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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

A principal exportação dos EUA: imoralidade




A principal exportação dos EUA: imoralidade




Posted: 04 Feb 2014 12:00 AM PST




A principal exportação dos EUA: imoralidade

Exclusivo: Matt Barber comenta que outras nações estão rejeitando a agenda LGBT. Por que os americanos estão tão incomodados com isso?



Matt Barber



"Quando os justos florescem, o povo se alegra; quando os ímpios governam, o povo geme." (Provérbios 29:2 NVI).


Os Estados Unidos estão gemendo porque os ímpios estão governando.


Aliás, sob o governo do presidente Barack Obama, a principal exportação dos EUA se tornou a imoralidade. A perversão sexual, o assassinato de bebês em gestação, a redistribuição de riquezas e outros males foram desinfetados e propagandeados como "direitos humanos fundamentais."



Por isso, quando esse presidente arrogante estiver na ONU e condenar as nações que se recusam a adotar sua marca especial de relativismo pagão, não deveríamos ficar surpresos se essas nações rechaçarem.


E estão rechaçando mesmo.


Sem dúvida, além de provocar muito mal-estar no povo americano, a obsessão febril de Obama "de chamar o mal de bem e o bem de mal" está igualmente marginalizando cada vez mais os EUA no mundo inteiro.


Sob a liderança trágica desse homem que só pensa em si mesmo, os Estados Unidos, embora nunca tenham sido perfeitos, agora se parecem menos com a "cidade brilhando na colina" e mais como a Grande Prostituta da Babilônia na Bíblia. Uma nação que outrora permaneceu sozinha como o guia moral do mundo agora lidera o ataque desprezível para infectar nosso planeta privilegiado com seus próprios vírus de iniquidades.


E o mundo está rechaçando.


Por exemplo, ultimamente tem havido muito choro e ranger de dentes entre os grandes meios de comunicação — e outros círculos da "tolerância" intolerante — nos EUA por causa dos esforços bem sucedidos de vários governos estrangeiros de lutar contra a maré de propaganda LGBT dentro de suas próprias fronteiras soberanas.


A Rússia, a Índia, a Croácia, o Peru, a Jamaica e até a Austrália, por exemplo, junto com outras nações, estão agora agindo para se vacinarem contra o câncer de rápida metástase do relativismo sexual.


Tendo testemunhado, de longe, os resultados venenosos de tal propaganda aqui nos EUA (a hipersexualização das crianças, a desconstrução do casamento natural e da família, a propagação desenfreada de doenças sexualmente transmissíveis, a perseguição religiosa e problemas semelhantes), parece haver um reconhecimento emergente no mundo inteiro de que a radical agenda LGBT — uma das causas favoritas de Obama — não é sobre garantir "direitos humanos," mas, em vez disso, é sobre decretar iniquidades morais.


O mundo está vendo que forçar os outros a "tolerar" — aliás, celebrar — libertinagem irrestrita, sob penalidades legais, é tão prejudicial à sociedade como tal libertinagem é prejudicial para os que a praticam.


O mundo tem olhado para os Estados Unidos em busca de liderança moral, mas tem visto que essa liderança está em falta entre os americanos. O clima sob Obama ficou tão ruim, aliás, que o líder russo Vladimir Putin se sente encorajado a reivindicar o manto do líder moral mundial — uma honra maravilhosa que até agora pertencia à velha nação americana.


O jornal DailyMail noticia que, em seu discurso sobre o estado da nação, "Putin buscou apresentar a Rússia como o árbitro moral do mundo na quinta-feira, ao mesmo tempo em que bateu forte nos 'valores não tradicionais' dos EUA e sua influência no mundo inteiro."


A Rússia tem barrado a propaganda LGBT e outras propagandas de anarquia sexual.


"O sr. Putin defendeu os valores cada vez mais conservadores de seu governo," continuou a reportagem, "e condenou a 'revisão das normas de moralidade' no Ocidente e outros lugares.


"'Essa destruição dos valores tradicionais que vem da cúpula não só impõe consequências negativas para a sociedade, mas também é inerentemente antidemocrática porque é baseada numa noção abstrata e vai contra a vontade da maioria do povo', o senhor Putin disse, acrescentando que não dá para haver benefício para a sociedade tratar o 'bem e o mal' de forma igual."


Como é triste que o líder de um governo ateu, num país em que dezenas de milhões morreram sob o marxismo — outra das causas favoritas de Obama — está conseguindo ser mais cristão do que os EUA que outrora eram cristãos.


Enquanto isso, a pequena nação da Jamaica está entre centenas mais que estão igualmente sentindo as pressões esmagadoras do governo de Obama e das organizações aliadas de pressão LGBT. Eles estão também querendo impor sobre a Jamaica liberdade sexual irrestrita.


De acordo com The Gleaner, um jornal jamaicano, Peter LaBarbera, presidente de Americanos pela Verdade sobre a Homossexualidade, recentemente deu uma palestra numa conferência pró-família ali. LaBarbera "incentivou os jamaicanos a se fundamentarem em suas convicções cristãs e não se deixarem seduzir por outros países para repelir as leis antissodomia."


"Os Estados Unidos não têm nenhum direito de passar sermão em ninguém sobre moralidade sexual," comentou ele. "Os EUA têm abortos desenfreados, promiscuidade desenfreada, e me coloco, de todo o coração, ao lado dos jamaicanos e incentivo todos vocês a permanecerem firmes em suas convicções," disse ele.


"A clareza moral dos meus anfitriões pró-família foi animadora, e algo que nós nos Estados Unidos precisamos aprender e extrair ânimo disso," disse LaBarbera em sua volta. "Eu disse a eles: o governo dos Estados Unidos não tem nada para ensinar a você sobre moralidade sexual, mas vocês têm muito para ensinar aos americanos!"


"Estamos observando a Jamaica para ver o que acontece," concluiu ele, "e creio que se a Jamaica conseguir resistir e não se prostrar às pressões, vocês poderão ser um exemplo para o mundo. Vocês não têm necessidade de seguir ninguém," LaBarbera encorajou.


Aliás, com certeza ninguém precisa seguir os Estados Unidos. Não nessa questão. Menos nações estão adotando o que os EUA estão exportando. Colocaram um embargo na principal exportação dos EUA.


Embora os EUA estejam perdidos (mas oro para que não), pareceria que seus valores tradicionais — valores ainda tido por muitos, até mesmo a maioria, dos americanos — estão, apesar de tudo, ganhando força em outros países.


E isso é animador.


Agora, vamos orar para que esses valores, que chegaram às nações através dos EUA, voltem aos EUA através dessas nações.


Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: America's chief export: Immorality




Leitura recomendada:


















































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(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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