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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

JEAN WYLLYS E O ISLAMISMO








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A Liberdade é Pouco. 



Aqui você tem uma ideia... lê.Tem outra ideia... relê...E muda de ideia. Assim se faz a mágica cura do amor e da ciência. Com seriedade e humor, vamos ilustrar, tornando fácil e agradável os mais variados temas. Temos o trabalho ingrato de relembrar aos muitos acomodados e aos que aceitam os bandidos, fatos que não podem ser esquecidos. E que, no Brasil do berço esplêndido, o futuro sempre se fez agora. Chega de impunidade. Queremos nosso País de volta! Fora daqui bandidos de toda ordem!!!

































QUARTA-FEIRA, 23 DE OUTUBRO DE 2013









ALERTA COMUNIDADE JUDAICA!!!

DEPUTADOS BRASILEIROS A SERVIÇO DO ISLÃ FUNDAMENTALISTA QUEREM COLOCAR NOSSAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES CONTRA ISRAEL E O POVO JUDEU.


Jean Wyllys apoia o ensino do Islâmismo Homofóbico nas escolas Por: Jefferson Ulisses 15 jun, 2013 Em primeiro lugar lutou-se durante muito tempo para que fosse retirada a educação religiosa das escolas, pois isto vai contra a Liberdade de Escolha individual, ou seja, a pessoa é impedida de escolher sua própria religião, sendo obrigada e se submeter aos ensinamentos de uma religião especifica. Neste ponto não tem o que discutir, fé religiosa é algo pessoal que não pode ser imposto através de uma doutrinação escolar. E depois de tanta luta para acabar com o ensino religioso, vem uma bando de indivíduos que parecem se alimentar com fezes no café da manhã para propor o ensino Islâmico obrigatório nas escolas. Pior ainda, um deles é um ativista gay, defensor da causa de uma classe odiada, perseguida e assassinada em todos os lugares onde o Islamismo é majoritário. Sem falar que Jean Wyllys também é defensor do Feminismo. Más como é possível defender o feminismo e ao mesmo tempo propor a doutrinação escolar focada em uma religião que prega abertamente a violência contra a mulher? Bem, como já deve ter alguns idiotas úteis dando crise de desmaio, eu começarei a presentar os fatos pra vocês. Então prestem atenção. Vamos começar com o texto da proposta: arabe Veja na imagem do post ART. 26 B Então vamos estudar um pouquinho sobre o Islamismo. Então vamos estudar um pouquinho sobre o Islamismo. O Islamismo começou por volta de 600 anos depois de Cristo, e é uma religião abraâmica monoteísta articulada pelo Corão. Os muçulmanos acreditam que Deus usou profetas para revelar escrituras aos homens. A revelação dada a Moisés foi a Taura (Torá), a Davi foram dados os Salmos e a Jesus o Evangelho. Deus foi revelando a sua mensagem em escrituras cada vez mais abrangentes que culminaram com o Alcorão, o derradeiro livro revelado a Maomé. Os muçulmanos acreditam que Maomé recebeu esses ensinamentos de Deus por intermédio do anjo Gabriel. Maomé recitou essas revelações aos seus companheiros, muitos dos quais se diz terem memorizado e escrito no material que tinham à disposição formando o Alcorão. Uma vez que os muçulmanos acreditam que Maomé foi o último de uma longa linha de profetas, eles tomam a sua mensagem como um depósito sagrado e tomam muito cuidado com ela, assegurando que a mensagem tenha sido recolhida e transmitida de uma maneira a não trair esse legado. Essa é a principal razão pela qual as traduções do Alcorão para as línguas vernáculas são desencorajadas, preferindo-se ler e recitar o Alcorão em árabe. Muitos muçulmanos memorizam uma porção do Alcorão na sua língua original e aqueles que memorizaram o Alcorão por inteiro são conhecidos como hafiz (literalmente “guardião”). Além do Alcorão, as crenças e práticas do Islão baseiam-se na literatura hadith, que para os muçulmanos clarifica e explica os ensinamentos do profeta. Dentro do Islamismo temos também várias denominações e as principais são o Sunismo e Xiismo. No início da história do Islã havia uma disputa política para saber quem deveria liderar a comunidade muçulmana. Os muçulmanos hoje conhecidos como xiitas, acreditavam que os descendentes biológicos do profeta Maomé deveriam liderar o Islã. E os fiéis qualificados atualmente como sunitas consideravam, por sua vez, que as pessoas mais idôneas é que deveriam comandar. Em ambos os lados existem correntes fundamentalistas apoiadas por pessoas que seguem ao pé da letra o que está exposto no Alcorão e na Charia. Se um sunita no Paquistão exagera nessa interpretação e chama os xiitas de hereges, acaba provocando ecos violentos. Inclusive guerras armadas e assassinatos. É neste ponto que já começamos a notar que existe alguma coisa errada. Então quer dizer que eles fazem guerras entre si mesmos e se matam? Outra coisa que podemos notar é a situação dos países onde o Islamismo é predominante. Reparem no atraso destes países. E reparem que se eles tem algum desenvolvimento é devido ao desenvolvimento do Ocidente que se recusou a aceitar a cultura deles. Tudo que eles possuem de desenvolvimento é originário do Ocidente. Deste fato podemos concluir que, se o Islamismo dominasse o Ocidente, nós estaríamos na mesma situação que eles, no mesmo atraso e violência extrema que eles vivem. Só para vocês terem uma ideia, conheço uma mulher que conta uma história do dia em que foi fazer turismo no Egito. Enquanto andava pela rua, do nada apareceu um carro e parou ao seu lado. A porta se abriu e um homem puxou ela pra dentro do carro. Ele só não conseguiu leva-la embora porque as outras mulheres que estavam com ela a seguraram e começaram a gritar. O homem então desistiu e foi embora. Ou seja, “roubar” mulheres que estão andando na rua é uma coisa normal para eles. Principalmente porque estas mulheres usavam calças mais apertadas mostrando silhueta e camisas um pouco mais curtas e decotadas, o que, para eles, é a mais pura pornografia. Neste ponto podemos falar um pouco sobre a machismo no Islamismo. Veja este vídeo onde um Muçulmano ensina como bater em uma mulher: http://www.youtube.com/watch?v=xuKqgvUCtGw Vou transcrever o que ele disse para que fique bem claro: Se o marido quer bater para “corrigir” sua esposa, ele nunca deve fazer isso na frente dos filhos, isto deve ficar entre ele e ela, isso deve ser feito de acordo com as condições a seguir: Ele não pode causar sangramento ou contundir o seu corpo. Ele terá que evitar o seu rosto e outras partes sensíveis do corpo dela. Como temos dito, as limitações para a surra são: Eles não podem causar sangramento, eles não poderão quebrar nenhum dos ossos, não poderá ser no rosto, e não poderá a contundir. Se o marido viola estas regras, ele viola as regras de Allah. Se ela foi surrada o marido deve ser responsável pelo que fez, porque a mulher não é sua mercadoria. Ele não pode fazer a ela tudo o que quiser. Mesmo que a esposa perdoe o marido isso não significa que Allah irá fazer o mesmo no Dia do Julgamento. Depois desta aula de como bater em uma mulher para “corrigi-la” com justiça. Vamos ver o vídeo resposta gravado por um muçulmano brasileiro: http://www.youtube.com/watch?v=CD-fehrgfdo Vamos transcrever a justificativa: Quando for necessário bater na mulher por desobediência ou por revolta da mulher, ou até para controlar a mulher… O que o Corão fala sobre bater na mulher não bater tipo de socar, espancar, etc. Primeiro, não pode deixar marcas, não pode ser nada que prejudique qualquer parte do corpo da mulher e fala-se, na explicação, que quando isso acontecer que aconteça com o (Ciuac?). Você bata com (Toc… Toc…)o (Ciuac?) e não com a mão más com o (Ciuac?), isto aqui, um (Ciuac?). Esta é a explicação do versículo, vamos com calma todo mundo, tá? Então quando que se bate? Quando ela é rebelde, quando ela desobedece, quando ela se revolta, e este tipo de coisa contra o marido. Se todos os recursos se extinguem, e não tem outra alternativa você usa o (Ciuac?) pra isso. Porém existe um versículo do profeta Muḥammad que com certeza foi dito pelo profeta Muḥammad muito tempo depois do versículo, onde o profeta Muḥammad fala assim, só bate em sua mulher um homem sem honra. Ou seja, uma colocação para muitos sábios, clara de que ele ab-roga o versículo anterior. Alguns sábios entendem desta forma, outros sábios falam que não, que é um homem sem honra, porém que ainda assim é permitido bater, más isso é uma outra opinião, a mais fraca delas. E corroborando a opinião de que não se bate na mulher(…) Eu sou da segunda opinião. A questão que fica aqui é se ele defenderia a segunda opinião se o Ocidente fosse Islâmico, ou se o Brasil fosse Islâmico, já que defender a violência contra a mulher é um crime aqui no Brasil. Algo que não seria em uma sociedade Islâmica, pois bastaria afirmar que ela desobedeceu o marido para justificar a violência. Existe alguns versículos controversos no Hadith e são estes: Bukhari 72:715 – Veja aqui: Uma mulher veio a Maomé e pediu-lhe para parar seu marido, pois ele batia nela. Sua pele estava tão machucada que ela é descrita como sendo “mais verde” do que o véu verde que ela usava. Muhammad não advertir seu marido, mas ordenou que ela voltasse para ele e submete-se aos seus desejos sexuais. Muçulmano 4:2127 - Veja aqui: Muhammad atingiu sua esposa favorita, Aisha, no peito durante uma noite, quando ela saiu de casa sem sua permissão. Aisha narra, “Ele me bateu no peito que me causou dor.” Muçulmano 9:3506 – Veja aqui: Maomé pai-de-leis (Abu Bakr e Umar) divertiu-golpeando suas esposas (Aisha e Hafsa) para irritar ele. De acordo com a Hadith, o profeta do Islã riu ao ouvir isso. Abu Dawud 11:2142 – Veja aqui: “O Profeta (que a paz esteja com ele) disse: Um homem não será questionado por que ele bate em sua esposa.” Sheikh Yousef al-Qaradhawi, um dos clérigos mais respeitado em todo o mundo muçulmano, diz que “é proibido bater em uma mulher, a menos que seja necessário“. Ele também chegou a dizer que “pode-se bater só para salvaguardar o comportamento islâmico“. Dr. Muzammil Saddiqi, o ex-presidente da ISNA (Sociedade Islâmica da América do Norte), uma organização tradicional muçulmana, diz que é importante que uma mulher “reconheça a autoridade de seu marido na casa” e que ele pode usar a força física se ele está “certo de que irá melhorar a situação”. Dr. Sheikh Ahmad Muhammad Ahmad Al-Tayyeb, o chefe da Al-Azhar, a instituição mais prestigiosa do islã sunita diz que “espancamentos leves” e “socos” são parte de um programa para “reformar a esposa”. Dr. Jamal Badawi aprova punição corporal como “outra medida que pode salvar o casamento” (Desta forma a mulher se sente pressionada a inclinar-se a seu agressor, com medo de apanhar de forma ainda mais grave). Clérigo egípcio, Abd Al-Rahman Mansour, disse em uma transmissão televisionada em 2012 que, além de desestimular a esposa a solicitar o divórcio, espancamentos inspira a esposa a “tratar o marido com carinho e respeito, sabendo que tal ato concede ao seu marido status mais elevado do que ela “ Durante o Ramadã de 2010, outro clérigo chamado Saad Arafat, disse que a mulher é “honrada” por apanhar. Um relatório secreto da Suécia em 2012 constatou que 60% das mesquitas aconselhavam as mulheres espancadas a não denunciar o abuso à polícia. Essas mulheres também foram informadas de que devem submeter-se sem consentimento “sexual” aos seus maridos. Ou seja, são obrigadas a fazer sexo mesmo que não queiram. Segundo o que compreendemos, de acordo com a lei islâmica, um marido pode atacar sua mulher por qualquer um dos quatro seguintes motivos: · Se ela recusar a embelezar-se para o marido · Se ela recusar a atender suas exigências sexuais · Se ela sair de casa sem a sua permissão ou por uma “razão ilegítima” · Se ela negligenciar seus deveres religiosos Qualquer destes também são motivos suficientes para o divórcio. Respeitados estudiosos do Alcorão do passado interpretaram o versículo 04:34 com franqueza impressionante. Tabari disse que significa “admoestá-los, mas se elas se recusaram a se arrepender, depois amarrá-las em suas casas e vencê-las até que elas obedeçam às ordens de Allah em sua direção.” Qurtubi disse que é permitido bater em suas esposas, mas deve-se tentar evitar quebrar os ossos, mas acrescentou que “não é um crime, se levar à morte.” Apologistas muçulmanos afirmam que Maomé ordenou que não prejudicasse as mulheres em um certo versículo. Na verdade, baseando-se no que Maomé disse, antes ou durante a batalha, como em Bukhari (59:447), quando Maomé emitiu um comando para todos os homens de Quraiza para serem mortos, já as mulheres e crianças foram levados como escravos. (Ter seu marido assassinado e ser forçada à escravidão sexual, aparentemente, não se qualifica como “dano” sob a lei islâmica). Mas, de fato, há uma série de casos em que Maomé assassinou mulheres de forma brutal. Uma delas foi Asma Bint Marwan, uma mãe de um filho de cinco anos, que escreveu um poema criticando os habitantes de Medina para aceitar Maomé depois de ter ordenado o assassinato de um homem idoso. Neste caso, os assassinos do profeta literalmente tirou o bebê ainda dormindo no peito e a esfaqueou até a morte. Depois de tomar Meca em 630, Maomé também ordenou o assassinato de uma jovem, que tinha apenas composto canções que falavam dele. Os Hadiths são abundantes, bem como os relatos de mulheres enterradas no chão sobre o comando de Maomé que foram apedrejadas até a morte por causa de imoralidades sexuais ilegítimas. Em resumo, de acordo com as leis do Alcorão e os Hadiths, uma mulher pode realmente sofrer danos físicos se as circunstâncias a exigirem, como um subsídio no caso de desobediência. Vejamos agora o caso da Feminista inglesa que foi processada por um “casal islâmico” ao critica-los por machismo. Veja a notícia aqui. O que aconteceu foi que a feminista e jornalista feminista inglesa, esquerdista e arrogante, quixoticamente chamada de Cinnamon Heathclote-Drury, viu seu esquerdismo ser usado contra ela ao mesmo tempo em que viu seu mundo ser virado do avesso. Ela viu uma mulher de hijab (muçulmana) a carregar um largo número de compras para a caixa de pagamento. A feminista olhou para isto, e ficou furiosa com o fato do marido (muçulmano) encontrar-se por perto e não fazer nada para ajudar a mulher. A femi-jornalista não aguentou a sua raiva e abriu a sua boca para “ajudar” a muçulmana. Primeiro ela confrontou o homem dizendo que a sua esposa precisava de ajuda para colocar as compras no caixa de pagamento. Depois disto, ela passou à frente do homem e começou a ajudar a maometana porque “o feminismo é isto – mulheres a ajudar outras mulheres.” Segundo se sabe, nem a muçulmana nem o marido dela apreciaram muito esta “lição social” que a femi-jornalista resolveu dar a ambos. E tal como muitos muçulmanos a viver no Reino Unido, eles levaram o caso mais longe e usaram o esquerdismo da feminista contra ela: o casal alegou ter sido vítima de “racismo” e a jornalista foi presa por “crime de ódio”. Acusada de racismo? De crime de ódio? Como é possível tal coisa? É preciso levar em conta que a indiferença do marido muçulmano ao esforço da mulher é algo tipicamente próprio da cultura islâmica. Afinal, depositar as compras no balcão era “trabalho para mulheres.” Em muitos países islâmicos, as mulheres são cidadãos de segunda classe. No mundo muçulmano, dominado pelos homens, as mulheres fazem todo o trabalho relativo às lidas domésticas, e todo o trabalho relativo a situações que envolvam crianças. Todo o trabalho mesmo. Mas a feminista realmente pensou que poderia fazer o homem seguir suas ideias sobre como ele deveria se comportar. No entanto, ao mesmo tempo que ela pensava que estava a dar uma lição de moral a este “chauvinista”, a sua própria ideologia é responsável pela entrada destes mesmos muçulmanos no Reino Unido. Mas não foram só pessoas que vieram de países islâmicos; seus costumes também vieram com elas, e, segundo o esquerdismo defendido pela jornalista, a cultura desses muçulmanos é tão válida como a cultura ocidental. Como tal, eles não precisam ajustar o seu comportamento ao Ocidente. A ideologia que a feminista subscreve (esquerdismo) é responsável por não dar aos maometanos qualquer tipo de razão para adotar os valores culturais que ela (a feminista) defende. Portanto, por que o muçulmano haveria de ajudar sua esposa, se sua cultura não vê problemas nisso, e a cultura da feminista diz que a cultura islâmica é perfeitamente compatível com o Ocidente? O fato do casal ter usado a fraqueza da cultura da jornalista para a atacar, usando as famosas “leis do crime de ódio”, é verdadeiramente hilariante. No fim, a jornalista teve sorte uma vez que o sistema judicial absolveu-a das acusações e ela foi liberta. Mas a próxima feminista arrogante que tente usar os seus valores culturais para criticar os muçulmanos pode não ter tanta sorte. Portanto, o esquerdismo pode fazer com que o esquerdista vá parar na cadeia por querer que os imigrantes adotem o esquerdismo, embora o mesmo esquerdismo defenda que todas as culturas são moralmente válidas. Veja agora o caso da garota de 13 anos que foi apedreja até a morte, sob a acusação de ter cometido adultério ao ser estuprada por três homens. Veja a notícia na Anistia Internacional. A menina de 13 anos foi apedrejada até a morte por adultério na Somália. E este “adultério” foi devido ao fato dela ter sido estuprada por três homens. Segundo a organização de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional, Aisha Ibrahim Duhulow foi morta por um grupo de 50 homens em um estádio na cidade portuária de Kismayo, no sul do país, diante de mil espectadores. A menina foi acusada de violar leis islâmicas e detida pela milícia al-Shabab, que controla a cidade. “Dentro do estádio, membros da milícia abriram fogo quando algumas das testemunhas tentaram salvar a vida de Duhulow, e mataram a tiros um menino que estava observando tudo”, disse nota no website da Anistia Internacional. Segundo a organização, há notícia de que depois um porta-voz da al-Shabab pediu desculpas pela morte da criança, e disse que um miliciano seria punido. Jornalistas somalianos haviam noticiado que Duhulow tinha 23 anos de idade, julgando pela sua aparência física. A verdadeira idade dela só veio à tona quando seu pai disse se tratar de uma criança. Duhulow lutou contra quem a detinha, e foi levada à força para dentro do estádio. A Anistia Internacional disse que foi informada por várias testemunhas que, em dado momento durante o apedrejamento, enfermeiras receberam instruções para verificar se Aisha Ibrahim Duhulow ainda estava viva. Ao constatarem que sim, a menina foi recolocada em um buraco no chão onde tinha sido coberta de pedras, para que o apedrejamento continuasse até sua morte. Segundo a Anistia, nenhum dos homens que estupraram a menina foi preso. A Anistia Internacional vem realizando uma campanha para pôr fim à prática de punição por apedrejamento. “A morte de Aisha Ibrahim Duhulow demonstra a crueldade e a discriminação inerente contra mulheres nesta punição”, disse nota no website da organização. De acordo com o Diário de Notícias de Lisboa, Os extremistas islâmicos, associados à Al-Qaeda, justificaram a “misericordiosa execução” alegando que Aisha Ibrahim Duhulow praticou adultério, um crime de honra punido com a morte. No estádio de Kismayo, onde se encontravam cerca de mil espectadores, revela o jornal inglês The Guardian, foi aberto um buraco no chão onde colocaram Aisha que, atada de pés e mãos, ainda tentava resistir aos seus verdugos. Um grupo de 50 homens atirou contra ela as pedras que, para o efeito, haviam sido trazidas para o estádio. Por três vezes, Aisha foi retirada do buraco e observada por enfermeiras que atestaram ela estar ainda viva. E o apedrejamento prosseguiu… até à morte. “O apedrejamento foi totalmente ilógico e nada teve de religioso. O islã não executa mulheres por adultério a não ser que quatro testemunhas e o homem com quem ela cometeu adultério venham a público atestá-lo”, disse uma irmã de Aisha, cuja família se afirmou furiosa com o ocorrido e cujo pai garante que a vítima só tinha 13 anos. (Ou seja, mulheres são apedrejadas por adultério e eles apoiam). Veja o caso da mulher chicoteada no meio da rua no Sudão:http://www.youtube.com/watch?v=X15NC7MBP3U Veja este casal sendo apedrejados vivos. Não encontrei a notícia do fato. Más me lembro que na época surgiu notícias de que eles tinham sido prometidos em casamento a outras pessoas. Más se apaixonaram e fugiram juntos, o que foi caracterizado como adultério: http://www.youtube.com/watch?v=C2RmwpuHUa8 No mundo Islâmico também é normal jogar ácido nos rostos das mulheres. Veja a série de fotos do fotógrafo Emílio Morenatti sobre as mulheres vitimas de ataques de ácido no Paquistão: Terrorismo ácido (VEJA TODAS AS FOTOS AQUI: http://liberdadeeconomica.com/home/2013/06/15/jean-wyllys-apoia-o-ensino-do-islamismo-homofobico-nas-escolas/ ) Saira Liaqat, 26 anos, mostra para a câmera um retrato dela antes de ser queimada em sua casa em Lahore, Paquistão. Quando ela tinha quinze anos, Saira foi obrigada a se casar com um homem da sua família, porém sua família só permitiu que ela fosse morar com ele após terminar os estudos. O marido não gostou da idéia e no final de Julho de 2003, chegou na casa dela com um embrulho, e pediu para que ela fosse buscar um copo com água. Ela foi até a cozinha buscar e quando se virou para lhe entregar a água, ele jogou ácido em sua cara, cegando-lhe o olho direito e comprometendo a capacidade de visão do esquerdo. Saira foi submetida a 9 cirurgias plásticas para tentar se recuperar de suas cicatrizes. Terrorismo ácido (1) Irum Saeed, 30 anos, posa para a fotografia em seu escritório na Universidade urdu de Islamabad, Paquistão, quinta-feira, 24 julho, 2008. Irum foi queimada no rosto, costas e ombros a doze anos atrás, quando um rapaz a quem ela rejeitou o casamento jogou ácido sobre ela no meio da rua. Ela já foi submetida a 25 cirurgias plásticas para tentar se recuperar de suas cicatrizes. Terrorismo ácido (2) Shameem Akhter, 18 anos, posa para as lentes do fotógrafo Emilio Morenatti na sua casa em Jhang, Paquistão. Shameem foi estuprada por três rapazes que jogaram ácido em seu rosto a três anos atrás. Shameem foi submetida a 10 cirurgias plásticas para tentar se recuperar de suas cicatrizes. Terrorismo ácido (3) Najaf Sultana, 16 anos, fotografia tirada em sua casa em Lahore, Paquistão. Quando tinha 5 anos, Najaf foi queimada pelo seu pai enquanto ela estava dormindo, aparentemente porque ele não queria ter uma outra menina na família. Como resultado da queimadura, Najaf ficou cega foi abandonada por seus pais, ela agora mora com parentes. Ela foi submetida a cerca de 15 cirurgias plásticas para tentar se recuperar de suas cicatrizes. Terrorismo ácido (4) Shehnaz Usman, 36 anos, posa para a fotografia em Lahore, Paquistão. Shehnaz foi queimada com ácido por um parente devido a uma disputa familiar há cinco anos. Shehnaz foi submetida a 10 cirurgias plásticas para tentar se recuperar de suas cicatrizes Terrorismo ácido (5) Shahnaz Bibi, 35 anos, posa para a fotografia em Lahore, Paquistão. Dez anos atrás Shahnaz foi queimada com ácido por um parente devido a uma disputa familiar. Ela nunca fez nenhuma cirurgia plástica. Terrorismo ácido (6) Kanwal Kayum, 26 anos, ajusta o véu para posar pra foto em Lahore, Paquistão. Kanwal foi queimada com ácido a um ano atrás por um rapaz com quem ela rejeitou o casamento. Ela nunca passou por cirurgia plástica. Terrorismo ácido (7) Munira Asef, 23 anos, foto tirada em Lahore, Paquistão. Munira foi queimada com ácido, há cinco anos por um menino a quem ela recusou se casar. Ela foi submetida a 7 cirurgias plásticas para tentar se recuperar de suas cicatrizes. Terrorismo ácido (8) Bushra Shari, 39 anos, ajusta o véu para a fotografia em Lahore, Paquistão, Bushra foi queimada com ácido jogado por seu marido que ela estava tentando se divorciar dele há cinco anos. Ela foi submetida a 25 cirurgias plásticas para tentar se recuperar de suas cicatrizes. Terrorismo ácido (9) MEMUNA Khan, 21 anos, posa para a fotografia em Karachi, no Paquistão. Menuna foi queimada por um grupo de meninos que jogaram ácido sobre ela para resolver uma disputa entre seus familiares. Ela passou por 21 cirurgias plásticas para tentar se recuperar de suas cicatrizes. Terrorismo ácido (10) Zainab Bibi, 17 anos, ajusta o véu para a fotografia em Islamabad, Paquistão. Zainab foi queimada em seu rosto com ácido jogado por um menino a quem ela recusou se casar há cinco anos. Ela já foi submetida a várias cirurgias plásticas para tentar se recuperar de suas cicatrizes. Terrorismo ácido (11) Naila Farhat, 19 anos, fotografia feita em Islamabad, Paquistão. Naila foi atacada quando voltava da escola, com a ajuda de seu próprio professor, seu rosto foi queimado com ácido jogado por um menino a quem ela rejeitou casar-se há cinco anos. Ela já foi submetida a várias cirurgias plásticas para tentar se recuperar de suas cicatrizes. * Milhões de mulheres que vivem em países islâmicos não tem o que comemorar no Dia Internacional da Mulher. Em muitos países, os crimes de honra (trazer vergonha para a família) são punidos da pior forma possível: Filhas e esposas que se “ocidentalizam”, que recusam casamentos encomendados pelos país, que buscam uma maior liberdade, que buscam apenas serem felizes são punidas pelos pais e maridos e pretendentes com ataques de ácido no rosto, que fica totalmente desfigurado. A maioria das mulheres não tem condições de pagar por cirurgias plásticas, que nunca fazem o rosto voltar ao que era antes. A serie “Zonas de Guerra”, do canal National Geographic, retratou o drama de mulheres que foram atacadas com ácido e vivem escondidas com vergonha. “Ainda existem costumes no Paquistão como a ”swara”, na qual a mulher é vendida, estuprada ou forçada a se casar com um homem em troca de uma dívida de sua família ou para selar uma aliança”, afirmou Seemi Alam, educador de Lahore (leste do Paquistão). “Em um país em que oito mulheres são estupradas a cada 24 horas e no qual de 70% a 95% das mulheres sofrem violência doméstica, não se sabe quem comemora o Dia Internacional da Violência contra as Mulheres”, disse à EFE Asma Jahangir, presidente da Comissão de Direitos Humanos do Paquistão. Veja esta notícia do DailyMail A escalada de violência contra as mulheres muçulmanas foi revelada recentemente por um relatório que afirma que quase mil mulheres e meninas foram assassinadas por “honra” no ano passado só no Paquistão. Não há dados oficiais dos outros países muçulmanos, ainda mais que casos de esposas assassinadas são acobertados pelos próprios parentes e pela polícia. Moça Fakhra Younus As esposas que não são assassinadas podem ser banhadas em ácido pelo marido islâmico se cometerem o “crime” de aprenderem a ler e escrever, como foi o caso da paquistanesa Fakhra Younus. Ela se suicidou recentemente com a idade de 33 anos, depois de viver 12 anos cega de um olho, surda e com vários outros problemas físicos ocasionados pelo banho de ácido efetuado pelo marido. article-2121536-125DF5A4000005DC-235_634x427 Só em 2011, mais de 8 mil ataques com ácido foram praticados contra moças e mulheres, por vários motivos, no Paquistão. Se uma jovem, por exemplo, se recusa a casar com um islâmico, o próximo passo pode ser uma chuva de ácido. Contudo, não é só nos países islâmicos que as mulheres são submetidas a certos costumes islâmicos. Na Inglaterra, mais de mil meninas, algumas com 10 anos de idade, já passaram por operações de mutilação genital, onde os órgãos sexuais externos são removidos, a fim de impedir que mais tarde as moças tenham prazer sexual, mesmo depois do casamento. Tal mutilação, de acordo com os que a praticam, servirá como prova da “pureza” da mulher quando ela casar. Líderes islâmicos da Inglaterra já foram flagrados defendendo essa mutilação. Essa mutilação, ao que se supõe, tem como alvo as filhas das famílias muçulmanas. O tratamento para as filhas das famílias não muçulmanas é totalmente diferente. Na Inglaterra, gangues de estupradores — predominantemente muçulmanos — aliciam meninas muito novas, geralmente de sangue inglês, para se tornarem propriedade sexual para uso pessoal e para prostituição. A crise alcançou agora proporções epidêmicas. De acordo com a Secretaria dos Direitos das Crianças da Inglaterra, um número elevado de 10 mil meninas brancas menores de idade podem estar sendo vítimas. Se uma gangue muçulmana é pega e seus integrantes conseguem fugir da Inglaterra para seu país islâmico original, a polícia inglesa simplesmente cruza os braços a fim de não perturbar autoridades islâmicas de outro país. Por causa das leis antipreconceito, as autoridades inglesas não podem lidar com o problema de forma decisiva, mostrando que homens muçulmanos estão literalmente estuprando milhares de meninas inglesas. Tal exposição colocaria a Inglaterra na mira da ONU, que os acusaria de preconceito contra a religião islâmica e contra homens de pele não branca. Na Inglaterra, o estupro islâmico de meninas brancas já é quase normal. Agora, a epidemia está alcançando até mesmo os EUA, onde gangues muçulmanas também estão mirando meninas brancas. Os direitos das mulheres e das meninas são pisoteados, em favor dos direitos humanos e a dignidade de homens muçulmanos, por causa de loucas leis antipreconceito. Por causa dessas leis, os ingleses pouco podem fazer para deter os estupradores islâmicos. Por causa dessas leis, os estupradores islâmicos muito fazem contra as meninas inglesas. Em qualquer país islâmico, uma gangue de estupradores ingleses seria dispensada de julgamento e cadeia sendo mortos automaticamente. A própria população, sob os olhos e consentimento das autoridades, lincharia sumariamente os criminosos. No entanto, o que ocorre na Inglaterra é o inverso. Jornais e TVs não podem falar diretamente do grave problema de gangues de estupradores que mantém 10 mil meninas inglesas sob seu poder. Não podem falar a fim de não violar a dignidade, honra e direitos humanos dos muçulmanos envolvidos nos crimes. A cegueira do multiculturalismo da Inglaterra não os deixa ver que as gangues de estupradores não só cometem violência física e psicológica contra as meninas, mas também contra a dignidade, a honra e os direitos humanos delas. Meninas têm menos dignidade, honra e direitos humanos do que homens islâmicos? Ao que tudo indica, sim, pois até em países islâmicos eles fazem o que querem com suas mulheres e meninas. E agora, pelo visto, podem também fazer o que querem com mulheres e meninas de países que não são islâmicos. Enquanto homens como Jimmy Carter dizem que há opressão contra as mulheres no Ocidente somente porque há igrejas cristãs que não ordenam mulheres, o islamismo já vai mostrando como será o futuro das mulheres nos EUA e Europa: hoje, meninas condenadas à prostituição, amanhã moças condenadas aos haréns islâmicos, marcadas pela “pureza” da mutilação genital. Se tentarem abrir a boca para reclamar de alguns dos tratamentos, o chicote — ou o ácido — descerá sobre elas. Seu destino, quer gostem ou não, será a escravidão sexual. menina-300x225Temos também o caso da Menina blogueira baleada pelo Talibã A menina Malala Yousafzai, de 14 anos, que mantém campanhas pelo direito à educação de garotas e foi baleada na cabeça por militantes do Talibã na terça-feira, voltou a receber ameaças nesta quarta-feira (10) e, segundo o grupo, não será poupada caso sobreviva. Em entrevista à BBC Urdu, a seção paquistanesa do Serviço Mundial da BBC, Ehsanullah Ehsan, porta-voz dos talibãs, reiterou as ameaças à vida da menina e disse que ela foi alvo do ataque por ‘promover o secularismo’. ‘É uma regra muito clara da Sharia [a lei islâmica] que qualquer mulher, que por qualquer meio tenha um papel na guerra contra os mujahedins [termo pelo qual os militantes são conhecidos], deveria ser morta’, disse Ehsan. Malala tornou-se conhecida ainda em 2009, aos 12 anos, quando manteve o blog ‘Diário de uma estudante paquistanesa’ na BBC Urdu. Paralelamente a forma como tratam a mulher, temos também a intolerância religiosa: http://www.youtube.com/watch?v=o90oGmGllKw Veja o vídeo desta família de cristãos sendo queimados vivos: http://www.youtube.com/watch?v=yxfW9P82vgY Alguns questionamentos podem surgir como por exemplo: - Lá na África é diferente. A minha resposta se resume a isso: Africanos e Ocidentais são iguais. Eles não são mais animais do que nós e não são menos responsáveis por seus atos do que nós. Se você acha que existe justificativa para estes atos então você é no mínimo um preconceituoso pra não dizer um louco. - Más o cristianismo… E antes que você termine eu digo o seguinte: No ocidente somos majoritariamente cristãos. Onde você está vendo cristãos juntando exércitos para matar muçulmanos? Onde está vendo mulheres sendo enterradas vivas e apedrejadas? Onde, no evangelho cristão, ordena-se que mulheres sejam surradas? Preciso citar o famoso exemplo de Maria Madalena? O máximo que você vai encontrar é um texto de 1 Coríntios 14:34, 35 que diz o seguinte: As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas; porque não lhes é permitido falar; mas estejam sujeitas, como também ordena a lei. E, se querem aprender alguma coisa, interroguem em casa a seus próprios maridos; porque é vergonhoso que as mulheres falem na igreja. Em primeiro lugar esta ordem não foi dada por Jesus Cristo más sim por Paulo que como sabemos se dedicava à perseguição dos primeiros discípulos de Jesus na região de Jerusalém. Em um certo momento se converteu ao Cristianismo. Se repararem na frase e se lerem o capitulo não verão em nenhum momento ele dizer que estas são ordens de Deus ou Jesus Cristo. Ou seja, são ordens vindas do próprio Paulo. Sem falar que estes conselhos estão relacionados a forma de se comportar em um culto. Uma pessoa que gosta de estudar a Bíblia, muito especialmente o segundo testamento, pois esta é a única parte que podemos atribuir ao cristianismo, veremos que os cultos estavam uma desordem e Paulo estava tentando colocar ordem na coisa falando com cada grupo. Veja: (1) muitas partes e muitos oradores em um mesmo culto – 14:26; Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação. (2) diversas pessoas falando em línguas estrangeiras, ao mesmo tempo e sem intérprete – 14:27, 28; E, se alguém falar em língua desconhecida, faça-se isso por dois, ou quando muito três, e por sua vez, e haja intérprete. Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja, e fale consigo mesmo, e com Deus. (3) vários profetas tentando transmitir sua mensagem, e todos ao mesmo tempo – 14:29-33; E falem dois ou três profetas, e os outros julguem. Mas, se a outro, que estiver assentado, for revelada alguma coisa, cale-se o primeiro. Porque todos podereis profetizar, uns depois dos outros; para que todos aprendam, e todos sejam consolados. E os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas. Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as igrejas dos santos. Repararam na zona que estava acontecendo ali? Então ele deu o recado para as mulheres: (4) mulheres falando e perguntando durante o culto – 14:34, 35. As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas; porque não lhes é permitido falar; mas estejam sujeitas, como também ordena a lei. E, se querem aprender alguma coisa, interroguem em casa a seus próprios maridos; porque é vergonhoso que as mulheres falem na igreja. Como se sabe, as mulheres no tempo de Paulo não falavam em público. Não porque era uma lei de Paulo, más porque era uma lei do Judaísmo. A mesma lei que ordenava o apedrejamento de mulheres. Lei que o Cristianismo repudiou e repudia até hoje. Então, o evangelho chegou à importante cidade de Coríntio e muita gente se converteu, inclusive mulheres. Então elas interpretaram mal as palavras de Paulo de que “onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade” (2 Co 3:17), e acharam que essa liberdade cristã lhes dava o direito de romper com os costumes aceitos pela sociedade em que viviam, ou seja, os costumes judaicos de que a mulher não podia falar. Essa prática de mulheres falarem no culto, nos dias de Paulo, era considerada indecorosa ou vergonhosa porque os costumes dos gregos e judeus ordenavam que as mulheres se retirassem quando se discutiam assuntos públicos. A violação desse costume era considerada uma desonra e estava trazendo vergonha para a igreja. Muitos rabinos judeus duvidavam que as mulheres tivessem alma. Se um escravo do sexo masculino podia ler as escrituras na sinagoga, uma mulher judia não tinha permissão para tanto. Nenhuma mulher podia frequentar as escolas de teologia. Na realidade, os rabinos afirmavam: “É preferível queimar a lei a ensiná-la a uma mulher!” Se Paulo se colocasse contra essa lei poderia ter problemas e ter sua Igreja fechada, por isso era preferível que as mulheres ficassem em silêncio para não caçar confusão com o judaísmo. Neste caso Paulo estava apenas alertando para que não desobedecem a lei Judaica para não caçarem problemas até que o Cristianismo fosse forte o suficiente para dar as mulheres o direito que lhes era negado pela religião anterior. Hoje, o mesmo cristianismo deseja libertar as mulheres islâmicas. Não é necessário falar muita coisa sobre as mudanças que aconteceram no judaísmo basta citar atrizes judias como Natalie Portman, Scarlett Johansson, Mila Kunis, Mélanie Laurent, Emmanuelle Chriqui, Rachel Weisz para vermos que as mulheres já não recebem mais o mesmo tratamento. E se você ainda acha que as mulheres cristãs são impedidas de falar em cultos veja este vídeo onde a Pastora Dra Damares Alves nos fala sobre a doutrinação gay nas escolas. Dra Damares Alves - Alerta para Todas as Familias - Cuidem de seus Filhos: http://www.youtube.com/watch?v=qXK9zSg_fFE Se ainda acha que mulheres cristãs não tem o direito de falar em cultos, então clique aqui Agora vamos mostrar porque podemos dizer que Jean Wyllys é no mínimo um tolo por apoiar a disseminação da cultura Islâmica. Isto é muito simples. A mesma violência que o Islamismo prega contra as mulheres, contra cristãos, judeus, ocidentais ou qualquer um que discorde de suas ideias, eles também pregam contra o homossexualismo. Pra eles não existe cura gay, como acontece na crença cristã. Pra eles a única cura possível é a morte. Lembram-se do caso da feminista que foi acusada de racismo? Não foi por causa da expansão do Islamismo? Acham que feministas tem o mínimo de espaço em países Islâmicos? Veja este vídeo da muçulmana Wafa Sultan (nascida em 1958 em Banyas, Síria). Ela é uma psiquiatra estadunidense nascida na Síria, conhecida pela sua visão contundentemente crítica com respeito ao islamismo. Ela falou para a rede al-Jazeerah que é considerada anti-semita e pró-islâmicos radicais. Wafa Sultan diz tudo o que ela pensa, tanto sobre o mundo árabe, como sobre os muçulmanos, cristãos e os judeus. Ela também fala sobre o fato do avanço no mundo ter sido realizado principalmente por cientistas e pensadores judeus e cristãos. Em um de seus melhores momentos ela diz: “Más as crenças de outras pessoas não são assunto seu, se eles acreditam que o Messias é Deus, filho de Maria, ou que Satanás é Deus, filho de Maria. Deixem que as pessoas tenham as suas crenças. Os judeus que sobreviveram à tragédia do Holocausto, eles forçaram o mundo a respeita-los com seus conhecimentos e não com o terror, através de seu trabalho, não com gritos e lamentos. A humanidade deve a maioria das descobertas e da ciência nos séculos 19 e 20 a cientistas judeus, 15 milhões de pessoas espalhadas pelo mundo, unidos ganharam seus direitos através do trabalho e do conhecimento.” Ela finaliza dizendo: “Os muçulmanos devem perguntar o que devemos fazer pela humanidade, antes de exigir que a humanidade os respeite” ASSISTA: http://www.youtube.com/watch?v=XQmXlyBa9xo Neste outro vídeo ela questiona os jovens que explodem em atos terroristas. Ela fala sobre como o Islâmismo foi moldando o indivíduo que comete o ato terrorista. No vídeo o defensor do Islâmismo tenta utilizar o velho discurso de citar todos os crimes cometidos no ocidente como se crimes fossem exclusividade de povos específicos. Então ela explica para ele pacientemente que crimes acontecem em todo lugar e são crimes do mesmo jeito. Porém, no Islâmismo os crimes são realizados por decreto e quem discordar é considerado um infiel. Ela também fala sobre as Cruzadas que veio como uma resposta a dominação Mulçumana que teria acabado com a pouca liberdade que temos hoje. Então ela pergunta: Se soubéssemos que uma tribo num canto distante da China tem um livro sagrado com ensinamentos religiosos chamando a matarem Muçulmanos. Os Muçulmanos ficariam de braços cruzados diante de tais ensinamentos? As cruzadas vieram após os ensinamentos religiosos Islâmicos. Ela continua dizendo: Quando estes ensinamentos foram entregues os Estados Unidos nem existiam na face da terra, nem Israel na Palestina.(…) Toda esta vingança foi contra os EUA ou Israel? Ou eles foram feitos apenas para satisfazer instintos selvagens e bestiais despertados pelos ensinos religiosos que incitam a rejeição ao outro, à morte ao outro e a negação ao outro. Quando Saddam Hussein enterrou vivos 300.000 Xiitas e Curdos, nós não ouvimos um único protesto dos Muçulmanos. O seu silêncio serviu para reconhecer a legitimidade daqueles assassinatos, não? VEJA MATÉRIA COMPLETA AQUI: http://liberdadeeconomica.com/home/2013/06/15/jean-wyllys-apoia-o-ensino-do-islamismo-homofobico-nas-escolas/ Jefferson Ulisses Criador e Articulista do Liberdade Econômica Visite meu site: http://jeffersonulisses.com/ Se quiser entrar em contato para perguntas ou sugestões basta usar este e-mail: contato@liberdadeeconomica.com


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OLIMPIA PINHEIRO: Administradora de Empresa (Universidade Federal do Pará - UFPa.), Pós-Graduada em Recursos Humanos (Universidade da Amazônia - UNAMA), Cursou MBA Internacional em Gestão Empresarial plea Fundação Getúlio Vargas (FGV), Consultora Organizacional e em Gestão de Pessoas, Consultora Imobiliária E-Commerce e blogueira. Atualmente é Consultora Imobiliária E-Commerce na BRASIL BROKERS Pará e Consultora Organizacional na Pró-Inteligência Consultoria. Já atuou como técnica, gestora e consultora em micro, pequenas, médias e grandes empresas nacionais e multinacionais de vários segmentos, tais como Caixa Econônica Federal, Senai, Albrás, Estacon, Sebrae/Pará, Gestor Consultoria Organizacional, Urano Promoções e Eventos Ltda, Cyrela Brazil Realty, PDG Realty, Brasil Brokers.







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(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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