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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

[Novo post] Depois de estupradores culparem vítimas por usarem minissaias, PT vincula sistema eleitoral à corrupção




lucianohenrique publicou: " Dizem que tenho algo contra o PT. Injustiça. Eu tenho muita coisa contra a esquerda, especialmente a extrema-esquerda. E, infelizmente, temos um partido de extrema-esquerda no poder. O resultado de termos um governo de extrema-esquerda no Planalto " 



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Dizem que tenho algo contra o PT. Injustiça. Eu tenho muita coisa contra a esquerda, especialmente a extrema-esquerda. E, infelizmente, temos um partido de extrema-esquerda no poder.

O resultado de termos um governo de extrema-esquerda no Planalto está aí: para se defender de suas culpas imperdoáveis, eles lançam um argumentação tão descaradamente sem noção que nos faz compreender por que querem tanto controlar a mídia. É para que suas ideias grotescas sejam elogiadas por órgãos comprados com dinheiro estatal.

Senão, vejamos o que diz a matéria "PT vincula sistema eleitoral à corrupção", de Mariana Haubert, publicada na Folha de São Paulo:


Após as prisões dos petistas condenados pelo mensalão, o PT tentará agora reforçar a tese de que o partido é vítima do atual sistema político-eleitoral.

A defesa foi apresentada na primeira versão do texto base do 5º Congresso Nacional do PT, que será aberto em dezembro, em Brasília.

Redigido por Marco Aurélio Garcia, assessor especial da Presidência da República, o documento afirma que o partido é "prisioneiro de um sistema eleitoral que favorece a corrupção".

Ele foi mostrado ao Diretório Nacional do partido na última segunda-feira, em reunião realizada em São Paulo. O texto ainda poderá ser modificado por emendas.

Sem citar o mensalão, o PT levanta a bandeira da ética como forma de fazer um contraponto ao escândalo que atingiu o partido e volta a defender uma ampla reforma política. Após os protestos de junho, Dilma Rousseff sugeriu ao Congresso a realização de um plebiscito sobre o assunto, mas foi derrotada.

De acordo com o PT, o financiamento público exclusivo de campanha é o principal passo a ser dado no rumo de uma reforma política.

O documento faz ainda uma dura crítica ao Poder Judiciário ao afirmar que o "sistema judicial é lento, elitista e pouco transparente" e diz ainda que ele tem sido "permeado por interesses privados".

Ao longo de 14 páginas, o texto faz ainda uma autocrítica sobre a "burocratização" do partido durante os 11 anos de governo e afirma que o PT não avançou para imprimir um novo ritmo à sua política.

No fim do documento, o partido indica o que poderá ser o mote de campanha para a reeleição de Dilma Rousseff ao comparar o atual momento político com o fim da ditadura. "Quando saímos da noite da ditadura, soubemos dizer 'Nunca Mais!'. Agora, depois de uma década de grandes transformações, afirmamos 'Nunca menos!'."

No texto, os petistas resgatam o discurso de que os problemas econômicos refletem a herança deixada por Fernando Henrique Cardoso, como recessão, juros abusivos, fortes pressões inflacionárias e vulnerabilidade externa.

Acredite se quiser: o PT agora defende a tese de que a culpa do mensalão não é deles, mas de um sistema que lhes deu a "tentação" para cometer o crime.

Diante disso, ainda tentam capitalizar, defendendo a aberrante reforma política, querendo proibir o financiamento privado de campanha, ou seja, apelando ao financiamento público. Segundo, eles, isso, "acabaria com a corrupção", ou ao menos a refrearia.

Claro que não possuem base nenhuma para alegar esse efeito da lei proposta, e todo esse discurso só serve para omitir os reais interesses do governo no financiamento público de campanha: usar o estado a seu favor, pois o partido comanda o parlamento, por causa de sua união com o PMDB.

O PT quer matar dois coelhos com uma cajadada só: usar os seus crimes do mensalão para motivar uma lei que só serve para beneficiá-los, e ainda vender ao público a ideia de que o crime do mensalão é apenas uma "tentação", que não é culpa deles, mas do sistema político.

É exatamente igual a dizer que a culpa por um estupro não é do estuprador, mas da vítima que usou minissaia.















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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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