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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

[Novo post] Vejamos como a esquerda cuida dos favelados: “Não é bom abrir vias em favelas”




lucianohenrique publicou: " Fonte: Brasil247 (em sua sessão Favela247) Urbanista especializado em favelas Manoel Ribeiro defende, na coluna de Fernando Molica do jornal O Dia, que não é necessário abria vias em favelas, e que os projetos de infraestrutura devem preservar o ca" 



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Nova publicação em Ceticismo Político 












Urbanista especializado em favelas Manoel Ribeiro defende, na coluna de Fernando Molica do jornal O Dia, que não é necessário abria vias em favelas, e que os projetos de infraestrutura devem preservar o caráter popular das comunidades.

Ele acredita que a manutenção dos padrões urbanísticos originais das favelas, com suas vielas estreitas, escadarias e espaços onde não chegam automóveis fazem com que esses lugares sejam menos consumíveis à classe média, e assim, além de manterem seus aspectos originais, ainda os protegem de uma possível gentrificão.

Para Manoel Ribeiro, tanto o Santa Marta quanto o Pavão/Pavãozinho são bons exemplos de favelas com vias não carroçáveis que permitem um bom transporte de pessoas e com manejo racional da descida do lixo, e que a instalação de hidrantes dispensaria a necessidade de vias abertas para os carros de bombeiros.

Meus comentários

A inteligibilidade do discurso de Manoel Ribeiro depende de que conheçamos a esquerda como ela é, não como ela diz ser. A esquerda diz que se preocupa com os pobres. Mas um mero olhar cético, lançado a partir de fora, nos mostrará que eles dependem da miséria dos pobres para inchar o estado. Logo, a preocupação real com os pobres estará sempre em último lugar na lista de prioridades.

De um lado temos propostas para abrir vias em favelas. Do outro temos Manoel Ribeiro, dizendo que essa vias não devem ser abertas. Quais os argumentos em favor disso? O "caráter popular das comunidades" deixará de ser preservado. A ideia, no fundo, reside em afastar os pequenos confortos da classe média dos habitantes da favela.

Mas por que um esquerdista faria uma proposta tão torpe? Simples: pessoas que tem algum nível de conforto típico da classe média tendem a nutrir algumas expectativas da classe média, isto é, a luta pela manutenção do pouco que conseguiram, ao invés da aderência a princípios socialistas.

Ou seja, em prol da manutenção das "comunidades" de forma que eles possam capitalizar mais em cima de sua população, esquerdistas lutam para aniquilar oportunidades de tornar a vida dos favelados melhor e mais confortável. Por que eu não estou surpreso?



lucianohenrique | 6 de janeiro de 2014 às 10:30 pm | Tags: esquerda, esquerdismo, favelas, hipocrisia, marxismo, socialismo | Categorias: Outros | URL: http://wp.me/pUgsw-7DR












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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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