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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

[Novo post] Como a dinâmica social resolve o problema da rotulagem equivocada de nazismo e fascismo como “regimes de direita”




lucianohenrique publicou: " Quando demonstramos que nazismo e fascismo possuem mais características de um sistema de esquerda do que de direita, esquerdistas vociferam, irritadíssimos, dizendo: "isso é um absurdo, isso é inaceitável". De início, eu achava que todos estavam en" 



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Nova publicação em Luciano Ayan 







by lucianohenrique





Quando demonstramos que nazismo e fascismo possuem mais características de um sistema de esquerda do que de direita, esquerdistas vociferam, irritadíssimos, dizendo: "isso é um absurdo, isso é inaceitável".

De início, eu achava que todos estavam encenando, mas hoje em dia vejo que alguns são sinceros em sua ilusão de acharem que nazismo e fascismo são "de direita". É a tal história: para as fraudes esquerdistas, temos os líderes psicopatas que as criaram, e uma multidão de histéricos que as propagam. Se todos esses propagadores histéricos são psicopatas, eu não sei.

Mesmo assim, considerando a hipótese da sinceridade de alguns deles, ainda que estejam iludidos sem qualquer esperança de recuperação, temos que entender o motivo pelo qual eles pensam desta forma. Como eles podem chamar coisas tão esquerdistas como fascismo e nazismo de direita?

A resposta, a meu ver, pode surgir pela via da dinâmica social. Como já disse antes: olhar as coisas pela ótica da dinâmica social implica em ver não apenas a palavra verbalizada, mas sua congruência com o comportamento.

Grosso modo, a esquerda diz que a direita quer manter a desigualdade, defendendo a supremacia de indivíduos ou grupos considerados naturalmente superiores sobre outros indivíduos ou grupos que consideram naturalmente inferiores. Mas preste atenção: esta definição não é científica, mas apenas a descrição feita pela esquerda em relação ao que seria a direita. Para completar, a esquerda define a si própria como aquela que elimina desigualdades.

Assim, na ótica deles, fascismo e nazismo pregam a desigualdade (por seu nacionalismo), e o marxismo prega a igualdade. Portanto, fascismo e nazismo são de direita, e marxismo é de esquerda. E isso explica por que os esquerdistas dizem que os os adeptos de Hitler e Mussolini são de direita.

O problema é que quando estudamos um fenômeno, não podemos partir de descrições enviesadas da realidade. Não podemos deixar que apenas médiuns testem a paranormalidade, assim como não podemos deixar que apenas adeptos da leitura da borra no café testem a quiromancia. Precisamos sair do universo das opiniões enviesadas. Da mesma forma, temos que sair do universo descritivo criado pelos esquerdistas. A definição tem que vir da observação empírica dos eventos do mundo, e não de um mundo de fantasia que apenas existe na mente do esquerdista. Em síntese: não é o esquerdista que define onde começam e terminam esquerdismo e direitismo, mas sim uma observação empírica e racional dos comportamentos esquerdistas e direitistas.

Pela ótica da dinâmica social, o discurso de um esquerdista ao dizer que "defende a igualdade" não significa absolutamente nada, enquanto não estiver associado a um comportamento. É isso que significa a avaliação do discurso em conjunção ao comportamento.

O próprio esquerdista Juremir Machado confessa:


Cuba tem quatro classes sociais: os altos funcionários do Estado, confortavelmente instalados em Miramar; os militares e os policiais; os empregados de hotel (que recebem gorjetas em dólar); e o povo.

Assim sendo, no modelo mais perfeito do socialismo marxista na América Latina, o comportamento dos esquerdistas gerou muito mais desigualdade, mesmo que no discurso superficial eles aleguem "lutar contra a igualdade". Mas, se fôssemos definir fenômenos do mundo pelo que seus participantes humanos dizem, teríamos que considerar os criminosos violentos "como inocentes", pois essa é a declaração verbal deles, mesmo que não esteja congruente com o comportamento de prática de crime.

Que fique claro: está claro que, no estudo do comportamento dos marxistas não há uma nesga de evidência em favor do fato deles "lutarem para eliminar as desigualdades".

Mas o que existe, então, além do mero discurso de propaganda no comportamento tanto dos nazistas, como dos fascistas e marxistas? Todos estes três grupos requisitam o poder do estado, inchando-o para, "corrigir a sociedade". Em suma, nazistas, marxistas e fascistas se comportam como animais humanos em busca de obter inchaço estatal com o pretexto de correção da sociedade. Se marxistas dizem "eliminar as classes sociais", nazistas dizem "criar o novo homem". Não importa, pois os discursos superficiais de propaganda nada valem por si só, mas sim a congruência entre discurso e comportamento, e então temos uma classe geral de discursos que pedem o aumento do tamanho de estado com o pretexto de correção da sociedade.

Atenção de novo: note que em termos de discurso, afirmar "eliminar as classes sociais" ou "criar o novo homem" aparentam diferentes, mas, incongruentes com o discurso, são apenas tipos diferentes da mesma propaganda: promessa de salvação, ou correção, da sociedade. Mas a intenção debaixo de ambas as promessas de salvação (em Terra) é o inchaço estatal. Este fenômeno comportamental une, portanto, marxistas, fascistas e nazistas.

Mas e quanto à direita? Marxistas dizem que "querem eliminar as classes sociais", mas jamais eles demonstraram um comportamento congruente com este discurso. Na verdade, queriam apenas criar a quarta classe (a dos burocratas), muito mais poderosa. Entretanto, a direita diz que "o estado, como dono da mudança social proposta pelos salvadores, não é confiável". E aí sim quem profere este discurso geralmente tem comportamentos congruentes com ele.

Quanto avaliamos a mistura de discurso e comportamento, que deve estar congruente com o discurso, vemos que marxistas, nazistas e fascistas fazem parte daqueles que usam tipos diferentes de discurso para aumentar o estado. E, da mesma forma, olhando a congruência de discurso e comportamento para quem é da direita, liberais, libertários e conservadores de direita usam discursos onde muitas vezes duvidam de uma redenção da humanidade, e buscam reduzir o tamanho do estado.

Ao observarmos esquerdistas, vemos todos eles congruentes com o comportamento central de inchar o estado, e isso vale para marxismo, fascismo, nazismo e outros ismos da esquerda. E, ao observarmos direitistas, vemos todos eles congruentes com o comportamento central de fugir da tirania de estados inchados.

A única forma do esquerdista refutar esta constatação é retornar ao truque central de dizer que "os marxistas lutam pela igualdade", mas, com o menor ceticismo político, já podemos notar que há uma diferença avassaladora entre "lutar pela igualdade" e "afirmar lutar pela igualdade", assim como há uma diferença entre "ser inocente" e "afirmar inocência".

Se o marxista jamais conseguiu provar que "luta pela igualdade" (mais do que adeptos de qualquer outra doutrina ou sistema de pensamento), logo não pode usar esse critério para se diferenciar de qualquer outro grupo, seja ele marxista, fascista, monetarista, religioso, laico, etc.. Em outras palavras, a única diferença que separaria os marxistas dos nazistas seria a autodeclaração de "lutamos pela igualdade social", dita pelos marxistas. Mas se essa declaração não significa absolutamente nada, então não tem valor qualquer de evidência. A tal "diferença" simplesmente não existe.

Todavia, na análise de comportamentos congruentes com o discurso, temos a diferença fulcral entre esquerdistas e direitistas. Os primeiros lutam fervorosamente pelo inchaço estatal, e seus oponentes lutam contra ele.

Do lado do inchaço estatal, temos marxistas, nazistas e fascistas. Contra, temos liberais, libertários e conservadores de direita.















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(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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