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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

ACI Digital: Papa Francisco: O amor cristão não é o amor das telenovelas!

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NOTÍCIAS DIÁRIAS · www.acidigital.com 










10 de janeiro de 2014 







ROMA, 10 Jan. 14 (ACI) .- O amor cristão, do que fala São Joãp em seu Evangelho, é um amor concreto, explicou o Papa Francisco na manhãde ontem, 9, na homilia da Missa que presidiu na capela da Casa Santa Marta. Sobre este tema, precisou que este amor “não é o amor das telenovelas!



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MANCHETES DO DIA 











VATICANO 
Papa Francisco: O amor cristão não é o amor das telenovelas! 

AMÉRICA 
Nomes bíblicos são cada vez mais comuns nos recém-nascidos dos EUA 

MUNDO 
Bispo do conturbado Sudão do Sul compartilha 10 propostas para estabilizar o país 
Cardeal Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura recebe doutorado Honoris Causa 

CONTROVÉRSIA 
Egito: Cristãos vivem entre a esperança e o temor ante aprovação da nova Constituição 
Malásia: 109 denúncias de muçulmanos contra semanário católico por usar palavra Alá 

VIDA E FAMÍLIA 
Cresce o número de pessoas que percebem o matrimônio como instituição religiosa, revela estudo no EUA 





Católico em Dia 



Evangelho: 





Santo ou Festa: 



Um pensamento: 

Assim como dois pedaos de cera derretidos juntos se tornam um, assim aquele que comunga, de tal sorte est unido a Cristo, que ele vive em Cristo e Cristo nele.

São Cirilo de Jerusalém 













VATICANO 









ROMA, 10 Jan. 14 (ACI) .- O amor cristão, do que fala São Joãp em seu Evangelho, é um amor concreto, explicou o Papa Francisco na manhãde ontem, 9, na homilia da Missa que presidiu na capela da Casa Santa Marta. Sobre este tema, precisou que este amor “não é o amor das telenovelas!

O Papa comentou que o amor não é apenas algo bonito de sentir-se e exclamou: "Olhem que o amor do qual fala João não é o amor das telenovelas! Não, é outra coisa. O amor cristão tem sempre uma qualidade: a concretização. O amor cristão é concreto”.

A partir das palavras da primeira Carta do João, na que o Apóstolo insiste em repetir: “Se nos amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós e seu amor é perfeito em nós”, o Santo Padre observou que a experiência da fé está precisamente neste "duplo permanecer".

"Nós em Deus e Deus em nós: esta é a vida cristã. Não permanecer no espírito do mundo, não permanecer na superficialidade, não permanecer na idolatria, não permanecer na vaidade. Não, não: permanecer no Senhor. E Ele retribui isto: Ele permanece em nós. Ele é quem permanece em nós primeiro. Muitas vezes O expulsamos das nossas vidas e nós podemos permanecer n´Ele. É o Espírito quem permanece".

“O próprio Jesus, quando fala do amor, fala-nos de coisas concretas: dar de comer aos famintos, visitar os doentes e tantas coisas concretas. O amor é concreto. A concretização cristã. E quando não há esta concretização, pode-se viver um cristianismo de ilusões, porque não se entende bem onde está o centro da mensagem de Jesus. Este amor não chega a ser concreto: é um amor de ilusões, como estas ilusões que tinham os discípulos quando, olhando para Jesus, acreditavam que era um fantasma".

O "fantasma" é o que precisamente -na passagem do Evangelho de ontem- os discípulos veem assombrados e temerosos (o Senhor) vir até eles caminhando sobre o mar. Mas seu estupor nasce de uma dureza de coração, porque -o mesmo Evangelho o diz- "não tinham entendido" a multiplicação dos pães acontecida pouco antes.

Francisco insistiu logo: "se você tiver o coração endurecido seu não pode amar e pensa que o amor é isso de imaginar coisas. Não, o amor é concreto". E esta concretização, acrescenta, fundamenta-se sobre dois critérios: ‘"Primeiro critério: amar com as obras, não com as palavras. As palavras são levadas pelo vento!’. Hoje estão, amanhã não estão”.

“O segundo critério de concretização é: no amor é mais importante dar que receber. Quem ama dá e dá... Dá coisas, dá vida, dá-se a si mesmo a Deus e aos outros. Entretanto, quem não ama, quem é egoísta, sempre procura receber, sempre procurar ter coisas, ter vantagens. 

Para concluir o Pontífice assinalou que os cristãos devemos “permanecer com o coração aberto, não como estava o dos discípulos, fechado, que não entendiam nada”

“Permanecer em Deus e Deus em nós; permanecer no amor", exortou.



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AMÉRICA 









DENVER, 10 Jan. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Cada vez mais pais nos Estados Unidos optam por dar aos seus filhos recém-nascidos nomes tradicionais bíblicos. Para Lucie Wisco, editora do Site de nomes de bebês “Belly Ballot”, este aumento nas preferências demonstra que as pessoas “se sentem cada vez mais fortalecidas em relação à sua fé e retomaram a esperança nela”.

Em uma entrevista concedida ao grupo ACI, Wisco assinalou que considera positiva “a volta dos nomes bíblicos à nossa cultura”, e explicou que isto se deve a que durante muitos anos as pessoas fizeram experiências com os nomes “convidando-os” e usando “estranhas” composições em sua escritura. Por exemplo, nos Estados Unidos o nome Catharine (Catarina) pode ter grafias tão diversas que chega a ser difícil identifica-lo com o nome da grande santa da Igreja: Catarina de Sena.

Além disso o uso de nomes bíblicos mostra o desejo de “retornar aos valores originais e tradicionais em busca de paz”, expressou.

Wisco atribuiu esta tendência também à eleição do Papa Francisco em Março do 2013, considerando que muitos pais querem “honrar” o novo Pontífice escolhendo um nome bíblico para seus filhos.

“O Papa Francisco se enfoca mais na humildade, misericórdia, compaixão e nas necessidades de outros, e isso atrai as pessoas comuns e os leva a buscar aproximar-se novamente à Igreja”, indicou.

Ela também disse que os dez nomes que seguem aparecendo como os mais comuns no Seguro social (previdência social) americano são Noé, Miguel e Abigail. Segundo a editora, ultimamente, os pais também se sentem atraídos por nomes bíblicos menos conhecidos como Naomi, Caleb, Judite ou Levi.

Como através do Belly Ballot os pais podem compartilhar nas redes sociais com suas familiares e amigos suas preferências de nomes, uma estatística do site assinalou que sobre a base dos dados de 3500 pais registrados, e com um total de 25 mil votos de seus familiares e amigos, em 2014 os nomes bíblicos serão extremamente populares no país. 


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MUNDO 









DENVER, 10 Jan. 14 (ACI) .- Em três dias dedicados à oração e reflexão, presbíteros, religiosos e leigos da Diocese de Tombura-Yambio (Sudão do Sul) junto do seu Bispo, Dom Barani Eduardo Hiiboro Kussala, elaboraram dez propostas de contribuições à paz que visam estabilizar a situação de violência que atravessa o recém criado país e que causa contínua angustia e consternação entre seus habitantes.

Dom Hiiboro fez um chamado a que seus “filhos do Sudão do Sul, escutem por favor, somente Deus o autor da vida e a fonte de paz em nosso mundo, em nossa comunidade e em nossos corações. Sem Deus não é possível a paz duradoura nem verdadeira”.

O prelado acrescentou que “nestes tempos em que parece prevalecer a violência e a destruição, tão contrários à vontade de Deus para todos seus filhos, Deus escuta seus gritos de angústia. A oração é a elevação da mente, o coração e a alma a Deus, por isso quando a paz se vê ameaçada em nossa família ou nação, a oração deve ser nossa resposta como católicos”.

Em suas primeiras propostas, os membros do clero junto aos leigos que participaram deste encontro de reflexão, pedem a todos os fiéis do mundo e de outras crenças que se unam em solidariedade com a oração, jejum e oferecimento pela paz no país e também por aqueles que não podem ter acesso à ajuda humanitária.

Em especial pediram aos fiéis católicos o compromisso de orar pela paz em cada Missa, Hora Santa e no Santo Rosário.

Outro ponto abordado pelo documento alerta sobre a grave situação de 3 ou 4 estados do país que não têm acesso a produtos básicos para sua alimentação, portanto convidam a que as pessoas de boa vontade doem mantimentos não perecíveis que podem ser entregues na Missas ou através de doação bancária para ajudar essas localidades.

Por outro lado solicitam aos cerca de seis estados que vivem atualmente em “relativa” paz que sejam as “asas de oração”, e que organizem atividades em busca de soluções para não serem apenas “espectadores pacíficos” da dramática situação.

Entre as propostas, consta também um chamado ao Presidente do país, Salve Kirri, para que “por favor escolha a paz para que seus concidadãos sobrevivam” e aos militares e a todo tipo de força armada que valorizem e defendam a vida, e que os funcionários políticos deixem de lado a política étnica e a guerra de palavras.

Os fiéis e o clero da Diocese de Tombura-Yambio, em outra de suas propostas de paz, mencionaram a importância de que o governo e as forças de oposição mantenham o desejo de paz e de frear a violência, porque desta maneira estariam contribuindo à estabilidade econômica e apoiando na reabilitação dos deslocados internos pelos conflitos sociais.

Ao concluir, os autores agradecem à comunidade internacional por seu apoio e comentam a importância de que todos os países se sensibilizem e haja consciência da situação de destruição e morte no país mais jovem do mundo.


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MADRI, 10 Jan. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- No próximo 8 de março o Cardeal Gianfranco Ravasi, Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, visitará à universidade dos jesuítas em Bilbao (Espanha), onde receberá a investidura de Doutor Honoris Causa pela Faculdade de Teologia da Universidade de Deusto como reconhecimento pelo seu grande trabalho a serviço do diálogo da fé com a cultura, a arte, o pensamento, a ciência e com as demais confissões religiosas.

Além disso, durante sua visita a Bilbao o Cardeal participará de diversos encontros sobre fé e cultura organizados em colaboração com a Universidade de Deusto e a diocese local. A cerimônia acadêmica se realizará no próximo 4 de março, mesmo dia em que na cidade de Bilbao haverá alguns eventos entre instituições culturais da diocese e de toda a província.

Nesses encontros participará também o Bispo de Bilbao, Dom Mario Iceta, junto com outros representantes culturais. Um dos eventos mais importantes será uma mesa redonda com representantes do mundo da cultura e da arte no Museu Guggenheim.

O Cardeal Ravasi é considerado como um dos grandes eruditos católicos do diálogo entre a fé e cultura. O Pontifício Conselho para a Cultura, do qual o Cardeal é presidente há quase 7 anos, foi o principal promotor do projeto “átrio dos gentios”, um foro de diálogo entre crentes e não crentes com um maior eco social, cultural, eclesiástico e midiático nas cidades onde teve lugar.

Um dos principais objetivos do Cardeal Gianfranco Ravasi é promover entre os não-crentes a cultura cristã de uma maneira mais profunda e que por sua vez os católicos sejam mais rigorosos na hora de debater a cultura laical, plural e pós-moderna da atualidade.



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CONTROVÉRSIA 









ROMA, 10 Jan. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Sob as ameaça do terrorismo islâmico no Egito, os cristãos do país se preparam para votar neste 14 e 15 de janeiro um referendum sobre a nova Constituição, a qual definiria os direitos fundamentais das minorias cristãs.

Conforme informou o jornal da Santa Sé, L’Osservatore Romano, o presidente do Egito, Adly Mansour, visitou patriarca copto ortodoxo Tawadros II, em uma cerimônia que muitos qualificaram de “estranha” mas “altamente simbólica”.

“Esta visita expressa a consideração que o estado egípcio tem pelos cidadãos cristãos, que contribuíram muito à glória da nação, desde o início, junto com seus irmãos muçulmanos”, referiu o porta-voz do governo, Ehab Badawi.

A visita se enquadra em um momento crítico em que se esperam grandes mudanças para o país, especialmente para os cristãos coptos, que representam 10 por cento dos cidadãos e que supõem a população cristã mais numerosa em todo Oriente Médio.

A principal ameaça para os cristãos ali é o propósito de incluir na Constituição a Xaria, a lei baseada nos princípios da religião muçulmana, que contempla entre, outras normas polêmicas, que qualquer pessoa pode ser acusada injustamente de “blasfêmia” e ser até condenada a morte.

Embora seja certo que a Carta Constitucional descreve os princípios da Sharia, como “como a fonte primitiva do direito”, esta não é a única fonte, e acima de tudo sua interpretação corresponde a Corte Constitucional e não às escolas de interpretação do Corão.

O novo texto constitucional considera a liberdade de culto aos não-muçulmanos, judeus e cristãos, a legalidade dos partidos religiosos –os quais triunfaram nas eleições anteriores-, ou a possibilidade de construir novas igrejas e edifícios religiosos sem restrições especiais, em definitiva, desde o ponto de vista das comunidades religiosas no país, isto representaria um passo decisivo rumo ao fim da angustiosa transição delineada pelo chefe das forças armadas Abdel Fattah El-Sissi no dia que foi destituído o Ex-presidente Mohamed Mursi.

Para a elaboração do esboço constitucional –construído durante vários meses-, o governo contou com a colaboração de “cinquenta sábios”, entre os quais se encontra o Bispo copto católico de Guidez, Dom Antonios Aziz Mina, quem assinalou à agência SIR, do episcopado italiano, que se trata de “um texto que pode converter-se em um exemplo também para os países vizinhos”.

“Foram meses de árduo trabalho, mas os resultados são positivos. Agora o povo tem a palavra, mas nós esperamos um grande sim. Todos os representantes estão contentes, e cada artigo foi aprovado com 75 por cento do consenso”.

Para o Dom Mina, esta constituição seria “uma vitória para o país egípcio, especialmente nos artigos relativos aos direitos fundamentais e sua máxima garantia”.

Estes dados parecem tranquilizadores, mas o Porta-voz da Igreja Católica no Egito, Padre Rafic Greiche, assegurou que não se pode baixar a guarda, já que no país se respira um clima de tensão que convida à prudência.

São muitos os que temem novos atentados contra os cristãos coptos quem, depois da proclamação dos Irmãos Muçulmanos como “grupo terrorista” por parte do governo, não descartam uma nova onda de violência similar à de 14 de agosto do ano passado, quando foram atacadas mais de 20 igrejas cristãs.

“O risco de violência é alto, e também o medo entre a população cristã. Os membros da Irmandade Muçulmana já se aliaram com os grupos terroristas islâmicos ligados ao Al Qaeda, responsáveis por numerosos atentados na península do Sinai”, assegurou.

De maneira particular, os grupos islâmicos “estão procurando semear o terror entre a população para poder influenciar no resultado do referendum que será realizado entre os dias 14 e 15 de janeiro”, concluiu o Pe. Greiche.


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ROMA, 10 Jan. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O Pe. Lawrence Andrew, sacerdote da Malásia e diretor do jornal católico “Herald” e do semanário diocesano de Kuala Lumpur, está sendo indiciado pela justiça e poderia ser acusado e processado por “rebelião”, depois de receber 109 denúncias por ter usado em um recente artigo que os fiéis católicos têm direito a seguir utilizando a palavra “Alá” para referir-se a Deus.

Conforme assinala a agência vaticana Fides, no artigo publicado em 27 de dezembro, o Pe. Andrew citava, como base do seu argumento, uma oração cristã de mais de cem anos, em idioma malaio, em que se utilizava o nome “Allah”.

“A situação é muito grave. Existe uma grande preocupação na Igreja Católica, porque a história deu um giro para o pior”, assinala frei Agustín Julian, missionário dos Irmãos das Escolas Cristãs no Kuala Lumpur e ex-secretário da Conferência Episcopal da Malásia.

“A investigação do poder judicial em curso é uma forma sutil de pressão para todos os cristãos. Há uma forte preocupação na comunidade e tensões com os grupos radicais islâmicos”, acrescenta.

Os Bispos da Malásia, que nestes dias estão reunidos em Johor para uma reunião da Conferência Episcopal, “examinarão esta delicada questão”, assinala Frei Julian, embora seja provável que não haja nenhuma intervenção oficial. O que se teme é uma escalada que poderia conduzir à violência, informa Fides.

A abertura do processo contra o Pe. Andrew se dá após outro episódio crítico: a recente expropriação de mais de 300 bíblias pela polícia no estado de Selangor.

O uso da palavra “Allah”

A origem da controvérsia sobre o uso da palavra “Allah” (Alá em português) pelos não muçulmanos iniciou a princípios de 2009, quando o Ministério do Interior revogou a permissão da publicação do periódico católico “Herald”, por usá-la. Segundo o órgão a palavra que designa o nome de Deus no Corão não podia ter uso em nenhum escrito que não fosse muçulmano.

A Igreja Católica pôs em marcha uma ação legal para reclamar a violação de seus direitos constitucionais. No mesmo ano, um tribunal confirmou a afirmação da Igreja. A sentença posterior do Tribunal de Apelação em outubro de 2013, porém, restabeleceu a proibição.

Os muçulmanos constituem mais de 60 por cento dos 28 milhões de malaios, enquanto que os cristãos representam cerca de 9 por cento da população.


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VIDA E FAMÍLIA 









DENVER, 10 Jan. 14 (ACI) .- Uma nova pesquisa realizada nos Estados Unidos revelou que 57 por cento de cidadãos eleitores assinalam que o matrimônio é uma instituição religiosa e não meramente social. Esta porcentagem indica que neste país o matrimônio é altamente valorizado.

A pesquisa realizou-se no dia 22 de dezembro 2013 por Rasmussen Reports, uma das pesquisadoras de opinião mais sérias dos EUA, também assinala que os que só consideram o matrimônio como uma união civil são 40 por cento, uma cifra que baixou comparada à última pesquisa que mostrava 45 por cento dos entrevistados.

Por outro lado, 71 por cento dos que afirmaram que o matrimônio é uma instituição religiosa também se opõem à união de casais do mesmo sexo, enquanto que 75 por cento dos que disseram que o matrimônio para eles é apenas uma instituição civil, estão a favor da redefinição do matrimônio.

Perto de 77 por cento dos pesquisados afirmaram estar casados ou havê-lo estado, dos quais 57 por cento disse estar de acordo que o matrimônio é uma instituição religiosa, enquanto que o que os que nunca se casaram indicaram que o matrimônio para eles é uma união civil.

Os participantes também foram indagados se consideravam importante ou muito importante casar-se antes de ter filhos. O resultado foi que 73 por cento responderam que sim era importante, à diferença dos outros 25 por cento que opiniaram que o matrimônio não é uma condição prévia para a paternidade.

Além disse, 79 por cento dos entrevistados qualificou que o matrimônio é de alguma forma algo importante para a sociedade e 45 por cento destes que o qualificou como importantíssimo para a sociedade.



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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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