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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Nossa Senhora de Medjugorje


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INCRÍVEL : O "CONFESSIONÁRIO MÓVEL" DE UMA DIOCESE POLONESA


Conheça este veículo cuja aparência é semelhante à de uma ambulância – o que, de certa forma, não deixa de ser

Nada assusta os padres da diocese polonesa de Koszalin, que decidiram ir – literalmente – onde estão seus fiéis para incentivá-los a receber o sacramento da Confissão

Na Polônia, começou a funcionar há alguns dias o primeiro "confessionário móvel", alojado em uma van. O objetivo é chegar àqueles que não querem entrar na Igreja. A iniciativa partiu com o "nihil obstat" do bispo Edward Dajaczak, da diocese de Koszalin, e responde ao convite do Papa Francisco a que os sacerdotes saiam das paróquias para buscar os fiéis também fora das igrejas

"Acho que as palavras do Papa têm uma força imensa e precisamente ele nos convida a evangelizar pelas ruas", declara o Pe. Rafal Jarosiewicz, que organiza a iniciativa junto à Fundação "SMS z Nieba" ("SMS do Céu", N. da R.). O confessionário móvel é vermelho por fora e em diversos aspectos se parece a uma ambulância. O veículo está disponível também para outras dioceses e poderá apoiar outros sacerdotes comprometidos nas diversas ações de evangelização no território polonês

Posted: 22 Jan 2014 07:04 PM PST
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EM MARIA , O MAIS DOCE DOS ABANDONOS

A primeira e indispensável condição para que confiantemente nos possamos abandonar a um coração, é que este nos conheça e que compreenda as nossas dores. Se para ele fôssemos estranhos, se devêssemos sofrer ignorados e ocultos e nunca chegassem junto dele nossas angústias secretas, nossas inquietações e nossas lágrimas, como poderíamos eficazmente esperar consolo e alívio?

Ora, em Maria encontramos perfeitamente realizada esta condição indispensável. Pertencente por natureza aos degredados filhos de Eva, Ela conhece o pranto e a dor em todas as suas múltiplas variedades. O sofrimento foi-lhe sempre companheiro da vida; a pobreza, o abandono, o exílio, a viuvez, a dor suprema para um coração de mãe, isto é, a de ver assassinar cruelmente um filho amantíssimo, arrancaram-lhe do Coração profundos suspiros e dos olhos lhe fizeram correr lágrimas ardentes

A Ela podemos, portanto, recorrer com fé, pois não está acima nem longe de nós a ponto de não compreender as angústias que em certos momentos nos enchem o coração, esmagado sob o peso da tristeza e das desgraças. Pelo contrário, essas angústias, todas as nossas necessidades, Ela as conhece intimamente. O mesmo Deus que as manifesta a nosso Anjo da Guarda e talvez a nossos santos padroeiros, a fim de nos poderem guardar e defender, acaso os há de ocultar a Maria a cujos amorosos cuidados maternos tão solenemente nos confiou? Não, não é possível. Ela fixa o olhar na luz indefectível de Deus e, iluminada por essa luz, penetra em nossos corações, conta as nossas dores, vê as nossas necessidades, cura nossas amarguras e nossas chagas; toda a nossa alma, toda a nossa vida é um livro aberto a seus olhos

Ó coração, que gemes sob o peso da cruz, recobra o ânimo e espera: Maria tudo vê e tudo conhece. Ó pobre alma envolta nas trevas da dúvida e da aridez; ó tu, que continuamente sentes erguer-se contra ti o vendaval das paixões e os assaltos do inimigo infernal; ó pobre coração que sofres porque te vês frequentemente olvidado e não te vem alegrar aquela afeição de que tanto carecerias; ó pobre enfermo, torturado por indizíveis sofrimentos de que a ciência não sabe achar o remédio: reanima-te e espera. Maria tudo vê e tudo conhece: recorre a Ela, invoca-A com fé; Ela será tua esperança e teu amparo. Mater sanctae spei, ora pro nobis

Coração que se comove e que pode

Não basta, porém, à nossa fé que um coração bem formado conheça os nossos males e deles intimamente sinta compaixão. Quantas vezes acontece que, por motivos inelutáveis, essa delicada compaixão tenha de ficar inútil e vã! Quantas lágrimas e quantas dores no mundo permanecem inconsoladas porque defrontam com verdadeira impotência e invencível incapacidade! Quantas mães teriam socorrido e salvo os filhos até à custa de sacrifícios e de heroísmo inauditos se lhes tivesse sido possível. Mas nunca haverá impotência que limite ou detenha o impulso de compaixão que Maria sente pelas nossas aflições e pelas nossas dores. Ela é onipotência suplicante: não se aproxima do trono de Deus para pedir, qual pobre serva, e sim imperando como gloriosa rainha: Non ancilla sed domina, non rogans sed imperans – Não serva, mas senhora; não rogando, mas imperando (São Pedro Damião)

Recebeu Ela de Deus poder imenso e ilimitado; é tesoureira e dispensadora das graças e dos tesouros divinos. Quem poderá contar todas as misérias que por Ela foram aliviadas? Quem poderá recordar todos os pecadores que Ela arrancou dos abismos onde se afundavam, todos os enfermos que dEla obtiveram a saúde, todos os aflitos que Ela consolou?

Diga-o a nossa própria experiência. Não é verdade que em momentos difíceis e dolorosos, dEla recebemos conforto e salvação? Não foi, talvez, Maria que nos preservou em certos males e nos livrou de certos perigos? Quem afastou de nossa cabeça o raio da justiça divina quando talvez o estivéssemos provocando com os nossos pecados? Quem nos deu a graça de uma boa confissão, da emenda de nossa vida passada e da inteira conversão ao Senhor? Ah! Não nos envergonhemos de confessá-lo com os santos: se não estamos no inferno, devemo-lo à compaixão, à bondade e ao poder de Maria

Coração que quer o nosso bem

Aliás, não poderia ser de outro modo. Imaginai a mais terna e a mais amante das mães, que ardentemente deseja o bem dos filhos. Dai a essa mãe inteligência tão perspicaz, olhar tão seguro que seja capaz de inteiramente conhecer os filhos, de adivinhar-lhes as lutas e aflições interiores, de intuir todos os perigos a que se acham expostos. Fazei ainda que essa mãe tão amorosa e tão esclarecida tenha a seu dispor a própria onipotência de Deus e dizei-me: seria possível crer que ela não queira consolar, ajudar, salvar os filhos? E caso os filhos conhecessem esses preciosos dotes da mãe, poderiam duvidar do socorro e hesitar em se entregarem totalmente ao coração dela?

Ora, é exatamente esta a nossa venturosa condição. Mãe amantíssima de nossas almas, iluminada para conhecer os males que nos afligem, dotada por graça da própria onipotência de Deus, não só Maria nos quer socorrer, como também este é seu mais ardente desejo e a mais suave alegria para seu Coração

Ela o quer porque nos ama, porque conhece quão pungentes são as nossas chagas, quão amargas as nossas lágrimas. Ela o quer também porque sabe que deste modo coopera com a bondade e com a misericórdia infinitas de seu Filho Jesus. Pois não foi para isso que Ele nos deu Maria por mãe e A fez tão poderosa? E o coração que lhe bate no peito, pois não é o mais semelhante àquele Coração adorável cheio de misericórdia e compaixão?

Ah! Nós Vos diremos com a Igreja: Salve Regina, Mater Misericordiae, porque nada Vos apraz mais do que derramar sobre as nossas misérias todas as riquezas de vosso Coração de Mãe. Oh! Vede como é terrível o combate contra as paixões que continuamente nos assaltam, a concupiscência que nos atira ao lodo e ao pecado, a aflição do espírito, a dor e a contradição que sempre encontramos em nosso caminho, as enfermidades que nos fazem gemer e suspirar. Para esse cúmulo de misérias e de males não haverá, pois, conforto e remédio em vosso amantíssimo Coração, ó Maria, nossa Mãe? Sim, há, temos certeza e por isso confiamos em Vós

Sejam quais forem as nossas condições e as nossas necessidades, nunca se extinguirá a confiança que pomos em Vós, ó Maria. É verdade que de modo muito especial olhais para as almas; entretanto, assim como vosso Filho Jesus, Vós as preparais para a graça, consolando com milagres também os corpos e as tristezas temporais. Dos santuários aonde nos chamais, das fontes que santificastes, respondeis com benefícios a estas ternas invocações: "Saúde dos enfermos, Refúgio dos pecadores, Consoladora dos aflitos, Auxílio dos cristãos, rogai por nós!". Termine nossa vida, ó Maria, antes que essas invocações morram nos lábios ou brotem menos confiantes do coração


LITURGIA DO DIA 23 DE JANEIRO DE 2014

PRIMEIRA LEITURA (1SM 18,6-9.19,1-7)

LEITURA DO PRIMEIRO LIVRO DE SAMUEL - Naqueles dias, 18,6quando Davi voltou, depois de ter matado o filisteu, as mulheres de todas as cidades de Israel saíram ao encontro do rei Saul, dançando e cantando alegremente ao som de tamborins e címbalos. 7E, enquanto dançavam, dizem em coro: "Saul matou mil, mas Davi matou dez mil". 8Saul ficou muito encolerizado com isto e não gostou nada da canção, dizendo: "A David deram dez mil, e a mim somente mil. Que lhe falta ainda, senão a realiza?" 9E, a partir daquele dia, não olhou mais para Davi com bons olhos. 19,1Saul falou a Jônatas, seu filho, e a todos os seus servos sobre sua intenção de matar Davi. Mas Jônatas, filho de Saul, amava profundamente Davi, 2e preveniu-o a respeito disso, dizendo: "Saul, meu pai, procura matar-te. Portanto, toma cuidado amanhã de manhã, e fica oculto em um esconderijo. 3Eu mesmo sairei em companhia de meu pai, no campo, onde estiveres, e lhe falarei de ti, para ver o que ele diz, e depois te avisarei de tudo o que eu souber". 4Então Jônatas falou bem de Davi a Saul, seu pai, e acrescentou: "Não faças mal algum ao teu servo Davi, porque ele nunca te ofendeu. Ao contrário, o que ele tem feito foi muito proveitoso para ti. 5Arriscou a sua vida, matando o filisteu, e o Senhor deu uma grande vitória a todo o Israel. Tu mesmo foste testemunha e te alegraste. Por que, então, pecarias, derramando sangue inocente e mandando matar Davi sem motivo" 6Saul, ouvindo isto, e aplacado com as razões de Jônatas, jurou: "Pela vida do Senhor, ele não será morte" 7Então Jônatas chamou Davi e contou-lhe tudo isto. Levou-o em seguida a Saul, para que ele retomasse o seu lugar, como antes - Palavra do Senhor

SALMO RESPONSORIAL (SL 55)

É NO SENHOR QUE EU CONFIO E NADA TEMO

— Tende pena e compaixão de mim, ó Deus, pois há tantos que me calcam sob os pés, e agressores me oprimem todo dia! Meus inimigos de contínuo me espezinham, são numerosos os que lutam contra mim!

— Do meu exílio registrastes cada passo, em vosso odre recolhestes cada lágrima, e anotastes tudo isso em vosso livro. Meus inimigos haverão de recuar em qualquer dia em que eu vos invocar; tenho certeza: o Senhor está comigo!

— Confio em Deus e louvarei sua promessa. É no Senhor que eu confio e nada temo: que poderia contra mim um ser mortal? Devo cumprir, ó Deus, os votos que vos fiz, e vos oferto num sacrifício de louvor

EVANGELHO (MC 3,7-12)

PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO + SEGUNDO MARCOS - Naquele tempo, 7Jesus se retirou para a beira do mar, junto com seus discípulos. Muita gente da Galileia o seguia. 8E também muito gente da Judeia, de Jerusalém, da Idumeia, do outro lado do Jordão, dos territórios de Tiro e Sidônia, foi até Jesus, porque tinham ouvido falar de tudo o que ele fazia. 9Então Jesus pediu aos discípulos que lhe providenciassem uma barca, por causa da multidão, para que não o comprimisse. 10Com efeito, Jesus tinha curado muitas pessoas, e todos os que sofriam de algum mal jogavam-se sobre ele para tocá-lo. 11Vendo Jesus, os espíritos maus caíam a seus pés, gritando: "Tu és o Filho de Deus!" 12Mas Jesus ordenava severamente para não dizerem quem ele era - Palavra da Salvação


MENSAGEM DE NOSSA SENHORA EM MEDJUGORJE – "O ódio cria discórdia e nada enxerga, a ninguém enxerga. Eu os convido a ser sempre portadores da concórdia e da paz. Especialmente onde vocês vivem, ajam com amor. O amor seja sempre o seu único modo de agir. Com o amor vocês mudam em bem tudo isso que Satanás quer destruir e de que deseja apropriar-se. Somente assim vocês serão completamente Meus e Eu poderei ajudá-los"– MENSAGEM DO DIA 31.07.86


São IldefonsoA IGREJA CELEBRA HOJE , SANTO ILDEFONSO - Nasceu no ano de 606, em Toledo, no dia 8 de dezembro. Um homem de oração, foi discernindo a vontade de Deus também nas perdas. Ficou órfão e, em meio aos bens que possuía, fez de tudo para a construção de um mosteiro para religiosos. Um homem de discernimento, que não quer dizer sem medo, sem dificuldades. Os santos não foram super-homens, mas pessoas de carne e osso que foram se deixando transformar por Aquele que é o santo dos santos: Jesus Cristo. Ele que, pelo poder do Espírito Santo, opera maravilhas no coração que se abre. Santo Ildefonso, um coração aberto para as vontades de Deus, mesmo contra a própria vontade. Aconteceu que o Bispo de sua localidade havia falecido e o povo o elegeu. Ele se escondeu num convento, mas foi descoberto e aceitou este grande serviço para o povo de Deus. Foi um grande instrumento de Deus e devoto da Santíssima Virgem. Ele propagou a Festa da Expectação de Nossa Senhora, em 18 de dezembro – Nossa Senhora do Ó, como ficou conhecida. Fruto desse amor, ele recebeu a graça de uma aparição da Virgem Maria, chamando-o de "meu capelão" e presenteando-o com uma casula do céu. Assim diz o seu testemunho. Um homem revestido de humildade, de vida, de oração na vida sacramental, por isso foi um grande pastor para o seu povo. Não evangelizou sozinho, pois os santos bem sabiam e continuam a saber o quanto nós precisamos uns dos outros para que a evangelização aconteça, para que muitos conheçam esse doce nome que tem nosso Senhor Jesus Cristo. Os santos foram aqueles que se consumiram pelo Evangelho para que muitos conheçam Jesus Cristo. Santo Ildefonso, rogai por nós!


Posted: 22 Jan 2014 04:40 PM PST



Vinde, Espírito Santo, penetrai as profundezas da minha alma com o Vosso amor e o Vosso poder.

Arrancai as raízes mais profundas e ocultas da dor e do pecado que estão enterradas em mim.

Lavai no precioso Sangue de Jesus e aniquilai definitivamente toda ansiedade que trago em mim, toda amargura, angústia, sofrimento interior, desgaste emocional, infelicidade, tristeza, ira, desespero, inveja, ódio e vingança, sentimento de culpa e de auto-acusação, desejo de morte e de fuga de mim mesmo, toda opressão do maligno na minha alma, no meu corpo e toda insídia que ele coloca em minha mente.

Ó, bendito Espírito Santo, queimai com o Vosso fogo abrasador toda treva instalada dentro de mim, que me consome e impede de ser feliz. Destruí em mim todas as conseqüências dos meus pecados e dos pecados dos meus ancestrais, que se manifestam em minhas atitudes, decisões, temperamento, palavras, vícios.

Libertai, Senhor, toda a minha descendência de herança de pecado e rebelião às coisas de Deus que eu próprio lhe transmiti.

Vinde, Santo Espírito! Vinde em nome de Jesus! Lavai-me no Sangue precioso de Jesus, purificai todo o meu ser, quebrai toda a dureza do meu coração, destruí todas as barreiras de ressentimento, mágoa, rancor, egoísmo, maldade, orgulho, soberba, intolerância, preconceitos e incredulidade que existem em mim.

E, no poder de Jesus Cristo ressuscitado, libertai-me, Senhor! Curai-me, Senhor! Tende piedade de mim Senhor! Vinde, Santo Espírito! Fazei-me ressuscitar agora para uma vida nova, plena do Vosso amor, alegria, paz e plenitude.

Creio que estais fazendo isto em mim agora e assumo pela fé a minha libertação, cura e salvação em Jesus Cristo, meu salvador.

Glórias a Vós, meu Deus! Bendito sejais para sempre! Louvado sejais, ó, meu Deus!

Em nome de Jesus e por Maria nossa Mãe. Amém


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Posted: 22 Jan 2014 04:03 PM PST


Devido às especulações de certa imprensa sobre o relatório final da Comissão Internacional de investigação sobre Medjugorje, o Prefeito Emérito da Congregação para a Causa dos Santos, o Cardeal português José Saraiva Martins, recordou que o Papa Francisco tem a última palavra sobre este caso.


Na sexta-feira, 17 de janeiro, realizou-se a última reunião da comissão, estabelecida pela Congregação para a Doutrina da Fé em março de 2010, sob a presidência do Cardeal Camillo Ruini. Segundo a agência AICA, o documento nascido desta reunião estaria sendo submetido às "instâncias competentes" da mesma Congregação no Vaticano.

Em declarações ao Grupo ACI em 21 de janeiro, o Cardeal Martins, considerou que "essas autoridades competentes às que se referem, são o mesmo Papa. O Papa tem sempre a última palavra".

"Assim ocorreu com as aparições da Virgem de Lourdes e assim ocorreu com Fátima", recordou.

O Cardeal Saraiva Martins considerou que provavelmente passará algum tempo até que a Igreja chegue a uma conclusão definitiva, porque conforme assinala, costumam passar "muitos anos para chegar a uma opinião oficial".

Além disso, esclareceu que o Papa Francisco não tem um limite de tempo determinado para pronunciar-se a respeito, de maneira que não se pode estabelecer uma data para conhecer o veredicto. Conforme estabelece o Código de Direito Canônico, o Santo Padre, como Pontífice de Roma, tem pleno direito de tomar o tempo que ele considere necessário para emitir uma decisão final.

Por outro lado, o Cardeal Saraiva expressou sua confiança nos resultados da investigação.

Conforme se lê em uma carta do Cardeal Gerhard Müller, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, enviada aos bispos norte-americanos em novembro de 2013, a Igreja não autoriza participar de reuniões, conferências ou celebrações públicas durante as quais se dê por válidas as aparições de Medjugorje.

"Como vocês sabem bem, a Congregação para a Doutrina da Fé está no processo de investigar certos aspectos doutrinais e disciplinares do fenômeno de Medjugorje. Por esta razão, a Congregação afirmou que, com respeito à credibilidade da 'aparição' -e sobre as bases da investigação feita- não é possível estabelecer que aconteceram aparições ou revelações sobrenaturais'", dizia a carta.

No dia 17 de março de 2010, durante os inícios da Comissão, a Santa Sé informou que o trabalho da Comissão se desenvolveria em rigorosa reserva e suas conclusões seriam apresentadas às instâncias da Congregação para a Doutrina da Fé.

"Os trabalhos da Comissão que presidi, devem permanecer totalmente reservados", disse o Cardeal Ruini em declarações ao Grupo ACI em 20 de janeiro, depois de concluir a última reunião que daria por dissolvida a Comissão.

O relatório final é o resultado de quase quatro anos de investigação da equipe formada por teólogos, médicos, psicólogos, mariólogos e líderes da Igreja na Bósnia e Croácia.

O objetivo da equipe de investigação foi esclarecer os acontecimentos do pequeno povo da Bósnia e Herzegovina, onde segundo seis de seus habitantes, a Virgem Maria se aparece desde 1981, dando uma série de mensagens com diferentes destinatários: os próprios videntes, a paróquia de Medjugorje, a Igreja e a humanidade.

O trabalho da Comissão também incluiu entrevistas pessoais e exames médicos aos seis supostos videntes de Medjugorje, que se apresentaram separadamente a Roma, assim como com outras pessoas próximas à história.

O trabalho da Comissão teria terminado faz mais de um ano, conforme assinalam diferentes fontes. Entretanto, uma série de acontecimentos não previstos, como a renúncia do Papa Bento XVI e o conclave posterior, frearam por um tempo vários assuntos na Santa Sé.
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Posted: 22 Jan 2014 04:20 PM PST
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Homilia: papa Francisco cita exemplo de Davi, que, apesar de ter pecado, soube pedir perdão porque "manteve a sua pequenez"


Deus não só tece com os homens uma "relação pessoal", como sempre escolhe os "pequenos", disse o papa Francisco durante a homilia desta manhã na Casa Santa Marta.


O papa destacou a identidade dos fiéis como "povo", muito diferente de "massa": os nomes de cada um contam diante de Deus, que nos fala e "escolhe pessoalmente".

Isto fica evidente no Gênesis: "É o Senhor que, com as suas mãos, faz o homem e lhe dá um nome: Tu és Adão".

Outro aspecto importante é que Deus, "o grande", sempre escolhe os pequenos. Há um diálogo entre Deus e a pequenez humana.

Emblemática é a primeira leitura de hoje (Sam 16,1-13 ), em que Samuel observa o filho mais velho de Jessé e pensa que é "o seu ungido, porque é um homem alto, grande", enquanto o Senhor lhe pede, na verdade, para "não olhar para a aparência nem para a altura", porque Deus "vê o coração" e não as "aparências", como o homem.

Não só isso: Deus escolhe "os fracos e os humildes para confundir os poderosos da terra", como acontece com Davi, "o menor", aquele que "cuidava das ovelhas". Davi se tornou rei e errou duas vezes, mas teve a força de voltar "à sua pequenez" dizendo "Eu sou um pecador"; ele pediu perdão e fez penitência.

Todos nós, pelo batismo, fomos "eleitos no Senhor", que nos escolheu "um por um", nos deu um nome e olhou para nós, continuou o papa, refletindo sobre a "fidelidade cristã", que consiste precisamente em "manter a nossa pequenez" através da "humildade e da mansidão".

Toda a nossa relação com Deus é um diálogo entre "a nossa pequenez" e sua "grandeza", disse o Santo Padre, terminando com um pedido de intercessão a Davi e a Nossa Senhora, que "cantava jubilosa a Deus porque Ele tinha olhado para a sua humildade", a fim que o Senhor nos dê "a graça de preservar a nossa pequenez diante dele".

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Immaculata mea

In sobole Evam ad Mariam Virginem Matrem elegit Deus Filium suum. Gratia plena, optimi est a primo instanti suae conceptionis, redemptionis, ab omni originalis culpae labe praeservata ab omni peccato personali toto vita manebat.

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'A Lógica da Criação'


Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

Ave-Maria

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