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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

ACI Digital: Bispos brasileiros criam Comissão de Acompanhamento da Reforma Política

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NOTÍCIAS DIÁRIAS · www.acidigital.com 










28 de novembro de 2013 







BRASILIA, 28 Nov. 13 (ACI) .- A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), na busca de exercer a sua missão Evangelizadora e ciente da necessidade de mudanças mais profundas e eficazes na realidade política Nacional, criou uma Comissão de Acompanhamento da Reforma Política, presidira por Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG).



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MANCHETES DO DIA 











VATICANO 
O Papa: Não impomos nada nem usamos nenhuma estratégia desleal para atrair os fiéis 
Vaticano lança iniciativa para devolver o sorriso para as crianças sírias 

AMÉRICA 
Thanksgiving ou Dia de Ação de Graças, uma festa profundamente católica 

BRASIL 
Bispos brasileiros criam Comissão de Acompanhamento da Reforma Política 

CONTROVÉRSIA 
Obama decide fechar a embaixada dos EUA no Vaticano: Mostra "antipatia" pelos católicos 





Católico em Dia 



Evangelho: 





Santo ou Festa: 



Um pensamento: 

Devemos amar a Deus porque Ele Deus, e a medida de nosso amor deve ser am-lo sem medida.

São Bernardo 













VATICANO 









VATICANO, 28 Nov. 13 (ACI/EWTN Noticias) .- Refletindo nesta manhã sobre a importância do diálogo inter-religioso, o Papa Francisco precisou que "não impomos nada" e nem "usamos nenhuma estratégia desleal" para atrair os fiéis à Igreja, mas "testemunhamos com alegria aquilo em que acreditamos e o que somos".

O Papa Francisco acolheu com estas palavras aos participantes na assembleia plenária do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso -que preside o Cardeal Jean-Louis Tauran- e que esteve dedicada ao tema "Membros de diferentes tradições religiosas na sociedade".

O Santo Padre disse que "o diálogo inter-religioso e a evangelização não se excluem, mas eles se alimentam reciprocamente. Não impomos nada, nós não usamos qualquer estratégia desleal para atrair os fiéis, mas testemunhamos com alegria,? com simplicidade aquilo em que acreditamos e o que somos. Com efeito, um encontro no qual cada um colocasse de? lado aquilo em que acredita, fingindo renunciar o que tem de mais? precioso, certamente não seria uma relação autêntica. Neste caso,? se? poderia falar de uma fraternidade fingida".

"O diálogo -explicou Francisco- não significa desistir de sua própria identidade quando se vai ao encontro do outro, e nem mesmo ceder a compromissos? com a fé e a moral cristã. Pelo contrário, ‘a verdadeira abertura implica manter-se firme em suas próprias convicções mais profundas, com uma identidade clara e alegre’ e, por isso, aberta a compreender as razões dos outros, capaz de relações humanas respeitosas, convictas que o encontro com quem é? diferente de nós, pode ser uma oportunidade de crescimento na fraternidade, enriquecimento e testemunho".

O Papa também destacou que "a Igreja católica é consciente do valor que reveste a promoção da amizade e do respeito entre homens e mulheres de diversas tradições religiosas. Compreendemos sempre mais sua importância, seja porque o mundo tornou-se, de qualquer modo, "menor", seja porque o fenômeno das migrações aumenta os contatos entre pessoas e comunidades de tradição, cultura e religião diferentes. Esta realidade interpela a nossa consciência de cristãos, é um desafio para a compreensão da fé e para a vida concreta das Igrejas locais, das paróquias, de muitíssimos crentes".

O Pontífice citou deste modo sua recente exortação apostólica "Evangelii gaudium" para reafirmar que "uma atitude de abertura na verdade e amor deve caracterizar o diálogo com os não crentes de religiões não cristãs, apesar dos vários obstáculos e dificuldades, especialmente o fundamentalismo de ambos os lados".

Efetivamente "não faltam? no mundo contextos nos quais a? convivência é difícil: frequentemente por? razões políticas ou econômicas que se sobrepõem às diferenças culturais e religiosas, contando também as incompreensões e erros do passado. Tudo é risco de gerar desconfiança e medo. Existe? apenas uma estrada para vencer esse medo, e é a do diálogo, o encontro marcado pela amizade e respeito".

O diálogo construtivo entre pessoas de tradições religiosas diversas "serve? também para superar um outro medo que encontramos,? infelizmente, em? aumento na sociedade? fortemente secularizada: o medo diante das? diferentes tradições religiosas e da dimensão religiosa em si. É difundido o pensamento que a convivência só seria possível escondendo a própria pertença religiosa, encontrando-se em? uma espécie de espaço neutro, desprovido de referências à transcendência".

"Mas também aqui, como seria possível criar relacionamentos verdadeiros,? construir uma sociedade que seja autêntica casa comum,? impondo por de lado o que cada um considera como uma parte íntima do próprio ser? Certo, é necessário que tudo aconteça no respeito das convicções dos outros,? também daqueles que não acreditam, mas devemos ter a coragem e a paciência de irmos ao encontro do outro por aquilo que somos".

"O futuro -concluiu o Papa- está na coexistência respeitosa da diversidade,? não na aprovação de um pensamento único, teoricamente neutro. Temos visto ao longo da história, a tragédia dos pensamentos únicos. Torna-se, por isso, imprescindível? o reconhecimento do direito fundamental à liberdade religiosa, em todas as suas dimensões. Sobre isso, o Magistério da Igreja se expressou nas últimas décadas? com grande empenho. Estamos convencidos de que, por essa via? passa a edificação da paz no mundo".

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VATICANO, 28 Nov. 13 (ACI/EWTN Noticias) .- O Presidente do Pontifício Conselho Cor Unum, Cardeal Robert Sarah, apresentou no Escritório de Imprensa da Santa Sé a "missão sanitária para as crianças sírias refugiadas no Líbano", com o fim de "devolver-lhes o sorriso" a estes menores que tiveram que deixar seu país fugindo da violência.



Na apresentação também participaram o presidente do Bambin Gesú, Giuseppe Profiti; o responsável pelo Departamento de Dermatologia do mesmo hospital, May E Hachem; e o presidente da Cáritas Líbano, Pe. Simon Faddoul.



Durante a apresentação, o Cardeal Sarah recordou o chamado do Papa Francisco de "ajudar a população síria, além das diferenças étnicas ou religiosas", para assim "contribuir à pacificação e à edificação de uma sociedade aberta a todos os diversos componentes".



O Cardeal afirmou que graças a estas palavras nasceu a ideia do projeto "para que tragédias como as da Síria não voltem a acontecer". "Pensamos que o presente mais bonito que podemos fazer para ajudar as crianças que sofrem por causa da guerra síria é devolver-lhes o sorriso e que possam viver, acompanhando-lhes para que cresçam não só material, mas também espiritual e humanamente", acrescentou.



Segundo a ACNUR (Agência da ONU para os Refugiados) existem mais de dois milhões de sírios refugiados nos países do Oriente Médio e da zona do Mediterrâneo, dos quais mais de 700.000 se encontram no Líbano, 515.000 na Jordânia e 460.000 na Turquia. De todos eles, 52 por cento está composto por crianças menores e rapazes de 17 anos.



Para controlar a atividade de cooperação que está sendo realizada e as ajudas distribuídas, nasceu em junho passado em Beirute (Líbano) um escritório de informação e comunicação que permite adicionar todos os organismos católicos de caridade em uma área de grande significado histórico e espiritual para o cristianismo.



"Trata-se de uma estrutura fruto da colaboração dos organismos de caridade, que em nome da missão da Igreja universal decidiram compartilhar suas próprias habilidades e seu particular trabalho de testemunho", explicou o Cardeal. Afirmou que esta é a linguagem que a Igreja, toda unida, quer e deve falar... com todos os que sofrem necessidades e pobreza, não só material mas também espiritual".



A "Missão" começará a princípios de dezembro e terá uma duração inicial de três meses. Durante este tempo e com os recursos atribuídos se poderá ajudar de três a quatro mil crianças com os remédios necessários.

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AMÉRICA 









DENVER, 28 Nov. 13 (ACI/EWTN Noticias) .- Hoje nos Estados Unidos se celebra Thanksgiving ou o Dia de Ação de Graças que recorda o primeiro jantar de agradecimento em 1621 de um grupo de peregrinos com nativos, em que se agradeceu a Deus pela abundância de colheitas no novo mundo. O agora Arcebispo de Los Angeles (EUA), Dom José Gómez, explica por que esta festa é profundamente católica.

Em 2008 quando era ainda Arcebispo de Santo Antônio (Texas), Dom Gómez publicou no jornal Today’s Catholic um artigo onde explicava o sentido católico do Dia de Ação de Graças, "um dia especial, onde acima de tudo se celebra a unidade familiar. Com efeito, as famílias se reúnem no Thanksgiving com mais frequência que em qualquer outra festa, incluindo o Natal".

O Prelado relata que "antes da ‘primeira’ celebração do Thanksgiving, em 1621 em terras norte-americanas, no dia 30 de abril de 1598, no Texas, Dom Juan de Oñate já tinha declarado oficialmente um ‘Dia de Ação de Graças’, que foi comemorado com o santo sacrifício da Missa".

Oñate, conta o Prelado, "fez o mais propriamente católico: celebrar a Eucaristia, uma palavra que vem do termo grego Eukaristein, e que significa, precisamente ‘ação de graças’".

"Esta é a razão pela qual, embora a Thanksgiving não seja um dia de preceito no calendário católico, o calendário litúrgico da Igreja nos Estados Unidos o celebra com a solenidade de duas leituras –uma do Antigo e outra do Novo Testamento– e com uma emblemática leitura do Evangelho de Lucas: a passagem do ‘Magnificat’" de Maria.

Dom Gómez ressalta que "embora a Virgem Maria o tenha vivido de maneira única e privilegiada, todos (…) podemos elevar nossa ação de graças a Deus porque nos deu mais do que imaginamos ou merecemos, simplesmente porque, como nos diz nossa Santa Mãe, Ele fez obras grandes por nós, e seu nome é santo".

"Por isso, os católicos não só temos que celebrar o Dia de Ação de Graças com profundo espírito de oração, agradecimento e alegria, como também a celebração deste dia deve nos levar a recordar que nossa vida como católicos é uma constante ação de graças. Através dos nossos atos da vida cotidiana, que devem todos eles dar glória a Deus, e de maneira especial através da celebração da Eucaristia".

O atual Arcebispo de Los Angeles, a maior arquidiocese dos Estados Unidos, recorda também que "este fim de semana iniciamos o tempo especial do Advento. Através dele nos preparamos para receber o supremo presente de Deus: seu próprio Filho, feito um de nós para reconciliar à humanidade".

"Rezo –conclui– de todo coração a nossa Santa Mãe, a grande agradecida do Senhor, para que nos prepare com um coração cheio de ação de graças para os grandes mistérios do Natal".

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BRASIL 









BRASILIA, 28 Nov. 13 (ACI) .- A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), na busca de exercer a sua missão Evangelizadora e ciente da necessidade de mudanças mais profundas e eficazes na realidade política Nacional, criou uma Comissão de Acompanhamento da Reforma Política, presidira por Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG). 

No mês de outubro durante o Conselho Permanente da CNBB (Consep) entregou aos Bispos uma carta com o objetivo de informá-los sobre os últimos acontecimentos referentes à reforma e também de convocar a todos os bispos a acompanharem e participarem, em suas Dioceses e Regionais, do movimento que se iniciou recentemente na busca de assinaturas. 

Segundo o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Steiner, o passo da realização de coletas de assinaturas para o Projeto de Lei de Iniciativa Popular, fará com que o Projeto tome grande valor ao ser levado para o Congresso Nacional, pois terá a participação direta da população civil. 

O movimento que se iniciou recente mente foi nominado de Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, foi lançada no mês de setembro por 43 entidades da sociedade civil, com o objetivo de impulsionar uma campanha “cívica, unificada e solidária” para efetivar a Reforma Política e fortalecer os meios para alcançar a democracia direta com base nos seguintes pontos:
proibição do financiamento privado e instauração do financiamento público para as campanhas eleitorais; extinção do sistema de voto dado ao candidato individualmente nos casos de vereadores e deputados e adoção do sistema eleitoral do voto em listas pré-ordenadas constituindo o sistema ‘voto transparente’; regulamentação do artigo 14 da Constituição em favor da democracia direta; maior participação de populações sub-representadas nas instâncias políticas e partidárias; e outros.

A intenção é coletar mais de 1,5 milhão de assinaturas para que a proposta se torne um projeto de lei de iniciativa popular e, se for tratado rapidamente pelos congressistas, já possa valer para as eleições de 2014.

Nesta quarta-feira a Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil entidades que integram a Coalizão Democrática promovem no dia 27 de novembro, o Dia Nacional de Coleta de Assinaturas para o Projeto de Lei de Iniciativa Popular pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas.

Brasília (DF), será o centro da atenções hoje às 16h, pois haverá uma concentração dos participantes do movimento em frente ao Museu Nacional, onde em seguida todos sairão em direção a Rodoviária do Plano Piloto com o objetivo de coletar assinaturas para que o projeto de lei possa ser levado ao Congresso Nacional. 

Durante o evento estarão presentes representantes das instituições que apoiam o movimento Coalizão. A Comissão de Acompanhamento da Reforma Política estará representada por seu presidente dom Joaquim Mol (bispo auxiliar de Belo Horizonte, MG). A CNBB estará representada por seu presidente, Dom Raymundo Damasceno Assis (arcebispo de Aparecida, SP). 

Dom Mol afirma que a iniciativa também é uma oportunidade de se criar consciência de cidadania e participação popular. 


Veja o Projeto na Integra: 

Veja o Manifesto: 

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CONTROVÉRSIA 









WASHINGTON DC, 28 Nov. 13 (ACI/EWTN Noticias) .- A decisão do governo dos Estados Unidos, encabeçado por Barack Obama, de fechar sua embaixada na Santa Sé, e transladar os escritórios respectivos a um anexo da embaixada na Itália, "é outra manifestação da antipatia deste governo tanto pelos católicos, como pelo Vaticano, e pelos cristãos no Oriente Médio", disse o ex-embaixador desse país junto a Santa Sé, James Nicholson.

Em declarações ao site Catholic Vote, Nicholson, que foi embaixador ante a Santa Sé entre 2001 e 2005, advertiu que a embaixada no Vaticano tem uma posição estratégica "para intermediações em tantas soberanias, mas particularmente no Oriente Médio".

Fazendo referência ao momento atual, ele diz que não é um "bom momento para diminuir o tamanho desta intermediação. Diminuir o tamanho deste posto é diminuir a sua influência".

De acordo ao informado pelo Departamento de Estado dos EUA à imprensa local em 25 de novembro, a decisão de fechar a embaixada no Vaticano se deve a razões econômicas, procurando economizar 1,4 milhões de dólares ao ano.

Entretanto, James Nicholson assegurou que "o Departamento de Estado há muito tempo queria fazer isso. Surgiu quando eu era embaixador. Expliquei-lhes a loucura disto e deixaram de lado. Mas agora parecem determinados a fazê-lo".

A percepção com esta decisão, apontou, é "que os Estados Unidos estão mostrando uma falta de apreciação pela importância do Vaticano como parceiro diplomático".

Para o Catholic Vote, a decisão do governo de Obama se deve a que "os grupos anti-familia odeiam o Vaticano. No cenário internacional, o Vaticano é um feroz promotor da liberdade religiosa, da dignidade de toda vida humana e da família tradicional. E a Santa Sé se opôs vigorosamente ao imperialismo pró-aborto promovido pelo Planned Parenthood e outros durante décadas".

Planned Parenthood, a maior companhia abortista do mundo, apoiou com 15 milhões de dólares à campanha para a reeleição de Barack Obama, e assumiu o crédito por sua vitória em novembro de 2012.

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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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