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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

AS CRUZADAS A tomada de Antioquia e morte de Yaghi-Siyan




AS CRUZADAS






Posted: 02 Feb 2014 11:30 PM PST





Armaduras dos húsares de Jan III Sobieski, rei da Polônia


Em 1097, quando a I Cruzada chegou a grande cidade de Antioquia, Yaghi Siyan era seu governador e pertencia a seita fanática muçulmana dos seljúcidas, que havia conquistado Terra Santa. 




Ficou mais conhecido pelos cronistas europeus como Acxiano, Graziano ou Cassiano. 




Ele se viu em dificuldades quando o exército católico iniciou o cerco da cidade no fim de 1097. 




Embora os cruzados estivessem famintos, mantiveram o cerco durante a maior parte do ano até que, por fim, tomaram a cidade na noite de 2 a 3 de junho de 1098. 




O historiador árabe Ali ibn al-Athir assim escreveu sobre a queda da cidade em mãos católicas: 





"Após manter o cerco por longo tempo, os francos fizeram tratativas com um dos responsáveis por uma das torres cujo nome era Ruzbih [ou Firuz, ou Firouz]. Ele era fabricante de couraças. Pelos serviços, os francos pagaram uma fortuna em dinheiro e terras. O seu local de trabalho era na torre que ficava sobre o rio, no lugar onde ele deixa a cidade em direção ao vale.







Estátua de Godofredo de Bouillon. Fundo: igreja do Santo Sepulcro


"Os francos selaram o pacto com o fabricante de couraças, que Alá o condene!, e avançaram até a porta junto à água, abriram-na e entraram na cidade.




"Outro grupo deles escalou a torre com cordas. Ao amanhecer os seus defensores estavam cansados depois do turno de vigilância à noite, e mais de 500 francos se encontravam dentro da cidade e tocaram as trombetas. 




"O pânico tomou conta de Yaghi Siyan e ele abriu os portões da cidade para fugir com uma escolta de trinta pajens.




"Na fuga, Yaghi-Siyan caiu de seu cavalo e os companheiros tentaram sem êxito colocá-lo novamente na sela, abandonando-o como um morto, enquanto eles fugiam. 




"Quando estava para exalar seu último suspiro, passou por ele um pastor armênio e o matou, cortou-lhe a cabeça e a levou para os francos em Antioquia".




As terras dos armênios haviam sido saqueadas e ocupadas pelos muçulmanos seljúcidas nas décadas precedentes. Por isso havia uma não pequena rivalidade entre eles. 




O homem que entregou a cidade teria sido também um armênio que fora obrigado a se converter ao Islã.







Cavaleiros num vitral



A crônica da tomada da cidade feita por Raimundo d'Aguiliers menciona que o emir "foi capturado e decapitado por alguns camponeses armênios que trouxeram sua cabeça até nós. Eu acredito que isto aconteceu por uma inefável disposição de Deus, pois aquele mesmo que havia decapitado tantos da mesma raça armênia ficou privado da sua por eles mesmos".




No mês seguinte à morte de Yaghi-Siyan houve uma das mais estranhas viradas na história das Cruzadas.




Os cruzados que tinham sitiado Antioquia ficaram donos da cidade, mas logo foram atacados por um poderoso exército muçulmano que tinha chegado tarde para salvar a cidade. 




Esta inédita situação acabou após a miraculosa descoberta da Santa Lança que atravessou o lado de Nosso Senhor, e que impulsionou os francos a repelir os turcos de modo também humanamente incompreensível e abriu a estrada para o exército cristão marchar até Jerusalém.
















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Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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