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domingo, 26 de janeiro de 2014

ACI Digital: Papa Francisco: Jesus começou a evangelização nas periferias para que ninguém fosse excluído

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NOTÍCIAS DIÁRIAS · www.acidigital.com 










26 de janeiro de 2014 







VATICANO, 26 Jan. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Em suas palavras prévias à oração do Ângelus dominical, o Papa Francisco assinalou aos fiéis reunidos na Praça de São Pedro que Cristo começou seu trabalho evangelizador na Galileia, a terra dos gentis e zona de fronteira “desprezada pelos judeus mais observadores”, “para nos ensinar que ninguém está excluído da salvação”.



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VATICANO 
Papa pede que espaços abertos às mulheres não as faça esquecer seu papel insubstituível nas famílias 
Papa Francisco: Jesus começou a evangelização nas periferias para que ninguém fosse excluído 





Católico em Dia 



Evangelho: 





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Um pensamento: 

Quando no posso assistir Santa Missa, adoro o Corpo de Cristo com os olhos do esprito na orao, o mesmo que o adoro quando o vejo na Missa.

São Francisco de Assis 













VATICANO 









VATICANO, 26 Jan. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O Papa Francisco recebeu neste sábado, 25, as participantes do 29° Congresso Nacional promovido pelo Centro Italiano Feminino (CIF), onde destacou a presença e a contribuição da mulher nos novos espaços abertos a ela na sociedade, mas pediu que isto não as faça esquecer seu papel insubstituível na família.

Em seu discurso, o Santo Padre agradeceu ao CIF por seu trabalho realizado durante seus 70 anos de existência e recordou o magistério da Igreja sobre a mulher, plasmado em documentos como a Carta apostólica Mulieris dignitatem de 1988, a Mensagem para a Jornada Mundial da Paz de 1995 sobre o tema "A mulher: educadora de paz" e em sua exortação apostólica Evangelii gaudium, em que destacou "a indispensável contribuição da mulher na sociedade, em particular com sua sensibilidade e intuição para o outro, o fraco, o indefeso".

O Papa expressou sua satisfação ao ver que “muitas mulheres compartilham algumas responsabilidades pastorais” para ajudar os sacerdotes, as famílias e os grupos, como na reflexão teológica, e indicou que ele mesmo espera se amplie a presença da mulher na Igreja.

"Estes novos espaços e responsabilidades que se abriram, e que desejo vivamente que possam ampliar a presença e a atividade das mulheres, tanto no âmbito eclesiástico como no civil e profissional, não podem fazer esquecer o papel insubstituível da mulher na família", indicou o Papa, ao assinalar que a delicadeza, sensibilidade e ternura que caracterizam a alma feminina, “representam não só uma força genuína da vida familiar, para a irradiação de um clima de serenidade e harmonia, mas uma realidade sem a qual a vocação humana seria impossível " .

A família, recordou, é para os cristãos a Igreja doméstica, cuja saúde e prosperidade “é uma condição para a saúde e a prosperidade da Igreja e da própria sociedade".

O Santo Padre também destacou o papel da Virgem na Igreja e nas famílias. “A presença das mulheres no lar resulta mais necessário que nunca, portanto, para a transmissão às futuras gerações os sólidos princípios morais e a mesma transmissão da fé”.

Neste esforço, concluiu o Papa, a presença materna de Maria "indicará o caminho a seguir com o fim de aprofundar no sentido e o papel da mulher na sociedade”.


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VATICANO, 26 Jan. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Em suas palavras prévias à oração do Ângelus dominical, o Papa Francisco assinalou aos fiéis reunidos na Praça de São Pedro que Cristo começou seu trabalho evangelizador na Galileia, a terra dos gentis e zona de fronteira “desprezada pelos judeus mais observadores”, “para nos ensinar que ninguém está excluído da salvação”.

O Santo Padre refletiu sobre o Evangelho do domingo que narra “os inícios da vida pública do Jesus nas cidades e aldeias da Galileia”. A missão de Cristo, recordou, “ão parte de Jerusalém, isso é, do centro religioso, centro também social e político, mas parte de uma zona periférica, uma zona desprezada pelos judeus mais observadores, por motivo da presença naquela região de diversas populações estrangeiras; por isto o profeta Isaías a indica como “Galileia dos gentios” (Is 8, 23)”.

“É uma terra de fronteira, uma zona de trânsito onde se encontram pessoas diferentes por raças, culturas e religiões. A Galileia torna-se assim o lugar simbólico para a abertura do Evangelho a todos os povos. Deste ponto de vista, a Galileia assemelha-se”, explicou.

Francisco disse que “também nós estamos imersos a cada dia em uma “Galileia dos gentios”, e neste tipo de contexto podemos nos assustar e ceder à tentação de construir cercas para estar mais seguros, mais protegidos. Mas Jesus nos ensina que a Boa Nova, que Ele traz, não é reservada a uma parte da humanidade, é para comunicar-se a todos. É um bom anúncio destinado a quantos o esperam, mas também a quantos talvez não esperam mais nada e não têm sequer a força de procurar e de pedir.”.

“Partindo da Galileia, Jesus nos ensina que ninguém está excluído da salvação de Deus, antes, que Deus prefere partir da periferia, dos últimos, para alcançar todos. Ensina-nos um método, o seu método, que porém exprime o conteúdo, isso é, a misericórdia do Pai. “Cada cristão e cada comunidade discernirá qual seja o caminho que o Senhor pede, mas todos somos convidados a aceitar este chamado. Sair da própria comodidade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que têm necessidade da luz do Evangelho”, afirmou o Pontífice.

“Para escolher os seus primeiros discípulos e futuros apóstolos, não se dirige às escolas dos escribas e dos doutores da Lei, mas às pessoas humildes e simples, que se preparam com empenho à vinda do Reino de Deus. Jesus vai chamá-los lá onde trabalham, na margem do lago: são pescadores. Chama-lhes, e esses O seguem, imediatamente. Deixam as redes e vão com Ele: as suas vidas se tornarão uma aventura extraordinária e fascinante”, recordou também Francisco.

“Queridos amigos e amigas, o Senhor chama também hoje! O Senhor passa pelos caminhos da nossa vida cotidiana. Também hoje, neste momento, aqui, o Senhor passa pela praça. Chama-nos para andar com Ele, para trabalhar com Ele pelo Reino de Deus, as “Galileias” dos nossos tempos. Cada um de vocês pense: o Senhor passa hoje, o Senhor me olha, está me olhando! O que me diz o Senhor? E se algum de vocês ouve que o Senhor lhe diz “siga-me”, seja corajoso, vá com o Senhor. O Senhor não desilude jamais. Sintam em seu coração se o Senhor vos chama para segui-Lo. Deixemo-nos alcançar pelo seu olhar, pela sua voz e O sigamos! “Para que a alegria do Evangelho alcance até os confins da terra e nenhuma periferia seja privada da sua luz”, culminou.

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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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