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quinta-feira, 24 de abril de 2014

ACI Digital: #MinhaHistoriacomJPII: Compartilhe seu testemunho de como a vida do Papa Peregrino tocou a sua vida

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NOTÍCIAS DIÁRIAS · www.acidigital.com 










24 de abril de 2014 







REDAÇÃO CENTRAL, 24 Abr. 14 (ACI) .- Após um dos mais longos pontificados da história, o legado de escritos e de histórias envolvendo João Paulo II é imenso. O Pontífice polonês sempre teve grande carinho pelo Brasil e por Portugal, países que ele mesmo visitou mais de uma vez. Se você tem uma história ou testemunho de como a vida e as palavras de João Paulo II tocaram a sua vida, você poderá compartilhá-los com o mundo inteiro na campanha promovida por ACI Digital chamada #MinhaHistoriacomJPII.



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MANCHETES DO DIA 











VATICANO 
Conheça os milagres que levaram João XXIII e João Paulo II aos altares 
Vaticano exige retirar das livrarias romanas imagens de João Paulo II com “bênção” de Jeová 

BRASIL 
#MinhaHistoriacomJPII: Compartilhe seu testemunho de como a vida do Papa Peregrino tocou a sua vida 





Católico em Dia 



Evangelho: 





Santo ou Festa: 



Um pensamento: 

Alguns se atormentam procurando a maneira de amar a Deus. Estas pobres almas no sabem que no h nenhum mtodo para am-lo fora de fazer o que lhe agrada.

São Francisco de Sales 













VATICANO 









VATICANO, 24 Abr. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- No próximo domingo, dia 27 de abril, João XXIII e João Paulo II, dois dos Papas do século XX, chegarão aos altares graças às intercessões reconhecidas pela Santa Sé como milagrosas; porém, enquanto para Karol Wojtyla o Vaticano aprovou dois milagres, no caso de Angelo Roncalli um milagre o levou à beatificação e agora será canonizado graças à faculdade do Papa Francisco.

O caso de João XXIII

João XXIII foi Papa entre o dia 28 de outubro de 1958 e 3 de junho de 1963 e foi beatificado no ano 2000 por João Paulo II graças à cura milagrosa da religiosa italiana Caterina Capitani em 1966, que esteve a ponto de morrer por uma perfuração gástrica hemorrágica com fístula externa e peritonite aguda.

O relatório da Congregação para as Causas dos Santos indica que em 22 de maio de 1966 as irmãs da religiosa colocaram sobre o seu estômago uma imagem do falecido pontífice. Aos poucos minutos a religiosa se recuperou e pediu para comer.

Durante seu testemunho, a irmã Capitani relatou que João XXIII sentou-se ao pé de sua cama e lhe assegurou que o seu pedido tinha sido escutado no céu.

Por sua parte, os médicos que a atendiam em Nápoles (Itália), fizeram-lhe uma radiografia no estômago e comprovaram o desaparecimento completo da doença, sem sinais de cicatrizes causadas pela fístula.

Anos depois, em julho de 2013, o Papa Francisco aprovava os decretos que canonizam João XXIII junto com João Paulo II, sem requerer o reconhecimento de uma intercessão milagrosa por parte do Papa Bom.

Em declarações ao Grupo ACI no dia 5 de julho, o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, explicou que sobre a canonização do Papa João XXIII, na qual se prescindirá da aprovação do milagre depois de sua beatificação, "isto é algo que está no poder do Papa, não é uma coisa particularmente especial".

"Um milagre é uma visão teológica da Igreja, a prova, a demonstração do poder de intercessão, e a confirmação por parte de Deus da santidade de uma pessoa, mas não é um dogma de fé que seja necessário de alguma maneira", indicou.

Recordou que "por exemplo, os mártires são beatificados sem nenhum milagre, o que quer dizer que os milagres por tradição e teologia acontecem normalmente quando são pedidos, mas não são uma necessidade absoluta".

As intercessões de João Paulo II

O Papa polonês guiou a barca de Pedro entre 16 de outubro de 1978 e 2 de abril de 2005 e em seu caminho aos altares a Santa Sé lhe reconhece duas intercessões milagrosas.

A primeira corresponde ao processo de beatificação e a beneficiada foi a religiosa francesa Marie Simon-Pierre, que sofria de Mal de Parkinson e trabalha em uma clínica de maternidade em Paris (França).

Em 14 de janeiro de 2011 a religiosa contou à rede francesa KTOtv e à rede italiana RAI Vaticano que a sua cura aconteceu em 2 de junho de 2005. “Esse dia pela manhã eu estava completamente impedida e já não podia mais”, indicou, por isso solicitou sua demissão à superiora de sua comunidade para “deixar de oferecer o meu serviço na maternidade onde trabalhava (…). Eu não consigo fazer com que isto deixe de avançar, não é possível".

Entretanto, seu pedido foi rejeitado com amabilidade e em troca a superiora lhe propôs pedir a graça de sua cura a João Paulo II, quem ao final de sua vida também sofreu com o Mal de Parkinson.

Quando isto aconteceu, "sentimos por um bom momento uma grande mudança no seu escritório, diria que uma grande paz, uma paz muito grande e uma grande serenidade, me sentia muito tranquila e ela também".

Nesse momento, pediu-lhe escrever o nome de João Paulo II em um papel. O avanço da doença tinha afetado seu braço esquerdo e sofria de intensos tremores. Sua superiora lhe propôs escrever com a mão direita. "Disse-lhe que não podia porque minha mão direita também ficava tremendo, mas ela insistiu: ‘sim pode, sim pode’".

Escreveu algo ilegível, mas pensou que de repente "ocorre um milagre se é que acredito". "Essa noite continuei os meus afazeres como de costume com a janta comunitária, logo um pouco mais de serviço e depois a oração noturna na capela".

No seu quarto, a religiosa se obrigou a escrever e viu com surpresa que podia fazê-lo.

Às 4h30 da madrugada de 3 de junho acordou sentindo que "já não era a mesma. Havia uma alegria interior e uma grande paz; e logo me surpreendi muito pelos gestos do meu corpo".

Depois de rezar na madrugada, Irmã Marie foi ao oratório da capela, pois sua comunidade celebrava a Missa às 6am. No trajeto "percebi que meu braço esquerdo já não ficava imóvel ao caminhar, mas balançava normalmente. Na Eucaristia tive a certeza de que estava curada".

A Congregação para as Causas dos Santos estudou a cura de Simon-Pierre e determinou que foi por intercessão de João Paulo II, a quem beatificou em 1º de maio de 2011.

O segundo milagre atribuído à intercessão de Karol Wojtyla foi a cura de Floribeth Mora, uma mulher costa-riquenha que padecia de um aneurisma cerebral.

O fato ocorreu no dia 1º de maio de 2011, o mesmo dia da beatificação de João Paulo II.
Nesse dia, Floribeth foi com a sua família à Missa dominical. No centro do bairro estava passando uma procissão. “Nesse momento estava passando uma carroça com a imagem de Jesus Sacramentado e senti um frio no corpo. Desci do carro e fui até ali”. Então, o sacerdote que acompanhava a procissão declamava uma oração: “Oh, Senhor! Há uma cura”.

“Pedimos ao nosso Papa João Paulo que nos ajudasse a pedir a Deus que me ajudasse”. E nesse preciso instante, algo começou a mudar. “Saí desse parque com a fé de que eu tinha sido curada”, expressou Floribeth.

Dias depois foi ao Santuário da Virgem de Ujarrás para rezar, consciente de que o templo tinha recebido um relicário com mostras de sangue do novo Beato. “De novo, um milagre”. Quando chegou já tinha terminado a exposição, porém, o Pe. Dónald Solano fez uma exceção. “Mostrou-me a relíquia e eu a toquei. Seis meses depois me fizeram outro exame no cérebro e me indicaram que o aneurisma tinha desaparecido para a honra e a glória de meu Deus”, afirmou Floribeth.

Conforme publicou o jornal “La Nación” da Costa Rica, o neurocirurgião Alejandro Vargas Román, que atendeu Floribeth Mora durante a sua doença, confirmou que não encontrou explicação científica ao desaparecimento repentino do aneurisma que padecia quando analisaram exames posteriores àquele do dia 1º de maio de 2011.

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VATICANO, 24 Abr. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- A Livraria Editrice Vaticano enviou uma carta à editorial ATS Itália exigindo a retirada imediata das lojas de umas imagens de João Paulo II impressas ao estilo das bênçãos papais tradicionais, que incluem um versículo tirado de uma versão protestante da bíblia que troca o nome de Deus por “Jeová”.

Centenas de peregrinos de língua espanhola que estão em Roma para participar neste próximo domingo nas canonizações de João Paulo II e João XXIIII manifestaram desgosto e surpresa ao ver a versão em espanhol da bênção de João Paulo II em venda nas principais lojas religiosas.

A imagem, decorada como as tradicionais bênçãos papais feitas a pedido, leva a foto do recordado Pontífice polonês, sob a qual está o título “São João Paulo II”. Ao título segue a conhecida oração de bênção de Números 6,24-26: “O Senhor te abençoe e te guarde! O Senhor te mostre a sua face e conceda-te sua graça! O Senhor volva o seu rosto para ti e te dê a paz!”.

A desagradável surpresa é que na oração, a palavra “Senhor” –que é a indicada pela Igreja para utilizar-se em vez da fórmula “Yahveh”- foi substituída pelo termo protestante e falso de Jeová”.

A bênção foi impressa pela empresa ATS Itália Editrice (http://www.atsitaliashop.it/), e os créditos que aparecem em letra diminuta na parte inferior esquerda, indica-se que o texto está sob “licença da Livraria Editrice Vaticano”; quer dizer, a casa editorial oficial do Vaticano.

O diretor da Libreria Editrice Vaticano, Pe. Giuseppe Costa, explicou ao grupo ACI que a empresa responsável por imprimir as bênçãos "envolveu a Livraria em um assunto que não lhe corresponde, dado que uma passagem bíblica não é propriedade desta entidade, mas responsabilidade direta e exclusiva do impressor".

O Pe. Costa lamentou o uso de uma tradução bíblica protestante, e assinalou que enviou uma carta à empresa exigindo que se retire imediatamente da venda as "bênçãos" que implicam à Livraria Editrice Vaticano "que jamais viu nem aprovou o texto bíblico incorretamente utilizado".

O grupo ACI conversou com alguns peregrinos de fala hispana que se encontravam nas principais lojas de objetos e lembranças religiosas nos arredores do Vaticano como a livraria Ancora e as lojas Comandini, Turella e Soprani. A maioria expressou decepção, especialmente quando as versões em inglês e italiano utilizam respectivamente “The Lorde” e “Il Signore” (“O Senhor”) e não o termo bíblico inventado pelos protestantes.

“É decepcionante vir a Roma e encontrar-se com que a bênção em espanhol de João Paulo II é protestante”, disse Denise, uma peregrina da Costa Rica que se encontrava comprando presentes e lembranças em Soprani. “Acredito que terminarei comprando cópias em italiano para meus amigos e familiares”, adicionou.

“Fiquei gelada, não esperava isto”, disse uma religiosa venezuelana que estava comprando centenas de terços e numerosas imagens pequenas de João Paulo II em Comandini, no famoso Borgo Pio. “Não penso comprar as bênçãos que dizem ‘Jeová’, depois de passar anos explicando nas catequeses que este é um termo incorreto, inventado pelos evangélicos”, adicionou.

A cinco dias das canonizações de João Paulo II e João XXIII, Roma já vive um estado de efervescência com a presença crescente de peregrinos enchendo lojas, serviços e restaurantes.
Conforme recorda a Rede Ibero-americana de Estudo das Seitas, “Jeová é uma palavra incorreta ou má interpretação do nome de Deus”.

“A palavra ‘Jeová’ não existiu até o ano 1000 de nossa era. A razão disto é que o Antigo Testamento estava escrito somente com as puras letras consoantes, as vocais não se escreviam, mas se sabiam e usavam graças à tradição. Em realidade muitos povos semíticos antigos faziam isso com seus escritos, pois o forte deles no processo de comunicar-se não era precisamente a escritura, mas a linguagem oral ou de palavra”.

“Certamente, Charles Rusell, que foi o fundador das Testemunhas de Jeová em 1876, não sabia nada de tudo isto, e por isso o colocou como um distintivo de quem supostamente usaria o verdadeiro nome de Deus, mas saiu justamente o contrário, porque promovem o nome mais incorreto. Esta é a primeira razão pela qual não a usamos na Igreja Católica”, adiciona.

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BRASIL 









REDAÇÃO CENTRAL, 24 Abr. 14 (ACI) .- #MinhaHistoriacomJPII: Compartilhe seu testemunho da vida de João Paulo II com o mundo inteiro

Após um dos mais longos pontificados da história, o legado de escritos e de histórias envolvendo João Paulo II é imenso. O Pontífice polonês sempre teve grande carinho pelo Brasil e por Portugal, países que ele mesmo visitou mais de uma vez. Se você tem uma história ou testemunho de como a vida e as palavras de João Paulo II tocaram a sua vida, você poderá compartilhá-los com o mundo inteiro na campanha promovida por ACI Digital chamada #MinhaHistoriacomJPII.

Lembrando que o futuro santo visitou o Brasil três vezes, em 1980, 1991 e 1997, vale a pena destacar alguns pontos altos destas ocasiões:

Em sua primeira visita, João Paulo II beatificou o jesuíta José de Anchieta elevado aos altares como santo pelo Papa Francisco este ano. Na ocasião o Beato consagrou a Basílica de Nossa Senhora Aparecida, o maior santuário mariano do mundo, em uma missa solene estabelecendo o dia 12 de outubro como a data litúrgica da memória da Virgem de Aparecida, chamada pelos devotos “A Rainha do Brasil”.

A segunda visita de João Paulo II foi marcada pela visita à diocese primaz do Brasil na capital baiana, onde visitou a hoje beata Irmã Dulce. O Papa beatificou a Madre Paulina do Coração Agonizante de Jesus, nascida na Itália e que viveu e santificou-se no Brasil e no dia 12 de outubro, festa de Nossa Senhora Aparecida, ele aproveitou, como disse, “a oportunidade de novamente beijar o solo e abraçar emocionado esta Terra da Santa Cruz”.

Em 1997, João Paulo II fez a última visita ao país, para o Encontro Mundial das Famílias, ocorrido entre os dias 2 e 5 de outubro no Rio de Janeiro. A visita que incluiu um encontro multitudinário no Maracanã. Esta ficou na memória dos brasileiros com a carinhosa e improvisada frase do Pontífice: “Se Deus é brasileiro, o papa é carioca”. Um dos seus últimos atos no Brasil foi a bênção dada a todos os brasileiros aos pés do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.

João Paulo II também realizou três visitas a Portugal, incluindo uma emocionante peregrinação a Fátima, onde agradeceu à Virgem por tê-lo salvado da morte após o atentado contra sua vida em 1981. As visitas ocorreram nos anos 1982, 1991 e 2000.

A primeira visita, de 12 a 15 de maio de 1982, ocorreu exatamente um ano após o atentado em 13 de Maio de 1981, Festa da Virgem de Fátima. Nessa visita o Papa João Paulo II depositou a bala que perfurou o seu corpo no altar de Nossa Senhora de Fátima. Ainda hoje esta bala se encontra na coroa de Nossa Senhora de Fátima no Santuário a Ela dedicado.

De 10 a 13 de maio de 1991, visitou as ilhas de Açores, Madeira e a capital Lisboa, onde realizou um memorável encontro com os jovens.

Na que seria sua última visita a Portugal, entre os dias 12 e 13 de maio de 2000, o futuro santo beatificou os pastorinhos de Fátima: Jacinta e Francisco.

Se você tem uma lembrança ou uma história para compartilhar com o mundo todo de uma experiência marcante ou graça alcançada pela intercessão do Pontífice, participe da nossa campanha colocando nas nossas redes sociais o seu testemunho usando a hashtag: #MinhaHistoriacomJPII

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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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