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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

[Novo post] Acharam o caroço no angu: provado patrocínio do PSOL aos Black Blocs




lucianohenrique publicou: " O blog petista Brasil247 resolveu transformar o PSOL em boi de piranha. Há quem diga que isso tudo é combinado. De qualquer forma vejamos o texto "Patrocínio do PSOL aos Black Blocs afunda Freixo": O PSOL está em apuros. Acumulam-se os indícios e tes" 



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Nova publicação em Ceticismo Político 











O blog petista Brasil247 resolveu transformar o PSOL em boi de piranha. Há quem diga que isso tudo é combinado. De qualquer forma vejamos o texto "Patrocínio do PSOL aos Black Blocs afunda Freixo":


O PSOL está em apuros. Acumulam-se os indícios e testemunhos de que o partido era o grande gerenciador dos Black Blocs em seus ataques a edifícios públicos, depredação de pontos comerciais e fechamento de grandes vias de tráfego no Rio de Janeiro.

Principal líder da agremiação na cidade, onde obteve 20% dos votos na última eleição para prefeito, o deputado Marcelo Freixo foi citado pelo preso Caio Silva de Souza como espécie de mentor intelectual, com quem realiza conversas, ao lado de outros integrantes da gang, sobre a situação política.

Está em circulação uma lista com nome de doares para uma manifestação organizada pelo PSOL. Entre os que receberam quantias de até R$ 400 está a jovem conhecida como Sininho, considerada uma espécie de porta-voz dos black blocs.

Já se sabe que os jovens encarregados de promover o que é definido como "terrorismo social" eram recolhidos em pontos determinados por vans, levados até os locais das manifestações e remunerados com R$ 150 por participação. Um acampamento de semanas nas escadarias da ocupada Câmara Municipal rendeu aos participantes diárias de R$ 350, de acordo com comentários de funcionários da sede do poder legislativo municipal.

Atacar o Estado em todas as frentes está no DNA de partidos como o PSOL e o PSTU. Nascidos de costelas do lado esquerdo do PT, identificam-se com o pensador e ativista russo León Trotski, aquele da revolução permanente. No tropicalizado quadro político nacional, ajuntamentos que quase viraram partido político, como o Rede Sustentabilidade, disputam o mesmo campo, buscando posições de extrema esquerda para ganhar nitidez ideológica. Essas pregações ganharam cara efetiva numa espécie de tropa de elite desgarrada do pensamento radical, os black blocs.

No Rio de Janeiro, um traço de união entre os BBs e os comandantes do PSOL se efetivou, de acordo com todos os indícios e depoimentos realizados até aqui. A invasão e depredação da Câmara Municipal; as arruaças na avenida Rio Branco e seu bloqueio no horário do rush, durante protestos contra o sistema de transportes; a quebra de agências bancárias, e a imposição de fechamento ao comércio e penalizações aos trabalhadores foram vistos com condescendência pelos chefes políticos dos dois blocos.

Marcelo Freixo funcionou, ora em encontros de bastidores, ora pela ausência de uma resposta pública aos ataques, como um dos vértices desse esquema. Um dos funcionários de seu gabinete já admitiu ter ligações diretas com os arruaceiros., prestando assistência jurídica.

Logo após junho do ano passado, quando as primeiras labaredas de fogo tomaram as manifestações populares, os black blocs, que poucos ainda sabiam o significado do nome importado dos EUA, assumiram as primeiras páginas da mídia. Nas ruas, esperavam o momento anterior ao início das dispersões para promoverem o seu terror, despertando forte repressão policial sem, para muitos, perderem o charme da coragem e da ousadia.

Às primeiras ações de repressão corresponderam ao despertar da solidariedade de gente famosa. Numa mensagem de garoto propaganda, como se quisesse formar ao lado deles, o célebre Caetano Veloso vestiu a máscara preta. Como revolucionário de fotografia, há quem considere que ele até ficou bem. Sair na rua, não saiu, mas já dera seu pitaco, contribuindo para um debate ideológico -- e não apenas policial – sobre o grupo sem face.

O oportunismo fica latente no apoio e complacência com que o PSOL conviveu até aqui com os Black Blocs, sem uma crítica direta sobre a maneira de agir do grupo. Isso rende ao partido identificação com a extrema esquerda.

A partir de agora, porém, com a primeira morte provocada por um participante de manifestações e as revelações de pagamentos por depredações e lista de doares para esse fim, o PSOL corre o risco até mesmo de ter o seu registro de partido integrante da democracia brasileira cassado.

Diz-se que vingança é um prato mais saboroso quando é servido frio. E, justiça seja feita, nem falarei de vingança (por que nem é o caso, e seria um exagero pensar nessa hipótese), mas de um gostinho especial que tive diante de um esquerdista desaforado que postou na seção de comentários deste blog.

Segundo ele, este blog não era de ceticismo político, mas de "credulidade política". Motivo? Por que eu "teria acreditado" nas palavras do advogado dos Black Blocs, conforme matéria publicada ontem.

O fato é que tudo que o advogado em questão falou... se confirmou. Mas tenho que ser humilde neste momento. Eu não adivinhei nada de extraordinário. O nível de ceticismo em relação à esquerda para perceber que há algo de errado na parceria entre os partidos esquerdistas e grupos terroristas como Black Blocs e MST é apenas básico. Não é preciso de um questionamento muito sofisticado para descobrir que há algo de muito podre neste tipo de aliança.

Por exemplo, em um claro ato de apologia e incitação do crime, Dilma recebeu integrantes do MST no Palácio do Planalto, dois dias após esse grupo ter ferido gravemente 30 policiais. Quando o MST causar a próxima vítima fatal (e isso for noticiado na mídia, como ocorreu com o caso do cinegrafista Santiago, vitimado pelos Black Blocs), quem quer que finja surpresa ao ver um advogado falar da aliança do MST com "partidos políticos" é com certeza muito cínico.

Enfim, qualquer um sabe que o PSOL e PT fazem alianças o tempo todo, e ambos os partidos dependem da parceria com grupos terroristas para se sustentar no poder. Mas, de novo: não é preciso nenhuma investigação elaborada para chegarmos a essa conclusão. Basta não ser cínico ou dissimulado.

Ver abaixo a "prestação de contas" do PSOL em suas doações aos Black Blocs:





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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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