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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Homossexualismo Assistentes sociais ingleses ao serviço da pedofilia




Homossexualismo





Posted: 12 Nov 2013 04:00 PM PST











Rapaz repetidamente abusado pelo pai adoptivo e pelo seu parceiro homossexual foi qualificado de "criança rebelde" por parte dos assistentes sociais ao mesmo tempo que viu os seus pedidos de ajuda ignorados durante anos, para além de ter sido forçado a regressar para a casa onde sofria os abusos. Andy Cannon, hoje com 23 anos, ouviu também os assistentes sociais a louvar o homossexual que o tinha adoptado, qualificando-o de "pai muito atencioso".






O relatório onde se encontram estas revelações acusa os serviços sociais de Wakefield (Yorkshire) de "folia e equívoco grosseiro". Andy, que foi erradamente diagnosticado com desordens mentais e a quem foram prescritas drogas anti-psicóticas, acredita que ele teria sido ouvido mais cedo se o seu pai adoptivo fosse heterossexual.






O caso terminou no ano passado, depois de meia década de disputas legais, quando o tribunal ordenou o pagamento da quantia de £25,000 como compensação para a vítima.






Cannon, que actualmente tem duas crianças com a sua namorada Redeana Hammill, foi adoptado por David Cannon em 1997. Ele e a sua mãe, Elaine Moss, queixaram-se repetidamente aos assistentes sociais de abuso. No ano de 2004 Andy foi devolvido à sua casa 9 dias depois de ter fugido e ter feito queixas em relação ao pai adoptivo. 






David Cannon (54 anos) e o seu parceiro homossexual John Scarfe (31 anos) foram presos em Maio de 2006 por incitarem actividade sexual com uma criança. Andy Cannon disse:





Acredito que se o meu pai adoptivo estivesse numa relação heterossexual as minhas queixas teriam sido ouvidas mais cedo. Aparentemente, o concílio não queria ser visto como uma entidade que vitimiza os homossexuais - eles preferiram agir de uma forma politicamente correcta e deixar que eles [os pais adoptivos] continuassem com o que faziam como forma de evitar algum tipo de repercussões.





O concílio deveria ter-se feito presente para prevenir que isto tivesse acontecido, mas eles preferiram varrer tudo para debaixo do tapete.






O relatório, conduzido pelo "Dewsbury County Court" e por um especialista no bem-estar infantil, detalhou a forma como David Cannon recebeu permissão para adoptar o rapaz, apesar da sua mãe, por essa altura, o acusar de abuso. Uma assistente social recusou-se a reportar o incidente ao tribunal familiar, preferindo em seu lugar qualificar David Cannon de "pai atencioso que levava em conta as necessidades da criança".






Andy Cannon, que recusou o seu direito ao anonimato, disse o seguinte:





Quando eu disse aos assistentes sociais o que se estava a passar, eles não acreditaram em mim. Quando eu chegava a casa proveniente da escola, se o meu pai estivesse alterado por algum motivo, ele batia-me. Mais tarde, abusava-me sexualmente. Eu nunca tive pesadelos porque eu desliguei-me disso tudo - embora actualmente sofra pesadelos. Eu deixei que acontecesse e pensei que uma de duas coisas aconteceria: ou eu conseguia fugir ou eles matavam-me.






O concílio de Wakefield já pediu desculpas a Andy Cannon, e um porta-voz disse:





Estamos a trabalhar com o Andy de modo a garantir que, com este pedido de desculpas nós lidamos com todas as preocupações que ele listou.












* * * * * * *







Este tipo de tratamento especial que a comunidade lgbt recebe é consequência lógica do seu artificial e auto-conferido estatuto de"vítima". Numa sociedade normal, a lei fecharia os olhos aos anormais "gostos" sexuais de David Cannon e analisaria as alegações de Andy (uma criança), da mesma forma que analisa todas as outras alegações. Numa sociedade controlada pelo Marxismo Cultural, no entanto (onde existem "grupos oprimidos" e "grupos opressores") a moralidade dum acto depende da sua utilidade política/social/sexual.






Naturalmente que quem opera segundo o princípio utilitarista são os esquerdistas uma vez são exclusivamente eles que relativizam a essência dum acto segundo a agenda por eles mantida. Para o esquerdismo, o Bem e o Mal absolutos não existem: o que existem são actos que têm que ser enquadrados numa agenda. Por exemplo, para um esquerdista matar um pessoa inocente está errado, excepto se essa pessoa inocente se encontrar no útero. Semelhantemente, a violência doméstica é "o crime mais grave que existe na sociedade", excepto se a violência doméstica for entre mulheres ou de um homem homossexual para uma mulher.






O que se pode dizer, concluindo, é que não só Andy Cannon sofreu na pele e no corpo os efeitos do politicamente correcto, como se torna cada vez mais claro que os grupos "protegidos" do Marxismo Cultural têm carta branca para levar a cabo, impunemente, os crimes mais hediondos que a sociedade pode imaginar.

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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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