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quarta-feira, 23 de abril de 2014

ACI Digital: Buscar a verdadeira esperança que traz o Ressuscitado, alenta o Papa Francisco

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NOTÍCIAS DIÁRIAS · www.acidigital.com 










23 de abril de 2014 







VATICANO, 23 Abr. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O Papa Francisco presidiu nesta quarta-feira a Audiência Geral na Praça de São Pedro e exortou os fiéis a não procurarem Cristo vivo entre as “coisas mortas” que oferece o mundo, como o poder e o êxito, que só dão uma alegria “por um minuto, por um dia, uma semana ou um mês”, mas a verdadeira esperança que brinda o Senhor Ressuscitado. 



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MANCHETES DO DIA 











VATICANO 
Santos porém humanos: Os defeitos do João Paulo II e João XXIII 
Papa Francisco pede que não fiquemos de “braços cruzados” ante a realidade do desemprego 
Buscar a verdadeira esperança que traz o Ressuscitado, alenta o Papa Francisco 
Órfãos escrevem ao Papa Francisco e pedem que visite a Colômbia 
“Peçamos que Maria nos introduza na alegria pascal”, disse o Papa no Regina Coeli 





Católico em Dia 



Evangelho: 





Santo ou Festa: 



Um pensamento: 

O verdadeiro amor no se reconhece pelo que exige, mas pelo que oferece.

Jacinto Benavente 













VATICANO 









VATICANO, 23 Abr. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- 


Os postuladores das causas de canonização dos Pontífices, Mons. Slawomir Oder (João Paulo II) e o Padre Giovangiuseppe Califano O.F.M. (João XXIII), explicaram aos jornalistas reunidos no Escritório da Santa Sé, na manhã desta terça-feira, 23, que os novos Santos também tinham defeitos e isso “demonstra sua humanidade”.





Os peritos ressaltaram os sinais de santidade mais evidentes em ambos os pontífices, mas também, responderam às perguntas dos jornalistas, e asseguraram que como seres humanos, os pontífices tinham suas próprias limitações.





Mons. Oder assinalou que João Paulo II “era um homem com sangue nas veias”, que assim como “não tinha problemas em demonstrar seus sentimentos”, às vezes “se zangava, e isso demonstrava sua humanidade”.





O sacerdote polonês recordou que em uma de suas viagens, recomendaram ao Papa João Paulo II usar colete antibalas. Entretanto, o Pontífice renunciou energicamente a este tipo de proteção com uma negativa. “Rechaçou-o porque confiava em outro tipo de proteção”, assinalou Mons. Oder.





O Pe. Califano indicou que o Papa João XXIII, conhecido como o Papa “Bom”, também tinha defeitos e “estava acostumado a preocupar-se muito pelas coisas, mas tinha um sentido de simplicidade e sabedoria que o ajudavam a ser irônico consigo mesmo”.





“Um dia, um Bispo recém nomeado lhe confessou não poder dormir pelas noites devido à ansiedade que lhe causava a responsabilidade de seu cargo. O Papa (João XXIII) disse-lhe ‘É mesmo? O mesmo me sucedia quando fui eleito Papa. Mas um dia sonhei com meu Anjo da Guarda e ele me disse que não levasse as coisas tão a sério’”.





Ambos os postuladores coincidiram em que “todos temos defeitos, mas a verdadeira santidade é aquela na que o homem responde à graça de Deus corrigindo seus erros”.




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VATICANO, 23 Abr. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- 


O Papa Francisco expressou esta quarta-feira sua proximidade aos trabalhadores da siderúrgica Lucchini de Piombino -que enviaram um vídeo onde expressam sua preocupação pelo fechamento desta empresa italiana-, e exortou todos os responsáveis a não ficarem “de braços cruzados” ante o desemprego e serem criativos para devolver a esperança às pessoas afetadas pela crise.





“Ontem recebi um vídeo da parte dos operários da Lucchini de Piombino, enviado antes do fechamento da empresa e que verdadeiramente me comoveu. Fiquei triste”, expressou o Pontífice ao final da Audiência Geral na Praça de São Pedro.





“Queridos operários, queridos irmãos, em seus rostos estava desenhada uma profunda tristeza e preocupação de pais de família que só pedem seu direito de trabalhar, para viver de forma digna e para poder custodiar, alimentar e educar a seus próprios filhos. Tenham a segurança de minha proximidade e de minha oração”, assegurou.





Por isso, respirou-os a não desanimar-se, pois “o Papa está junto a vocês e reza por vocês, para que quando se apagam as esperanças humanas permaneça sempre acesa a esperança divina que jamais decepciona”.





“Queridos operários, queridos irmãos, eu os abraço fraternalmente e a todos os responsáveis lhes peço que cumpram todo esforço de criatividade e de generosidade para reacender a esperança nos corações destes nossos irmãos e no coração de todas as pessoas sem emprego por causa do esbanjamento e da crise econômica! Por favor abram os olhos e não fiquem de braços cruzados!”, concluiu.




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VATICANO, 23 Abr. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- 


O Papa Francisco presidiu nesta quarta-feira a Audiência Geral na Praça de São Pedro e exortou os fiéis a não procurarem Cristo vivo entre as “coisas mortas” que oferece o mundo, como o poder e o êxito, que só dão uma alegria “por um minuto, por um dia, uma semana ou um mês”, mas a verdadeira esperança que brinda o Senhor Ressuscitado.





O Pontífice disse que precisamos escutar a pergunta dos anjos às mulheres que chegaram à tumba "por que procuram entre os mortos ao que está vivo? por que procuram entre os mortos ao que está vivo?" (Lc 24,5). Estas palavras são como uma pedra milhar na história; mas também uma "pedra de tropeço", se não nos abrirmos à Boa Notícia, se pensarmos que um Jesus morto molesta menos que um Jesus vivo!”. 





“Se escutarmos, podemos nos abrir a Aquele que dá a vida, Aquele que pode dar a verdadeira esperança. Neste tempo pascal, nos deixemos novamente tocar pelo estupor do encontro com Cristo ressuscitado e vivo, pela beleza e a fecundidade de sua presença”, asseverou o Papa.








A seguir a catequese completa do Papa:





Queridos irmãos e irmãs, bom dia!





Esta semana é a semana da alegria: celebramos a Ressurreição de Jesus. É uma alegria verdadeira, profunda, baseada na certeza de que Cristo ressuscitado não morre mais, mas está vivo e ativo na Igreja e no mundo. Tal certeza mora nos corações dos crentes daquela manhã de Páscoa, quando as mulheres foram ao sepulcro de Jesus e os anjos disseram a elas: “Por que procurais entre os mortos Aquele que está vivo?” (Lc 24, 5). “Por que procurais entre os mortos aquele que está vivo?”. Estas palavras são como uma pedra milenar na história; mas também uma “pedra de tropeço”, se não nos abrimos à Boa Notícia, se pensam que dê menos cansaço um Jesus morto que um Jesus vivo! Em vez disso, quantas vezes, no nosso caminho cotidiano, temos necessidade de ouvirmos dizer: “Por que estais procurando entre o s mortos Aquele que está vivo?”. Quantas vezes nós procuramos a vida entre as coisas mortas, entre as coisas que não podem dar vida, entre as coisas que hoje são e amanhã não serão mais, as coisas que passam… “Por que procurais entre os mortos Aquele que está vivo?”.


Temos necessidade disso quando nos fechamos em qualquer forma de egoísmo ou de auto-piedade; quando nos deixamos seduzir pelos poderes terrenos e pelas coisas deste mundo, esquecendo Deus e o próximo; quando colocamos as nossas esperanças em vaidades mundanas, no dinheiro, no sucesso. Então a Palavra de Deus nos diz: “Por que procurais entre os mortos Aquele que está vivo?”. Por que estás procurando ali? Aquela coisa não pode te dar vida! Sim, talvez te dará uma alegria de um minuto, de um dia, de uma semana, de um mês… e depois? “Por que procurais entre os mortos Aquele que está vivo?”. Esta frase deve entrar no coração e devemos repeti-la. Vamos repeti-la juntos três vezes? Façamos um esforço? Todos: “Por que procurais entre os mortos Aquele que está vivo?” [repete com a multidão] Hoje, quando voltarmos para casa, digamos essa frase do coração, em silêncio, e nos façamos esta pergunta: por que eu, na vida, procuro entre os mortos Aquele que está vivo? Fará bem a nós.





Não é fácil ser aberto a Jesus. Não se deduz aceitar a vida do Ressuscitado e a sua presença em meio a nós. O Evangelho nos faz ver diversas reações: aquela do apóstolo Tomé, aquela de Maria Madalena e aquela dos dois discípulos de Emaús: faz bem a nós confrontarmo-nos com eles. Tomé coloca uma condição à fé, pede para tocar a evidência, as chagas; Maria Madalena chora, O vê, mas não O reconhece, dá-se conta de que é Jesus somente quando Ele a chama pelo nome; os discípulos de Emaús, deprimidos e com sentimentos de derrota, chegam ao encontro com Jesus deixando-se acompanhar por aquele misterioso andarilho. Cada um por caminhos diversos! Buscavam entre os mortos Aquele que está vivo e foi o mesmo Senhor a corrigir a rota. E eu o que faço? Qual a rota sigo para encontrar o Cristo vivo? Ele e stará sempre próximo a nós para corrigir a rota se nós tivermos errado.





“Por que procurais entre os mortos Aquele que está vivo?” (Lc 24, 5). Esta pergunta nos faz superar a tentação de olhar para trás, para aquilo que foi ontem, e nos impele a seguir adiante rumo ao futuro. Jesus não está no sepulcro, é o Ressuscitado! Ele é o Vivo, Aquele que sempre renova o seu corpo que é a Igreja e o faz caminhar atraindo-o para Ele. “Ontem” é o túmulo de Jesus e o túmulo da Igreja, o sepulcro da verdade e da justiça; “hoje” é a ressurreição perene rumo à qual nos impele o Espírito Santo, doando-nos a plena liberdade.





Hoje é dirigida também a nós esta interrogação. Você, por que procuras entre os mortos Aquele que está vivo, você que se fecha em si mesmo depois de um fracasso e você que não tem mais a força de rezar? Por que procuras entre os mortos Aquele que está vivo você que se sente sozinho, abandonado pelos amigos e talvez também por Deus? Por que procuras entre os mortos Aquele que está vivo você que perdeu a esperança e você que se sente aprisionado pelos seus pecados? Por que procuras entre os mortos Aquele que está vivo você que aspira à beleza, à perfeição espiritual, à justiça, à paz?


Precisamos ouvir repetir e recordarmos sempre a advertência do anjo! Esta advertência, “Por que procurais entre os mortos aquele que está vivo”, ajuda-nos a sair dos nossos espaços de tristeza e nos abre aos horizontes da alegria e da esperança. Aquela esperança que remove as pedras dos sepulcros e encoraja a anunciar a Boa Nova, capaz de gerar vida nova para os outros. Repitamos esta frase do anjo para tê-la no coração e na memória e depois cada um responda em silêncio: “Por que procurais entre os mortos Aquele que está vivo?”





Repitamos a frase! [repete com a multidão] Vejam, irmãos e irmãs, Ele está vivo, está conosco! Não caminhemos para tantos sepulcros que hoje te prometem alguma coisa, beleza, e depois não te dão nada! Ele está vivo! Não procuremos entre os mortos Aquele que está vivo! Obrigado.

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VATICANO, 21 Abr. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- 


Depois da audiência geral da quarta-feira 16 de abril, o Papa Francisco recebeu centenas de cartas escritas por órfãos e idosos procedentes dos cinco continentes, e uma especial missiva de crianças colombianas pedindo a visita do Pontífice ao seu país.





“Senhor Papa… Quero te pedir que venha a Colômbia”, escrevia o pequeno Pedro José, um menino que vive em um orfanato deste país. Junto a ele, também escreveram ao Papa outros 40 de seus companheiros.





Muitos dos remetentes pediram ao Papa uma oração pela paz e a unidade no mundo. Gloria Herráiz, de 88 anos de idade, quem vive em uma clínica de repouso na Espanha, enviou ao Papa suas saudações em nome de todos seus companheiros de residência; enquanto Adelina, de 87, agradeceu ao Pontífice pela proximidade que sempre demonstra aos idosos”.





As cartas fossem entregues ao Papa por uma delegação de universitários dos cinco continentes, que participam esta semana em Roma no Fórum UNIV 2014, promovido pela Prelatura do Opus Dei.





O Papa Francisco saudou os jovens ao final da audiência e abençoou centenas de crucifixos e rosários para que os repartam entre os órfãos e os idosos quando retornarem a seus países de origem.





As cartas entregues ao Papa procuram seguir o chamado do Papa Francisco de ir “para as periferias”, e procedem das visitas e encontros pessoais destes jovens a estas pessoas em diversos países da América Latina, Índia, Estados Unidos, Austrália, Canadá, Quênia, China, e Israel.




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VATICANO, 21 Abr. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Nesta Segunda-feira, no contexto da Oitava de Páscoa, o Papa Francisco presidiu a oração do Regina Caeli, e sublinhou que os cristãos podemos seguir desejando-nos Feliz Páscoa, como se o domingo de Ressurreição fosse um único dia. “É o grande dia que o Senhor fez.”

“Boa Páscoa! “Cristòs anèsti! – Alethòs anèsti!”, “Cristo ressuscitou! – Verdadeiramente ressuscitou!”. Está entre nós, aqui, na praça! (...) O sentimento dominante que transparece dos relatos evangélicos da Ressurreição é a alegria repleta de estupor, mas um estupor grande! A alegria que vem de dentro! E na Liturgia nós revivemos o estado de espírito dos discípulos pela notícia que as mulheres tinham levado: Jesus ressuscitou! Nós O vimos!”, disse o Santo Padre no início de seu discurso.

“Deixemos que esta experiência, impressa no Evangelho, se imprima também nos nossos corações e transpareça na nossa vida. Deixemos que o estupor jubiloso do Domingo de Páscoa se irradie nos pensamentos, nos olhares, nas atitudes, nos gestos e nas palavras... Mas isso não é uma maquiagem! Vem de dentro, de um coração imerso na fonte desta alegria, como o de Maria Madalena, que chorou pela perda do seu Senhor e não acreditava nos seus olhos vendo-o ressuscitado”, destacou.

O Papa convidou os milhares de peregrinos e fiéis congregados na Praça de São Pedro em Roma que nestes dias de oitava Pascal, olhem para Maria, testemunha fiel da Ressurreição do Senhor:

“Nesta semana, fará bem a nós pegar o Livro do Evangelho e ler aqueles capítulos que falam da Ressurreição de Jesus. Fará tanto bem a nós! Pegar o Livro, procurar os capítulos e lê-los. Também fará bem a nós, nesta semana, pensar na alegria de Maria, a Mãe de Jesus. Como a sua dor foi íntima, a ponto de transpassar a sua alma, assim a sua alegria foi íntima e profunda, e dessa os discípulos puderam partilhar.”

“Todas as prerrogativas da nossa Mãe derivam daqui, da sua participação na Páscoa de Jesus. Ela morreu com Ele; ela ressuscitou com Ele. De sexta-feira até a manhã de domingo, Ela não perdeu a esperança: a contemplamos como Mãe das dores, mas, ao mesmo tempo, Mãe repleta de esperança. Por isso, é a Mãe de todos os discípulos, a Mãe da Igreja”, detalhou o Papa.

“A Ela, silenciosa testemunha da morte e da ressurreição de Jesus, peçamos para nos introduzir na alegria pascal”, concluiu o Papa.

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Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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