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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

[Novo post] Portal Vermelho fica indignado com livro que desmascara o socialismo e dá várias brechas. Eu não resisto. Ah, não resisto mesmo…




lucianohenrique publicou: " Socialistas ficam especialmente indignados quando todas as crenças que usam são expostas como fraudes intelectuais que são. Claro que Karl Marx e Che Guevara jamais acreditaram nos discursos que proferiram. Não passavam de psicopatas que tinham a plen" 



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Nova publicação em Ceticismo Político 











Socialistas ficam especialmente indignados quando todas as crenças que usam são expostas como fraudes intelectuais que são. Claro que Karl Marx e Che Guevara jamais acreditaram nos discursos que proferiram. Não passavam de psicopatas que tinham a plena noção de que enganavam um bando de trouxas. Ainda assim, os esquerdistas funcionais realmente acreditam no discurso socialista.

Não sei se o colunista Carlos Pompe, do Portal Vermelho, é funcional ou beneficiário. Tendo a apostar na primeira hipótese. Sendo assim, ele deve acreditar de verdade no discurso socialista, e, por isso, deve ter ficado revoltado com a publicação de "O Livro Politicamente Incorreto da Esquerda e do Socialismo", de Kevin D. Williamson, no Brasil.

As tentativas dele refutar o livro de Williamson chegam a ser infantis. Comecemos:


O autor, que é periodiqueiro da National Review, um semanário que se opõe ao presidente Barak Obama pela direita, escreve no livro: "O calcanhar de Aquiles do socialismo é que a organização política de determinada atividade não elimina de fato os riscos nem os reduz de modo confiável e previsível". Ora, quando os socialistas afirmaram que construção do socialismo elimina riscos? Pelo contrário, o planejamento econômico socialista objetiva enfrentar desafios e garantir desenvolvimento com justiça social, preparando o terreno para a sociedade sem classes, e é constantemente revisto justamente por causa dos riscos que possam ocorrer e dos novos desafios que sempre surgem.

Ele não entendeu o que Williamson quis dizer. Quando este diz que "o calcanhar de Aquiles do socialismo é que a organização política de determinada atividade não elimina de fato os riscos nem os reduz de modo confiável e previsível", ele está apenas reconhecendo o risco inerente da ação política humana. E, se existe um risco com uma concentração de poder menor na mãos de poucos, ele aumenta com a maior concentração de poder. Ou seja, bastam dois fatores para identificarmos o Calcanhar de Aquiles do socialismo: (a) lógica pura, (b) o entendimento do que é a espécie humana.

Da mesma forma, a defesa de Pompe é superficial e não significa absolutamente nada. Veja o que ele diz: "o planejamento econômico socialista é constantemente revisto justamente por causa dos riscos que possam ocorrer e dos novos desafios que sempre surgem". O problema é que essa constatação é tão vaga que vale para: 
plantar mandiocas 
usar técnicas PUA's para pegar mulher 
aplicar truques para invadir computadores alheios 
usar uma metodologia de gestão de projetos 
fazer uso de técnicas para assaltar caixas eletrônicos 

Ou seja, é claro que qualquer ação humana organizada "tende a ser constantemente revista por causa de riscos que possam ocorrer e novos desafios que sempre surgem". Ainda assim, riscos sempre serão não apenas inerentes, como também amplificados quando temos as seguintes situações: 
deixamos os controles de segurança de uma organização abertos para os hackers 
permitimos que os loucos cuidem do hospício 
damos excessivo poder estatal na mão de socialistas 
deixamos os presos gerenciarem a prisão 

Como vemos, os riscos inerentes apontados para o socialismo prosseguem, e são apenas uma constatação lógica do que o ser humano é, enquanto os tais "riscos revisados e gerenciados de acordo com novos desafios", que existem para qualquer atividade organizada do ser humano, não servem para eliminar os riscos inerentes apontados por Williamson. Em outras palavras, Pompe não só deixou de refutar Williamson, como mostrou que até os discursos de defesa do socialismo são mais fraudulentos que os xavecos do Bozó (antigo personagem de Chico Anyzio).


Para Williamson, o fervor revolucionário seria um mero disfarce ao apego à comodidade. Um contrassenso, pois fervor revolucionário é ação, exatamente o oposto da comodidade. 

Novamente, Pompe não entendeu absolutamente nada do que Williamson escreveu. Quando Pompe diz que "o fervor revolucionário é ação", mais uma vez apela ao discurso vazio que não tem significado nenhum, até por que temos vários exemplos de ação: 
ligar a TV para assistir o Jornal Nacional 
abrir uma latinha de cerveja 
regar as plantas 
cagar 

E nenhum desses itens refuta a possibilidade de que alguém, no contexto da luta por seu ganha pão, poder optar pelo comodismo em comparação com outros buscando seu ganha pão.

Existem várias atividades que não envolvem comodismo. Como exemplo: 
atender pacientes em um consultório 
desenvolver código de software 
gerenciar equipes 
processar faturas 
efetuar atendimento em help desk 

Quem quer que opte por esse tipo de ganha pão vai ter que ralar. Existem outras opções arriscadas, como ser líder de tráfico de drogas. Mas, além de imoral e criminosa, é uma opção arriscada. E não é cômoda.

Mas como o socialismo visa inchar o estado para dar poder a burocratas, estes burocratas usam o estado como seu ganha pão. E aí não precisam mais fazer praticamente nada que preste. Basta continuar usando o poder estatal e seguir mamando nas tetas do estado. Não é preciso entregar um bom serviço, nem sequer competir com outras pessoas. Para os burocratas que detém poder no estado inchado (conquistado pelo esquerdismo), a vida é uma moleza. E isso também vale para artistas que ganham dinheiro por causa da Lei Rouanet ou donos de ONG's aparelhadas pelo estado.

Em resumo, o fato do "fervor revolucionário ser ação" não significa absolutamente nada, pois qualquer coisa que o ser humano faça é "ação". A constatação de que o ser humano executa "ações" a todo momento não serve para livrar ninguém que seja da acusação de luta pelo comodismo na hora de buscar seu ganha pão. E o socialismo, por ser focado apenas em dar poder para burocratas mamarem nas tetas do estado inchado, é a apologia do comodismo. Por que nada é mais cômodo do que viver às custas do estado e não ter que prestar satisfação a consumidores.


Ele repete a ladainha de que o socialismo é militarista e só beneficia os detentores do poder e desinforma: "O defeituoso sistema de escolas públicas não garante que os estudantes pobres e pertencentes às minorias escaparão de um fardo que os deixará em desvantagem por toda a vida: ter recebido uma educação de baixa qualidade a um custo exorbitante". Isso é desconhecer totalmente a inclusão social e educacional que a China, por exemplo, realiza. É ignorar, para citar um exemplo que nos é caro no momento, a excelência de qualidade da formação dos médicos cubanos. 

Que o socialismo só beneficia os detentores do poder, quanto a isso não há nem o que discutir. Basta estudarmos a vida nababesca de líderes de Cuba, China e Venezuela para tirarmos qualquer dúvida.

Quanto a China, a tal "inclusão social e educacional" que eles propiciam é tão grande que muito mais chineses saem da China para viver em outros países do que pessoas de outros países (se considerarmos nações civilizadas, como os Estados Unidos e vários países da Europa) mudam-se para lá. Além do mais, incluir mais pessoas no estudo não significa dar educação de qualidade para elas, e nem garantir que elas todas possam ter a devida recompensa pelo seu estudo, o que deveria ser traduzido em oportunidades para essas pessoas.

No caso dos médicos cubanos, a coisa fica ainda mais grave, pois a "excelência de qualidade da formação dos médicos cubanos" é conhecida por ser a única a ter fugido do exame Revalida no Brasil. É claro que os socialistas não possuem um teste objetivo mostrando, por exemplo, que os médicos cubanos pontuam melhor que os médicos de outros países.

É, a tal educação socialista deve ser realmente muito ruim, pois nem sequer ensinaram o tal de Pompe a apresentar suas alegadas evidências de forma estatística.


Ignorar, não; esconder, fraldar, pois é no capitalismo que as escolas públicas perdem em qualidade diante de algumas escolas particulares. É no capitalismo que a educação – aliás, como todas as atividades humanas – é tratada como mera mercadoria.

Fraldar?! Para um investigador de fraudes, ler isso realmente incomoda. É claro que a tal "educação de qualidade socialista" é inegavelmente um desastre.

Aliás, educação, saúde, segurança, esporte, processamento de faturas, venda de carnês e qualquer outra atividade humana é sempre uma mercadoria. A diferença é que no socialismo aqueles que vendem seus serviços são mal pagos. A não ser, é claro, os donos de estado inchado.

Resta apenas saber se Pompe é esperto o suficiente para fazer parte dos burocratas que mamam nas tetas do estado inchado, e por isso é inteligente ao apoiar o socialismo, ou então é ingenuo o suficiente para acreditar de verdade no socialismo, e então não passa de mais um esquerdista funcional (espécime que detalha mais o perfil do idiota útil) que só serve para mostrar o baixo nível da "intelectualidade" resultante das sessões de doutrinação marxista escolar em nossas escolas e universidades.















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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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