social para nossa orienta€ ção.
E h€ á tamb€ ém aqueles Sinais pessoais de relacionamento e de conviv€ ência, como um olhar risonho ou um tom de voz conquiatador.
Mas seja qual for o Sinal que nos oriente ou convide, h€ á sempre um limite, porque dizem alguma coisa que por vezes exige uma interpreta€ ção, um esclarecimento e, da€ í, uma aceita€ ção e respeito.
S€ ão os Sinais que fazem tamb€ ém a difren€ ça dos Sacramentos, porque eles s€ ão € '³Sinais eficazes da gra€ ça€ '´, como nos diz em resumo, o Catecismo da Igreja Cat€ ólica :
1131 . € '¶ Oa Sacramentos s€ ão sinais eficazes da gra€ ça, institu€ ídos por Cristo e confiados € à Igreja, pelos quais nos € é dada a vida divina. Os ritos vis€ íveis, com os quais s€ ão celebrados os Sacramentos, significam e realizam as gra€ ças pr€ óprias de cada Sacramento; e d€ ão fruto naqueles que os recebem com as disposi€ ções requeridas.
Os sinais de um Sacramento € '¶ o p€ ão da comunh€ ão, o € óleo da confirma€ ção, a € água do baptismo € '¶ t€ êm o poder de comunicar aquilo que significam.
N€ ão apenas nos dizem alguma coisa a respeito de Deus, mas d€ ão Deus e a sua gra€ ça € às nossas vidas.
Durante este m€ ês de Junho vamos reflectir especialmente sobre o Sacramento da Reconcilia€ ção, na continua€ ção do que significou para n€ ós € '³O Tempo da P€ áscoa como tempo do Esp€ írito Santo€ '´.
Como todos os outros Sacramentos, este da Reconcilia€ ção tem os seus pr€ óprios Sinais € '¶ entre outros est€ ão as nossas palavras de arrependimento e as palavras do sacerdote, de absolvi€ ção.
A Igreja ensina que, quando se realizam estes Sinais, os nossos pecados ficam perdoados € '¶ literalmente lavados € '¶ e ficamos de novo de bem com Deus.
Uma maneira de olhar para a Reconcilia€ ção € é a de considerar as suas rela€ ções € íntimas com o Sacramento do Baptismo.
N€ ós, os Cat€ ólicos, acreditamos que o Baptismo nos perdoa o pecado original.
S. Greg€ ório Nazianzeno uma vez chamou ao Baptismo, € '³Um dom, uma gra€ ça, uma un€ ção, uma ilumina€ ção, uma veste de imortalidade, um renascimento, um selo, e o mais precioso dos Dons€ '´.
Tal como um conjunto de imagens, ele mostra-nos que o Baptismo € é uma poderosa ac€ ção de Deus que nos faz brilhar com a sua pr€ ópria gl€ ória, o seu esplendor e a sua beleza.
Foi Santa Terasa de € Ávila que comparou a alma baptizada a um puro cristal, radiante de beleza, reflectindo a gl€ ória de Deus.
Mas ela tamb€ ém disse que, quando cometemos um pecado € é como se cobr€ íssemos o cristal com uma camada de alcatr€ ão, e com esta camada de alcatr€ ão, ficasse invis€ ível o brilho do Cristal.
Mas essa invisibilidade n€ ão nos tira a € '³marca espiritual indel€ ével€ '´ que Deus colocou no nosso Baptismo, como nos diz o Catecismo da Igreja Cat€ ólica :
1272 . € '¶ Incorporado em Cristo pelo Baptismo, o baptizado € é configurado a Cristo. O Baptismo marca o Crist€ ão com o selo espiritual (€ '³character€ '´) da sua perten€ ça a Cristo. Esta marca n€ ão € é apagada por qualquer pecado, mesmo que o pecado impe€ ça o Baptismo e produzir frutos de salva€ ção. Ministrado uma vez por todas, o Baptismo n€ ão pode ser repetido.
Mas o pecado € '¶ o acatr€ ão dos nossos sinais € '¶ torna dif€ ícil para n€ ós ter a experi€ ência da gra€ ça e do poder do nosso Baptismo.
€ É por isto, exactamente, que Deus nos deu o Sacramento da Reconcilia€ ção.
Todas as vezes que n€ ós confessamos os nossos pecados e recebemos a absolv€ ção, renovamos o cristal do nosso Baptismo.
A gra€ ça que Deus nos deu no nosso Baptismo, brilha de novo como brilhou quando recebemos o Baptismo, como diz ainda o Catecismo da Igreja Cat€ ólica :
1468 . € '¶ € '³Todo o valor da Penit€ êcia (Reconcilia€ ção), est€ á em nos restituir € à gra€ ça de Deus e unir-nos com Ele numa amizade perfeita€ '´(Catec. Rom.2,5,18) . O fim e o efeito deste sacramento s€ ão, pois, a reconcilia€ ção com Deus. Para aqueles que recebem o sacramento da Penit€ ência com cora€ ção contrito e disposi€ ção religiosa, este sacramentio € '³é seguido da paz e da tranquilidade da consci€ ência, acompanhadas duma grande consola€ ção espiritual€ '´(Conc. de Trento:DS1674) . Com efeito, o sacramento da reconcilia€ ção com Deus leva a uma verdadeira € '³Ressurrei€ ção espiritual€ '´, € à restitui€ ção da dignidade e dos bens pr€ óprios da vida de filhos de Deus, o mais precioso dos quais € é a amizade do mesmo Deus (Lc 15,32).
Isto € é simplesmente maravilhoso.
Deus deu-nos esta simples e agrad€ ável resposta € à nossa natureza humana deca€ ída.
Ele tornou poss€ ível para n€ ós viver em uni€ ão com Ele € '¶ e para n€ ós, restaurar aquela uni€ ão todas as vezes que confessamos os nossos pecados.
Esta € é que € é a maior maravilha, muito embora tenhamos que confessar a n€ ós pr€ óprios que muitas vez ignoramos os dons da gra€ ça que Deus deixou € à sua Igreja em nosso favor.
John
Nascimento
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