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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Homossexualismo A máfia homossexual dentro da Igreja Católica








Posted: 26 Nov 2013 05:30 PM PST









Por John-Henry Westen 



Durante as últimas semanas um artigo recente feito por um padre doutorado tem circulado o globo e dado mais proeminência às recentes revelações resultantes dum inquérito interno no Vaticano em relação à "máfia gay". "Standing with the Pope against homoheresy," ["Do Lado do Papa Contra a Homoheresia"]foi escrito no final de 2012 pelo Padre Dariusz Oko, Ph.D., um padre da arquidiocese de Cracóvia e Professor-Assistente na "John Paul II Pontifical University" também em Cracóvia.




O Pe. Oko nota que a sua descoberta "duma enorme clandestinidade homossexual dentro da Igreja" veio como resultado do seu trabalho na crítica filosófica da propaganda e da ideologia homossexual - um estudo que vários bispos e cardinais o encorajaram a levar a cabo. O Pe. Oko afirma:





Dei início ao meu trabalho olhando para ele como uma luta contra um inimigo externo e mortal do Cristianismo, mas depois descobri que o inimigo não se encontra só fora da Igreja, mas dentro dela também.





Na sua dissertação, o professor de filosofia revela os seus encontros com um grupo de homossexuais dentro da Igreja Católica Romana que bloqueava que justiça fosse feita às pessoas que haviam sido abusadas pelos homossexuais que se encontram dentro da Igreja - neste caso, um bispo homossexual.





Fiquei a saber do Bispo [Juliusz] Paetz [Arcebispo Emérito de Poznań]acidentalmente, a partir dum seminarista emocionado e cheio de terror que me disse ter sido abusado pelo seu próprio ordinário. Ele estava à beira de perder a fé, bem como a integridade mental e espiritual. As nossas intervenções junto dos vários níveis da hierarquia da Igreja foram, no entanto, infrutíferas: depara-mo-nos com uma muralha que não poderia ser atravessada (mesmo em casos auto-evidentes como aquele).





O que finalmente fez com que a muralha fosse atravessada, afirma o Pe Oko, foi "a tremenda emoção nos média e a intervenção do próprio Papa. Antes disso, tudo foi bloqueado nos vários níveis inferiores da hierarquia local ou da hierarquia do Vaticano." Descrevendo a formação dos grupos exclusivos homossexuais, o Pe. Oko diz:





Eles sabem muito bem, no entanto, que podem ser expostos e humilhados, e como tal, protegem-se uns aos outros disponibilizando apoio mútuo. Eles constroem relações informais que se assemelham a grupos exclusivos ou até a máfia e, particularmente, buscam formas de assegurar aquelas posições que oferecem poder e dinheiro.




Quando eles chegam a posições onde são tomadas decisões, eles tentam promover e avançar maioritariamente aqueles cuja natureza é igual a deles, ou pelo menos aqueles que são reconhecidos como fracos para lhes levantar oposição. Desta forma, posições-chave da Igreja podem estar nas mãos de pessoas que sofreram feridas internas profundas.




Eles podem obter uma posição dominadora em muitas áreas da hierarquia da igreja, tornando-se numa "elite do quarto dos fundos" que tem, na realidade, um poder tremendo para decidir quais as nomeações importantes, e decidir toda a vida da Igreja. De facto, eles podem até ser demasiado poderosos para serem derrotados por bispos honestos e bem-intencionados.





O Pe. Oko identifica também "o medo e confusão do clero, particularmente em certas dioceses e congregações, quando se deparam" com o tópico do homossexualismo. 





Eles recolhem-se para o seu silêncio, incapazes de articular declarações básicas dos ensinamentos da Igreja em torno do assunto. Do que é que eles têm medo? De onde vem esse medo que se encontra entre homens maduros e adultos? Eles devem estar com receio de algum lobby influente e poderoso, em cujo desfavorecimento eles podem cair. 





O Papa Bento sabe e ele lutou bravamente.




O Pe. Oko alega que o Papa Bento XVI está bem ciente desta subcultura dentro da Igreja e já se lamentou publicamente desta "imundice" e do estrago que ela causou. O Papa "fez da limpeza da Igreja dos abusos homossexuais e da prevenção da sua recorrência futura uma das prioridades do seu pontificado," afirma o Pe. Oko.





Ele removeu das suas posições, e de modo veemente, clérigos comprometidos. Nos primeiros meses após a sua eleição, ainda em 2005, ele deu instrucções para proibir de modo firme a ordenação de homossexuais não-tratados. A instrucção foi precedida duma carta enviada pela Santa Sé aos bispos de todo o mundo, ordenando que os padres com tendências homossexuais sejam imediatamente removidos de qualquer função educacional nos seminários.





Mais tarde, em 2008, o Papa emitiu uma directiva proibindo até os homossexuais não-practicantes de se tornarem seminaristas.




Demonstrando de forma clara a grave preocupação de Bento XVI, o Pe. Oko cita o seu livro "Luz do Mundo", onde o Santo Padre diz:





A maior atenção é necessária aqui de modo a prevenir a intrusão deste tipo de ambiguidade e impedir uma situação onde o celibato dos padres passasse practicamente a ser identificado com uma tendência para o homossexualismo.





O artigo do Pe. Oko é extraordinário porque ele não só é descritivo mas também prescritivo, disponibilizando as ferramentas necessárias para combater nesta guerra e limpar a "imundice".




Num apelo dirigido aos seus colegas do clero e aos Católicos fiéis, o Pe. Oko relembra o heroísmo do Papa no seu combate ao homolobby, mas diz que "Ele nada pode fazer sozinho." O Papa "precisa de cada um de nós. Ele precisa de apoio e da pregação saudável em todas as igrejas locais. Isto é um assunto que gira em torno da fidelidade da consciência de cada um: defender a veracidade da salvação, por mais que ela nos custe."




O Pe. Oko diz ainda que defender a verdade da fé neste assunto é um tópico existencial para os Católicos Romanos:





Se dermos permissão aos homolobistas para agir de modo livre, no espaço de alguns anos eles podem destruir congregações inteiras e também dioceses. A situação é mais ou menos como o início da Reforma, quando países inteiros e nações abandonaram a Igreja.





O Pe. Oko explica como identificar os culpados e como tomar parte da batalha.




Citando outro padre experiente, o Pe. Oko afirma:





Os padres que são homossexuais activos são mestres da camuflagem. A verdadeira ameaça para a Igreja são os padres homossexuais cínicos que tiram algum tipo de vantagem das suas funções, algumas vezes de formas bem devassas.




O homolobby é o centro de toda oposição interna ao Papa. Os membros desse lobby dentro da Igreja são relativamente pequenos em número, mas eles não só controlam posições-chaves (que eles estão ansiosos por obter), mas criam uma rede de relacionamentos bem próxima e dão apoio uns aos outros, o que os torna perigosos.





Em termos de acção, o Pe. Oko sugere:





A máfia homossexual dentro da Igreja tem que ser lidada duma forma bem profissional. Temos que agir como um acusador legal ou um oficial numa batalha; é importante que encontremos uma grupo enorme de pessoas de boa vontade prontas para nos proteger e dar o seu apoio ao que fazemos. Este grupo deve incluir clérigos - quanto mais elevados eles estiverem na hierarquia, melhor - peritos nos vários campos, especialistas em registos e arquivos, advogados, policias, jornalistas e o maior número possível de crentes.




É sempre bom trocar informação, documentos e evidências. A rede mundial de homolobistas e homomafiosostem que ser resistida com uma rede de pessoas honestas. A internet é uma ferramenta excelente, que torna possível criar uma comunidade global de pessoas preocupadas com o destino da Igreja. Quanto mais nós soubermos, mais nós podemos fazer. Temos que nos lembrar que em assuntos como este, nós somos como "ovelhas ao meio de lobos" e como tal nós temos que ser "prudentes como as serpentes e símplices como as pombas". (Mateus 10:16)




Temos que ter a coragem de enfrentar os malfeitores, tal como o Senhor Jesus teve a coragem de enfrentar os Fariseus do Seu tempo. Não podemos construir as nossas vidas sobre ilusões doces visto que "a verdade nos libertará" (João 8:32) e é por isto que "Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação". (2 Tim 1:7)




Todas as intervenções devem ser feitas com o máximo de respeito e amor por todas as pessoas, incluindo o abusador.





O Pe. Oko conclui lembrando que, levando em conta que os devemos "reconhecer pelos seus frutos" (Mateus 7:16)- e também os eventos publicados no último quarto de século, a reacção da Santa Sé, e os documentos por ela emitida - temos que admitir de modo claro e explícito: existe um forte sub-mundo homossexual dentro da Igreja.








* * * * * * *




A esmagadora maioria dos casos de pedofilia dentro das igrejas pode ser directamente conectada com o comportamento homossexual, e com homossexuais que usam da sua posição para abusar sexualmente rapazes e adolescentes Católicos. No entanto, apesar deste facto óbvio, o lobby anti-Cristão do Ocidente resolve centrar-se no Catolicismo - que condena o homossexualismo - deixando de lado o comportamento homossexual - que está muito mais associado à pedofilia






Com este texto do site LifeSite News, ficamos a saber que existe um gigantesco e poderosoomolobby dentro da Igreja Católica, e que aderentes desse comportamento sexual encontram-se hoje em lugares de autoridade, poder e influência, prontos a perturbar a Igreja Católica a partir do seu interior, e proteger os homossexuais que abusam de crianças Católicas.







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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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