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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

[Novo post] Na Venezuela, a contagem de corpos já começa a fazer jus ao socialismo




lucianohenrique publicou: " Segundo a Reuters a contagem de corpos do governo venezuelano já chega a 13, em pouco mais de 10 dias de repressão. Leia: CARACAS, 24 Fev (Reuters) - Manifestantes contrários ao governo da Venezuela montaram barricadas e iniciaram incêndios na capita" 



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Nova publicação em Ceticismo Político 











Segundo a Reuters a contagem de corpos do governo venezuelano já chega a 13, em pouco mais de 10 dias de repressão. Leia:


CARACAS, 24 Fev (Reuters) - Manifestantes contrários ao governo da Venezuela montaram barricadas e iniciaram incêndios na capital nesta segunda-feira, apesar dos chamados da oposição para um maior controle dos protestos que já provocaram a morte de pelo menos 13 pessoas no maior protesto popular do país em uma década.

O tráfego ficou confuso em Caracas e muitas pessoas permaneceram em casa, uma vez que os manifestantes queimaram lixo e empilharam material nas principais avenidas, um dia depois de o líder da oposição Henrique Capriles pedir que os protestos fossem pacíficos.

"Sabemos que estamos incomodando as pessoas, mas temos que acordar Venezuela", disse Pablo Herrera, um estudante de 23 anos, perto de uma barricada no distrito de Los Palos Grandes, em Caracas.

As autoridades do Estado fronteiriço de Táchira confirmaram outra morte: um homem que caiu de seu apartamento no segundo andar depois de ser atingido por uma bala de um protesto nas proximidades.

As manifestações são o maior desafio enfrentado pelo presidente Nicolás Maduro durante o seu governo de dez meses, mas não há sinais de que ele possa sair do poder ou que os carregamentos de petróleo do maior exportador do produto da América Latina possam ser afetados.

O governo diz que 529 pessoas foram acusadas pelos protestos - a maioria recebeu apenas uma advertência, mas 45 foram para a cadeia. Cerca de 150 pessoas ficaram feridas, segundo autoridades.

Capriles, de 41 anos, rejeitou um convite para se reunir com Maduro à tarde, como parte de um encontro de prefeitos e governadores que poderia abrir o diálogo entre ambos os dois lados após duas semanas de violência.

"Este é um governo que está morrendo... eu não vou ser como a orquestra do Titanic", disse ele a jornalistas. "Miraflores (palácio presidencial) não é o lugar para falar de paz, é o centro de operações de abusos dos direitos humanos."

Capriles e outros líderes da oposição exigem que o governo liberte o líder preso das manifestações, Leopoldo López, e mais uma dezena de estudantes que participavam de protestos.

Eles também querem que Maduro desarme grupos pró-governo e faça algo em relação a problemas como criminalidade e falta de produtos básicos. Alguns líderes estudantis, no entanto, querem a saída do presidente.

"Se há uma coisa que esses protestos violentos têm feito é unir o 'chavismo'", disse Maduro à televisão estatal, usando o termo que se refere aos partidários do governo durante a gestão de 14 anos de seu antecessor, Hugo Chávez.

O presidente, um ex-sindicalista de 51 anos, seguidor de Chávez, acusa os adversários de planejar um golpe com o apoio de Washington.

A mãe de López disse que o filho preso está bem. "Ele é forte, mas ele é um prisioneiro, e para uma mãe, é terrível ver o filho na cadeia", declarou Antonieta López à Reuters.

A continuar por esse ritmo, podemos constatar o óbvio: o regime militar brasileiro foi gentil com os ultra-esquerdistas, perto do que Maduro está fazendo com os manifestantes. Explica-se: marxistas, assim como os nazistas, tendem a ser os mais sanguinários da parada.

Até agora temos 13 mortos em um protesto iniciado em 12 de fevereiro. Ou seja, pelo menos 1 morte por dia. No regime militar brasileiro tivemos 400 mortes de marxistas e adeptos, em uma década de repressão. Lembrando que estes marxistas faziam várias vítimas também. Já no caso da ditadura venezuela, tivemos 13 mortes em 12 dias, sendo que apenas o lado do governo faz vítimas. É com certeza um regime muito mais sanguinário que o regime militar brasileiro.

Tudo isso sem contar os feridos graves, como podemos ver aqui, em matéria da Veja:


"Somente no dia 12, atendemos quatro pessoas feridas a bala. Um deles, já chegou aqui morto", disse Hernandez. No último sábado, data do maior protesto já feito, foram 25 atendimentos, sendo catorze feridos com balas de plástico, nove com contusões e fraturas (vítimas de espancamento) e dois com intoxicação após inalar grandes quantidades de gás lacrimogênio. "O mais preocupante é que as forças policiais estão usando armas de dispersão – como bombas e balas de plástico – como armas de ataque". O médico afirmou que sua equipe de paramédicos atendeu um rapaz com a perna dilacerada após ter sido atingido por balas de plástico a uma distância inferior a 1 metro. "Nós contamos com cinco ambulâncias e quatro motos para os atendimentos emergenciais. Mas nos dias em que os protestos são grandes, nossas viaturas não dão conta", lamentou Hernandez.

Alguns armamentos usados pela polícia venezuelana durante as manifestações utilizam munição plástica que se fragmenta e se espalha. Sua ação é semelhante a das antigas espingardas de sal – que machucam, mas não são letais. Porém, quando disparadas à queima roupa, seus resultados podem ser trágicos. Geraldine Moreno Orozco, de 23 anos, morreu no último sábado em Valência, cidade a 170 quilômetros ao oeste de Caracas, após ser atingida no rosto por uma dessas armas. O tiro, a pouca distância, lhe desfigurou a face e os fragmentos plásticos atravessaram seu crânio.

Outro caso de mau uso de armas de dissuasão relatado pelo médico aconteceu com um jovem que foi atingido por uma bomba de gás lacrimogênio na face. "Essas bombas são umas latas – parecidas com latas de molho de tomate – disparadas de uma escopeta, que deveriam ser lançadas ao chão. O jovem foi atingido à queima roupa, teve traumatismo craniano e perdeu a visão do olho esquerdo", contou o médico.

O número de vítimas na região mais revoltosa de Caracas pode ainda ser bem maior, pois muitos dos feridos vão diretamente para três grandes clínicas particulares de Chacao e ficam fora das estatísticas compiladas pelo Centro Médico. Dos 121 atendimentos feitos pela equipe de paramédicos comandada por Hernandez, 59 foram casos de contusões ou fraturas; 29 feridos por munição plástica; 22 por intoxicação de gases; quatro com ferimentos provocados por arma de fogo; e dois por queimaduras; e dois com traumatismo toracoabdominal e hemorragia interna (geralmente causados por espancamentos feitos com cassetes). Dos casos considerados normais, o centro registrou no período das manifestações apenas três crises de hipertensão.

Por que era tão fácil prever que o sangue derramado pelos marxistas venezuelanos seria muito mais torrencial que o sangue derramado pelo regime militar brasileiro? Simples: a ideologia marxista é feita para promover o ódio e sobreviver através dele.

Diante dessa ótica, podemos logicamente dizer que o regime militar brasileiro foi a opção entre uma ditadura moderadamente violenta e uma ditadura que só se satisfaz com rios de sangue. Isto é, há 50 anos atrás, a sociedade civil optou pela violência moderada ao invés do barbarismo absoluto.

A partir de agora, nenhum esquerdista adepto do PT (que endossou o regime de Maduro) tem moral para reclamar da "repressão sofrida na era dos militares no Brasil". Pois as repressões a partir de governos que ele endossa são muito piores, além de muito mais anti-democráticas e bárbaras.















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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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