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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Confraria de São João Batista




Confraria de São João Batista


  • A descrição do Anticristo (qualquer semelhança NÃO será coincidência). 
  • ORDEM ROSACRUZ - AMORC - MAÇONARIA - SATANISMO! 
  • Macabeus: prefiguração dos últimos fiéis. 




Posted: 30 Dec 2013 10:30 PM PST


"De Anticristo ele não será chamado".




De Anticristo ele não será chamado, caso contrário ele não conseguiria seguidores. Ele não se vestirá de vermelho e nem vomitará enxofre, também não terá como cetro um tridente ou balançará uma cauda pontiaguda como Mefistófeles em Fausto .




Esta mascaração só serviu para ajudar o demônio a convencer os homens de que ele não existe. Quanto mais ninguém o reconhece, mais poder ele exerce.




Deus definiu a Si mesmo como "Eu sou Aquele que Sou, enquanto o demônio, como antítese se define como "eu sou aquele que não sou".




Em nenhum lugar nas Sagradas Escrituras encontramos justificativa para o mito popular do Diabo como um palhaço vestido de "vermelho". Ao invés disto, ele é descrito como um anjo caído do céu, como "o príncipe deste mundo", cuja tarefa é nos dizer que não existe outro mundo.




Sua lógica é simples: se não há céu, não há inferno, se o inferno não existe, então não há pecado, se não há pecado, então não há juiz, e se não há nenhum julgamento então o mal é bom e bom é mau. Mas, acima de todas estas descrições, Nosso Senhor nos adverte que ele será tão parecido com o Cristo que seria capaz de enganar até mesmo os escolhidos – e certamente nenhum demônio já descrito em alegorias de livros seria capaz de enganar os escolhidos.




Como então ele se apresentará nessa nova era pra ganhar seguidores para a sua religião? A crença já nos tempos anteriores à Rússia comunista é que ele virá disfarçado como um grande líder humanitário: ele vai falar de paz, prosperidade e abundância não como um meio para levar-nos a Deus, mas como um fim em si mesmo…




… A terceira tentação , aquela em que Satanás pediu a Cristo para adorá-lo em troca de todos os reinos do mundo, se tornará a tentação de ter uma nova religião sem a cruz, uma liturgia sem a menção de um mundo por vir, uma religião para destruir a verdadeira religião, ou uma política que se tornará uma religião – uma religião que renderá a César até mesmo as coisas que são de Deus.




No meio de todo o seu aparente amor pela humanidade e seu discurso simplista de liberdade e igualdade, ele guardará um grande segredo que não revelará a ninguém: ele não acredita em Deus.




Porque sua religião será a fraternidade sem a paternidade de Deus, e é com essa religião ele vai enganar até mesmo os eleitos. Ele vai criar uma contra-Igreja que será pura macaqueação da Igreja, porque ele, o Antiscristo, não faz outra coisa senão macaquear a obra de Deus. Essa igreja terá ritos e características da Igreja, mas em sentido inverso pois estarão esvaziados de seu conteúdo divino. Será um corpo místico do anticristo que em todas suas aparências exteriores lembrarão o Corpo Místico de de Cristo.




… Mas os homens do século XX se juntarão a essa contra-igreja porque ela se proclamará infalível quando seu chefe visível falar da cátedra de Moscou sobre temas tais quais economia e política, como pastor-chefe do comunismo mundial.




Fulton J. Sheen, Communism and the Conscience of the West [Bobbs-Merril Company, Indianapolis, 1948], pp. 24-25 – Tradução: Gercione Lima




Fonte: Fratres In Unum.



Posted: 30 Dec 2013 10:00 PM PST


Que é a 'Ordem de Rosa-Cruz'?










Para apresentar a Ordem de Rosa-Cruz esboçaremos primeiramente o seu histórico; a seguir, a sua ideologia.










1. As origens da Ordem de Rosa-Cruz










1.1 Ouçamos, antes do mais, o que a "Rosa-Cruz" diz a respeito de si mesma.










Narram os textos oficiais que a Ordem teve origem no Egito, onde o Faraó Tutmosé III (1500-1447 a.C.) reuniu vários de seus súditos, dotados de sabedoria mais profunda, oculta ao vulgo, a fim de fundar com eles a "Grande Loja Branca" ou a "Fraternidade Branca". Os Irmãos constituíram sua sede principal em torno de um templo na região de El-Amarna (ou Alchetaton, no Alto Egito).










Do Egito espalharam-se para o Oriente e o Ocidente. Sólon de Atenas (618-550 a.C.), dizem, foi um verdadeiro Messias (um iluminado) pertencente à Ordem. Pitágoras entrou na Fraternidade em Tebas (na extremidade do Egito meridional) no ano de 531 a.C.; havendo passado por todas as iniciações e exames, foi agregado ao Conselho Supremo dos Iluminados e partiu para fundar a Fraternidade na Magna Grécia ou Itália Meridional (Cortona).










O próprio rei Salomão (970-931 a.C.), de Israel, haveria pertencido à Ordem; a sua sabedoria, ele a teria adquirido numa viagem a Tebas. Na Palestina, dizem que estabeleceu um núcleo da Fraternidade : a Fraternidade dos Construtores do Templo de Jerusalém, precursores dos maçons atuais.










Os Essênios, facção judaica de índole misteriosa, contemporânea a Cristo, eram também rosacrucianos...




Referem outrossim que Jesus foi essênio. Os seus apóstolos (essênios também eles), difundindo os ensinamentos do Mestre, deram origem à Igreja Cristã, que se foi desenvolvendo como corporação mais ou menos independente da Grande Fraternidade Branca. Esta, embora se interesse por qualquer movimento religioso do mundo, não se identifica com nenhum, mas paira acima de todos, como detentora do patrimônio de sabedoria de todas as religiões.










Para explicar a sua projeção relativamente exígua na história da civilização, os rosacrucianos professam uma lei que, segundo eles, rege as instituições humanas: todas estas se desenvolvem através de ciclos de atividade e inatividade, cada um dos quais compreende 108 anos; na verdade, os períodos de inatividade não são senão fases de oculta e silenciosa operosidade. Acontece, em consequência que, ao renascer de 216 em 216 anos, a instituição é como que nova e destituída de relação aparente com os ciclos anteriores!...










Entre 1610 e 1616 tomou surto em Cassel (Alemanha) uma onda de Rosacrucianismo que, segundo os historiadores, teve por chefe Christian Rosenkreuz; a este personagem é que, fora dos círculos rosacrucianos, se atribui a fundação da Ordem. Os rosacrucianos, porém, afirmam que "Christian Rosenkreuz" não é senão o pseudônimo de um varão ignorado que lançou o brado de renascimento da Ordem naquela época.










O fato é que do séc. XVII em diante a Rosa-Cruz aparece na Alemanha, na Inglaterra, na Áustria, na Prússia, na Hungria, na Polônia, na Rússia, com o caráter bem marcado de escola ocultista, em que tem sido (ou foram) cultivadas a cabala, a alquimia, a medicina, as ciências naturais... Atualmente a Rosa-Cruz apresenta afinidade com a Maçonaria, se não por sua origem, ao menos por suas formas (ritual, graus de iniciação, organização administrativa..,); do seu lado, a Maçonaria de rito escocês intitula um dos seus graus de iniciação Grau Rosa-Cruz.










Depois de ter tido grande voga na Alemanha e na Áustria, a Ordem possui atualmente um de seus maiores centros nos EE.UU. da América do Norte, sendo abreviadamente designada pelas iniciais AMORC (Antiga Mística Ordem de Rosa-Cruz).










Que dizer de tal descrição do histórico da Rosa-Cruz?










Mostra-se inconsistente. A sua pretensa origem antiquíssima e sua tradição contínua são apenas afirmadas, não, porém, comprovadas (aliás, todo o esboço histórico se apoia em noticias de um apregoado arquivo secreto da Rosa-Cruz, conservado no Tibé, e inacessível aos não iniciados). Principalmente a dependência de Jesus e do Cristianismo em relação aos Essênios e ao Rosacrucianismo carece de todo fundamento.










Nos tempos atuais, mais do que .nunca, se manifesta radical a diferença de mentalidades que separa Jesus Cristo e o Cristianismo de um lado, o ocultismo e o essenismo, de outro lado: com efeito, os famosos manuscritos descobertos sucessivamente a partir de 1947 junto ao Mar Morto dão claramente a ver que a mentalidade essênia ainda era mais estreita ou fechada do que a dos fariseus. Ora toda a vida pública de Jesus foi intersemeada de conflitos com estes ardorosos guardas do judaísmo, pois o Senhor comia com os publicados e os pecadores e ultrapassava a letra da Lei, escandalizando o espírito de facção dos fariseus. Por conseguinte, muito menos ainda poderia Cristo ser tido como discípulo e continuador da tradição essênia.










Foi talvez este um dos resultados mais sensacionais de Qumran (grutas do deserto de Judá, junto ao Mar Morto): o de pôr em realce a originalidade de Cristo, fornecendo-nos um termo de comparação proveniente do mesmo ambiente (palestinense, em que viveu Jesus). (J. Daniélou, L'Express, ler. février 1957, pág. 19).










Na verdade, o Rosacrucianismo não é senão uma das expressões da tendência ao ocultismo e à constituição de sociedades secretas, tendência que aparece no gênero humano desde remotas épocas. As primeiras manifestações de tal tendência se verificam no período do matriarcado social (dezenas de milênios antes de Cristo): quando a mulher, em virtude de um regime agrícola vigente, possuía a hegemonia na família, os varões, visando defender seus interesses próprios, se agremiavam em grupos fechados, secretos, que tutelavam decididamente os direitos de seus membros. Ainda hoje, entre os povos primitivos da África (aliás, também nas grandes nações ocidentais), se encontram tais sociedades, que constituem verdadeira rede invisível de auxilio mútuo : a cabala medieval, a franco-maçonaria posterior ao séc. XVI, a gnose antiga e moderna — e também a Ordem de Rosa-Cruz — não são senão cristalizações mais ou menos densas de tal tendência. Essas escolas dependem cada uma de um chefe principal, que viveu em determinada época (a Rosa-Cruz como tal parece oriunda, sim, no séc. XVII, embora seus primórdios sejam controvertidos). Contudo, já que o respectivo fundador se valia de ideias antigas, refundidas segundo modalidades próprias, as sociedades secretas costumam dizer que têm origem remotíssima e atravessaram ininterruptamente os séculos (para isto, porém, é-lhes necessário recorrer a artifícios semelhantes à lei dos ciclos de 108 anos, explorada pela Rosa-Cruz). Note-se ainda que o ocultismo, por muito inveterado que seja na história, não é a forma originária de filosofia ou de religião, mas é uma aberração do genuíno senso religioso ou do senso místico espontâneo a todo homem; o ocultismo, com suas doutrinas e suas práticas, deriva-se da ambição de alguns homens que quiseram fascinar e dominar os seus semelhantes, abusando da filosofia e da religião, ou seja, dizendo possuir um tesouro de pretensos conhecimentos divinos velados ao vulgo.










2. A ideologia rosacruciana










O Rosacrucianismo declara não ser religião; diz que fala, sim, de Deus e da felicidade do homem, mas de maneira compatível com os credos religiosos, de sorte que o adepto de qualquer religião pode estudar as ideias da Rosa-Cruz sem ofender a sua fé, como estuda química, música, jurisprudência... A vantagem singular do Rosacrucianismo seria a seguinte : a Bíblia Sagrada e os credos religiosos apenas exortam de modo geral a servir a Deus, viver honestamente e ajudar o próximo. A Fraternidade Branca, porém, revelaria os métodos práticos para se realizarem tais tarefas, dando conselhos minuciosos (formulados com aparato matemático e científico) para que o homem utilize devidamente as suas aptidões pessoais e as forças da natureza que o cerca (daí o título de escritos capitais do Rosacrucianismo: "O domínio do destino com os ciclos da vida", "Princípios rosacrucianos para o lar e para os negócios", o que quer dizer: normas para atrair clientela e aumentar as vendas no comércio, fomentar novos negócios; normas para o empregado de uma empresa, etc.). A Ordem de Rosa-Cruz instituiu um "Consultório de Negócios" nos EE.UU. da América do Norte. O Imperador da Ordem, Sr. Spencer Lewis, foi escolhido por negociantes eminentes de Nova Iorque e outras cidades para ser seu conselheiro: tornou-se sócio comendatário de várias firmas comerciais e industriais, recebendo, em troca de seus oráculos, donativos para a sua Ordem! — Os princípios rosacrucianos não são ensinados a qualquer homem, porque, dizem os Irmãos, a massa não quer melhorar, saindo da rotina da vida cotidiana. É também isto o que explica a escolha rigorosa dos futuros membros da Ordem; antes de ser admitida definitivamente nesta, o candidato compromete-se por toda a vida a guardar o silêncio sobre os seus Estatutos, mesmo que abandone a sociedade. Assim a Rosa-Cruz toma o aspecto de entidade leiga, religiosamente neutra, de moralização e beneficência.










Todavia, caso se leiam os livros doutrinários da Ordem, verifica-se que esta professa uma filosofia que é uma visão integral do mundo; ultrapassa o plano dos métodos práticos de obter sucesso na vida, para dar resposta às questões que qualquer credo religioso considera. Com efeito, a ideologia rosacruciana está estritamente baseada nas teses fundamentais do ocultismo: admite o monismo (uma só substância que se manifesta tanto no homem como na natureza) e a reencarnação (o indivíduo humano estaria sujeito a ciclos semelhantes aos da história universal; reencarnar-se-ia de acordo com as "vibrações cósmicas" !). É sobre estas duas teses que se baseiam os cálculos rosacrucianos para se alcançar sucesso na vida: quem conheça a solidariedade que une o homem, os elementos do mundo e a Divindade (ou a Mente Cósmica, substância neutra) entre si, realiza seus estudos, seus negócios, suas viagens, seus namoros e casamentos, etc., na época oportuna do ano. Este, segundo os rosacrucianos, está dividido em sete períodos de 52 dias; no quarto período, por exemplo, a Mente Cósmica comunica-se mais vivamente à mente do indivíduo, tornando-o então especialmente apto a obras de inteligência e de senso artístico...










Como apreciar tais concepções?










Já dissemos quão vã é a interpretação que a dá de Cristo e do Cristianismo. Sobre as teses do monismo ou panteísmo e da reencarnação, vejam-se respectivamente os fascículos de "Pergunte e Responderemos" 1957 no 7 qu. 1 e no 3 qu. 8. No tocante à exploração das disposições psicológicas e fisiológicas do homem, assim como no desfruta mento das forças da natureza, os princípios rosacrucianos se baseiam não raro em observações válidas (o que lhes dá a aparência de sistema científico); o indivíduo é, sim, influenciado pelo ambiente e, por sua vez, pode influenciar a este. Daí, porém, não se segue que uma única substância universal, à semelhança de uma rede, passe pelo homem e pelos elementos da natureza. Além disto, poder-se-ia perguntar sobre que cálculos se funda a tabela rosacruciana dos ciclos da vida e dos meses faustosos e infaustos do ano; donde se deduzem os seus oráculos, as suas previsões e normas? A Rosa-Cruz responde que, em última análise, se apoia em um depósito de sabedoria arcana e incomunicável, guardado no Tibé... Donde o estudioso conclui que difícil ou impossível é, no caso, pesquisar e raciocinar; faz-se mister ter fé e crer...










Crer em Deus ou crer em uma mística meramente humana? Será que o Pai do Céu quis assim velar aos homens as verdades capitais, o caminho para a suprema felicidade? Parece que não: "Falei abertamente ao mundo; sempre ensinei na sinagoga e no templo, onde todos os judeus se reúnem, e nada disse às ocultas"» (Jo 18,20), afirmou Jesus, e acrescentou : "Nada há de oculto que não deva ser revelado, nada de secreto que não se deva tornar público" (Lc 12,2).










Esta mensagem cristã, sim, é digna de Deus, que quer sejam salvos todos os homens (cf. 1 Tim 2,4)!
















Dom Estêvão Bettencourt (OSB)




Posted: 30 Dec 2013 09:30 PM PST


Sermão do XXI Domingo Depois de Pentecostes - Pe. René Trincado 







Nestes dias, os padres devem ler, no Breviário, os livros dos Macabeus, que relatam certos feitos acontecidos em Israel uns 150 anos antes do nascimento de Nosso Senhor, e que contem grandes lições para nossas vidas, especialmente nestes tempos terríveis de apostasia e de combate pela Fé.




Sucedeu primeiro –diz a Escritura (I Mac 1 – 2)- que "surgiram em Israel uns rebeldes que seduziram a muitos dizendo: 'Vamos, façamos acordos com os povos que nos rodeiam – como o Vaticano II, acordo entre a Igreja e os inimigos de Deus; como o intento de acordo de Mons. Fellay- porque desde que nos separamos deles, nos sobrevieram muitos males.' E obtiveram autorização para viver segundo os costumes dos gentios." Deus castigou esta traição com as calamidades que seguiram: o rei Antíoco, da Síria, "enviou um exército que caiu de repente sobre Jerusalém, matando a muitos. Saqueou a cidade, a incendiou e arrasou suas casas e a muralha que a rodeava e seus soldados levaram cativos a mulheres e crianças. Depois reconstruiram a Cidade de David –este era um lugar contiguo ao templo- com uma muralha grande e forte, com torres poderosas, e fizeram sua fortificação. Estabeleceram ali uma raça perversa de rebeldes, que se atrincheiraram nela." Os modernistas que se apoderaram de Roma e não podem ser expulsos. "Foi um perigoso laço que se converteu em emboscada contra o santuário, em adversário mau para Israel em todo tempo. Derramaram sangue inocente em torno ao santuário e o profanaram. Desde os postos de poder, os modernistas usurpadores fazem cair na libertinagem e na apostasia aos católicos de todo o mundo. "Caiu o santuário desolado como um deserto, suas festas convertidas em duelo, seus sábados em escárnio, sua honra em desprezo". A obra destruidora do modernismo da Igreja. "E o rei – o Anticristo- publicou um edito ordenando que em seu reino todos formaram um único povo e abandonara cada um seus costumes próprios. Todos os gentios acataram o edito real e muitos israelitas aceitaram seu culto, sacrificaram aos ídolos e profanaram o sábado. Deviam suprimir no santuário os holocaustos, sacrifícios e libações; profanar sábados e festas; ultrajar o santuário e o santo –é o que vemos todos os dias- levantar altares, lugares santos e templos idolátricos; sacrificar porcos e animais impuros; deixar a seus filhos não circuncidados; tornar abomináveis suas almas com toda classe de impurezas e profanações, de modo que esquecessem a Lei –a Fé- e mudassem todos os seus costumes. Colocou o rei sobre o altar dos holocaustos a Abominação da desolação". A estátua de um ídolo, como essa estátua de Buda colocada sobre o altar de Assis em 1986. "Ao que descobriam cumprindo os preceitos da Lei, lhe condenavam à morte. Mas muitos em Israel se mantiveram firmes e se resistiam a comer coisa impura. Preferiram morrer antes que contaminar-se com aquela comida e profanar a aliança santa; e morreram. Imensa foi a Cólera que se descarregou sobre Israel".




"Por aquele tempo, um sacerdote chamado Matatías deixou Jerusalém e foi viver em Modín". Mons. Lefebvre que se separa da "igreja conciliar". "Ao ver as impiedades que se cometiam exclamou: 'Ai de mim! Nasci para ver a destruição de meu povo e a ruína da cidade santa?' A Igreja. "O templo ficou como homem sem honra – a revolução litúrgica-, os objetos que eram sua glória, levados como recompensa – recordemos que Paulo VI, grande demolidor da Igreja, fez leiloar a Tiara Pontifícia, objeto de incomensurável significado e valor espiritual, logo depois de haver feito a solene deposição da mesma- mortos nas praças com seus filhos, e seus jovens por espada inimiga". O pecado mortal e os frutos amargos do Concílio. As almas vencidas pelo diabo, autor do Vaticano II. "Todos seus adornos lhe foram arrancados e de livre passei à escrava. Vejam nosso santuário, nossa formosa e nossa glória, convertido em deserto, mirem-no profanado pelos gentios. Para quê viver mais?'.




"Certo dia os comissários do rei, encarregados de impor a apostasia, chegaram à cidade de Modín para obrigar a oferecer sacrifícios e queimar incenso aos ídolos e abandonar a Lei de Deus. Muitos dos israelitas uniram-se a eles, mas Matatias e seus filhos permaneceram firmes. Em resposta disseram-lhe os que vinham da parte do rei: Possuis nesta cidade notável influência e consideração, teus irmãos e teus filhos te dão autoridade. Vem, pois, como primeiro, executar a ordem do rei, como o fizeram todas as nações, os habitantes de Judá e os que ficaram em Jerusalém. Serás contado, tu e teus filhos, entre os amigos do rei; a ti e aos teus filhos o rei vos honrará, cumulando-vos de prata, de ouro e de presentes. Matatias respondeu-lhes: Ainda mesmo que todas as nações que se acham no reino do rei o escutassem, de modo que todos renegassem a fé de seus pais e aquiescessem às suas ordens, eu, meus filhos e meus irmãos, perseveraremos na Aliança concluída por nossos antepassados. Que Deus nos preserve de abandonar a lei e os mandamentos! Não obedeceremos a essas ordens do rei e não nos desviaremos de nossa religião, nem para a direita, nem para a esquerda. Mal acabara de falar, eis que um judeu se adiantou para sacrificar no altar de Modin, à vista de todos, conforme as ordens do rei. Viu-o Matatias e, no ardor de seu zelo, sentiu estremecerem-se suas entranhas. Num ímpeto de justa cólera arrojou-se e matou o homem no altar. Matou ao mesmo tempo o oficial incumbido da ordem de sacrificar e demoliu o altar. Com semelhante gesto mostrou ele seu amor pela lei, como agiu Finéias a respeito de Zamri, filho de Salum. Em altos brados Matatias elevou a voz então na cidade: Quem for fiel à lei e permanecer firme na Aliança, saia e siga-me. Assim, com seus filhos, fugiu em direção às montanhas, abandonando todos os seus bens na cidade. Formaram, pois, um exército e na sua ira e indignação massacraram certo número de prevaricadores e de traidores da lei; os outros procuraram refúgio junto aos estrangeiros. Ora, chegou para Matatias o dia de sua morte e ele disse a seus filhos: O que domina até este momento é o orgulho, o ódio, a desordem e a cólera. Sede, pois, agora, meus filhos, os defensores da lei e dai vossa vida pela Aliança de vossos pais. Não receeis as ameaças do pecador, porque sua glória chega à lama e aos vermes: hoje ele se eleva e amanhã desaparece, porque tornará ao pó, e seus planos são frustrados. Quanto a vós, meus filhos, sede corajosos e destemidos em observar a lei, porque por ela chegareis à glória."




Estimados fiéis: durantes séculos os sacerdotes leram estes santos exemplos no Breviário e no Martirologio, mas finalmente a Igreja caiu na trama diabólica do Vaticano II e seu acordo de paz com o mundo; e finalmente a FSSPX está caindo hoje na trama diabólica do acordo de paz com os hereges modernistas. Disse o grande santo Matatías: "não temais às ameaças do homem pecador", mas Mons. Tissier revelou recentemente que Mons. Fellay apresentou à Roma modernista sua traidora "Declaração doutrinal" de Abril do ano passado "para evitar à Fraternidade a excomunhão com que à ameaçava o Cardeal" Levada (Carta de Mons. Tissier de 29-3-2013). Que tem a ver esta atitude covarde com a fortaleza heróica dos mártires e dos santos? Pois absolutamente nada. Nunca é lícito fazer mal para conseguir um bem. Não se pode cometer um pecado, por mínimo que seja, para evitar ser excomungados, nem para salvar a própria vida, nem para salvar uma alma, nem sequer para salvar todas as almas. Mas a FSSPX mudou e atualmente são outras as prioridades, como o prova este outro escândalo incrível: a congregação abriu um colégio na Australia em cuja página de internet se diz o seguinte: "O programa e o ensino do Colégio Santo Tomás de Aquino, apoia e promove os princípios e práticas da democracia Australiana, incluindo um compromisso com: O governo eleito. O estado de direito. A igualdade de direitos de todos ante a lei. A liberdade religiosa. A liberdade de expressão e de associação. Os valores de abertura e tolerância." A congregação fundada por Mons. Lefebvre "apoiando e promovendo" as "liberdades modernas", maçônicas! Satânicas! Condenadas pelo Magistério da Igreja! Deus nos livre! 




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'A Lógica da Criação'


Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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