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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

ADHT: Defesa Hetero




ADHT: Defesa Hetero





Posted: 23 Jan 2014 08:39 AM PST





Criado em Sexta, 20 Dezembro 2013 02:21


Por Miguel Nagib *


O presente estudo foi elaborado com os seguintes objetivos:


1 - desmentir a crença generalizada de que a educação sexual é um componente obrigatório docurriculum escolar (ao contrário do que se pensa, obrigatório, como veremos, é não veicular esse conteúdo no âmbito das disciplinas obrigatórias); e


2 - servir de subsídio aos pais para que eles pais exerçam, efetivamente -- recorrendo à Justiça, se necessário --, o direito, que lhes é assegurado pela Convenção Americana de Direitos Humanos, a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.


Dado que a temática da educação sexual está compreendida no plano mais abrangente da educação moral, examinaremos aqui, de forma também abrangente, se o professor está legalmente obrigado ou autorizado a tratar de questões morais em sala de aula.


Cuidando-se de uma análise estritamente jurídica, não nos interessa saber se o que os professores estão ensinando em matéria de valores morais é positivo ou negativo (para isso, recomendamos que o leitor assista a este vídeo); nem se é conveniente ou inconveniente que questões morais sejam levadas para dentro da sala de aula (para isso, recomendamos a leituradesta entrevista); mas apenas se a Constituição e as leis do país permitem que isso seja feito e, caso permitam, em que condições.


Como ninguém ignora, as salas de aula estão sendo usadas de modo intensivo para promover determinados valores, com a finalidade de moldar o juízo moral, os sentimentos e as atitudes dos estudantes em relação a certos temas.


Que temas são esses? Depende da moda, das novelas, da ONU, da UNESCO e das minorias que controlam o MEC e as secretarias de educação. Pode ser orientação sexual, questões de gênero, "direitos reprodutivos" (p. ex., aborto), modelos familiares, ética, etc.


Os educadores chamam isso de "educação de valores".


Não existe uma disciplina escolar intitulada "educação de valores". Esse conteúdo é "espalhado" nas disciplinas obrigatórias do curriculum -- Português, Matemática, Geografia, Biologia, História --, por meio de uma técnica chamada transversalidade. Assim, por exemplo, numa aula de Ciências, ao tratar do aparelho reprodutor, o professor aproveita para explicar aos alunos "como se transa"; ou, numa aula de Comunicação e Expressão, o professor manda que os alunos leiam um texto que, a pretexto de combater o "preconceito", promove o comportamento homossexual.


Nesse tipo de educação, o objetivo não é transmitir conhecimento, mas, sim, inculcar valores e sentimentos na consciência do estudante de modo que ele tenha determinado comportamento. É um tipo de lavagem cerebral, porque utiliza, muitas vezes, técnicas de manipulação mental bastantes conhecidas, conforme demonstrado por Pascal Bernardin, no livro "Maquiavel Pedagogo ou o ministério da reforma psicológica".


Acontece que os valores promovidos pela escola não coincidem necessariamente com aqueles que o estudante aprende em casa com seus pais. E isso fica muito claro quando o assunto é alguma questão relacionada à moral sexual.


Como se sabe, um dos temas mais explorados na educação de valores é a sexualidade. E, ao tratar desse tema nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) -- um documento que contém recomendações a serem observadas pelas escolas de todo o país --, o MEC adota dois princípios fundamentais: "direito ao prazer" e "sexo seguro". Tudo mais é rotulado de "tabu" ou "preconceito" (a palavra preconceito aparece 17 vezes no caderno de orientação sexual dos PCNs).


O texto abaixo -- extraído de um livro escrito para crianças de 7 a 10 anos, intitulado "Mamãe, como eu nasci?" -- é um exemplo de como a coisa funciona na prática. O autor, Marcos Ribeiro, é sexólogo, com curso de Educação Sexual pelo Centro Nacional de Educación Sexual (Havana, Cuba); consultor em Sexualidade para o Ministério da Saúde, Fundação Roberto Marinho, entre outras instituições públicas e privadas; parecerista para o Ministério da Educação nos Parâmetros Curriculares Nacionais e co-autor dos Parâmetros Curriculares Nacionais em Ação (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos. Ou seja, é um especialista que presta serviço para o governo e para entidades que atuam na educação de crianças e jovens.


Pois bem, ao tratar do tema da masturbação infantil, o Sr. Marcos Ribeiro, dirigindo-se a crianças de 7 a 10 anos, escreve o seguinte:


"Alguns meninos gostam de brincar com o seu pênis, e algumas meninas com a sua vulva, porque é gostoso.


As pessoas grandes dizem que isso vicia ou "tira a mão daí que isso é feio". Só sabem abrir a boca para proibir. Mas a verdade é que essa brincadeira não causa nenhum problema. Você só tem que tomar cuidado para não sujar ou machucar, porque é um lugar muito sensível.


Mas não esqueça: essa brincadeira, que dá uma cosquinha muito boa, não é para ser feita em qualquer lugar. É bom que você esteja num canto, sem ninguém por perto."


(Para ler outros trechos desse livro, clique aqui)


[Chamo a atenção para a sintonia entre a abordagem feita pelo autor e os princípios adotados pelo MEC nos PCNs: direito ao prazer e sexo seguro.]


Transcrevo, a seguir, uma passagem do caderno de Orientação Sexual dos PCNs que contém sugestões de temas a serem tratados em sala de aula:


"Com a inclusão da Orientação Sexual nas escolas, a discussão de questões polêmicas e delicadas, como masturbação, iniciação sexual, o "ficar" e o namoro, homossexualidade, aborto, disfunções sexuais, prostituição e pornografia, dentro de uma perspectiva democrática e pluralista [leia-se: relativista], em muito contribui para o bem-estar das crianças, dos adolescentes e dos jovens na vivência de sua sexualidade atual e futura."


Em suma, não há dúvida de que as disciplinas obrigatórias do curriculum -- tanto das escolas públicas, quanto das particulares -- estão sendo usadas para promover determinados valores morais, especialmente, em questões ligadas à sexualidade.


O problema -- e aqui chegamos ao aspecto propriamente jurídico da matéria -- é que isto se choca com o direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.


Que direito é esse?


Além de ser um direito natural -- ou seja, um direito que existe independentemente de estar previsto em lei, porque decorre da própria natureza das coisas --, esse direito é garantido expressamente pelo art. 12 da Convenção Americana de Direitos Humanos (CADH), também conhecida como Pacto de São José da Costa Rica.


O art. 12 da CADH diz o seguinte:


"Os pais têm direito a que seus filhos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções."


A CADH é um tratado internacional assinado pelo governo brasileiro que tem força de lei no Brasil desde 1992. Ou melhor: de acordo com o Supremo Tribunal Federal, a CADH, por ser um tratado sobre direitos humanos, está no mesmo nível hierárquico da Constituição Federal.


Ao dizer que os pais têm direito a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções, a CADH está reconhecendo aos pais o direito de decidir a educação moral que será transmitida a seus filhos.


Ora, se cabe aos pais decidir o que seus filhos devem aprender em matéria de moral, nem o governo, nem a escola, nem os professores têm o direito de usar as disciplinas obrigatórias -- aquelas disciplinas que o estudante é obrigado a frequentar sob pena de ser reprovado --, para tratar de conteúdos morais que não tenham sido previamente aprovados pelos pais dos alunos.


Com outras palavras: o governo, as escolas e os professores não podem se aproveitar do fato de os pais serem obrigados a mandar seus filhos para a escola, e do fato de os estudantes não poderem deixar de frequentar as disciplinas obrigatórias, para desenvolver nessas disciplinas conteúdos morais que possam estar em conflito com as convicções dos pais.


Por outro lado, o art. 5º, inciso VI, da Constituição Federal, estabelece:


VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, (...);


Ora, se o governo, as escolas ou os professores usarem as disciplinas obrigatórias para tentar obter a adesão dos alunos a determinadas pautas morais, isso fatalmente se chocará com a liberdade de consciência dos alunos.


Observo, de passagem, que a liberdade de consciência é absoluta. As pessoas são 100% livres para ter suas próprias convicções e opiniões a respeito do que quer que seja. Ninguém pode obrigar uma pessoa a acreditar ou não acreditar em alguma coisa. O Estado pode obrigá-la a fazer ou não fazer alguma coisa, mas não pode pretender invadir a consciência do indivíduo para forçá-lo ou induzi-lo a ter essa ou aquela opinião sobre determinado assunto. Isto só acontece em países totalitários como Cuba e Coreia do Norte.


Como o ensino obrigatório não anula e não restringe a liberdade de consciência do indivíduo -- do contrário, ele seria inconstitucional --, o fato de o estudante ser obrigado a cursar determinada disciplina impede terminantemente que o Estado, a escola ou o professor se utilizem dessa disciplina para inculcar valores e sentimentos na consciência do aluno.


Além disso, é preciso considerar que a nossa religião é inseparável da nossa moral. Portanto, a liberdade religiosa dos nossos filhos também estará ameaçada se as disciplinas obrigatórias do curriculum veicularem conteúdos morais incompatíveis com os preceitos da nossa religião.


Como se vê, o ordenamento jurídico oferece ao estudante e seus pais toda a proteção necessária para impedir que o Estado, as escolas e os professores se utilizem das disciplinas obrigatórias para promover a tal "educação de valores".


Mas não é só isso. Parece-nos inaceitável que um Estado laico como o nosso possa usar o sistema de ensino para promover valores morais. Pela simples razão de que a moral é inseparável da religião (pelo menos no que se refere à religião da esmagadora maioria do povo brasileiro, que é o Cristianismo). Se o Estado não pode promover uma determinada religião, também não pode promover uma determinada "moralidade".


Em todo caso, se o Estado pudesse utilizar o sistema de ensino para promover valores morais, seria necessário saber, antes de mais nada, que valores seriam esses. Haveria uma lista de valores? Quem iria aprovar essa lista? O Congresso Nacional? O Presidente da República? Os Governadores dos Estados? Os Prefeitos? Os funcionários do Ministério da Educação? Cada professor em sua respectiva sala de aula?


Por aí já se vê a absoluta impossibilidade constitucional da utilização do sistema de ensino para a promoção de uma determinada agenda moral. Mas, a despeito dessa impossibilidade constitucional, essa política está sendo aplicada em nosso país pela burocracia do MEC e das secretarias estaduais e municipais de educação, pelas escolas, pelos professores e pelas editoras de livros didáticos.


A abordagem de questões morais em sala de aula -- em prejuízo, diga-se, de conteúdos que a escola deveria transmitir aos alunos -- vem sendo feita sem nenhuma base legal. Não existe lei, votada pelo Congresso Nacional ou pelas Assembleias Legislativas dos Estados, determinando ou permitindo que o sistema de ensino seja usado com essa finalidade. E se lei existisse, ela seria inconstitucional.


Isso está sendo feito por iniciativa exclusiva de funcionários públicos. Servidores dos ministérios e das secretarias de educação e professores estão decidindo por conta própria o que deve ser ensinado aos nossos filhos em matéria de moral -- principalmente moral sexual. Funcionários públicos estão fazendo aquilo que o próprio Congresso Nacional não tem poderes para fazer.


Portanto, ao contrário do que se pensa, os professores e as escolas não só não estão obrigados a seguir as recomendações dos PCNs em matéria de educação sexual -- o que o próprio MEC reconhece --, como estão proibidosde fazê-lo.


Mas suponhamos, para efeito de raciocínio, que o Estado possuísse uma "lista de valores morais" e tivesse o direito de usar o sistema de ensino para promovê-la. Nesse caso, seria necessário compatibilizar o exercício desse direito com a liberdade de consciência e de crença dos alunos e com o direito assegurado aos pais pelo art. 12 da CADH. É que, obviamente, o exercício desse suposto direito por parte do Estado não poderia ocorrer em prejuízo da liberdade dos estudantes e do direito dos pais, ambos assegurados pelas leis do país.


No entanto, é exatamente isso o que vai acontecer se os temas da tal "educação de valores" forem veiculados nas disciplinas obrigatórias, como têm sido hoje em dia, por meio da técnica da transversalidade.


Pois bem, admitindo-se que o Estado pudesse usar o sistema de ensino para promover a moralidade estatal -- o que não é possível, conforme demonstrado --, qual seria a solução?


É simples. Bastaria que esses conteúdos fossem veiculados numa disciplinafacultativa, a exemplo do que acontece com o ensino religioso. Conhecendo previamente o programa dessa disciplina, os pais decidiriam livremente se querem ou não que seus filhos a frequentem.


[Observação: É claro que nada disso não se aplica às escolas confessionais, já que, ao matricular seus filhos numa dessas escolas, os pais manifestam de forma inequívoca a sua concordância com os princípios morais adotados pela instituição.]


Se isso fosse feito, estariam resguardados, de um lado, o (suposto) direito do Estado de usar o sistema de ensino para promover valores morais; e, de outro, o direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções e a liberdade de consciência e de crença dos estudantes.


Enquanto isso não acontecer, o governo, as escolas e os professores estão obrigados a respeitar o direito dos pais e a liberdade de consciência e de crença dos alunos. E os pais podem recorrer ao Judiciário para fazer valer esse direito.


Em resumo: o art. 12 da CADH e o art. 5º, VI, da Constituição Federal, exigem que os conteúdos morais hoje presentes nos programas das disciplinas obrigatórias sejam reduzidos ao mínimo indispensável para a assegurar que a escola possa cumprir aquela que é a sua função primordial: transmitir conhecimento aos estudantes.


Tudo o que passar disso deve ser colocado, quando muito, no programa de uma disciplina facultativa. Conhecendo o programa dessa disciplina, os pais decidirão se querem que seus filhos a frequentem.


* Procurador do Estado de São Paulo, fundador e coordenador do site www.escolasempartido.org 



Posted: 22 Jan 2014 07:48 PM PST

21 de janeiro de 2014








"Mensageiros palestinos": Como Cristo e os cristãos são usados para promover a causa palestina


Julio Severo


No Natal passado, o presidente palestino Mahmoud Abbas disse que Jesus era um mensageiro "palestino."


Muito embora Jesus nunca tivesse sido palestino ou defensor de uma causa palestina, Abbas e seus colegas muçulmanos querem usá-Lo para "ecumenicamente" unificar cristãos e muçulmanos para garantir sua causa.


Cristo nunca foi um mensageiro palestino, mas há muitos indivíduos e grupos cristãos se associando com uma mensagem palestina. Conscientemente ou não, eles têm sido usados como mensageiros palestinos.
CMI e Teologia da Libertação


A organização mais notória é o Conselho Mundial de Igrejas (CMI), que apoia a Teologia da Liberação, que "retrata Israel como o opressor colonial e os palestinos como as vítimas do imperialismo." Seu encontro ecumênico no Brasil em 2006 "ecumenicamente" reuniu ativistas gays, palestinos e mães-de-santo.





Reunião ecumênica do CMI em 2006: mães-de-santo e ativistas gays juntos


O Rev. Walter Altmann, moderador do Comitê Central do CMI, é um exemplo do radicalismo do CMI. Ele disse: "Tenho um interesse especial em unir a teologia da Reforma à teologia da libertação."





Rev. Walter Altmann no Conselho Mundial de Igrejas


Altmann, que é brasileiro, é ex-presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, o maior sínodo luterano no Brasil (700.000 membros). Ainda que significativos, seus números empalidecem em comparação com outros grupos no universo evangélico brasileiro. De acordo com o "The New International Dictionary of Pentecostal and Charismatic Movements: Revised and Expanded Edition" (Novo Dicionário Internacional de Movimentos Pentecostais e Carismáticos, Zondervan 2010), pentecostais e neopentecostais somam mais de 45 milhões de membros no Brasil.





Reunião ecumênica do CMI em 2006: bandeiras da Palestina


A Igreja Luterana de Altmann é majoritariamente ecumênica, pró-Palestina, anti-Israel e esquerdista. Em 2006, seu seminário mais proeminente teve Luiz Mott, o pai do movimento homossexual brasileiro, como um dos principais preletores. Em total contraste, as igrejas pentecostais e neopentecostais do Brasil, firmemente pró-Israel e geralmente antiecumênicas, têm estado em risco de serem contaminadas pela influência teológica de denominações protestantes que promovem a Teologia da Libertação, conforme expõe meu e-book "Teologia da Libertação X Teologia da Prosperidade," disponível gratuitamente aqui: http://bit.ly/11zFSqq





Luiz Mott na EST, a maior faculdade teológica da IECLB


Numa entrevista do CMI, Altmann comentou "o crescimento das igrejas pentecostais" e lamentou que "muitas dessas novas igrejas rejeitam o ecumenismo e fazem campanhas contra iniciativas ecumênicas." O ecumenismo, que anda de mãos dadas com a causa palestina, tem sido apoiado pela Esquerda política e teológica. O CMI e seu ecumenismo têm dependido principalmente do dinheiro das decadentes denominações protestantes tradicionais esquerdistas da América do Norte e Europa Ocidental.


Altmann celebrou que a Teologia da Libertação fortemente influenciou o movimento ecumênico e o CMI durante as décadas de 1970 e 1980.


No Brasil, o pentecostalismo e o catolicismo romano ortodoxo são hostis à Teologia da Libertação, ao ecumenismo e à causa palestina. Em contraste, as velhas denominações protestantes grandes, como a Igreja Evangélica de Confissão Luterana, que era presidida pelo Rev. Altmann, abraçam a Teologia da Libertação, o ativismo palestino e envolvimentos políticos esquerdistas.


Quando o ditador cubano Fidel Castro aclamou Jesus como um "grande revolucionário social" para Altmann em 1999, o pastor luterano, que teve vários jantares com Castro, não viu problema. Por que, então, o CMI veria algum problema com Abbas dizendo que Jesus era um "mensageiro palestino"?


Sob o ecumenismo, é muito fácil aceitar Jesus como um "grande revolucionário social" ou "mensageiro palestino."
Colégio Bíblico de Belém e "Christ at the CheckPoint"


Sob o ecumenismo, iniciativas entre cristãos e muçulmanos têm sido desenvolvidas pelo Conselho Mundial de Igrejas, o Vaticano e a Aliança Evangélica Mundial (AEM), conforme informa o boletim "WEA Theological News" (Notícias Teológicas da AEM), de outubro de 2012, volume 41, número 4. Algumas dessas iniciativas envolvem protestantes palestinos adeptos da Teologia da Libertação Palestina.



Sob o título "Promovendo a Verdade Bíblica Interligando Teólogos," o "WEA Theological News" destaca o Colégio Bíblico de Belém e seu fundador e presidente, Bishara Awad, numa luz muito positiva, para propósitos de propaganda.


O Colégio Bíblico de Belém realiza as conferências "Christ at the CheckPoint" (Cristo no Posto de Controle), em parte para avançar as relações entre cristãos e muçulmanos. Muitos de seus palestrantes são proeminentes líderes protestantes esquerdistas e prelados palestinos adeptos da Teologia da Libertação Palestina.


Em seu artigo "Refutando o evangelismo anti-Israel," Mark Tooley escreve:


"Em anos recentes, evangélicos anti-Israel têm realizado uma conferência chamada 'Christ at the Checkpoint' (Cristo no Posto de Controle) em Belém apresentando alguns proeminentes evangélicos dos EUA. A conferência do ano passado incluiu o evangelista Tony Campolo, conselheiro espiritual do presidente Bill Clinton, e Joel Hunter, pastor de uma mega-igreja na Flórida e conselheiro espiritual do presidente Barack Obama. A próxima conferência "Christ at the Checkpoint" apresentará Geoff Tunnicliffe, presidente da Aliança Evangélica Mundial. Haverá também um pastor de Dallas, dos batistas do Sul dos EUA, apesar de que sua denominação apoia fortemente Israel. Outro palestrante será Gary Burge da Faculdade Wheaton, um proeminente escritor que sempre critica Israel. Burge é professor numa das mais prestigiosas faculdades evangélicas dos EUA. O sentimento anti-Israel entre as elites evangélicas é mais forte nos meios acadêmicos e em organizações de assistência e missões."





Bishara Awad, fundador do Colégio Bíblico de Belém


O escritor britânico Paul Wilkinson, que compareceu a essa conferência como observador, comentou:


"Esse movimento tem desenvolvido um ritmo surpreendente e assustador em anos recentes. Estive em Belém em março de 2012, numa conferência evangélica chamada Conferência 'Christ at the Checkpoint.' Mais de 700 evangélicos, todos os nomes que já mencionei, Gary Burge e Stephen Sizer estavam ali; estava também Joel Hunter, que é um dos conselheiros espirituais de Barack Obama; Tony Campolo, o presidente da Aliança Evangélica Mundial estava ali, o presidente do Movimento Lausanne estava ali, todos dando apoio aos palestinos, todos condenando a ocupação israelense."


Outro líder da Aliança Evangélica Mundial envolvido na Conferência "Christ at the Checkpoint" é Thomas Schirrmacher, que foi palestrante nessa conferência em 2012. Schirrmacher rejeita a acusação de que "Christ at the Checkpoint" é anti-Israel. Em vez disso, ele argumenta, é sobre "reconciliação."
Judeus messiânicos rejeitam "Christ at the Checkpoint"


A opinião dele está muito distante da opinião oficial de judeus conservadores. Líderes da Aliança de Judeus Messiânicos dos EUA, da União de Congregações de Judeus Messiânicos, da Aliança Internacional de Judeus Messiânicos e da Aliança Internacional de Congregações e Sinagogas Messiânicas, representando o principal movimento de judeus messiânicos, divulgaram uma declaração conjunta antes da conferência "Christ at the Checkpoint" de 2012. Eles declararam o seguinte: "A conferência afirma buscar paz e reconciliação, mas reflete interpretações bíblicas que negam a validade permanente das alianças de Deus com o povo judeu… Reconhecemos e estamos profundamente preocupados com a luta dos cristãos palestinos. Nossa objeção é a uma conferência que é explicitamente pró-Palestina e anti-Israel, a qual busca se promover como uma conferência sobre paz e reconciliação."


A declaração deles também disse:


"As congregações mundiais de judeus messiânicos, assumindo o lugar de nossos antepassados Abraão, Isaque, Jacó e os profetas e apóstolos que escreveram as Escrituras, veem o moderno ressurgimento da teologia da substituição como um grave erro teológico, que tem incitado o antissemitismo em toda a história. Essa teologia precisa ser desmascarada e rejeitada pelos cristãos no mundo inteiro. Se não for contestada, essa teologia acabará trazendo como consequência o constante sofrimento e perseguição de nosso povo judeu, quer dentro ou fora de Israel. Qualquer iniciativa de paz e reconciliação entre judeus e gentios, mesmo dentro da comunidade que crê em Yeshua, precisa reconhecer que os dons e o chamado de Deus para nosso povo judeu são irrevogáveis e ainda em vigor hoje."
Stephen Sizer: igrejas que apoiam Israel são "abominação"


Muito embora Schirrmacher escolhesse não dar atenção a esses judeus conservadores, havia outros sinais de perigo. O jornal Jerusalem Post noticiou: "Entre os palestrantes está o pastor britânico Rev. Stephen Sizer, que tem falado duramente contra Israel e teve um encontro com o xeique Nabil, comandante militar do [grupo terrorista anti-Israel] Hezbollah." Sizer não está sozinho na defesa da causa da teologia da libertação palestina em todo o mundo muçulmano. Dois de seus amigos e colegas mais íntimos dentro do movimento ecumênico anti-Israel são Gary Burge e Donald Wagner, um dos quais foi também palestrante na Conferência "Christ at the CheckPoint." Burge e Wagner são pastores ordenados dentro da Igreja Presbiteriana dos EUA (PCUSA), a maior denominação presbiteriana pró-aborto e pró-homossexualismo do mundo. Essa denominação tem pedido boicotes contra Israel e tem sido muito ativa no Diálogo Ecumênico entre Cristãos e Muçulmanos.





Yasser Arafat e Stephen Sizer


Em seu blog pessoal, Sizer assinou e publicou um documento intitulado "Declaração Conjunta de Líderes Cristãos sobre o Aniversário de 60 Anos de Israel." A declaração denuncia a situação dos palestinos, então apela para um tipo de reconciliação:


"Vamos nos empenhar em palavra profética e ações práticas num acordo corajoso cujos detalhes honrarão o amor comum de ambos os povos pela terra, e protegerão os direitos individuais e coletivos dos judeus e palestinos na Terra Santa."


A suprema e original Declaração sobre Israel, a Bíblia, não estabelece nenhuma norma para posse conjunta da Terra Santa por judeus e romanos, judeus e cananeus, judeus e palestinos, etc. Tal posse conjunta viola a única e original intenção do Criador de Israel. Pelo contrário, Suas promessas para Israel em toda a Bíblia, até mesmo no Novo Testamento, não têm nenhum espaço para um empreendimento conjunto entre judeus e muçulmanos árabes palestinos ou cristãos da Teologia da Libertação.


Mesmo assim, a Declaração de Sizer foi assinada por muitos calvinistas e outros protestantes tradicionais, inclusive Geoff Tunnicliffe, secretário-geral da Aliança Evangélica Mundial. Ainda que a Declaração e Sizer pareçam defender iniciativas de "reconciliação," há outras motivações. O Projeto Rosh Pina disse, "Se você é um judeu messiânico ou cristão árabe israelense que apoia o governo de Israel, que é inerentemente sionista por sua própria história e natureza," Sizer diz:


"Há certamente igrejas em Israel e na Palestina que ficam do lado da ocupação [israelense], que ficam do lado do sionismo. Uma de minhas obrigações é contestá-las teologicamente e mostrar que elas repudiaram Jesus, elas repudiaram a Bíblia, e elas são uma abominação."


De acordo como o Projeto Rosh Pina, num debate via telefone em novembro de 2013 entre o especialista acadêmico Michael Brown, que é judeu messiânico e líder pentecostal nos EUA, e Stephen Sizer realizado pela Rádio Moody perguntando se o sionismo cristão é cristão, Brown aos 50:20 minutos desafia Sizer acerca da afirmação dele de que os seguidores judeus e árabes de Jesus que apoiam seu país, Israel, são uma abominação. Inicialmente Sizer negou na maior cara-de-pau que tivesse chegado a dizer isso. Brown apresentou a citação que o Projeto Rosh Pina revelou com exclusividade em 2011, Sizer reconheceu o que disse, mas acrescentou que estava "à vontade" com o fato de que essa era uma declaração verdadeira.


Será que Thomas Schirrmacher está "à vontade" com essa gangue de esquerdistas? Schirrmacher é um calvinista e diretor do Seminário Teológico Martin Bucer na Europa. Entretanto, só porque Burge e Wagner são também calvinistas, será que ele deveria fechar os olhos para estar com eles como palestrante numa evento palestino dominado por adeptos da Teologia da Libertação Palestina?
Walid Shoebat, palestino ex-membro da Irmandade Muçulmana


O cristão palestino Walid Shoebat, num artigo no WorldNetDaily intitulado "Evangélicos pró-Hamas!," também denunciou "Christ at the CheckPoint," cujo lema é "resistência à ocupação sionista israelense." Ele denunciou especificamente o relacionamento dessa conferência com o Hamas. De acordo com a entidade International Christian Concern (ICC), "O Hamas, em associação com a Irmandade Muçulmana, está controlando a Faixa de Gaza pela força das armas, e está reprimindo energicamente os cristãos e restringindo sua liberdade de culto. Está também tentando forçá-los a abandonar o Cristianismo e convertê-los ao islamismo." O ICC também explica que "há ataques constantes contra igrejas e cristãos na Faixa de Gaza porque o Hamas considera os cristãos como 'infiéis.'"



De acordo com Shoebat, um ex-membro da Irmandade Muçulmana:


"O número dos cristão está diminuindo nas áreas controladas pelos palestinos. Belém era 80 por cento cristã e hoje é menos de 1 por cento. No entanto, culpam Israel, ainda que a diminuição não tenha afetado os muçulmanos, enquanto a população cristã em Israel não tem diminuído um único ponto de percentagem. A emigração cristã é consequência da perseguição realizada pelo Hamas islâmico e pela Autoridade Palestina que começaram seu programa de intimidação e apropriação de terras à força, inclusive centros cristãos que foram transformados em sede de terroristas e criminosos. Em Gaza, a única livraria cristã foi fechada e seu dono, Rami Ayyad, foi morto com um tiro na cabeça por um fanático do Hamas. A terra natal de Cristo, o Túmulo de José e o túmulo de Josué foram todos profanados por terroristas muçulmanos."


Os cristãos e até os muçulmanos em Israel não estão imigrando para a "Palestina." Mas, se lhes fosse oferecida a oportunidade, os cristãos (e até os muçulmanos) nas terras ocupadas pela Autoridade Palestina imigrariam para Israel.


Shoebat diz:


"Historica e biblicamente, nunca existiu uma civilização ou cultura palestina. Contudo, esse é o coração da doutrina do Colégio Bíblico de Belém. O palestinianismo, inclusive a versão torcida de Cristianismo que ele incorpora, foi planejado para erradicar a presença judaica e nada mais. Essa teologia apoia um solução de estado dividido para Israel e até apoia o reconhecimento da organização terrorista Hamas como 'representante legítimo do povo palestino.' O Hamas é um grupo terrorista que busca a destruição de Israel. De acordo com o governo dos Estados Unidos, o Hamas é considerado um grupo terrorista."


Shoebat também explica o que os estudantes aprendem no Colégio Bíblico de Belém, fundado por Bishara Awad:


"Então, como é que os Awads veem o sionismo? Yousef Ijha, que recebeu seu diploma do Colégio Bíblico de Belém (Awad e Ijha podem ser vistos [aqui]), apresentou sua tese de doutorado intitulada Estudo sobre o Sionismo Cristão que foi aceita para sua graduação. Ele escreveu em sua tese: 'Herzl estabeleceu o primeiro Congresso Sionista em 1897, e teve êxito em ajuntar os judeus do mundo ao redor de si, inclusive os judeus mais astutos, para empreender o plano mais perigoso da história do mundo, Os Protocolos dos Sábios de Sião, produzido a partir dos ensinos sagrados dos judeus.' Tudo isso enquanto ignorando que Os Protocolos dos Sábios de Sião é um documento fraudulento."


Não só fraudulento, mas provavelmente a principal ferramenta usada pela KGB para espalhar ódio anti-Israel em nações muçulmanas. De acordo com o jornal britânico Daily Mail:


"O livro dos Os Protocolos dos Sábios de Sião, afirma Pacepa, se tornou 'a base para boa parte da filosofia antissemítica de Hitler.' A KGB, escreve ele, disseminou 'milhares de exemplares' em países muçulmanos durante a década de 1970."
"Christ at the CheckPoint" e sua propaganda contra o muro de Israel


Obviamente, sua disseminação não foi planejada para trazer "reconciliação" entre Israel e os palestinos. Então por que o Colégio Bíblico de Belém jamais repudiou isso? Aliás, por que o Colégio Bíblico de Belém retrata o Muro Israelense, até mesmo em sua propaganda de "Christ at the CheckPoint," como um "muro de apartheid"?



Um relatório do Instituto Gatestone demole a propaganda falsa dizendo:


"Em 2005, uma jovem palestina chamada Wafa al-Biss sofreu queimaduras horríveis num incêndio doméstico, foi levada ao Hospital Soroka em Israel e tratada durante meses ali. Quando recebeu alta, ela teve permissão de retornar como paciente. Algum tempo depois, ela foi ao hospital vestindo um cinto cheio de explosivos com o objetivo de explodir tudo entre os médicos e enfermeiras que a tinham tratado, assim como muitas crianças que ela pudesse encontrar. Ela foi pega num posto de controle e presa. No começo deste ano, [sob pressão dos EUA] ela foi liberta como parte de um acordo de libertação de prisioneiros. Depois de algumas horas, ela já estava falando com crianças palestinas, incentivando-as a vestir explosivos e matar tantos judeus quanto fosse possível. E algumas pessoas ficam imaginando por que os israelenses precisam de uma barreira de segurança."


O relatório do Instituto Gatestone também diz:


"É mentira dizer que Israel é um estado de apartheid e que o muro é um muro de apartheid. É uma barreira de segurança, exatamente como dezenas de outras no mundo inteiro, nenhuma das quais jamais foi chamada de 'muro de apartheid.'"


Entretanto, o Colégio Bíblico de Belém e seu fundador, Bishara Awad, insistem em retratar os postos de controle israelenses, não os palestinos muçulmanos radicais, como o problema real.
Thomas Schirrmacher e confusão no Brasil


Se Thomas Schirrmacher acredita que a "reconciliação" é um componente principal das conferências "Christ at the CheckPoint," e seus esforços para derrubar o muro de Israel, como é que ele conseguirá contestar as orientações liberais, marxistas e anti-Israel no movimento ecumênico? Como é que ele conseguirá ver sentimentos anti-Israel em Burge e Wagner, que eram seus camaradas e palestrantes em "Christ at the CheckPoint"?


Seu site pessoal tem uma página ecumênica exclusiva e tem também uma página dedicada a "Christ at the CheckPoint," e Paul Wilkinson, em seu livreto "The Church at Christ's CheckPoint" (A Igreja no Posto de Controle de Cristo), desmascara a agenda real por trás dessa conferência. Ele cita Schirrmacher dizendo:


"A AEM [Aliança Evangélica Mundial] está 'disposta a tudo,' inclusive cooperar com a Autoridade Palestina."



Schirrmacher tem agenda marcada como palestrante principal no primeiro Congresso Internacional sobre Liberdades Civis Fundamentais no Brasil. O congresso será realizado em março pela ANAJURE. O que ele trará à ANAJURE? Mais de suas experiências ecumênicas? Essas experiências incluirão iniciativas de "reconciliação"?


A ANAJURE já tem problemas suficientes. Aliás, o teste mais importante para a ANAJURE, fundada em 2012, e seu interesse de defender as liberdades civis fundamentais foi quando o deputado federal Marco Feliciano, que é também pastor pentecostal oposto ao aborto e à agenda gay, foi brutalmente atacado pela poderosa Esquerda brasileira porque ele havia sido nomeado para presidir a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados em março de 2013. Num comunicado à imprensa, o presidente da ANAJURE não o defendeu, mas questionou sua nomeação e motivações pessoais. Numa entrevista exclusiva, o Dep. Feliciano explicou que foi traído pela ANAJURE.


A ANAJURE já tem problemas suficientes. Seu evento com Schirrmacher vem sendo propagandeado pela Ultimato, uma velha revista da Teologia da Libertação protestante fundada por presbiterianos. Suas posturas sobre Israel são semelhantes às opiniões de Sizer, focando na "reconciliação."


Como então as opiniões de "reconciliação" de Schirrmacher ajudariam a ANAJURE e o Brasil? Como suas experiências ecumênicas pró-palestinos-árabes-muçulmanos ajudariam a ANAJURE e o Brasil?


O Brasil já está cansado do sentimento pró-palestinos-árabes-muçulmanos e anti-Israel em seu governo socialista e muitos de seus líderes protestantes, inclusive Walter Altmann.


Espero que a participação de Schirrmacher num congresso da ANAJURE não mine a importante resistência pentecostal à abertura dos protestantes esquerdistas à Teologia da Libertação, inclusive sua versão árabe palestina, e ao sentimento anti-Israel, alegadamente no nome da "reconciliação."


Schirrmacher tem estado envolvido em campanhas ecumênicas de alto nível entre cristãos e muçulmanos juntamente com o Vaticano e o Conselho Mundial de Igrejas. Aliás, ele tem sido um palestrante em eventos do CMI.


Sob a bandeira do ecumenismo, é muito fácil abraçar a teologia da substituição, que diz que Israel foi substituído pela Igreja e todas as promessas de Deus para os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó são agora inválidas para Israel. Alguns teólogos de alta patente na ANAJURE apoiam essa posição. Esses teólogos são da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Aliás, o principal patrocinador do evento da ANAJURE é o Mackenzie. Você pode conhecer mais sobre essa universidade calvinista aqui, aqui, aqui e aqui.


As grandes denominações protestantes e seus membros são as principais vítimas do ecumenismo e suas apostasias. Em 2008, a secretária de Estado dos EUA Condoleezza Rice, a famosa filha de um pastor presbiteriano americano, visitou o Brasil. Suas políticas palestino-israelenses eram guiadas por sua teologia da substituição calvinista. Ela veio ao Brasil para fortalecer as raízes das religiões afro-brasileiras, que são consideradas "feitiçaria" pela Bíblia.





Mãe-de-santo e Condoleezza Rice


Não há contradição para a calvinista Rice e outros protestantes liberais fortalecerem a bruxaria, o ativismo gay e a Palestina e, ao mesmo tempo, enfraquecerem Israel. O CMI é apenas um exemplo de tal apostasia.
O ecumenismo ajuda a causa palestina


O ecumenismo tem sido um estimulante para a causa palestina. A Igreja Luterana de Altmann e outras grandes denominações protestantes desempenharam um papel importante no "Fórum Social Mundial — Palestina Livre" em 2012. Esse evento, realizado no Brasil, foi o maior evento socialista pró-Palestina do mundo.


Adeptos da Teologia da Libertação Palestina e protestantes e católicos da Teologia da Libertação da América Latina se reuniram, em sua comum fé esquerdista, para defender sua comum causa palestina.


Em maio de 2013, Bishara Awad, o ativista palestino por trás de "Christ at the CheckPoint," visitou o Brasil e algumas de suas igrejas. Ele foi o palestrante principal em Portas Abertas e numa grande conferência de pastores, sob a capa de "reconciliação."


O governo socialista do Brasil vê as pretensões socialistas e palestinas como legítimas, inclusive qualquer referência a Jesus como um "grande revolucionário social" ou "mensageiro palestino." O "Fórum Social Mundial — Palestina Livre" tinha a mesma visão. É claro que Awad e seus colegas no "Christ at the CheckPoint" estariam de pleno acordo também. Quanto a Schirrmacher, ele vê apenas "reconciliação" em tudo isso?


Com exceção de Altmann e seus camaradas protestantes (que se tornaram mensageiros socialistas e palestinos), os evangélicos brasileiros, que são majoritariamente pentecostais e neopentecostais, têm resistido às iniciativas ecumênicas de se alinharem à visão política socialista e a visão da Teologia da Libertação de Jesus como sendo um "grande revolucionário social" ou "mensageiro palestino."


Sou grato a três artigos do Dr. Mark Tooley como fontes para meu artigo. Agradeço também a Paul Wilkinson, James Sundquist, Don Hank, Ingo Haake e a Walid Shoebat pela documentação que cada um deles me enviou.






Leitura recomendada:


























Posted by Julio Severo at 6:00 AM







2 comentários:



Anônimo disse...

Burge e Wagner são pastores ordenados dentro da Igreja Presbiteriana dos EUA (PCUSA), a maior denominação presbiteriana pró-aborto e pró-homossexualismo do mundo. Essa denominação tem pedido boicotes contra Israel e tem sido muito ativa no Diálogo Ecumênico entre Cristãos e Muçulmanos.







Nao e mister mais comentarios. So orar para que o Deus de Israel tenha misericordia dessa igreja apostata.




pastor Caleb.



Eliel disse...

Amado irmão em Cristo pastor Caleb,




Esse ecumenismo que você bem colocou no seu comentário representa a Babilônia espiritual. Em relação a ela, eis o que diz a Palavra de Deus:




"Caiu, caiu a grande Babilônia, a qual se tornou abrigo de demônios, e morada de todo espírito imundo, e refúgio de toda ave nojenta e detestável. Pois todas as nações beberam do vinho da ira da sua prostituição, e os reis da terra se prostituíram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância de suas delícias. E ouvi outra voz do Céu, que dizia: Sai dela, povo Meu, para que não sejas cúmplice dos seus pecados e para que não recebas as suas pragas" (Apocalipse 18:2–4)




É exatamente isto o que acontecerá com muitos que se dizem cristãos (mas que estão sendo apóstatas e se unindo a ímpios) e com muitas igrejas que se dizem cristãs (as quais, na verdade, são sinagogas de Satanás)!




A luz jamais vai se misturar com as trevas. O verdadeiro cristão jamais vai se aliar a ímpios contra a igreja do Senhor. É como bem disse o apóstolo Paulo:




"Não vos coloqueis num jugo desigual com os incrédulos. Pois, que sociedade a justiça tem com a injustiça? E que união pode haver da luz com as trevas? E que aliança há entre Cristo e o maligno? E que parte tem o fiel com o infiel? E que concordância existe do templo de Deus com os ídolos? Pois vós sois o templo do Deus vivente; como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e Eu serei o seu Deus, e eles serão o Meu povo. Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; E não toqueis em nada imundo, e Eu vos receberei; E Eu serei para vós Pai, e vós sereis para Mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo–Poderoso" (2 Coríntios 6:14–18)




Que esta mensagem sirva de alerta para que muitos não se deixem enganar pelas mentiras do diabo!




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Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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