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sábado, 28 de dezembro de 2013

[Novo post] Frames fundamentais para Aecio Neves tratar a questão dos escravos cubanos


Feliz Natal from Augusto César Ribeiro Vieira on Vimeo.




lucianohenrique publicou: " Eu suspeito de absolutamente tudo que um esquerdista diz. Se ele for da extrema-esquerda, como os petistas, aí é que não acredito em praticamente nada mesmo. Qualquer coisa que digam deve ser submetida a um extensivo escrutínio cético. Abaixo é dito q" 



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Nova publicação em Ceticismo Político 











Eu suspeito de absolutamente tudo que um esquerdista diz. Se ele for da extrema-esquerda, como os petistas, aí é que não acredito em praticamente nada mesmo. Qualquer coisa que digam deve ser submetida a um extensivo escrutínio cético. Abaixo é dito que o deputado federal Bruno Araújo, que seria conselheiro de Aécio Neves, teria dito para "Aécio parar de criticar o programa Mais Médicos". Veja abaixo, a partir do texto de Ilimar Franco, de O Globo (que, segundo os petistas, é parte da imprensa que quer derrubá-los - imagine então se fosse aliada a eles):


Conselheiro do tucano Aécio Neves, o deputado Bruno Araújo (PE), quer que o partido pare de dar murro em ponta de faca. Acha, por exemplo, improdutivo criticar o Mais Médicos. Ele afirma que "o programa tem o apoio da população". Além disso, para quem é atendido na ponta o debate sobre o regime de contratação dos cubanos não importa.

Estranho Ilimar Franco não ter colocado as frases proferidas por Bruno Araújo. Jornalistas sérios, que eu saiba, colocam as frases completas atribuída aos outros. Somente aí o leitor pode medir melhor as intenções dos declarantes, ao invés do puro julgamento do "jornalista" dizendo "ele quer isso" ou "ele optou por isso". Sem os discursos de Bruno, para serem avaliados, podemos justificadamente suspeitar que Ilimar muito provavelmente está mentindo e distorcendo os fatos.

Mas vamos supor, a título de argumento, que realmente Bruno Araújo tenha proferido algo como: "Eu discordo de Aécio Neves criticar o Mais Médicos, pois isso nos fará perder votos. Ao contrário, acho que ele deve dizer que a forma de contratação de médicos cubanos, sob regime escravo, não importa, já que a população é atendida". Se Bruno realmente disse isso ou algo próximo a isso (e Ilimar deve ser questionado para apresentar suas evidências a esse respeito), então isso significaria que o PSDB é um partido de frouxos, além de politicamente iletrados. Esse tipo de conselho, politicamente, só seria aceitável àqueles com algum grau de retardo, no mínimo.

Mas o que Aécio poderia então dizer em relação aos Mais Médicos? Simples, vamos aos frames: 
O programa Mais Médicos surgiu por que a população os forçou a fazer isso, a partir das manifestações de Junho. Só que o programa surgiu para corrigir a demolição da saúde pública feita pelo PT, que está no poder desde 2002. 
Agora é hora de melhorar o programa e deixar de fazê-lo ser apenas um "remendo" para esconder as falhas na saúde pública. É preciso de um investimento real em saúde, com infra-estrutura e uma carreira pública para os médicos. 
Com a carreira pública para os médicos, o cidadão tem a certeza de ser atendido, sem a necessidade do uso de escravos, o que rejeita nossas conquistas civilizacionais, nos levando à uma moral típica das eras tribais. Não podemos aceitar escravidão. 
Criticar a escravidão dos médicos cubanos é apoiá-los. Por isso, queremos que eles fiquem no Brasil, mas que suas famílias também possam ser trazidas. Imaginem como é horrível ficar tão longe de suas famílias, somente por que um governo ditatorial não permite que as famílias deles fiquem por aqui, pois, se ficassem, eles jamais retornariam à Cuba. 
Para quem é atendido, a forma de contratação dos médicos cubanos deve importar ainda mais, pois não queremos escravos alugados que irão embora daqui um ano, ou, no máximo, três. Queremos profissionais que fiquem por aqui como cidadãos brasileiros. Queremos dar essa carreira a eles. Por isso, ser contra a escravidão dos cubanos é torcer para eles ficarem por aqui pelo tempo que quiserem, sem dar soluções temporárias e imorais para esconder os problemas. 
Petistas vão dizer que devemos manter a escravidão de cubanos, pois senão, o governo de Cuba pedirá os escravos de volta. Nada que uma denúncia ao Tribunal de Haia não resolva, pois podemos exigir que Cuba mande as famílias de todos os médicos cubanos para cá. Se Cuba sequestrar as famílias dos médicos cubanos, isso é um crime contra a humanidade, que pode ser resolvido em um tribunal internacional que trata os mais graves crimes de guerra. 
Qualquer um que diga que isso é ficar contra o Mais Médicos está deliberadamente mentindo a serviço do PT para esconder o fato de que eles contratam escravos e são moralmente incapazes de viver em sociedade civil. 
Mensagem ao cidadão brasileiro que é atendido por um médico escravo de Cuba: "Pense que essa pessoa tem uma família, que está sequestrada por um governo sanguinário. É melhor que esse médico tenha uma carreira no Brasil, ao invés de ser obrigado a voltar para Cuba ao fim de um contrato, deixando você sem atendimento. Ficar a favor da abolição da escravidão para os médicos cubanos significa tanto lutar para garantir atendimento, como também é muito mais moral e civilizado." 

Note que no discurso acima, a regra fundamental da guerra política está mantida. Deve-se optar pela postura assertiva, ao invés de ficar na defensiva sem motivo, que é a pior postura possível em embates políticos. Aécio não tem motivos para ficar "se defendendo" do discurso do PT ter vendendo a ideia de que "ficar contra o aluguel de cubanos escravos é ficar contra o programa Mais Médicos, e, portanto, contra a população carente". Ao contrário, ele deve atacar tanto a imoralidade por trás da contratação de escravos (e lançar uma proposta alternativa, beneficiando tanto os escravos cubanos como os profissionais brasileiros) como também apontar as culpas do PT no ato de lançar mentiras para tentar defender o indefensável.

Isso é muito melhor que aceitar "conselhos" vindo de gente aliada à extrema-esquerda. No dia em que Aécio aceitar conselhos de inimigos em guerra, é sinal de que tomou a decisão pela derrota. No caso de Bruno, se ele realmente falou o que disse, é um "espião" do PT. Mas ele ainda tem o benefício da dúvida, pois ainda não vimos as frases que ele tenha verbalizado, omitidas, convenientemente, do texto de Ilimar Franco. Aí o ônus da prova passa para Ilimar Franco.

Quando eu falo de ceticismo político, é disto que falo: o ato de questionar quaisquer alegações políticas. Alegações políticas são aquelas que, se aceitas, geram benefício ao seu adversário político. Este texto que você acabou de ler é um legítimo exemplo da aplicação do ceticismo político, assim como exemplo da aplicação dos paradigmas da guerra política, que estão mais próximos da dinâmica social. Dinâmica social e ceticismo político são, a meu ver, paradigmas aliados, que encorpam nossas análises e permitem que, enfim, consigamos entender e reagir aos eventos do mundo, principalmente nas questões políticas.















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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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