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terça-feira, 29 de outubro de 2013

Ciência confirma a Igreja Nossa Senhora de Guadalupe e São Juan Diego:diálogo de rainha com cortesão




Ciência confirma a Igreja





Posted: 28 Oct 2013 12:30 AM PDT








Nossa Senhora de Guadalupe apareceu em 9 de Dezembro de 1531 ao príncipe São Juan Diego (1474-1548) no morro Tepeyac, onde se ergue hoje a "Capilla del Cerrito". A Virgem falou na língua dele, o náhuatl. O nobre indígena tinha então 57 anos e já estava batizado. 




Após as aparições foi construída ao pé do morro a primeira capela consagrada a Nossa Senhora. No mesmo dia que a milagrosa imagem foi nela instalada, o santo foi viver com licença do bispo num quartinho ou ermida, colado na capela. 




Ele cuidava da capela e ensinava ao povo o conteúdo e significado das aparições. Ele ficava longos momentos rezando diante da Santa Imagem.




Tinha licença do bispo para comungar três vezes por semana. Naquela época semelhante autorização era excepcional e só concedida a pessoas de avançada virtude. 




O nobre São Juan Diego destacava-se pelo jejum e mortificação, e recebia os peregrinos com grade amabilidade. Ele usava o hábito dos terceiros franciscanos




O povo tinha-o em fama de santidade. Índios e espanhóis iam lhe pedir milagres. Ainda hoje, alguns pais de família na hora de dar a benção a seus filhos dizem: "que Deus te faça como Juan Diego".




Faleceu em 3 de Junho de 1548, com 74 anos de idade e foi sepultado naquela primeira ermida. No século XX durante as perseguições anti-católicas, após um atentado, os "cristeros" mudaram seus restos para evitar profanações.





Nossa Senhora tratou São Juan Diego como a um filho de uma estirpe nobiliárquica que está desaparecendo, mas tem uma alma pura e simples. 




Ela o tratou com um carinho extraordinário, quase como a uma criança. O relato da conversa tem um sabor extraordinário. Nela vê-se a predileção que Nossa Senhora tem pelas almas grandes, heróicas, que marcam as vidas dos povos e das civilizações. Mas também, como Ela ama as almas simples, pequenas, inteiramente voltadas para Ela e que ignoram a sua própria virtude.




O príncipe indígena sem ter recebido educação nenhuma no sentido ocidental e cristão, falou para Nossa Senhora como um verdadeiro cortesão. E Nossa Senhora de Guadalupe soube encontrar para ele fórmulas que têm fidalguia, delicadeza e diplomacia. 




Eis o diálogo entre Nossa Senhora de Guadalupe e o vidente São Juan Diego, transcrito por Edésia Aducci no livro "Maria e Seus títulos gloriosos":




Na primeira aparição, Nossa Senhora, falando no idioma indígena, dirige-se a Juan Diego: "Meu filho, a quem amo ternamente, como a um filho pequenino e delicado, aonde vais?"




‒ "Vou, nobre Senhora minha, à cidade, ao bairro de Tlaltelolco, ouvir a santa missa que nos celebra o ministro de Deus e súdito seu".





‒ "Fica sabendo, filho muito querido, que eu sou a sempre Virgem Maria, Mãe do verdadeiro Deus, e é meu desejo que me erijam um templo neste lugar, de onde, como Mãe piedosa tua e de teus semelhantes, mostrarei minha clemência amorosa e a compaixão que tenho dos naturais e daqueles que me amam e procuram; ouvirei seus rogos e súplicas, para dar-lhes consolo e alívio; e, para que se realize a minha vontade, hás de ir à cidade do México, dirigindo-te ao palácio do bispo que ali reside, ao qual dirás que eu te envio e que é vontade minha que me edifique um templo neste lugar; referirás quanto viste e ouviste; eu te agradecerei o que por mim fizeres a este respeito, te darei prestígio e te exaltarei".




‒ "Já vou, nobilíssima Senhora minha, executar as tuas ordens, como humilde servo teu".





Segunda aparição: Juan Diego volta do palácio do bispo, no mesmo dia, à tarde. A Santíssima Virgem o esperava. 




‒ "Minha muito querida Rainha e altíssima Senhora, fiz o que me mandaste, e, ainda que não pudesse entrar a falar com o senhor bispo senão depois de muito tempo, comuniquei-lhe a tua mensagem, conforme me ordenaste; ouviu-me afavelmente e com atenção; mas, pelo seu modo e pelas perguntas que me fez, entendi que não me havia dado crédito; portanto, te peço que encarregues disso uma pessoa nobre e de importância, digna de respeito, e em quem se possa acreditar; perdoa, minha Rainha, o meu atrevimento, se me afastei do respeito devido à tua grandeza; que eu não tenha merecido tua indignação, nem te haja desagradado minha resposta".




"A Santíssima Virgem insiste com Juan Diego. Este volta ao bispo e este exige um sinal da aparição. Volta o índio e Nossa Senhora manda que volte no dia seguinte, ao mesmo local, que Ela satisfaria o desejo do bispo; mas Juan Diego, precisando chamar o sacerdote para seu tio, que adoecera gravemente, e desvia-se do caminho combinado, certo que a Santíssima Virgem não o veria. 




Mas eis que Nossa Senhora aparece-lhe noutro local. "Aonde vais, meu filho, e por que tomaste este caminho?" 




Juan Diego: "Minha muito amada Senhora, Deus te guarde! Como amanheceste? Estás com saúde?... Não te agastes com o que te vou dizer: está enfermo um servo teu, meu tio, e eu vou depressa à igreja de Tlaltelolco, para trazer um sacerdote para confessá-lo e ungi-lo, e, depois de feita esta diligência, voltarei a este lugar, para obedecer à tua ordem. Perdoa-me, peço-te Senhora minha, e tem um pouco de paciência, que amanhã voltarei sem falta".




"Nossa Senhora ordenou-lhe colher flores para o bispo. Embora fosse um local ermo e pedregoso, num dia de inverno, S Juan Diego subiu fielmente ao morro e ali achou roseiras em plena formação. Ele as colheu na sua "tilma" ou "ayate" (espécie de poncho de fibra vegetal) e as levou para o bispo.




"Quando abriu a "tilma" as rosas caíram, e o bispo Zumárraga e todos os presentes ficaram atônitos. Do pasmo passaram para a emoção vendo que na humilde "tilma" estava impressa uma imagem da Santíssima Virgem, mestiça e de indescritível beleza. Então todos caíram de joelhos..."






Sobre Nossa Senhora de Guadalupe:





























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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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