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sábado, 19 de outubro de 2013

[Novo post] A dinâmica social da falta de civilidade dos “defensores de animais” que defendem vandalismo e roubo de animais





lucianohenrique publicou: " Segundo notícia do Em.com.br (mas divulgada em todos os meios, portanto o link é apenas uma referência formal), Black Blocs e ativistas dos "direitos dos animais" praticaram crimes de depredação e roubaram quase 200 cães da raça beagle do Instituto Ro" 



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Nova publicação em Luciano Ayan 











Segundo notícia do Em.com.br (mas divulgada em todos os meios, portanto o link é apenas uma referência formal), Black Blocs e ativistas dos "direitos dos animais" praticaram crimes de depredação e roubaram quase 200 cães da raça beagle do Instituto Royal, em São Roque, interior de São Paulo.

Dos animais roubados, a polícia de São Roque já recuperou dois (foto). Também segundo o G1, a polícia deixou bem claro que se alguém adotar qualquer um dos cães roubados estará incorrendo em crime de receptação.

E qual a minha opinião a respeito dos testes com animais? Simples: eu acho que devemos ter o direito de lutar democraticamente para diminuir o sofrimento dos animais. E mesmo defender ações de boicote contra empresas reconhecidas por maus tratos em relação aos animais. Eu não sou vegetariano, mas entendo que toda luta democrática (de fato) por questões relacionadas a empatia e redução do sofrimento são lícitas. Mas ao invés disso me aproximar dos ativistas dos direitos dos animais que roubaram, me distancia absurdamente.

Acho erradas algumas discussões sobre "se devemos ou não permitir experiências com animais", pois isso é irrelevante para discutir um crime de invasão de propriedade, depredação e roubo. Rodrigo Constantino apresentou um bom argumento a respeito de colocarmos os homens como prioridade, ao invés dos animais, justificando as pesquisas com animais. Mas eis o erro de Constantino: a questão não é se devemos ou não usar animais em experiências, mas se, caso achemos que nossa opção é mais moral, temos o "direito" de quebrar as leis e voltar aos tempos tribais.

A apresentadora de TV Luisa Mel acha, provavelmente, que podemos retroceder vários séculos (ou até milênios) em termos civilizacionais, ao defender a invasão do instituto e o crime praticado lá:


O deputado Fernando Capez, do PSDB, vai na mesma linha, lançando vários comandos de incitação ao crime:


Reinaldo Azevedo notou o ponto central da discussão, ao mostrar a imoralidade de todo o discurso dos que defendem o crime, após acharem que convenceram a plateia, com uma série de truques emocionais baixíssimos, que estão "do lado da moral e da empatia" - o detalhe é que em uma pesquisa do UOL, que pode ser encontrada nesta matéria, parece que a população está dividida quanto ao direito de institutos usarem animais para pesquisas.

Voltando a Reinaldo Azevedo sobre Capez, o primeiro diz, com precisão cirúrgica:


Trata-se de uma fala covarde — e não adianta o deputado vir com chiliques. Não dou a mínima. Esse é um mau uso da imunidade parlamentar. Capez só se manifesta com tamanha estupidez porque sabe que não pode ser processado pelos dirigentes do instituto. O deputado os chamou de "bandidos". Bandidos, meu senhor, são aqueles que, neste sábado, botaram fogo num veículo da PM e em dois de uma emissora de TV. O deputado falou em animais maltratados e tal. Cadê as imagens dos cães mutilados e cegos, como se diz? O deputado diz que os donos do laboratório deveriam ter sido presos em flagrante. É? Sob qual acusação? Presos deveriam ter sido aqueles que invadiram uma propriedade privada, destruíram um trabalho de pesquisa sério, depredaram o laboratório e puseram em risco, de resto, a saúde da população. O deputado, com a coragem dos covardes — não, eu não tenho imunidade parlamentar —, incita a fúria dos já furiosos contra uma empresa que nem está sendo processada por crime nenhum. Ainda que estivesse, a prática seria criminosa. O deputado resolve pegar carona numa manifestação obscurantista, que agride, de fato, os fundamentos da pesquisa científica.

O que ele tem em mãos além de ilações e da acusação não comprovada — na verdade, já desmentida — feita por bandidos supostamente bem-intencionados? Diz este senhor que qualquer um pode invadir uma propriedade se souber que lá dentro se pratica um crime. Pois bem: cadê a comprovação do crime? Trata-se de um dos discursos mais vergonhosos jamais feitos na Assembleia Legislativa.
Capez, Capez… Sob o pretexto de defender cachorros, este senhor demonstra que pode jogar no lixo a reputação de seres humanos sem hesitar um segundo. Está, no fim das contas, cuidando da eleição no ano que vem.
Quem trata cão como gente e gente como cão se define moralmente.

Azevedo está correto ao salientar o aspecto de manifestação obscurantista dos Black Blocs e ativistas de animais. Faz bem a Comunidade Científica em esculachar este tipo de postura tribal.

Mas o que a dinâmica social nos diz a respeito disso tudo quando jogamos para a lixeira as afirmações emocionais e manipuladoras dos radicais de esquerda envolvidos no ato de invasão e depredação e patrimônio, seguido de roubo?

Em uma análise da dinâmica, temos pessoas, da esquerda radical, que entendem-se no direito de cometer qualquer crime que tenham vontade, desde que consigam arrumar um discurso emocional para convencer uma parte da população da "moralidade" de suas ações. O discurso emocional serve, portanto, como um vale-crime.

O detalhe é que eles poderiam ter optado pela via de uma discussão democrática, na qual conseguissem mudar as leis, proibindo a pesquisa com animais. Ao que parece, no entanto, a sociedade brasileira não está muito disposta a abandonar essas pesquisas. Se é assim, então, ao invés de debater a questão democraticamente, eles decidem invadir um local de pesquisas e praticar um crime.

Note que não estou tratando do aspecto moral do uso de animais em pesquisas ou não, mas reconhecendo o óbvio ululante: os radicais da esquerda, mais uma vez, resolveram se arvorar no direito de quebrar todas as leis que vissem pela frente após arrumar um discurso emotivo. Luisa Mel e Fernando Capez são incitadores de crime, e nada mais do que isso. Eles também são anti-civilização e anti-sociedade civil.

Há quem diga que a era medieval foi a "era das trevas". Nada mais falso. Mesmo que no iluminismo tenham surgido novas liberdades, desde Aristóteles, e incluindo a Era Medieval, temos tido uma cultura de debate cada vez mais democrático, o que melhorou bastante na era de Lutero. Nunca existiu uma "era da razão". Mas, com certeza, temos uma era da desrazão, que é causada pelos humanistas e pelos esquerdistas, ao defenderem a violação de todos os contratos sociais que vimos pela frente desde que exista um discurso de manipulação emocional para justificar seus crimes.

O que os Black Blocs e os ativistas radicais querem é a volta às eras tribais, onde aqueles que conseguissem cometer mais atrocidades, venciam. Como hoje eles tem o monopólio da prática de barbarismo, sentem-se em posição muito confortável.

Precisamos tirá-los dessa zona de conforto nos recusando a discutir a questão da moralidade ou não do uso de animais em pesquisas (pois essa é uma discussão para seres civilizados, e a extrema-esquerda não se inclui entre eles) no mesmo foro em que discutimos o direito à prática de crimes por radicais de esquerda.

Neste último debate, com certeza conseguimos demonstrar para o público que não há nada de produtivo na ação criminosa cometida contra o Instituto Royal. E tudo isso independente do fato da pesquisa com animais ser moral ou não.















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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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