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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Nossa Senhora de Medjugorje


Nossa Senhora de Medjugorje


Posted: 22 Jan 2014 07:28 AM PST

Homilia: papa Francisco cita exemplo de Davi, que, apesar de ter pecado, soube pedir perdão porque "manteve a sua pequenez"


Deus não só tece com os homens uma "relação pessoal", como sempre escolhe os "pequenos", disse o papa Francisco durante a homilia desta manhã na Casa Santa Marta.


O papa destacou a identidade dos fiéis como "povo", muito diferente de "massa": os nomes de cada um contam diante de Deus, que nos fala e "escolhe pessoalmente".

Isto fica evidente no Gênesis: "É o Senhor que, com as suas mãos, faz o homem e lhe dá um nome: Tu és Adão".

Outro aspecto importante é que Deus, "o grande", sempre escolhe os pequenos. Há um diálogo entre Deus e a pequenez humana.

Emblemática é a primeira leitura de hoje (Sam 16,1-13 ), em que Samuel observa o filho mais velho de Jessé e pensa que é "o seu ungido, porque é um homem alto, grande", enquanto o Senhor lhe pede, na verdade, para "não olhar para a aparência nem para a altura", porque Deus "vê o coração" e não as "aparências", como o homem.

Não só isso: Deus escolhe "os fracos e os humildes para confundir os poderosos da terra", como acontece com Davi, "o menor", aquele que "cuidava das ovelhas". Davi se tornou rei e errou duas vezes, mas teve a força de voltar "à sua pequenez" dizendo "Eu sou um pecador"; ele pediu perdão e fez penitência.

Todos nós, pelo batismo, fomos "eleitos no Senhor", que nos escolheu "um por um", nos deu um nome e olhou para nós, continuou o papa, refletindo sobre a "fidelidade cristã", que consiste precisamente em "manter a nossa pequenez" através da "humildade e da mansidão".

Toda a nossa relação com Deus é um diálogo entre "a nossa pequenez" e sua "grandeza", disse o Santo Padre, terminando com um pedido de intercessão a Davi e a Nossa Senhora, que "cantava jubilosa a Deus porque Ele tinha olhado para a sua humildade", a fim que o Senhor nos dê "a graça de preservar a nossa pequenez diante dele".
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Posted: 22 Jan 2014 04:41 AM PST



Santa Anne Line, mártir católica inglesa, momentos antes de ser enforcada
"Fui condenada por ter dado hospitalidade a um sacerdote católico, e estou tão longe de arrepender-me de ter feito tal coisa, que o que mais lamento, de todo meu coração, é não ter podido socorrer a um milhar deles, e não somente a um"
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Posted: 22 Jan 2014 04:24 AM PST
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Queridos irmãos, queridas irmãs, a paz! No nosso grupo de oração, decidimos aceitar o conselho da Ir. Emmanuel e tomar um santo para acompanhar cada um de nós durante todo este ano de 2014. Como ela explica, na verdade é o santo que nos escolhe (cf. http://www.nossasenhorademedjugorje.com/2014/01/um-companheiro-caído-do-ceu.html). Um dos participantes do grupo tirou o bilhetinho com o nome do  Servo de Deus Marcel Van  um jovem religioso redentorista  e logo exclamou: "Eu não o conheço". Na verdade, todos nós conhecíamos muito pouco sobre ele, praticamente só o que está no livro "O Menino Escondido", em que Ir. Emmanuel relata algumas das conversas que Marcel, durante sua infância, travou com o Menino Jesus.
Resolvemos pesquisar e os resultados foram surpreendentes! Neste jovem vietnamita, morto de esgotamento num campo de concentração no Vietnã do Norte, no dia 10 de julho de 1959, aos 31 anos de idade, encontramos uma alma mística que viveu profunda e heroicamente o amor a Deus e ao próximo, na espiritualidade de Santa Teresinha.
Quis a Providência Divina que o padre Boucher fosse o diretor espiritual de Marcel Van. Este dedicado sacerdote passou mais de vinte e cinco anos traduzindo, do vietnamita para o francês, os escritos deixados pelo irmãozinho.
Ao apresentar os "Colóquios", livro em que estão registradas as conversas do Irmão Marcel com Jesus, Maria e Santa Teresinha do Menino Jesus, conhecidos graças ao livro do padre Marie-Michel "O amor me conhece", escreve o Padre Antônio Boucher:
 "Na qualidade de mestre de noviços e conselheiro espiritual, testemunho que vivi, dia após dia, junto ao Irmão Marcel, todos os acontecimentos e pequenos feitos contados nos papeizinhos que me entregava regularmente cada semana. Ao ler aqueles textos, pressentia que aquele irmãozinho, a quem Jesus, Maria e Teresinha conduziam pela mão, teria um papel a desempenhar na Igreja e no mundo. Por isso, sentia-me como que obrigado a não deixar que nada se perdesse do tesouro que tinha debaixo de meus olhos, nas minhas mãos, e diante do meu coração. Reconheço que o Irmão Marcel me ensinou muito mais sobre a vida espiritual do que eu a ele".
Antes de passar aos seus escritos, gostaria de fazer uma breve apresentação desta alma tão sublime e que viveu perfeitamente o amor num ambiente de ódio e de perseguição aos cristãos. Este jovem redentorista ofereceu-se como voluntário para ir para Hanói  capital do Vietnã do Norte, país que ficara sob regime comunista  quando todos fugiam de lá. Declarou: "Nada me pode retirar a arma do Amor… Decido ir, para que haja alguém que ame a Deus no meio dos comunistas… A minha morte tornar-se-á vida para muitos. A minha morte marcará o início da paz para o Vietnã." 

Seguem abaixo trechos preciosos dos escritos do Servo de Deus Marcel Van:
"Comecei meu noviciado e, a partir desse dia, Jesus, como companheiro de viagem, não cessou de caminhar comigo até o fim deste ano de prova. Durante este tempo o senhor sabe muito bem, Padre, quais foram os meus sentimentos e as transformações operadas em minha alma, porque já me escutou contar-lhe isso, e penso que não preciso dar mais explicações. Sim, realmente Jesus-Marcel e Marcel-Jesus são dois nomes que se fazem um, e o senhor, Padre, foi testemunha desta união desde o princípio. Então, já a conhece,  e penso inclusive que a conhece melhor do que eu" (Autobiografia).
A ascensão espiritual de Marcel Van começou na noite de Natal de 1940 quando, aos doze anos, descobriu o caminho que o Senhor lhe propunha:
"O sentido misterioso do sofrimento me escapa. Deus me fez compreender que o sofrimento é Sua santa e misteriosa vontade, é o presente do Amor".
Passemos a alguns trechos dos "Colóquios":
Jesus: "Meu filho, agora te recomendo isto: nunca tenhas medo de teu diretor espiritual... Teu diretor é como o vínculo que une estreitamente teu amor ao meu... Não temas ter que manifestar-lhe tudo que se passa em ti, e inclusive meu amor por ti" (agosto de 1945).
"Tua formação para a humildade não é tua, é do teu diretor. Da mesma forma como estás unido comigo, deves estar unido também com ele... Teu diretor sou Eu mesmo, é o Meu Espírito. A única coisa que tens que fazer é esquecer-te de ti mesmo para aceitar as decisões de Meu Espírito. Eis aqui o que é a humildade" (outubro de 1945).
Terminemos por hoje, rezando com o Servo de Deus Marcel Van:
Senhor Jesus, bem-amado, bem sabes que Teu pequeno vietnamita tem sede de verdade e anela somente pela paz. Por isso, Senhor, nos refugiamos em Ti, Deus de verdade e fonte de Paz. Não nos abandones, mas, por Tua misericórdia, salva-nos e protege-nos com Tua mão poderosa. Concede-nos sempre a Paz, tua verdadeira Paz, para que, diante de Teus doces olhos, sejamos achados dignos de ser chamados filhos bem-amados do Rei de Amor, Jesus. Afasta tudo aquilo que prejudica nossos bons costumes. Salva-nos dos inimigos mais cruéis: nossos pecados. E, por fim, que cheguemos a ser um reino de Teu Amor. Tu, que és o Rei eterno que reina pelos séculos dos séculos. Amém.
Esta oração foi escrita pelo Irmão Marcel para sua irmã Ana Maria Ten, antes que ela ingressasse nas redentoristas de Québec, em 1954.
Se vocês quiserem conhecer mais sobre este Servo de Deus dos nossos dias, semana que vem podemos continuar nossa pesquisa-oração.



Posted: 22 Jan 2014 07:18 AM PST
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Padre Lívio: Jakov, você não passa muito tempo descrevendo Nossa Senhora em Seu aspecto exterior, mas colhe o essencial, dizendo que Nossa Senhora é Mãe e, como Mãe,  manifesta-Se em nossas lutas. Mas agora procure, se for possível, descrevê-La também em seus aspectos exteriores.
Jakov: Penso que esta é a pergunta mais difícil que se pode fazer.

Padre Lívio: Percebo que não é fácil encontrar as palavras certas, mas faça aquilo que lhe for possível.
Jakov: Penso que ninguém nunca poderá descrever a beleza de Nossa Senhora ou a alegria e a paz que Ela nos transmite naquele momento. Podemos sentir em nosso coração tudo o que existe de belo Nela. Mas, acima de tudo, Ela é Mãe. Todos nós, quando temos necessidade, corremos para a mãe. Do mesmo modo, Nossa Senhora é uma Mãe que sempre está disponível para nós, sempre disponível para escutar, para nos dar um conselho e para defender-nos daquela situações brutais que hoje nos cercam. Devemos pedir-Lhe ajuda.

Padre Lívio: Jakov, você gosta muito de sublinhar o aspecto de Maria como Mãe. Por outro lado, Ela própria deseja apresentar-Se assim a nós, de acordo com a missão que Jesus Lhe confiou. Porém, atualmente você é mais velho que Ela. Segundo você, quantos anos parece ter Nossa Senhora ?
Jakov: Nossa Senhora tem a sorte de não envelhecer nunca!

Padre Lívio: Não envelheceu em todos estes anos em que te aparece?
Jakov: Nossa Senhora, como nós a vemos, aparece sempre muito jovem: 21 ou 22 anos.

Padre Lívio: Portanto, muito jovem. Mas como é possível senti-La como Mãe, sendo assim tão jovem?
Jakov: Pois é exatamente o que se sente. Sente-se no coração, porque Nossa Senhora não é como nós pensamos, uma moça de 20 anos como as nossas, como as moças que encontramos na terra. Nossa Senhora é diferente... Percebe-se exatamente que Ela é enviada por Deus.

Padre Lívio: Ela mesma disse que veio porque é enviada por Deus.
Jakov: Percebe-se que Ela é enviada por Deus e que deseja realizar os Seus planos na luta de cada um de nós. Deseja ajudar cada um de nós e, como verdadeira mãe que se ocupa com seus filhos, Ela deseja ocupar-se com todos nós.

Padre Lívio: Pela Sua atitude e pela Sua preocupação, percebe-se todo o Seu amor materno.
Jakov: Certamente, mas também através de Seus olhos.

Padre Lívio: Pelos Seus olhos?
Jakov: Basta olhar Nossa Senhora e, naquele momento, Seu olhar nos transmite tudo o que há de belo Nela.

Padre Lívio: Não se pode descrever os Seus olhos?
Jakov: Não, seguramente não.

Padre Lívio: Não basta dizer que são azuis ?
Jakov: Não, não basta dizer que os olhos são azuis.

Padre Lívio: Mas o que há nos Seus olhos? O que você vê de extraordinário neles?
Jakov: Nos Seus olhos se vê toda a beleza que Nossa Senhora pode transmitir, toda a bondade de uma Mãe, tudo o que uma mãe pode dar, tudo que tem de belo, tudo que uma mãe deseja de belo para seu filho. Tudo isso vejo nos olhos de Nossa Senhora.

Padre Lívio: E em Seu sorriso, o que você vê?
Jakov: Também nele vejo a mesma coisa. As nossas mães muitas vezes se irritam ou gritam conosco, mas Nossa Senhora não, nunca. Porém, muitas vezes Nossa Senhora está triste. Ela chora também pelos que não creem.

Padre Lívio: Você A viu chorar?
Jakov: Sim. Desejo revelar um fato que talvez poucos saibam. Como sabemos, Nossa Senhora agora  vem no dia 2 de cada mês a Mirjana, para rezarem juntas pelos que não creem. Uma vez, muitos anos antes disso, não me recordo exatamente quando, vi Nossa Senhora chorando, enquanto dizia: "Estou chorando". Perguntei-Lhe: "Nossa Senhora, por que estás chorando?". Ela me respondeu: "Estou chorando porque ainda existem muitas pessoas que não conhecem o Amor de Deus". Após tantos anos, Nossa Senhora deu a mesma mensagem a Mirjana e está vindo rezar com ela pelos que não creem.

Padre  Lívio: Qual foi sua impressão quando viu Nossa Senhora chorando?
Jakov: Eu também fiquei triste, muito triste, porque, conhecendo Nossa Senhora, conhecendo a Sua alegria habitual,  você também se sente triste e se pergunta o que aconteceu, o que fizemos. Mas, no mesmo momento, você sabe o que fizemos e sabe por quê Nossa Senhora chora: Ela chora por mim, pelos meus pecados, por este mundo.

Padre Lívio: Também por você?
Jakov: Certamente. Ela chora também por mim.

Padre Lívio: Mas, do rosto de Nossa Senhora descem lágrimas de verdade?
Jakov: Sim, de verdade.

Padre Lívio: Quando uma pessoa vê Nossa Senhora chorando, o que sente vontade de fazer?
Jakov: Sente vontade de ajudá-La e desejaria que as lágrimas desaparecessem para sempre do Seu rosto e voltasse aquele sorriso belíssimo.

Padre Lívio: E o que podemos fazer?
Jakov: Podemos aceitar todas as mensagens que Ela nos dirige. A única ajuda que podemos dar é esta: abrir-nos verdadeiramente a Ela, abrir-nos a Jesus, aceitar o que Nossa Senhora nos diz e depois ajudar os outros, mas não como nós muitas vezes fazemos, só falando, falando, porém, ao contrário, devemos testemunhar com a nossa vida.

Padre Lívio: Isto é, devemos enxugar Suas lágrimas sendo filhos fiéis.
Jakov: Ajudando a realizar aquilo pelo qual Nossa Senhora veio.

Fonte: Livro "La Mia Giovinezza con la Madonna" ("A minha juventude com Nossa Senhora")




Posted: 22 Jan 2014 07:14 AM PST
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A IGREJA CATÓLICA : FUNDADA POR CRISTO, DESEJADA POR CRISTO, AMADA POR CRISTO

A Igreja, presente no plano eterno de Deus antes da fundação do mundo, fundada por Cristo, desejada por Cristo, amada por Cristo é peregrina; caminha na história. Isto faz parte da sua essência, pois que ela é continuadora e testemunha da obra salvífica de Deus que, sendo eterno e imutável, entrou no tempo dos homens, primeiro na história de Israel, o Povo eleito da Antiga Aliança e, na plenitude dos tempos, de modo pleno, em Jesus Cristo, Cabeça e princípio da Igreja e Salvador da humanidade. O Senhor Jesus veio instaurar o Reino de Deus e por isso e para isso fundou a Sua Igreja. A verdade de Deus, transmitida na Tradição apostólica, é imutável, mas vai sendo compreendida cada vez mais, cada vez melhor, cada vez de modo mais abrangente pela Igreja através do tempo. Não há como fugir disso: a temporalidade, a progressão, é inerente ao homem! Como também as limitações da cultura de cada tempo e civilização. E a Igreja, portadora da eternidade que entrou no tempo, vai peregrinando, vai compreendendo sempre mais e melhor nos caminhos da história; assim vai exprimindo sempre a mesma Verdade – que não é simplesmente uma teoria humana ou uma doutrina deste mundo, mas uma Pessoa: Jesus Cristo – de modos novos e com palavras novas. Mas, ela não precisa temer! Cristo lhe prometeu: "Eu estarei convosco até o fim dos tempos!"

Prometeu-lhe também o "Espírito da Verdade", que haverá sempre de conduzir adiante a sua Igreja, até a Verdade plena, pois testemunhará sempre Jesus e Sua salvação: "Ele tomará do que é Meu e vo-lo anunciará!" Por isso a Igreja sabe que nunca poderá errar na sua profissão de fé. Essa profissão não é um velho baú, cheio de verdades teóricas enferrujadas, mas, ao invés, é a viva Tradição apostólica, sempre interpretada de novo sob a guia do Espírito Santo, suscitando sempre novos desafios ante os desafios de cada época, de modo que, cada geração eclesial pode ter certeza de permanecer na mesma fé, sempre igual e sempre nova. E para que a guarda da verdadeira fé e o modo de interpretá-la e transmiti-la fosse autêntico, sem cair nos delírios dos avançados nem no medo e no apego doentio a uma segurança do passado, própria dos atrasados, Cristo dotou a Sua Igreja de um Magistério, formado pelo Papa, Sucessor de Pedro, e pelos Bispos em comunhão com ele, sucessores dos Apóstolos. Somente eles têm a autoridade dada pelo Cristo e confirmada pelo Espírito de interpretar retamente a fé da Igreja. Num mundo confuso, numa Igreja batida por tantas ondas, quando Satanás tenta seduzir a tantos, a humilde comunhão com os pastores reais que o Cristo real colocou à frente do rebanho, é a mais decisiva garantia de que estamos seguros na verdadeira fé. Que Deus nos conserve, caro Amigo, neste caminho! As portas do inferno não prevalecerão! Mantenhamos-nos fiéis ao sagrado Magistério da Igreja e estaremos na verdadeira fé católica!

A QUEM INTERESSAR POSSA – PARTE I :  Tudo quanto o Pai pensou desde a criação e preparou na antiga aliança, encontra em Cristo sua realização. Daqui nasce a Igreja: ela está em função do cumprimento das promessas do Senhor Deus, realizadas em Cristo Jesus nosso Senhor. É Cristo, portanto, Quem realiza o desígnio do Pai, reunindo os homens na única família de Deus, que o Pai concebeu desde a eternidade. Assim, o Senhor Jesus inaugurou na terra o Reino de Deus, do qual a Igreja é presença em mistério, ao mesmo tempo revelando-o e escondendo-o (cf. Lumen Gentium 3). Uma percepção comum a todos os cristãos, de todas as denominações, de todos os tempos, é que onde exista uma comunidade de cristãos organizados como Igreja, essa é convicta de provir do próprio Jesus crucificado e ressuscitado. A Igreja jamais se pensa como sendo sua própria causa, fundada por si mesma! Aliás, uma Igreja autofundada não seria a Igreja de Cristo e muito menos poderia ser ministra da salvação. Seria algo absolutamente inútil – uma mentira! Engendrada eternamente no coração amoroso do Pai, a Comunidade ecleisal "foi fundada nos últimos tempos" (Lumen Gentium 2; cf. LG 5) por Jesus Cristo. Mas, qual o significado desta afirmação? Hoje, alguns estudiosos, inspirados em teoria unilaterais do século XIX, rejeitam que Jesus tenha fundado uma Igreja, já que Sua preocupação seria o Reino. Segundo esta corrente de opinião, a Igreja seria uma realidade eminentemente pós-pascal, a ser interpretada do ponto de vista meramente histórico e sociológico. Não deixa, ainda hoje, de ter adeptos a máxima tanto famosa quanto unilateral e irreal: Jesus anunciou o Reino e o que veio foi a Igreja!

A QUEM INTERESSAR POSSA – PARTE II - Aliás, basta recordar quatro aspectos do ministério e da pregação de Jesus: (1) Jesus tem consciência de ser o Messias, aquele mesmo que, segundo os textos do Antigo Testamento, deveria constituir um Israel renovado, a serviço do Reinado de Deus. Atenção: objetivo final é o Reinado de Deus no coração dos homens e do mundo, mas o meio para isto é a constituição de um novo Israel, um novo Povo de Deus, a Igreja

(2) Por isso mesmo Jesus nosso Senhor escolheu Doze apóstolos. Doze é o número dos patriarcas do Povo de Israel. Ao escolher Doze o Senhor deixa claro que veio constituir um novo Israel, um novo Povo de Deus, que é a Igreja, que Ele mesmo confiou a Pedro e aos Doze colegialmente

(3) Várias das parábolas do Reino exprimem tal realidade: o Reino é uma realidade que Jesus inaugurou com a Sua santa vinda, mas deve desenvolver-se no tempo como o grão de mostarda que cresce, como o fermento que leveda a massa, como a rede jogada no mar que é puxada pouco a pouco. Assim é o Reino: demandará um tempo indeterminado, impossível de ser calculado, entre a primeira e a segunda Vinda do Senhor nosso Jesus Cristo


(4) A instituição da Eucaristia, que o Senhor mandou que os Seus celebrassem até a Sua Vinda. A própria Eucaristia supõe e pressupõe o tempo da Igreja, tempo no qual o Senhor não estará fisicamente com os Seus, mas com eles estará sacramentalmente no memorial eucarístico. Assim, Jesus pensou na Igreja e a fundou, dando-lhe como penhor o Sacrifico eucarístico. Por isso, a palavra das Escrituras é clara e exprime a verdade de Deus: "Cristo amou a Igreja e Se entregou por ela!" (Ef 5,2). Esta é a nossa fé, nosso consolo, nossa alegria de nascer e morrer no regaço da Mãe católica que a todos nos gerou para o Cristo, seu amado Esposo. Que nada nem ninguém nos tire a alegria e a simplicidade da verdadeira fé! – [DOM HENRIQUE SOARES DA COSTA]

LITURGIA DO DIA 22 DE JANEIRO DE 2014

PRIMEIRA LEITURA (1SM 17,32-33.37.40-51)

LEITURA DO PRIMEIRO LIVRO DE SAMUEL - Naqueles dias, 32Davi foi conduzido a Saul e lhe disse: "Ninguém desanime por causa desse filisteu! Eu, teu servo, lutarei contra ele". 33Mas Saul ponderou: "Não poderás enfrentar esse filisteu, pois tu és só ainda um jovem, e ele é um homem de guerra desde a sua mocidade". 37Davi respondeu: "O Senhor me livrou das garras do leão e das garras do urso. Ele me salvará também das mãos deste filisteu". Então Saul disse a Davi: "Vai, e que o Senhor esteja contigo". 40Em seguida, tomou o seu cajado, escolheu no regato cinco pedras bem lisas e colocou-as no seu alforje de pastor, que lhe servia de bolsa para guardar pedras. Depois, com a sua funda na mão, avançou contra o filisteu. 41Este, que se vinha aproximando mais e mais, precedido do seu escudeiro, 42quando pode ver bem Davi desprezou-o, porque era muito jovem, ruivo e de bela aparência. 43E lhe disse: "Sou por acaso um cão, para vires a mim com um cajado?" E o filisteu amaldiçoou Davi em nome de seus deuses. 44E acrescentou: "Vem, e eu darei a tua carne às aves do céu e aos animais da terra!" 45Davi respondeu: "Tu vens a mim com espada, lança e escudo; eu, porém, vou a ti em nome do Senhor Todo-poderoso, o Deus dos exércitos de Israel que tu insultaste! 46Hoje mesmo, o Senhor te entregará em minhas mãos, e te abaterei e te cortarei a cabeça, e darei o teu cadáver e os cadáveres do exército dos filisteus às aves do céu e aos animais da terra, para que toda a terra saiba que há um Deus em Israel. 47E toda este multidão de homens conhecerá que não é pela espada nem pela lança que o Senhor concede a vitória; porque o Senhor é o árbitro da guerra, e ele vos entregará em nossas mãos". 48Logo que o filisteu avançou e marchou em direção a Davi, este saiu das linhas de formação e correu ao encontro do filisteu. 49Davi meteu, então, a mão no alforje, apanhou uma pedra e arremessou-a com a funda, atingindo o filisteu na fronte com tanta força, que a pedra se encravou na sua testa e o gigante tombou com o rosto em terra. 50E assim Davi venceu o filisteu, ferindo-o de morte com uma funda e uma pedra. E, como não tinha espada na mão, 51correu para o filisteu, chegou junto dele, arrancou-lhe a espada da bainha e acabou de matá-lo, cortando-lhe a cabeça. Vendo morto o seu guerreiro mais valente, os filisteus fugiram - Palavra do Senhor
SALMO RESPONSORIAL (SL 143)

BENDITO SEJA O SENHOR, MEU ROCHEDO!

— Bendito seja o Senhor, meu rochedo, que adestrou minhas mãos para a luta, e os meus dedos treinou para a guerra!

— Ele é meu amor, meu refúgio, libertador, fortaleza e abrigo; É meu escudo: é nele que espero, ele submete as nações a meus pés.

— Um canto novo, meu Deus, vou cantar-vos, nas dez cordas da harpa e louvar-vos, a vós que dais a vitória aos reis e salvais vosso servo Davi

EVANGELHO (MC 3,1-6)

PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO + SEGUNDO MARCOS - Naquele tempo,1Jesus entrou de novo na sinagoga. Havia ali um homem com a mão seca. 2Alguns o observavam para ver se haveria de curar em dia de sábado, para poderem acusá-lo. 3Jesus disse ao homem da mão seca: "Levanta-te e fica aqui no meio!" 4E perguntou-lhes: "É permitido no sábado fazer o bem ou fazer o mal? Salvar uma vida ou deixá-la morrer?" Mas eles nada disseram. 5Jesus, então, olhou ao seu redor, cheio de ira e tristeza, porque eram duros de coração. E disse ao homem: "Estende a mão". Ele a estendeu e a mão ficou curada. 6Ao saírem, os fariseus com os partidários de Herodes, imediatamente tramaram, contra Jesus, a maneira como haveriam de matá-lo - Palavra da Salvação


MENSAGEM DE NOSSA SENHORA EM MEDJUGORJE - "Queridos filhos! A fim de que vocês sejam capazes de serem meus apóstolos e de serem capazes de ajudar todos aqueles que estão nas trevas, para virem a conhecer a luz do amor de meu Filho, vocês precisam ter um coração puro e humilde .Vocês não podem ajudar o meu Filho nascer e reinar nos corações daqueles que não O conhecem, se Ele não reinar - se Ele não for o Rei - em seus corações. Eu estou com vocês e estou caminhando com vocês como uma mãe. Estou batendo em seus corações. Eles não podem se abrir, porque não são humildes. Eu estou rezando , e vocês meus amados filhos também rezem, para que vocês possam ser capazes de abrir o seu coração puro e humilde para o meu Filho e para receber os dons que Ele vos prometeu. Então, vocês serão guiados pelo amor e pela força de meu Filho . Então, vocês serão meus apóstolos que em todos os lugares ao seu redor espalham os frutos do amor de Deus. Meu Filho vai agir dentro de vocês e através de vocês , porque vocês serão "um" com Ele. Meu coração maternal anseia por isso - pela unidade de todos os meus filhos - através do meu Filho, com grande amor eu vos abençôo, e rezo por aqueles que foram escolhidos pelo meu Filho - pelos seus pastores. Obrigada" – MENSAGEM DO DIA 02 DE JANEIRO DE 2014


São VicenteA IGREJA CELEBRA HOJE , SÃO VICENTE - Um santo amado e citado por muitos santos, como Santo Agostinho, Santo Ambrósio, São Prudêncio e outros que trouxeram à tona o testemunho desse grande diácono e mártir da Igreja. Nasceu na Espanha, em Huesca, no século terceiro. De uma família muito distinta e conhecida por todos, ele escolheu ser cristão e, assim, viver a santidade. Vicente viveu num período muito difícil da Igreja. Um tempo em que Diocleciano e Maximiano – imperadores –, começaram a perseguir os cristãos e forçar muitos a se declararem a favor dos deuses; caso contrário, seriam martirizados. O santo de hoje foi um dos que fez a opção por Jesus. Ele era um grande pregador da Palavra, mais do que isso, buscava viver a Palavra que pregava, esta que é, antes de tudo, Cristo Jesus, o Santo dos Santos, o nosso modelo, o nosso Senhor e Salvador. Diante das ameaças do governador Darciano, ele não recusou a se dizer cristão e fiel ao Senhor. Os tormentos o perseguiram. Foi um martírio lento, sempre com o objetivo de vencê-lo para que Darciano se desse como herói diante do Cristianismo, mas também com o objetivo de levar São Vicente a renunciar a própria fé, a sacrificar aos deuses. Fiel a Deus e sustentado pela oração, diante de si ele tinha o seu grande amor: Deus. Sendo assim, ele for martirizado aos poucos, até mesmo levado à grelha, tendo seu corpo dilacerado, jogado numa prisão e, por fim, Darciano deixou-o num leito pedindo que cuidassem dele. Ali, sim, ele foi visitado por outros cristãos e entregou-se a Deus. São Vicente tornou-se modelo para todos os cristãos e também padroeiro principal do patriarcado de Lisboa e também da diocese de Faro. São Vicente, rogai por nós!


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Immaculata mea

In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.

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'A Lógica da Criação'


Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

Ave-Maria

A Paixão de Cristo