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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

[Catolicos a Caminho] NOVEMBRO MÊS DAS ALMAS (20) GRAÇA SANTIFICANTE E ESTADO DE GRAÇA Som !

 












  • NOVEMBRO, MÊS DAS ALMAS!




«Jesus, lembra-Te de mim quando entrares no Teu reino». Ele respondeu-lhe : «Em verdade te digo : Hoje estarás comigo no Paraíso».(Lc.23,42-43).






(20) - A GRAÇA SANTIFICANTE E O ESTADO DE GRAÇA.(20-XI-2013)

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Como definição simples, a Graça é o Dom da presença de Deus que nos ama e a transformação do homem n'Ele.

Diz o Catecismo da Igreja católica :

1996. - A nossa justificação vem da graça de Deus. A Graça é um favor, o socorro gratuito que Deus nos dá, a fim de respondermos ao seu chamamento para nos tomarmos filhos de Deus, filhos adoptivos, participantes da natureza divina, e da vida eterna.

Deus está presente de maneira natural na pessoa que O reconhece na obra da Criação e o aceita como Senhor de tudo o que existe.

Mas pela Graça Deus torna-se presente na consciência humana de maneira especial.

Pela fé Ele é perceptível como o próprio Amor que oferece ao homem a participação na Sua própria vida, uma relação de amizade com Ele muito mais íntima do que tem o Criador com a Sua criatura, uma certa experiência de vida familiar com Deus.

Diz o Catecismo da Igreja Católica :

1997. - A Graça é uma participação na vida de Deus, introduz-nos na intimidade da vida trinitária : pelo Baptismo, o cristão participa da graça de Cristo, Cabeça do seu Corpo; como «filho adoptivo», pode, a partir daí, chamar «Pai» a Deus, em união com seu Filho Unigénito; e recebe a vida do Espírito, que lhe infunde a caridade e forma a Igreja.

Deus define-se como o Amor e dá-se a conhecer pela Revelação nas Sagradas Escrituras.

No Antigo Testamento Deus revela-se, concedendo favores e prosperidade, aceitando os sacrifícios do Seu Povo, defendendo-o dos seus inimigos, dando-lhe uma protecção especial e dando a conhecer a Sua vontade pelos Seus Mandamentos.

Deus perdoa também ao Seu Povo e diz quem é e estabelece a Sua Aliança com o Seu Povo para sempre.

No Novo Testamento a palavra Graça só aparece em S. João :

- "E nós vimos a Sua glória, glória que lhe vem do Pai, como Filho Único, cheio de Graça e de verdade". (Jo. 1,14).

Todavia a ideia de "Dom" ou de qualquer coisa que nos "será dado ou confiado", aparece constantemente no Novo Testamento :

- "O Reino de Deus ser-vos-á tirado e será confiado a um povo que produzirá os seus frutos".(Mt.21,42).

- "Ele que não poupou o próprio Filho, mas O entregou por todos nós, como não havia de nos dar também, com Ele, todas as coisas" ? (Rom.8,32).

Quando o homem responde à oferta do dom do Amor de Deus, entregando-se totalmente a Ele, transcende a sua antiga condição de pecador, recebe uma capacidade e um incentivo para crescer mais no amor, para partilhar a sua vida e a sua liberdade com Deus e torna-se uma imagem mais completa e perfeita do Homem-Deus, Jesus Cristo.

A Graça ou dom do Amor de Deus, não nos tira a nossa liberdade nem nos isenta da lei, mas torna-nos mais fiéis, tanto ao amor de Deus e do próximo como ao cumprimento da lei.

Também não nos livra do pecado, mas dá-nos uma força maior para lhe resistir porque não podem coexistir o amor a Deus e o pecado.
Estado de Graça

A Graça envolve a transformação da alma, a qual permanece e actua num novo nível interpessoal, conhecendo e amando a Deus e as outras pessoas n'Ele.

Chama-se a esta Graça, Graça Actual ou Graça Santificante, e qualifica a existência daquele que a possui.

A alma assim classificada, diz-se que está em Estado de Graça, e é este o estado exigido para se receber a Sagrada Comunhão.

Segundo a Tradição, o Estado de Graça pode perder-se, por um pecado grave ou sério, e voltar a adquirir-se pelo arrependimento e pela confissão sacramental.

Segundo a Escritura, o Baptismo torna a pessoa uma nova criatura, pelo renascimento e pela infusão do Espírito Santo.

Esta permanente, interior e eficaz comunicação e habitação do Espírito Santo, é a Graça Santificante.

Ela inunda toda a alma, a inteligência, a vontade e o coração.

Torna santos todos aqueles que possuem este dom, concedendo-lhes a participação na vida divina.

Esta Graça produz a conversão, a transformação de todas as predisposições de cada um.

O Concílio Vaticano II na Constituição Dogmática sobre a Santa Igreja, decreta :

- Além disso, este mesmo Espírito Santo não só santifica e conduz o Povo de Deus por meio dos Sacramentos e ministérios e o adorna com virtudes, mas "distribuindo a cada um os seus dons como lhe apraz" (1 Cor.12,11), distribui também graças especiais entre os fiéis de todas as classes, as quais os tomam aptos e dispostos a tomar diversas obras e encargos, proveitosos para a renovação e cada vez mais ampla edificação da Igreja, segundo aquelas palavras : "a cada qual se concede a manifestação do Espírito em ordem ao bem comum" (1 Cor.12,7).Estes carismas, quer sejam os mais elevados, quer também os mais simples e comuns, devem ser recebidos com acção de graças e consolação, por serem muito acomodados e úteis às necessidades da Igreja.(LG 12).

Diz o Catecismo da Igreja Católica :

2000. – A Graça Santificante é um dom habitual, uma disposição estável e sobrenatural, que aperfeiçoa a alma, mesmo para a tornar capaz de viver com Deus e de agir por seu amor. Devemos distinguir a graça habitual, disposição permanente a viver agir segundo o apelo divino, e as graças actuais, que designam as intervenções divinas, quer na origem da conversão, quer no decurso da obra de santificação.

O Estado de Graça Santificante, é o estado exigido para se alcançar a Vida Eterna porque sem esta união a Deus cá na terra, não é possível a vida de união a Deus na Visão Beatífica.

Portanto, as almas do Purgatório, estavam na graça de Deus na hora da morte, mas como tinham ainda algumas imperfeições, necessitam de um tempo de purificação, que nós podemos abreviar com as nossas orações e boas obras, feitas em estado de graça.

Isto é tudo tão importante que devemos ter todo o cuidado para vivermos permanentemente na Graça de Deus, porque ninguém sabe o dia e a hora em que pode comparecer na presença de Deus e, uma morte súbita, sem preparação, sem o estado de graça, significa uma separação eterna, e depois ninguém nos poderá ajudar.!



John
Nascimento





























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'A Lógica da Criação'


Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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