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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

[Novo post] Civilizações modernas não negociam com terroristas, mas o governo Dilma vai abrir diálogo com Black Blocs




lucianohenrique publicou: " Fonte: Estadão BRASÍLIA - O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, disse que o governo está buscando interlocutores com o movimento Black Bloc porque é preciso estabelecer um "diálogo" com eles e "compreender este fe" 



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Nova publicação em Luciano Ayan 







by lucianohenrique





Fonte: Estadão


BRASÍLIA - O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, disse que o governo está buscando interlocutores com o movimento Black Bloc porque é preciso estabelecer um "diálogo" com eles e "compreender este fenômeno social". Depois de ressaltar que o governo está "preocupadíssimo" com esta violência, o ministro entende que "a repressão é necessária", mas ressalvou que "só reprimir não resolve a profundidade do problema". O ministro reconheceu que a população acabou se tornando refém da violência dos black blocs e justificou que "o próprio esvaziamento das manifestações demonstrou isso".

Para Gilberto Carvalho, "o Estado não pode permitir a violência" e o governo quer impedi-la. Mas, ao mesmo tempo, quer ir à raiz do problema para entender essa questão e tomar medidas que resolvam. Segundo ele, o governo está "preocupadíssimo" com a questão e procura entender "até que ponto a cultura de violência vivida na periferia já emigrou para esse tipo de ação". Salientou ainda que é preciso ir a fundo na questão e não basta criminalizar os jovens, é preciso entender o que está acontecendo.

Após lembrar que esta é "uma questão complexa", Carvalho explicou que, "para podermos ter uma atuação eficaz, nós temos de ter um diagnóstico mais preciso", que ainda não existe. "Estamos acelerando isso, estamos em diálogo com a polícia, com as autoridades dos Estados, estamos buscando e também com a sociedade, com movimentos juvenis porque a simples criminalização imediata não vai resolver", declarou o ministro, acrescentando que "a polícia faz o combate à destruição e tem de fazer". "Mas para resolver o problema na profundidade, nós temos de conhecer um pouco mais, entender de onde vem esse processo."

Ao defender a necessidade de se conseguir interlocutores com os black blocs, Carvalho citou que o governo está em busca de integrantes do grupo que queiram dialogar. "Um dos problemas é essa dificuldade de ter interlocutores que possam e que queiram inclusive dialogar. Que a linguagem aparente - e insisto, aparente - é muito da destruição, da negação. Agora, nós precisamos de alguma forma ter uma ponte, nós estamos buscando com muita força esse diálogo, para que a gente possa achar uma saída eficaz porque só reprimir não resolve", afirmou.

O ministro comentou ainda que tem havido dificuldade no contato porque "é um grupo que não se apresenta para o diálogo, não se identifica". "A nós causa um grande espanto"

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A contradição é a regra em todas as declarações de Carvalho. Ele diz que quer abrir diálogo com os black blocs, mas em seguida diz que o grupo "não se apresenta para o diálogo, não se identifica". Em seguida, ele reconhece que a linguagem dos black blocs é "muito da destruição", mas diz que é preciso ter uma ponte com os manifestantes da linhagem "uga buga".

Mas o que será que o PT quer conversar com os black blocs? Pode ser um alinhamento mais forte ainda de discurso, pois em todas as manifestações dos black blocs não se viu uma cobrança sequer endereçada ao governo petista. Além do mais, depois do advento dos black blocs, a população mais pacífica, geralmente de direita, desapareceu dos protestos de rua. Provavelmente Carvalho vai agradecer à turma do quebra-quebra.

Países mais sérios, no entanto, nem sequer dariam atenção a grupos terroristas. Pena que o Brasil na era petralha deixou de ser uma civilização moderna.



lucianohenrique | 30 de outubro de 2013 às 4:21 pm | Tags: black bloc, black blocs, extrema-esquerda, gilberto carvalho, petistas, petralhas, PT | Categorias: Outros | URL: http://wp.me/pUgsw-7mT












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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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