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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

[Novo post] Os discípulos da mellcracia e a era da desrazão: anos de pesquisa de remédios contra o câncer jogados fora por trogloditas que invadiram o Instituto Royal




lucianohenrique publicou: " Fonte: Reinaldo Azevedo A Folha desta terça ouve o médico Marcelo Marcos Morales. Ele é um dos secretários da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e coordenador do Concea (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal), ligado " 



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Nova publicação em Luciano Ayan 







by lucianohenrique





Fonte: Reinaldo Azevedo


A Folha desta terça ouve o médico Marcelo Marcos Morales. Ele é um dos secretários da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e coordenador do Concea (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal), ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia. Morales conta aos repórteres Jairo Marques e Rafael Garcia que a invasão e depredação do Instituto Royal e o roubo dos animais comprometeu experimentos avançados no desenvolvimento de uma droga contra o câncer. Dois dos cachorros roubados estão com o deputado tucano Ricardo Tripoli (SP), o que é um escárnio.

Afirma o cientista: "Um trabalho que demorou anos para ser produzido, que tinha resultados promissores para o desenvolvimento do país, foi jogado no lixo. O prejuízo é incalculável para a ciência e para o benefício das pessoas".

Pois é, doutor. É que o Bruno Gagliasso e a Preta Gil não querem saber disso, o senhor entende? Também o deputado Trípoli é contra. A Tatá Werneck acha uma vergonha. Sem contar uma tal Luísa Mell, cuja existência esse episódio revelou — a mim ao menos. Quando sábios dessa envergadura opinam, resta pouco a dizer.

Ao debater o episódio da censura às biografias, observei aqui que o Brasil tem a mania de considerar que os artistas são pensadores. Vimos do que são capazes iluminados como Caetano Veloso e Chico Buarque quando seus próprios interesses estão em jogo. Então ficamos assim: os cantores cuidam da liberdade de expressão, e as celebridades respondem pelo desenvolvimento científico do país.

Pergunta o doutor: "Deixamos de usar animais e vamos testar vacinas em nossas crianças?". O ataque ao laboratório é o paroxismo da boçalidade.

Na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Fernando Capez, também tucano, chamou os donos do laboratório de "bandidos" e disse que eles deveriam ser presos. Foi mais longe: disse que o que se viu em São Roque ainda era pouco. Trípoli resolveu adotar dois animais que têm dono.

É evidente que isso força o PSDB a um pronunciamento. Ou bem deixa claro que condena a violência e o ataque obscurantista à ciência, censurando seus dois parlamentares, ou bem se cala, endossando o ato estúpido.

MEUS COMENTÁRIOS

Quando li A Morte da Fé, escrito por Sam Harris em 2004, não imaginava que o livro, reconstruído, seria um dos mais brilhantes instrumentos para desconstruirmos o esquerdismo.

O erro de Harris, no entanto, foi atribuir algumas características que ele condenava (desrespeito à sociedade civil, uso de argumentos irracionais, desapego à evidências, desprezo pela ciência) especialmente à religião tradicional. Na verdade, podemos questionar a ideia de que os religiosos tradicionais tenham mais essas características do que os não-religiosos. Por outro lado, podemos, com certeza, atribuir todas essas características aos religiosos políticos.

A invasão do Instituto Royal por ativistas delirantes e animalescos foi uma ode à irracionalidade e um cuspe na cara da ciência. Também foi um extremo desrespeito à todas as pessoas vítimas de câncer. Se alguém tiver um familiar com essa doença, já sabe que anos de atraso nas pesquisas para a cura do câncer vão para a conta desse tipo de ativista. Eles são claramente inimigos da sociedade civil, por não aceitarem discutir argumentos (até por que invadir um instituto para roubar animais não é um "debate"). Quer dizer, o livro de Sam Harris simplesmente descreve com exatidão o comportamento dos terroristas que roubaram os animais.

Quando presenciamos o ato discursivo de Luisa Mell, sabemos que ela induziu a invasão do Instituto Royal dizendo que "ouviu dizer que matariam todos os animais naquela noite". Espere aí! "Ouviu dizer"? Em suas entrevistas, ela sempre declarava que "soube de várias barbáries de um funcionário do Instituto Royal". Mas não conseguiu nem imagens das torturas? Em pleno 2013? Como se isso não fosse suficiente, ela ainda cita Peter Singer como uma de suas "influências intelectuais". Em resumo: a irracionalidade de Luisa Mell e sua turba chegou a dimensões inimagináveis até mesmo para aqueles que estudam o radicalismo de membros da Al Qaeda.

No post A dinâmica social da falta de civilidade dos "defensores" de animais que defendem vandalismo e roubo de animais, pude observar o comportamento da turba dos ativistas na caixa de comentários. Não havia um discurso sequer calcado em silogismos válidos. A maioria das provas que eles apresentavam se baseava em dizer que "ouviram gritos de cachorros do lado de fora". Novamente, basta reconhecermos que em pleno 2013, querer nos convencer que não tinham recursos nem para gravar um áudio é no mínimo apelar à uma credulidade que faria um índio sorrir.

No livro Deus, um Delírio, Richard Dawkins denuncia a religião tradicional por várias coisas, incluindo o caso de um religioso fanático que matou um médico de clínica de aborto. Mesmo trabalhando com uma exceção, Dawkins expunha um detalhe: em nome de crenças não-justificadas, pessoas sentiam-se justificadas a cometer crimes. No caso dos ativistas que invadiram o Instituto Royal, não temos exceções: falamos de um padrão comum. Assim como um fanático religioso matou um médico de clínica de aborto, ativistas dos "direitos dos animais" invadiram um instituto para roubar animais.

Podemos notar que a reconstrução do material do neo-ateísmo para esmagamento moral da quadrilha insuflada por gente como Luisa Mell é até fácil demais. Observe como podemos usar um ceticismo básico para fazer os seguidores de Luisa urinarem nas calças, citando discursos proferidos por ela para a Veja:

"Logo em seguida ouvimos [sic] 'gritos' muito altos de animais. Nós estávamos lá fora e não sabíamos o que fazer " ==> Só ouviu e não filmou nem gravou né? Belo apego às evidências...

"Eu trabalho com isso todos os dias e nunca tinha escutado um 'grito' de dor igual." ==> Mais um motivo para gravar tudo, não? Ou será que ela não tem iPhone ou iPad?

"Eu mesma fui até a delegacia e não tinha delegado." ==> A visita à delegacia foi filmada ou é mais uma historinha?

"Encontramos alguns cachorros que estavam sem pata, sem olho, em um estado deplorável. Teve um cachorro, cuja foto inclusive circulou na internet, que morreu congelado com nitrogênio. É muito triste ver essa situação." ==> Como se deram os eventos de perda de pata do animal? Foram ações de tortura? Estão filmadas ou há evidências? Não, não há...

"Quando os resgatamos, os cachorros não se mexiam. Eles ficaram imóveis. Eu imagino que eles devam ter ficado desesperados pela experiência com humanos que tinham vivido." ==> Acho que ela nunca ouviu falar de cães dóceis que "travam" diante de estranhos.

"Os cães que eu consegui resgatar entraram apáticos no meu carro, totalmente calados e ainda sem se mover. Durante a viagem até São Paulo eu fui brincando com eles, cantando músicas, dando carinho, até que eles começaram a confiar e se soltar" ==> Esta reação de cães diante de estranhos também não é um evento que prova tortura a animais... 

"A policia tentou impedir a invasão, mas depois que entramos, desistiram. Um policial me viu saindo de lá segurando os cachorros e ainda me deu um tchauzinho. Estão falando que a gente furtou, mas não fizemos nada escondidos da polícia. Os policiais que estavam lá viram o que estava acontecendo e foram coniventes com o ato." ==> Espere. Primeiro ela diz que a polícia tentou intervir. Mas depois que surgiu uma turba terrorista, desistiram. Ela mesmo confessou que a polícia não endossou o ato de roubo de cães, mas sim ficou com medo de interromper este crime. Agora a lógica dela é: "se conseguirmos fazer a polícia ficar com medo e não reagir, então não é crime". Mas ainda podemos supor, a título de argumento, que a polícia realmente estivesse "do lado deles". Neste caso, dizer que a polícia é conivente com um ato, não torna algo moral e nem sequer dentro da lei. Diante de manifestantes terroristas, a polícia pode até se tornar conivente com o crime. E isto é um problema policial que temos que discutir. Essa mulher realmente é incapaz de dizer uma frase sem cometer falácias que só enganariam retardados, iludidos ou desonestos. 

"Eu vi na internet acusações de que os ativistas depredaram o lugar e roubaram computadores. Sinceramente, eu fiquei lá até as 5h da manhã e não vi isso." ==> Só faltou ela combinar o jogo com uma ativista arrependida que inclusive devolveu um pen drive roubado para a polícia. Segundo esta ativista, a depredação dos black blocs foi o que permitiu a invasão do instituto. 

Como se vê, o discurso dela se alterna entre alegações sem evidências, falácias infantis e mentiras deliberadas.

Voltando a Sam Harris, ele nos diz que que as maiores barbáries do mundo surgem por causa de crenças não-justificadas. Podemos melhorar muito a afirmação de Harris: as maiores barbáries do mundo surgem por causa de crenças não-justificadas em questões públicas. Munidos destas crenças não-justificadas, cria-se monstros.

Discípulos da mellcracia. Écomo podemos definir esta nova legião de terroristas brasileiros que invadem institutos de pesquisa para bloquear pesquisas científicas e roubar animais usados em estudos. As características desta doutrina, que copia outros ativismos terroristas vistos na Europa e nos Estados Unidos, incluem desrespeito à lógica básica, ódio à civilização, desapego à argumentação racional, credulidade infantil, mitomania em nível recorde, uso de manipulações emocionais para justificar crimes, e, principalmente, um completo desprezo pela ciência.

Além de todas as características acima, temos a mais gritante de todas, que complementa a postura de desrazão do grupo: a ética daqueles que viviam nas eras tribais. Isto é, aquele que juntar um grupo mais volumoso, e com mais vontade de cometer violência, vence. Uma fazenda de São Roque, que cria beagles há mais de dez anos, está sofrendo contínuas ameaças dos ativistas. Mais, da notícia do IG:


Donos e funcionários da Fazenda Angolana, que tem uma criação de beagles há mais de dez anos em São Roque, estão vivendo dias de pavor. Alegando que a fazenda fornece os cães para o Instituto Royal, invadido na madrugada de sexta-feira (18) por ativistas sob a alegação de maus-tratos aos animais, grupos ameaçam invadir também a propriedade rural. Os donos registraram três boletins de ocorrência na Polícia Civil e contrataram seguranças. "Aqui moram nossas famílias, tem crianças, e eles estão falando em invadir", disse a proprietária Monica Parachin

As ameaças foram feitas pela internet e por telefone. Três grupos de ativistas estiveram na fazenda e quiseram ver os animais. Monica explicou que a criação era pequena, com cerca de trinta animais, e voltada para pessoas que gostam de cães. "Eles quiseram ver os cães e usar detectores de chip para confirmar se eram criados para o instituto e nós permitimos. Não temos nada a esconder, mas as ameaças continuam. Estão difamando nosso trabalho, querem forçar uma relação com o instituto que não existe." A fazenda é voltada ao turismo rural há trinta anos e recebe visitas de escolas.

É, meus caros, tenham medo, tenham muito medo dos ativistas dos "direitos dos animais" que seguem a mellcracia. Eles são a turma que usa o "uga buga" como forma de "debate".















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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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