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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

[Catolicos a Caminho] SENHOR PARA ONDE É QUE NÓS HAVEMOS DE IR Siom !

 







  • SENHOR, PARA ONDE É QUE HAVEMOS NÓS DE IR? 




«Eu sou o Pão da Vida» (Jo.6,48).
«Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue tem a vida eterna e Eu ressuscitá-lo-ei no último dia...A Minha carne é, em verdade, uma comida e o Meu sangue é, em verdade, uma bebida». (Jo.6,54). 



Através dos Alimentos que tomamos regularmente, mantemo-nos na vida, crescemos e desenvolvemo-nos e vamos ficando aptos para as tarefas da nossa vida humana.
Evidentemente, quando não tomamos com regularidade os nossos Alimentos, ou tomamos alguns Alimentos impróprios, incompletos ou até nocivos, pomos em risco o normal da nossa vida e temos que recorrer a meios extraordinários, segundo as normas da mais moderna medicina para corrigir o que está errado, para um suplemento alimentar ou para debelar alguma situação de perigo.
Portanto, a Alimentação regular, para além do prazer que nos pode dar, é sobretudo o meio mais natural para a nossa regular subsistência e tudo o que for além disso, pode conduzir-nos a situações de perigo, por defeito ou por excesso, por vício ou pelas razões mais inconfessáveis do prazer ou da droga.
Com uma boa Alimentação, nós vamos notando de um ano para o outro os seus efeitos no nosso crescimento e no nosso desenvolvimento corporal.
Falando da Comunhão como Alimento Espiritual, devemos encontrar nela os mesmos motivos para uma Alimentação que nos permita uma união mais íntima a Deus, que o mesmo é dizer um maior crescimento e desenvolvimento na prática da virtude e na defesa contra os perigos que nos rodeiam por toda a parte.
Diz-nos o Catecismo da Igreja Católica :
1392 . – O que o alimento material produz na nossa vida corporal, realiza-o a Comunhão de modo admirável na nossa vida espiritual. A Comunhão na Carne de Cristo Ressuscitado, «vivificada pelo Espírito Santo e vivificante»(PO 5), conserva, aumenta e renova a vida da graça recebida no Baptismo. Este crescimento da vida cristã tem de ser alimentado pela Comunhão eucarística, pão da nossa peregrinação até à hora da morte, em que nos será dado como viático.
1394 . – Tal como o alimento corporal serve para restaurar as forças perdidas, assim também a Eucaristia fortifica a caridade que, na vida quotidiana, tende a enfraquecer; e esta caridade vivificada apaga os pecados veniais. Dando-Se a nós, Cristo reaviva o nosso amor e torna-nos capazes de quebrar as ligações desordenadas às criaturas e radicar-nos n'Ele.
Perante estas instruções do Catecismo da Igreja Católica, e perante a mais que avassaladora corrida de toda a gente para a Mesa da Comunhão, especialmente nas Missas Dominicais, apetece perguntar se toda esta gente vai comungar, em busca de Alimento Espiritual para a renovação da sua vida de caridade.
E pondo de parte todos aqueles que, segundo o conhecimento de Deus, vão comungar «indevidamente», por não estarem em graça de Deus, com as suas respectivas responsabilidades, todos os outros que Comungam em estado de graça, também eles vão em busca de Alimento Espiritual para o seu crescimento espiritual e para terem força contra as tentações ?
Ao fim de uma ano, num exame de consciência muito íntimo e muito sério, notam que realmente cresceram e se desenvolveram espiritualmente como cresceram e se desenvolveram corporalmente ?
Um trabalho pessoal em que o confessor pode dar uma boa ajuda espiritual para não haver desânimos e para um seguro e necessário crescimento espiritual.
Comungar apenas por outras razões mal esclarecidas e em situações que revelam falta de preparação e, porventura, incapacidade espiritual, não justifica a contínua e indiscriminada «tentativa de participação» numa Comunhão que não pode produzir os seus reais e benéficos frutos e pode acarretar as consequências de possíveis sacrilégios em que a falta de pregação da Igreja também tem as suas graves responsabilidades.
Quando Jesus anunciou a Promessa da Eucaristia, muitos se afastaram por não compreenderam como poderiam comer o Corpo de Jesus e beber o seu sangue e então Jesus perguntou aos seus discipulos :
-"Também vos quereis ir embora? ".(Jo.6,68).
E foi Simão Pedro que em nome de todos os discípulos, mesmo sem bem compreenderem, respondeu :
-"Senhor, para quem havemos nós de ir ? Tu tens palavras de Vida eterna e nós acreditamos e sabemos que és o santo de Deus".(Jo.6,68-69).
Um acto de fé de Pedro em nome de todos os discípulos, que também nós devemos fazer quando vamos comungar, tendo em conta que também podemos ter algum pecado que necessite de perdão, para podermos comungar devidamente. 




John
Nascimento 













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Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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