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domingo, 10 de novembro de 2013

[Catolicos a Caminho] LITURGIA DA PALAVRA 32o DOMINGO COMUM - C Som !

 











É de aconselhar que se leia primeiro toda a Liturgia da Palavra. 

  • 32º DOMINGO COMUM - ANO C! 







A Liturgia da Palavra deste 32º Domingo Comum – C, ao aproximar-se o fim do Ano Litúrgico e em paralelismo com os fins últimos, vai-nos advertindo sobre o Encontro com o Deus Vivo para além da morte. 

O homem é uma realidade histórica que vive no tempo e se põe em continuidade com o tempo já decorrido, do qual tira as possibilidades de compreensão de tudo o que é uma riqueza para ele, tudo o que constitui o seu valor. 

Vive o presente como momento real da sua consciência e da sua liberdade, dirigindo-se ao futuro para encontrar o sentido do passado e do presente. 

A grande pergunta para a qual ninguém deu ainda uma resposta comprovada pela a experiência, continua a ser : 

- O que será o homem depois da morte ? 

Assentamos a nossa crença na doutrina do Magistério da Igreja e vamos caminhando confiadamente para o dia último em que nos havemos de encontrar com Deus para além da Morte. 

A 1ª Leitura, do 2º Livro dos Macabeus, diz-nos que, depois das conquistas de Alexandre, os imperadores gregos que governavam a Palestina, quiseram impor a sua civilização, muito em especial os seus deuses pagãos, aos povos dominados. 

Não esqueçamos, todavia, que o povo de Israel foi sempre monoteísta, salvo raras e esporádicas excepções, o que o levou a oferecer uma tenaz resistência. 

- «Tu pretendes, celerado, excluir-nos da vida presente, mas o Rei do Universo ressuscitar-nos-á para uma vida eterna, a nós que morremos pelas Suas leis».(1ª Leitura). 

A descrição deste livro é um pouco fantasiosa, mas a conclusão que dela se pode tirar é extraordinária sobre o que já nesse tempo se pensava da Vida Eterna depois da morte. 

Nós hoje podemos dizer que negar o Deus da vida e da ressurreição é negar Jesus Cristo e a Sua glória, como proclama o Salmo Responsorial : 

- "Senhor, ficarei saciado, quando surgir a Vossa glória". 

Na 2ª Leitura, S. Paulo diz aos Tessalonicenses e hoje também a todos os cristãos que é preciso continuar com uma vida de oração na esperança do conforto que nos há-de vir. 

- "Que Nosso Senhor Jesus Cristo em Pessoa, e Deus Pai, que nos amou e nos deu, pela Sua graça, eterna consolação e feliz esperança, confortem os vossos corações".(2ª Leitura). 

É necessário, em cada dia, fazer uma pequena paragem, para o estabelecimento das nossas relações com Deus, em ordem ao nosso encontro com Ele após a nossa morte. 

O Evangelho é de S. Lucas, que nos diz que acreditar em Deus é aceitar integralmente o conteúdo da mensagem que nos foi revelada. 

Dela faz parte o mistério da ressurreição do Filho, Jesus Cristo, e com Ele, a de todos os homens. 

- "E, que os mortos ressuscitam, até Moisés o deu a entender, no episódio da sarça ardente : ele chama ao Senhor «o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacob». Não se trata de um Deus de mortos, mas de vivos, porque, para Ele, todos vivem".(Evangelho). 

As objecções levantadas, pelos saduceus, à ressurreição, são essencialmente as mesmas que ainda hoje se levantam. 

A resposta é categórica : toda a solução seria precária e continuamente desmentida se Deus não amasse verdadeiramente o mundo. 

O seu amor seria para nós uma ilusão se nos viesse a faltar no momento da nossa salvação; não poderia chamar-se o Deus de Abraão, de Isaac, de Jacob e dos muitos que nos precederam, se esses não fossem mais do que um nome vazio. 

Se Abraão estivesse definitivamente morto, enquanto Deus se proclama seu salvador, esta salvação seria uma ilusão. 

A revelação de Cristo manifesta-se, pois, fundamental, como o problema que fora colocado. 

Deus é um Deus vivo para homens vivos; essa é a segurança da nossa vida de hoje. 

Desta certeza nasce a alegria e a paz. 

A vida não termina, porque foi salva da morte. 

O próprio Deus plenificará o engajamento do homem na história para além da história, para além da morte, a qual não é um limite, mas a manifestação, o início da definitividade daquilo que se realizou e a que Deus deu gratuitamente o acabamento. 

Para nós que vivemos em pleno desenvolvimento é difícil imaginar uma vida definitiva. 

Mas nós, com esperança, a aguardamos de Deus que verdadeiramente nos amou e nos prometeu uma consolação eterna e uma esperança feliz. 

Jesus rejeita de modo absoluto toda a representação que a imaginação humana possa fazer do Reino de Deus, quando diz : 

- "Os homens deste mundo contraem casamento e as mulheres são dadas como esposas. Mas aqueles que tiverem merecido chegar ao outro mundo e à ressurreição dos mortos, não casam nem são dadas como esposas. Na verdade nem já pode morrer, pois são iguais aos anjos e, por terem alcançado a ressurreição, tornam-se filhos de Deus. 

A ressurreição vive-se sempre que o homem se renova e se propõe entrar no plano da História da Salvação. 

................................ 

Diz o Catecismo da Igreja Católica : 

997. – O que é ressuscitar ? Na morte, separação da alma e do corpo, o corpo do homem cai na corrupção, enquanto a alma vai ao encontro de Deus, embora ficando na expectativa de reunir-se ao seu corpo glorificado. Deus, na sua omnipotência, restituirá definitivamente a vida incorruptível aos nossos corpos, unindo-os às nossas almas pela virtude da Ressurreição de Jesus. 

998. – Quem ressuscitará ? Todos os homens que tiverem morrido : «Os que tiverem feito boas obras, irão para a ressurreição dos vivos e os que tiverem praticado más acções, para a ressurreição dos condenados». (Jo.5,29). 




A Ressurreição de Cristo é.... 

Protótipo da ressurreição final. 














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'A Lógica da Criação'


Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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