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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Dia de Todos os Santos - 1° de novembro










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"O encanto grandioso e delicado da Cristandade não provém tanto do que ela realizou, como da harmonia profunda e da veracidade cintilante dos princípios sobre os quais ela construiu". Graças a Igreja Católica a mulher foi elevada a uma dignidade nunca antes atingida. Essas mulheres virtuosas também contribuíram para a grandeza da Cristandade. Aquelas glorificadas pela Igreja, o foram para que as mulheres de todos os tempos as tomassem como exemplo.































quinta-feira, 31 de outubro de 2013




  • Todos os Santos por Frá Angélico



A Enciclopédia Católica define o Dia de Todos os Santos como uma festa em “honra a todos os santos, conhecidos e desconhecidos”. No fim do segundo século, os cristãos começaram a honrar os que haviam sido martirizados por causa da sua fé e, achando que eles já estavam com Nosso Senhor Jesus Cristo no céu, rezavam a eles para que intercedessem a seu favor.
Esta tradição de recordar os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados, realizando-se nelas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia ao redor do Coliseu de Roma. Posteriormente tornou-se habitual erigirem-se igrejas e basílicas dedicadas em sua memória nesses mesmos locais.
A partir da perseguição de Diocleciano o número de mártires era tão grande, que se tornou impossível designar para cada mártir um dia do ano. No século IV, em Antioquia já eram celebrados todos os santos mártires em um dia comum, no domingo seguinte ao de Pentecostes, tradição que se mantém nas igrejas orientais.
Com o passar dos anos, mais homens e mulheres se sobressaíram como exemplos de santidade. Ao martírio pela fé que os cristãos respeitavam se soma a entrega de toda a vida no serviço de Deus; assim, "o dia de todos os santos" celebra todos os cristãos que se encontram na glória de Deus, tenham ou não sido canonizados (*).
A comemoração regular começou quando, em 13 de maio de 609 ou 610 d.C., o Papa Bonifácio IV dedicou o Panteão — o templo romano em honra a todos os deuses — a Maria e a todos os mártires.
A data foi mudada para novembro quando o Papa Gregório III (731-741 d.C.) dedicou uma capela em Roma a todos os santos e ordenou que eles fossem homenageados em 1° de novembro. Não se sabe ao certo por que ele fez isso, mas pode ter sido porque já se comemorava um feriado parecido na mesma data na Inglaterra.
A Enciclopédia da Religião afirma: “O Samhain continuou a ser uma festa popular entre os povos celtas durante todo o tempo da cristianização da Grã-Bretanha. A Igreja britânica tentou desviar esse interesse em costumes pagãos acrescentando uma comemoração cristã ao calendário, na mesma data do Samhain. É possível que a comemoração britânica medieval do Dia de Todos os Santos tenha sido o ponto de partida para a popularização dessa festividade em toda a Igreja cristã”.
Markale menciona a crescente influência dos monges irlandeses em toda a Europa naquela época. De modo similar, a Nova Enciclopédia Católica afirma: “Os irlandeses costumavam reservar o primeiro dia do mês para as festividades importantes e, visto que 1° de novembro era também o início do inverno para os celtas, seria uma data propícia para uma festa em homenagem a todos os santos”.
Finalmente, em 835, o Papa Gregório IV declarou-a uma festa universal.

O Dia de Finados, no qual as pessoas rezam a fim de ajudar as almas no purgatório a obter a bem-aventurança eterna, teve sua data fixada em 2 de novembro durante o século XI pelos monges de Cluny, na França. Embora se afirmasse que o Dia de Finados era um dia santo católico, é óbvio que na mente do povo ainda havia muita confusão. A Nova Enciclopédia Católica afirma que “durante toda a Idade Média era popular a crença de que, nesse dia, as almas no purgatório podiam aparecer em forma de fogo-fátuo, bruxa, sapo, etc.”.
Intenção catequética da festividade
Segundo o ensinamento da Igreja, a intenção catequética destas celebrações que tem lugar em todo o mundo, ressalta o chamamento de Cristo a cada pessoa para segui-lo e ser santo à imagem de Deus, a imagem em que foi originalmente criada e para a qual deve continuar a caminhar em amor. Isto não só faz ver que existem santos vivos (não apenas os do passado) e que cada pessoa o pode ser, mas sobretudo faz entender que são inúmeros os potenciais santos que não são conhecidos, mas que da mesma forma que os canonizados igualmente veem Deus face a face, têm plena felicidade e intercedem por nós. 
Além disso, é importante recordar o artigo do Credo que fala da Comunhão dos Santos. Na Doutrina Católica a comunhão dos Santos tem dois significados intimamente relacionados: "comunhão nas coisas santas, sancta" e "comunhão entre as pessoas santas, sancti".
O primeiro significa a participação de todos os membros da Igreja nas coisas santas: a Fé, os Sacramentos (nomeadamente a Eucaristia), os carismas e os outros dons espirituais. O segundo significa a união viva e espiritual de todos os fiéis cristãos e membros da Igreja que, "pela graça, estão unidos a Cristo", formando um único Corpo Místico de Cristo e sendo por isso "pessoas santas (sancti) em Cristo". Logo, esta comunhão de santos forma "uma só família, a Igreja", que está organizada em três estados espirituais diferentes:
- A Igreja militante, formada pelos fiéis que "peregrinam na Terra", nomeadamente aqueles que estão em estado de graça (ou seja, que não estão manchados por pecados mortais não confessados);
- A Igreja padecente ou purgante, constituída pelas almas que ainda padecem no Purgatório e que, por isso, necessitam das orações de sufrágio (nomeadamente a missa), das boas obras, dos sacrifícios, das indulgências e das obras de penitência praticadas pelos membros da Igreja militante. Todas estas ações aceleram a purificação e posterior entrada no Céu destas almas padecentes;
- A Igreja triunfante, composta pelos habitantes do Céu (desconhecidos, anônimos ou oficialmente reconhecidos pela Igreja), que alcançaram a eterna e definitiva santidade e que, portanto, são os intercessores dos homens junto de Deus.
Todos os membros da Igreja destes três diferentes estados espirituais, unidos espiritualmente em Cristo, podem por isso interceder e ajudar-se mutuamente através de orações, boas obras, sacrifícios e indulgências, ou seja, através da "comunicação dos bens espirituais".
Esta união viva é sustentada na doutrina católica de que "todos os crentes formam um só corpo, [logo] o bem duns é comunicado aos outros [...]. E assim, deve-se acreditar que existe uma comunhão de bens na Igreja. [...] Mas o membro mais importante é Cristo, que é a Cabeça [...]. Assim, o bem de Cristo é comunicado a todos os membros, comunicação que se faz através dos sacramentos da Igreja". Esta união espiritual, em última análise, é fundamentada "no mesmo amor de Deus e do próximo" que todos os católicos comungam, "embora de modo e grau diversos", formando assim uma só Igreja. 

Compêndio do Catecismo da Igreja Católica. Coimbra: Gráfica de Coimbra, 2000. ISBN 972-603-349-7

(*) No século V, teve início o uso de um processo para que a heroicidade de vida cristã de alguém aclamado pelo povo fosse averiguada; após o término do processo, o investigado pode ser chamado universalmente de beato ou santo. O processo também institui um dia e o tipo e lugar para as celebrações, normalmente com referência especial na missa.

Postado por Zeni às 07:13





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sábado, 21 de setembro de 2013






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Posted: 20 Sep 2013 06:39 AM PDT




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ZeniSempre me interessei por biografias. Com o passar dos anos, as vidas das Santas atrairam minha atenção. Católica praticante, via nelas um exemplo a seguir. E assim nasceu minha "coleção" de vidas dessas mulheres fascinantes! Que espero um dia conhecer pessoalmente...Visualizar meu perfil completo


Ó meu Deus, Trindade que adoro, ajudai-me a esquecer-me inteiramente de mim mesma, para fixar-me em Vós, imóvel e calma, como se minha alma estivesse já na eternidade 
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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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