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quarta-feira, 21 de maio de 2014

[Novo post] Como o filme Godzilla pode nos ajudar na ilustração de como deve funcionar o pragmatismo de direita?




lucianohenrique publicou: " Meu post anterior, intitulado Por que precisamos ser pragmáticos no apoio à TV Revolta?, teve um menor índice de rejeição do que eu esperava. Porém, alguns críticos foram bastante incisivos, dizendo que eu havia chutado o pau da barraca. As crítica" 



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Nova publicação em Ceticismo Político 






Como o filme Godzilla pode nos ajudar na ilustração de como deve funcionar o pragmatismo de direita?






Meu post anterior, intitulado Por que precisamos ser pragmáticos no apoio à TV Revolta?, teve um menor índice de rejeição do que eu esperava. Porém, alguns críticos foram bastante incisivos, dizendo que eu havia chutado o pau da barraca.

As críticas geralmente tinham um tom provocativo, dizendo coisas do tipo: 
Como você pode apoiar alguém de esquerda? 
Se esse cara apóia estado inchado, ele não é "diferente" dos petistas... 
Como ficar do lado de alguém que já disse X? 

E assim, sucessivamente, a tônica dessas críticas se baseava no seguinte raciocínio: um forte desalinhamento em relação à outra entidade deve causar oposição incisiva a esta entidade no mesmo nível em que nos opomos ao pior de nossos inimigos. Assim, se nós temos um forte desalinhamento com o PT, devemos ter oposição incisiva a ele. Mas se temos desalinhamento com um esquerdista de perfil diferente, devemos ter o mesmo tipo de oposição ferrenha.

Provavelmente por causa disso, alguns críticos diziam "Ei, você sabe que ele é de esquerda, não?". No que eu respondia: "Sim, eu acho que muito provavelmente ele é de esquerda...". Senti que, nesses casos, ficava difícil compreender meu apoio temporário à TV Revolta.

Nada melhor para ilustrar e legitimar minha decisão do que falar do filme "Godzilla", que recria o espírito dos filmes originais da Toho - e é bem melhor que aquela lixeira feita por Roland Emmerich em 1998. Abaixo um trailer da nova versão que está nos cinemas:


Este trailer não ajuda tanto. Neste outro, feito para a Ásia, podemos ver que há monstros com os quais Godzilla se digladia:


Agora já podemos falar da metáfora sobre pragmatismo tanto nesse filme como nos originais da Toho.

O fato é que Godzilla é um monstro que destrói tudo à sua frente. Em tempos normais, ele seria claramente uma ameaça para a humanidade. Mas surge um casal de MUTO's (abreviatura para "massive unidentified terrestrial organism"). Ao contrário do Godzilla, os MUTO's podem procriar e estão prestes a se reproduzir. Enquanto Godzilla se alimenta da radiação natural e gosta de viver no fundo do oceano, os MUTO's adoram ficar na superfície, próximos às usinas nucleares. É evidente que os MUTO's são uma ameaça muito maior que o Godzilla...

Guardadas as devidas proporções (e em se tratando de monstros gigantes, isso é particularmente relevante), apoiar um oponente político contra um inimigo deste oponente político, contra o qual nos opomos muito mais, não passa de uma ação similar a deixar (e até apoiar) Godzilla enquanto este toca o terror para destruir os MUTO's. Por outro lado, rejeitar qualquer forma de alinhamento pragmático contra um inimigo em comum é mais ou menos como gastar a mesma quantidade de munição para destruir tanto Godzilla quanto os MUTO's... E com chance de não conseguir, e depois ter que aturar a extinção de nossa espécie.

A meu ver é um equívoco rejeitar de forma absoluta a aliança com um oponente contra um inimigo em comum (muito pior) por que no final das contas os mais punidos por esse tipo de decisão somos exatamente nós. Ademais, realizar esse tipo de aliança não significa ter que concordar com tudo que o outro faz. Novamente, a metáfora do filme funciona perfeitamente: após destruir os outros monstros, nos filmes da Toho, Godzilla sempre retornava para o fundo do oceano (se ele faz o mesmo no filme atual, não direi, pois não quero lançar "spoilers"). Mas se ele ficasse na superfície, continuando a destruir tudo que visse pela frente, é óbvio que deveria ser abatido. Mas como não é o caso, deixar os adversários do Godzilla serem trucidados acaba sendo a melhor opção. Não passa da decisão de Minerva...

Sei que não é preciso de um bom filme de destruição para termos a noção do quão lógico e legítimo é executar alianças com um oponente de menor grau contra um inimigo comum que nos afeta muito mais. Eu poderia ter usado o exemplo das alianças feitas para destruir Hitler na Segunda Guerra Mundial, mas como estou no clima do lançamento do filme, vou seguir na metáfora do Rei dos Monstros... ;)

Se é assim, é mais ou menos dessa forma que vejo alguns outros esquerdistas (desde que não sejam da extrema-esquerda, como PCdoB e PSOL, ambos aliados do PT) quando estamos aliados contra um inimigo comum:
















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(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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