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terça-feira, 19 de novembro de 2013

[Novo post] Um vídeo para passarmos o dia com um sorriso no rosto: Estudantes militontos da UFRRJ escracham o professor militonto Paulo GhiraldelliI




lucianohenrique publicou: " O mais engraçado do marxismo cultural é que, muitas vezes, seus líderes perdem o controle da situação, e são vitimados pela situação que ajudaram a criar. Imagine o caso de um traficante de drogas, que escarnece da população diante de sua impunidad" 



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Nova publicação em Ceticismo Político 







by lucianohenrique





O mais engraçado do marxismo cultural é que, muitas vezes, seus líderes perdem o controle da situação, e são vitimados pela situação que ajudaram a criar.


Imagine o caso de um traficante de drogas, que escarnece da população diante de sua impunidade, mas vê seu filho sofrer uma overdose de cocaína. Ao mesmo tempo em que temos alguma sensação de comiseração, e somente pelo filho (não pelo pai), não podemos deixar de notar a ironia da coisa.

Algo semelhante ocorre com Paulo Ghiraldelli no vídeo abaixo.

Reconheço que não entendi absolutamente nada do que os militantes manifestavam, e isso não faz diferença alguma: o que importa é que eles usaram sua forma de "dialética", que envolve gritar mais alto que o oponente, fazendo uso de pressão psicológica e intimidação, tentando silenciá-lo.

Lá pelas tantas, Ghiraldelli se revolta gritando "é mentira, é mentira", e chega até a arrancar o folheto das mãos de um militante. Até me surpreendi com sua atitude, meio corajosa, se bem que no fundo ele mostra que militantes de extrema-esquerda são geralmente covardes (já que só atuam em bando), pois havia risco dele tomar um tabefe naquele momento. Isso não ocorreu, por sorte de Ghiraldelli.

No fim das contas, o auto-intitulado filósofo foi obrigado a encerrar sua palestra e saiu, constrangido. Ainda declarou algo como: "Eu escrevi um livro apoiando os militantes, portanto isso é um absurdo".

Ora, se ele apoiou os militantes e esse estilo de dialética (em estilo rortyano, onde a verdade jamais é importante, muito menos o diálogo), então como ele pode reclamar? Na lógica defendida por Ghiraldelli, a verdade é definida por quem grita mais. Aliás, não existe sequer verdade. Ou será que a verdade não existe mas pode ser chamada de verdade por quem grita mais ou usa o marketing mais adequado? Mas se a verdade não existe, conforme o próprio defende, como ele pode dizer que os militantes estavam falando "mentira"?

Nada disso importa.

O que importa é que ele não tem moral alguma para reclamar do que aconteceu com ele, pois sempre estimulou esse tipo de comportamento irracional, mas que ao mesmo tempo gera benefícios para quem o realiza. Seria a prática da estupidez astuta. Pessoas de fora, como nós, podemos rir de toda a situação, expondo-o como uma vítima daquilo que ele sempre criou.

Por exemplo, se Ghiraldelli visse um conservador ter sua palestra invadida, perdendo o direito de arena por pura pressão oponente (mas nenhuma razão de fato, nem mesmo a mais básica prática civilizacional), vibraria. Ele ajudou a criar esse tipo de cultura. Por isso mesmo, o que vemos no vídeo abaixo é apenas alguém envenenado pelo veneno que ele próprio ajudou a produzir em escala industrial.

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Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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