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domingo, 20 de outubro de 2013

[Novo post] ‘Depredar fast-food tem um significado’, diz manifestante ‘black bloc’. Sim, claro que tem um significado, como todas as ações socialistas.




lucianohenrique publicou: " Fonte: Folha de S. Paulo Sentado num banco da praça da República, Danilo Henrique, 32, mexe no suspensório e deixa à mostra uma cicatriz que começa no cotovelo e termina no ombro. "Foram cinco pinos", conta. "Porrada de cassetete na Marcha da Macon" 



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Nova publicação em Luciano Ayan 







by lucianohenrique






Sentado num banco da praça da República, Danilo Henrique, 32, mexe no suspensório e deixa à mostra uma cicatriz que começa no cotovelo e termina no ombro. "Foram cinco pinos", conta. "Porrada de cassetete na Marcha da Maconha de 2011."

Naquele ano, foi entrevistado pela Folha por participar de inusitada caminhada de skinheads anti-homofobia. "É como se eu andasse com uma setinha: aqui, anarquista, skinhead e homossexual, bata nele", disse então.

A sãopaulo o reencontrou nas ruas em junho, com lenço escuro no rosto. "Sou passivo, não pacifista", ironiza. Ele defende agir contra a lei e depredar patrimônio privado se as ações tiverem "finalidade". No caso, "derrubar bancos e corporações que exploram gente vulnerável".

Há duas semanas, Danilo saiu do apartamento no centro onde mora com o companheiro há 12 anos para ir à casa do senador Eduardo Suplicy, que queria "entender a tática" dos mascarados. Na última quinta, o petista leu uma carta sua no Senado.

sãopaulo - Como se tornou 'black bloc'?
Danilo Henrique - Quem sempre fez ações diretas na cidade, enfrentando polícia e quebrando patrimônio privado, foi o movimento punk. Comecei assim. Os punks foram a vanguarda do que hoje é o 'black bloc', que só trocou os moicanos por panos na cara.

Está sempre mascarado nos atos?
Não, só quando eu sei que vai ter conflito e que vamos acabar quebrando alguma coisa. Tem dias que saio de cara limpa porque acho que vai ser tranquilo.

Quais são os alvos dessas ações?
Derrubar bancos e corporações que exploram gente vulnerável. Óbvio que não vamos atacar famílias, trabalhadores, apartamentos. As ações não são aleatórias como muita gente quer acreditar.

O quebra-quebra não queima o filme do movimento?
Se quebrar uma loja tem mais importância do que um manifestante perder um olho com um tiro, há algo de errado. Vitrine de vidro não sente dor.

Então a tática é bem-sucedida?
O preço da passagem caiu porque houve depredação. Mas a repressão só cresce. Uma amiga presa em Bangu, no Rio, foi pega num acampamento [no centro carioca] com isqueiro e bombinha de asma.

Mas e a parcela da população que se afastou das manifestações?
Tem muito moleque de máscara fazendo merda, fora os infiltrados. Difícil controlar. E sei que é difícil convencer um pai de família que tem aluguel para pagar a ir às ruas para lutar por seus direitos.

Mora sozinho?
Sou casado. Casado não, moro junto. Não acredito que o Estado tenha que reconhecer quem mora comigo. O Marcos tem 66 anos, estamos juntos há 12.

Então é um 'black bloc' família...
[Gargalha] A gente vive numa sociedade de mercado, né? Tudo é mercadoria. Esse é meu rótulo, então.

MEUS COMENTÁRIOS

É preciso de uma ingenuidade sem igual para acreditar que o movimento Black Bloc não está alinhadíssimo com os objetivos do PT. Aliás, não surpreende que eles tenham surgido como uma segunda onda de movimentos após a primeira onda de movimentos de Junho, os quais começaram como manifestações financiadas pelo governo federal, e depois foram tomados por vários movimentos populares.

A dinâmica da coisa toda é bem simples de entender: com o advento de Black Blocs liderando movimentos de rua, o cidadão comum foge, ficando as manifestações reservadas a grupos de extrema-esquerda, que estão todos alinhados ao governo federal. Os Black Blocs nada mais são que a tática socialista para capitalizar com o conceito de "manifestações públicas". Como sói ocorre nesses casos, todas as demandas servem aos interesses do governo petista.

Tudo fica mais evidente ao lermos o discurso socialista deste sujeito da entrevista, assim como o status que o senador Eduardo Suplicy (do PT, obviamente, como todos sabem) tem dado a estes discursos no Congresso Nacional.

Voltando ao discurso de Danilo Henrique, outras evidências estão na absoluta falta de civilidade em suas palavras, como também em sua absoluta falta de bom senso ao dizer que "vitrine não sente dor". Verdade, não sente, mas os profissionais são obrigados a repará-las, e isso se torna custo, que é embutido tanto no preço de produtos como também resulta em prejuízos, o que dificulta a vida de profissionais. E profissionais que trabalham em balcão tendem a ganhar pouco. Em dias que essas empresas são fechadas, por vandalismo, suas comissões são reduzidas. Como sempre, os socialistas capricham na hora de lutar contra o interesse do cidadão pobre.

Ainda mais evidências? Sim, mais. Por que manifestações preferencialmente contra instituições privadas? Porque, como sabemos, o esquerdista tem sempre um único objetivo: inchar o estado de forma a dar poder para quem toma conta deste estado. É por isso que, chegando lá, o estadista de esquerda vai ficar muito feliz com movimentos de rua de tendência terrorista, como os Black Bloc. Sempre foi assim na história do esquerdismo, por que agora seria diferente? Que o diga Barack Obama, fã de carteirinha do Occupy Wall Street.

E, no momento em que escrevo este post, recebo também este outro vídeo, mostrando novamente o socialismo exacerbado deste tipo de manifestação:



Protesto contra espionagem? Espere: o governo brasileiro é que foi "espionado" pelo governo americano, não o povo brasileiro. Então, temos uma manifestação para proteger de maneira explícita e deliberada o governo federal... que é do PT.

É, eu falei. É só investigar para achar...



lucianohenrique | 20 de outubro de 2013 às 9:41 am | Tags: black bloc, esquerdismo, marxismo, marxismo cultural, petralhas, PT, socialismo, terrorismo | Categorias: Outros | URL: http://wp.me/pUgsw-7kl












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Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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