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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

ACI Digital: O Papa: O corpo de cada um de nós é ressonância de eternidade e deve ser respeitado

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NOTÍCIAS DIÁRIAS · www.acidigital.com 










4 de dezembro de 2013 






Audiência Geral


VATICANO, 04 Dez. 13 (ACI/EWTN Noticias) .- Nesta manhã na audiência geral das quartas-feiras e ante 30 mil peregrinos na Praça de São Pedro, o Papa Francisco continuou sua catequese com o tema da semana passada: "a ressurreição da carne".



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MANCHETES DO DIA 











VATICANO 
O Papa: O corpo de cada um de nós é ressonância de eternidade e deve ser respeitado 
O Papa reza pela libertação das religiosas e de todos os sequestrados na Síria 
Por ocasião do Natal o Papa Francisco visitará crianças doentes em Roma 
O Papa: A Igreja deve ser alegre como Jesus 
Começou o segundo ciclo de reuniões do Conselho dos oito cardeais 

MUNDO 
Religiosas sequestradas pelos muçulmanos estão "bem", afirma Núncio na Síria 
Papa Francisco solidário com as vítimas da tragédia na Escócia 





Católico em Dia 



Evangelho: 





Santo ou Festa: 



Um pensamento: 

Deus meu, em ti sou fraco para ento ser forte.

Santo Agostinho 













VATICANO 









VATICANO, 04 Dez. 13 (ACI/EWTN Noticias) .- Nesta manhã na audiência geral das quartas-feiras e ante 30 mil peregrinos na Praça de São Pedro, o Papa Francisco continuou sua catequese com o tema da semana passada: "a ressurreição da carne".

"Trata-se de uma verdade -começou Francisco no meio do intenso frio- não simples e longe de ser óbvia, vivendo imersos neste mundo, mas o Evangelho nos ilumina: que Jesus tenha ressuscitado é a prova de que existe a ressurreição dos mortos. E a fé em Deus, criador e libertador de todo o homem –alma e corpo–, abre o caminho à esperança da ressurreição".

Continuando, a íntegra da catequese de hoje:

Hoje retorno ainda com a afirmação "Creio na ressurreição da carne". Trata-se de uma verdade não simples e longe de ser óbvia, porque, vivendo imersos neste mundo, não é fácil compreender as realidades futuras. Mas o Evangelho nos ilumina: a nossa ressurreição está estreitamente ligada à ressurreição de Jesus; o fato de que Ele ressuscitou é a prova de que existe a ressurreição dos mortos. 

Gostaria, então, de apresentar alguns aspectos que dizem respeito à relação entre a ressurreição de Cristo e a nossa ressurreição. Ele ressuscitou e porque Ele ressuscitou também nós ressuscitaremos.

Antes de tudo, a própria Sagrada Escritura contém um caminho para a fé plena na ressurreição dos mortos. Esta se exprime como fé em Deus criador de todo o homem – alma e corpo – e como fé em Deus libertador, o Deus fiel à aliança com o seu povo. O profeta Ezequiel, em uma visão, contempla os sepulcros dos deportados que são re-abertos e os ossos secos voltando a viver graças à infusão de um espírito vivificante. Esta visão exprime a esperança na futura "ressurreição de Israel", isso é, no renascimento do povo dizimado e humilhado. (cfr Ez 37,1-14).

Jesus, no Novo Testamento, cumpre esta revelação, e liga a fé na ressurreição à sua própria pessoa e diz: "Eu sou a ressurreição e a vida" (Jo 11, 25). De fato, será Jesus o Senhor que ressuscitará no último dia quantos acreditaram Nele. Jesus veio entre nós, fez-se homem como nós em tudo, exceto no pecado; deste modo, levou-nos consigo em seu caminho de retorno ao Pai. Ele, o Verbo encarnado, morto por nós e ressuscitado, doa aos seus discípulos o Espírito Santo como penhor da plena comunhão no seu Reino glorioso, que esperamos vigilantes. 

Esta espera é a fonte e a razão da nossa esperança: uma esperança que, se cultivada e protegida – a nossa esperança, se nós a cultivamos e a protegemos – torna-se luz para iluminar a nossa história pessoal e também a história comunitária. Recordemos isso sempre: somos discípulos d’Aquele que veio, vem todos os dias e virá no final. Se conseguirmos ter mais presente essa realidade, estaremos menos cansados do cotidiano, menos prisioneiros do efêmero e mais dispostos a caminhar com coração misericordioso na via da salvação

Um outro aspecto: o que significa ressuscitar? A ressurreição de todos nós virá no último dia, no fim do mundo, por obra da onipotência de Deus, O qual restituirá a vida ao nosso corpo reunindo-o à alma, em força da ressurreição de Jesus. Esta é a explicação fundamental: porque Jesus ressuscitou, nós ressuscitaremos; nós temos a esperança na ressurreição porque Ele nos abriu a porta para esta ressurreição. 

E esta transformação, esta transfiguração do nosso corpo é preparada nesta vida de relacionamento com Jesus, nos Sacramentos, especialmente na Eucaristia. Nós, que nesta vida somos alimentados pelo seu Corpo e Sangue, ressuscitaremos como Ele, com Ele e por meio Dele. 

Como Jesus ressuscitou com o seu próprio corpo, mas não retornou a uma vida terrena, assim nós ressurgiremos com os nossos corpos que serão transfigurados em corpos gloriosos. Mas isto não é uma mentira! Isto é verdade. Nós acreditamos que Jesus ressuscitou, que Jesus está vivo neste momento. Mas vocês acreditam que Jesus está vivo? E se Jesus está vivo, vocês pensam que nos deixará morrer e não nos ressuscitará? Não! Ele nos espera, e porque Ele ressuscitou, a força da sua ressurreição ressuscitará todos nós.

Um último elemento: já nesta vida, temos em nós uma participação na Ressurreição de Cristo. Se é verdade que Jesus nos ressuscitará no fim dos tempos, é também verdade que, por um certo aspecto, com Ele já ressuscitamos. A vida eterna começa já neste momento, começa durante toda a vida, que é orientada para aquele momento da ressurreição final. E já ressuscitamos, de fato, mediante o Batismo, fomos inseridos na morte e ressurreição de Cristo e participamos da vida nova, que é a sua vida. Portanto, à espera do último dia, temos em nós mesmos uma semente de ressurreição, aquela antecipação da ressurreição plena que receberemos por herança. 

Por isto, o corpo de cada um de nós é ressonância de eternidade, então deve ser sempre respeitado; e, sobretudo; deve ser respeitada e amada a vida de quantos sofrem, para que sintam a proximidade do Reino de Deus, daquela condição de vida eterna para a qual caminhamos. Este pensamento nos dá esperança. 

Estamos em caminho rumo à ressurreição. Ver Jesus, encontrar Jesus: esta é a nossa alegria! Estaremos todos juntos – não aqui na praça, mas em outro lugar – mas alegres com Jesus. Este é o nosso destino!

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VATICANO, 04 Dez. 13 (ACI/EWTN Noticias) .- Na Praça de São Pedro nesta manhã voltou a ressonar a oração pela paz, com um novo e urgente chamado do Papa Francisco. Diante do trágico conflito na Síria, rezou com os milhares de fiéis que foram à audiência geral pelas religiosas grego-ortodoxas e por todos os sequestrados.

O Papa disse: "Desejo convidar todos a rezar pelas religiosas do Mosteiro grego-ortodoxo de Santa Tecla em Maalula, Síria, que há dois dias foram sequestradas por homens armados".

"Rezemos por estas monjas, por estas irmãs e por todas as pessoas sequestradas por causa do conflito em curso. Continuemos a rezar e a trabalhar juntos pela paz! Ave Maria, Rainha da Paz".

Maalula é cenário do violento conflito sírio e as religiosas sequestradas, junto com outras do mesmo mosteiro citado pelo Papa, permanecem no lugar para atender dezenas de crianças órfãs por causa do conflito.

Os rebeldes do Free Syrian Army (Fsa) invadiram o local no último dia 5 de setembro, derrotando as tropas governamentais com o apoio da brigada Al Nousra vinculada à Al Qaeda.

Depois de tomar o controle de Maalula, os islamistas começaram a profanar os edifícios cristãos e mataram três jovens católicos.

Toda a população cristã, mais de 3 mil pessoas, fugiu de seus lares e encontraram refúgio em Bab Touma, o bairro cristão de Damasco, enquanto que alguns chegaram com seus familiares ao Líbano e outros foram acolhidos nos conventos da Igreja grego-católica da zona.

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VATICANO, 04 Dez. 13 (ACI/EWTN Noticias) .- O Secretário de Estado do Vaticano, Dom Pietro Parolin, anunciou que o Papa Francisco fará uma visita às crianças doentes do Hospital Pediátrico Menino Jesus, no próximo dia 21 de dezembro, por ocasião da celebração do Natal.

Dom Parolin fez o anúncio ao final do concerto solidário "A luz das crianças", que aconteceu na tarde da segunda-feira passada, em colaboração com a Secretaria de Estado, que neste ano foi em prol da renovação da infraestrutura e da tecnologia da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de cirurgia cardíaca.

O concerto contou com a voz de Andrea Boccelli, a orquestra sinfônica Rossini de Pésaro e o Coro Quadriclavio de Bolonha.

O Prelado disse que esta visita do Papa é "um sinal de particular carinho e proximidade" para com as crianças e seus pais "provados pela doença e pela dor, que devem enfrentar estas difíceis circunstâncias da vida, na medida do possível, em um clima rico em humanidade e delicadeza".

"Quanto mais seja protegida e promovida, a infância permitirá uma maior esperança de um futuro equilibrado e pacífico. Esta louvável iniciativa é também um sinal disso: manifesta o sentido de responsabilidade para com os pequenos doentes e o desejo de que o (hospital) Menino Jesus seja um ponto de referência seguro para muitas famílias", disse Dom Parolin.

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VATICANO, 04 Dez. 13 (ACI/EWTN Noticias) .- A paz e a alegria são as duas ideias que o Papa Francisco desenvolveu na manhã de ontem na homilia da Missa celebrada na capela da Casa Santa Marta. O Pontífice destacou que a Igreja está chamada a transmitir a alegria do Senhor a seus filhos, uma alegria que dá a verdadeira paz.

Na primeira leitura do livro de Isaías, vemos o desejo de paz que todos nós temos, indicou o Papa. Uma paz que, diz o profeta, trará o Messias. No Evangelho "podemos ver um pouco da alma de Jesus, o coração de Jesus: um coração alegre".

A respeito disso, Francisco afirmou que "nós pensamos sempre em Jesus quando ele pregava, quando curava, quando caminhava, quando ia pelas ruas, também durante a Última Ceia. Mas não estamos tão acostumados a pensar em Jesus sorridente, alegre. Jesus era cheio de alegria: cheio de alegria. Naquela intimidade com o Pai: ‘exultou de alegria no Espírito Santo e louvou o Pai’. É precisamente o mistério íntimo de Jesus, o relacionamento com o Pai, no Espírito. É a sua alegria interior, a sua alegria interior que Ele nos dá".

Assim, o Papa assinalou que "esta alegria é a verdadeira paz: não é uma paz estática, quieta, tranquila". Não, "a paz cristã é uma paz alegre, porque o nosso Senhor é alegre". E, também, é alegre "quando fala do Pai: ama tanto o Pai que não pode falar do Pai, sem alegria". O nosso Deus, reiterou, "é alegre". E Jesus "quis que a sua esposa, a Igreja, também fosse alegre".

Francisco acrescentou que "não se pode pensar em uma Igreja sem alegria e a alegria da Igreja é precisamente isso: anunciar o nome de Jesus. Dizer: 'Ele é o Senhor. O meu esposo é o Senhor. É Deus. Ele nos salva, Ele caminha conosco. E essa é a alegria da Igreja, que nesta alegria de esposa se torna mãe. Paulo VI dizia: a alegria da Igreja é evangelizar, ir para frente e falar sobre seu Esposo. E também transmitir essa alegria aos filhos que ela faz nascer, que ela faz crescer".

O Pontífice assinalou que a paz da que fala Isaías "é uma paz que se move muito, é uma paz de alegria, uma paz de louvor", uma paz que podemos dizer "barulhenta, no louvor, uma paz fecunda na maternidade de novos filhos". Uma paz, disse ainda o Papa Francisco, "que vem precisamente na alegria do louvor à Trindade e da evangelização, de ir para os povos para anunciar quem é Jesus". "Paz e alegria", reiterou. E ele colocou a ênfase no que Jesus disse: "uma declaração dogmática", quando afirma: "Você decidiu assim, revelar-se não aos sábios, mas aos pequenos".

O Santo Padre disse finalmente que "também nas coisas muito sérias, como essas, Jesus é alegre, a Igreja é alegre. Deve ser alegre. Mesmo em sua viuvez -, porque a Igreja tem uma parte da viúva que espera o seu marido que retorne - mesmo em sua viuvez, a Igreja é alegre na esperança. O Senhor nos dê a todos nós esta alegria, esta alegria de Jesus, louvando o Pai, no Espírito. Esta alegria da nossa mãe a Igreja, na evangelização, no anuncio do seu Esposo".

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VATICANO, 04 Dez. 13 (ACI/EWTN Noticias) .- O Conselho de Cardeais instituído pelo Papa Francisco para ajuda-lo no governo da Igreja universal e para estudar um projeto de revisão da Constituição Apostólica Pastor bonus sobre a Cúria Romana, conhecido como "C8", começou na manhã de ontem o segundo ciclo de reuniões que acontecem no vaticano até quinta-feira dia 5, com sessões de trabalho pela manhã e pela tarde.

Fazem parte deste Conselho o Presidente do Governo do Estado da Cidade do Vaticano, Cardeal Giuseppe Bertello; o Arcebispo Emérito de Santiago de Chile (Chile), Cardeal Francisco Javier Errázuriz, o Arcebispo de Bombaim (Índia), Cardeal Oswald Gracias; o Arcebispo de Munique (Alemanha), Cardeal Reinhard Marx; o Arcebispo de Kinshasa, (República Democrática do Congo), Cardeal Laurent Monsengwo Pasinya, o Arcebispo de Boston (Estados Unidos), Cardeal Sean Patrick O'Malley; o Arcebispo de Sydney (Austrália), Cardeal George Pell, e o Arcebispo de Tegucigalpa (Honduras), Cardeal Oscar Andrés Rodríguez Maradiaga, com funções de coordenador. O secretário é o Bispo de Albano (Itália), Dom Marcello Semeraro.

O diretor do Escritório de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, informou que nesta segunda ronda se conserva o horário da primeira, quer dizer, se reúnem na Casa Santa Marta de 9h às 12h30min, e pela tarde de 16h às 19h. A manhã de ontem começou com a Missa concelebrada com o Papa Francisco.

"Desta vez os cardeais começaram seu trabalho diretamente na Santa Marta, sem reunir-se antes na Terceira Loggia, como aconteceu em outubro. O Papa esteve presente na reunião e, provavelmente, estará também pela tarde.", explicou o Pe. Lombardi.

Indicou que "nos meses que separam uma ronda da outra, os cardeais continuaram o seu trabalho, tanto pessoalmente como mantendo o contato entre eles. Também recolheram opiniões e sugestões sobre a situação da Igreja baseando-se nos acontecimentos nos quais participaram; por exemplo, o Cardeal Gracias assistiu a diversas reuniões na Ásia, enquanto o Cardeal Marx fez a mesma coisa na Europa".

Na manhã de ontem "começaram imediatamente com um exame aprofundado da Cúria romana e, a partir do dicastério da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos: ou seja, entraram totalmente em seu trabalho que, como já se afirmou, será um trabalho em profundidade, e não se limitará a retoques ou melhorias marginais. A revisão da Pastor bonus, será consistente, tanto que se pode falar de uma nova constituição sobre a Cúria", acrescentou.

O porta-voz do Vaticano disse que nesta ronda não estão previstas questões que abordem os setores econômicos e administrativos que, em sua opinião, serão tratados na próxima reunião de fevereiro.

Também se referiu ao método de trabalho dos cardeais no que diz respeito à distribuição de tarefas na hora de enfrentar temáticas específicas, mas "tudo se leva ante o Conselho e a responsabilidade dos temas é comum".

Por último, informou que o Conselho convidou o novo Secretário de Estado, Dom Pietro Parolin, para saudá-lo e estabelecer com ele os primeiros contatos e que não estão previstos outros convites ao longo destes dias.

Os oito cardeais voltarão a reunir-se em uma terceira ocasião nos dias 17 e 18 de fevereiro, antes do Consistório para a criação de novos cardeais que Francisco celebrará no dia 22 do mesmo mês, festa da Cátedra de São Pedro.

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MUNDO 









MADRI, 04 Dez. 13 (ACI) .- O Núncio Apostólico na Síria, Dom Mario Zenari, informou que as treze religiosas do convento de Santa Tecla que foram sequestradas na segunda-feira no povoado cristão de Maalula (Síria), encontram-se "bem" e provavelmente foram levadas pelos extremistas muçulmanos à população vizinha de Yabrud, ao norte da capital Damasco.

"A madre superiora pôde falar ontem de noite por telefone com o Patriarcado grego-ortodoxo em Damasco e lhes disse que as religiosas estavam bem", assinalou nesta quarta-feira o Prelado. Dom Zenari disse que "até agora não se pode falar de sequestro, porque não se sabe o propósito desta ação".

Conforme informou a agência EFE, o Núncio indicou também que no momento se desconhece o nome da brigada que está com as religiosas.

Por outro lado, um porta-voz do Patriarcado grego-ortodoxo de Antioquia e do Oriente Médio confirmou que as irmãs estão "bem" e provavelmente retidas em Yabrud, embora não quis confirmar se a conversa telefônica com a madre superiora, Pelagia Sayaf, ocorreu ontem.

Por sua parte, ao término da Audiência Geral de hoje quarta-feira, o Papa Francisco pediu pela libertação "destas irmãs e por todas as pessoas sequestradas por causa de um conflito em curso. Continuemos a rezar e a trabalhar juntos pela paz. Confiemos na Virgem!".

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GLASGOW, 04 Dez. 13 (ACI/EWTN Noticias) .- "Que o Senhor conceda o repouso eterno àqueles que morreram e conforte os seus parentes e toda a comunidade de Glasgow nestes momentos de angústia e tristeza", expressou o Papa Francisco na mensagem enviada ao Arcebispo dessa cidade na Escócia, Dom Philip Tartaglia, pelo acidente ocorrido na sexta-feira passada, quando um helicóptero da polícia caiu em um Pub repleto de pessoas que assistiam a um concerto.

Nove pessoas morreram enquanto mais de 12 ficaram feridas no trágico acidente que comoveu as pessoas do local. O resgate dos sobreviventes se fez em condições complicadas e arriscadas.

Na mensagem, o Santo Padre expressa a sua "sincera condolência e solidariedade" e assegura as suas orações pelas vítimas, feridos e familiares, conforme informou a Rádio Vaticano.

Por sua parte, o site 20minutos.es indicou que no sábado se suspenderam as atividades pelas festividade de Santo André, Padroeiro da Escócia, para que as pessoas possam assistir ao serviço religioso oferecido pelas vítimas.

A este evento assistiram centenas de pessoas e autoridades civis como a Vice-ministra Principal do Governo, Nicola Sturgeon e o inspetor local, também o Ministro Principal Escocês, Alex Salmond, que felicitou os escoceses pela coragem no resgate dos feridos.

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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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