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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

[Novo post] MP-RJ denuncia casal por ato obsceno na Marcha das Vadias durante a visita do Papa… e qual a culpa das feministas em tudo isso?




lucianohenrique publicou: " Segundo o UOL, o MP do Rio de Janeiro denunciou casal que fez ato obsceno durante uma marcha de vadias durante a visita do Papa no Brasil (relembre do evento aqui): O MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) informou na noite de segunda-feira (9)" 



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Nova publicação em Ceticismo Político 











Segundo o UOL, o MP do Rio de Janeiro denunciou casal que fez ato obsceno durante uma marcha de vadias durante a visita do Papa no Brasil (relembre do evento aqui):


O MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) informou na noite de segunda-feira (9) que denunciou um casal que danificou imagens de santos na Marcha das Vadias que aconteceu no dia 27 de julho em Copacabana, durante a Jornada Mundial da Juventude. Eles foram denunciados por prática de ato obsceno em local público e de preconceito de religião.

Eles tiraram as roupas, quebraram as imagens e ainda sentaram na cabeça de uma delas. A marcha ocorreu durante a concentração de peregrinos para a 1ª missa da Jornada Mundial da Juventude com o papa Francisco.

Segundo o texto da denúncia, o casal demonstrou intolerância religiosa com os católicos presentes ao evento. "Os denunciados, com consciência e vontade, vilipendiaram publicamente santos e imagens católicas, quebrando-os intencionalmente para demonstrar o seu desprezo e preconceito pela religião católica".

Antes que eu comente essa notícia, vamos relembrar o post Feministas, católicos e um ato de guerra formal: o que fazer a respeito disso?, que publiquei há poucos dias. Uma leitora disse:


Que generalização absurda! Como se todos os esquerdistas defendessem violência e aprovassem movimentos ultra-radicais feministas! Uma coisa nada tem a ver com a outra. Lamentável.

Será que ela está correta? Será que existe uma generalização injustificada? Mostrarei aqui que essa reclamação é vazia. 

Na verdade, o comportamento da esquerda buscando se isentar de responsabilidade é a mesma historinha de sempre. Uma chorumela repetitiva, sempre buscando se isentar de eventos causados por eles próprios. A esquerda, infelizmente, ainda não aprendeu a reconhecer seus próprios erros. Será que isso um dia vai acontecer? Como diria o ceguinho esperançoso, veremos...

Vamos aos fatos. Os esquerdistas, por opção voluntária (e não por coerção), optaram por criar discursos nos quais transpuseram a guerra de classes original de Marx (burgueses X proletários) em várias instâncias de conflitos: homens X mulheres, negros X brancos, heterossexuais X gays. Essas distinções não existiam na sociedade, em termos de guerra. Antes do marxismo, costumava-se guerrear formalmente com outros povos, outras tribos, outras nações. A partir do advento do esquerdismo, as guerras, no âmbito político, passaram a ser entre classes artificialmente criadas, sem nenhuma justificativa para tal.

A maioria absoluta dos casais sabe que não estão em guerra. Em uma empresa, profissionais brancos e negros também sabem que não guerreiam entre si. Quem tem amigos homossexuais, sabe que não está em guerra com eles. Mas isso é apenas a visão não-esquerdista do mundo. Na visão esquerdista, indivíduos não existem. Existem apenas classes de indivíduos, e todas essas classes estão em guerra, e, para gerar a paz, eles pedem mais inchaço estatal, além do envio de verba federal para ONGs, grupos sociais e daí por diante. Para piorar, todas essas guerras foram declaradas pela esquerda. Ou seja, a esquerda cria a guerra e depois pede inchaço estatal para alcançar a suposta paz. (Aliás, alguns nem pedem a paz, mas apenas a manutenção do estado de guerra infinitamente)

Como as feministas originais poderiam abandonar esse paradigma? Simples. Substituindo sua postura "feminista" por uma postura iluminista (em estilo britânico) atuando contra injustiças e discriminações cometidas, seja de homens contra mulheres, seja de mulheres contra homens. Ademais, poderiam gastar um bom tempo estudando psicologia evolutiva, para diferenciar uma construção social derivada de fatores biológicos daquilo que é uma mera construção artificial, que não nos gera nenhum benefício evolutivo. Em outras palavras, ao invés de brigar por que muitas mulheres optam pela família tradicional, poderiam estudar o ser humano, em termos biológicos, para entender se isso é uma construção cultural artificial ou uma adaptação cultural que foi mais pressionada pela biologia do que outra coisa. E daí sim, elaborar demandas que atendessem tanto a homens como mulheres que se sentissem restringidos em seus direitos básicos. Poderemos notar, neste caso, que a maioria das demandas das feministas não faz o menor sentido, e nem representa o interesse das mulheres.

Algumas feministas dizem que "sem as feministas, as mulheres não poderiam votar", mas essa crença não tem o menor fundamento. O fato é que o pensamento iluminista original poderia ter conquistado o mesmo direito ao voto sem a encenação de guerra de classes. O discurso de guerra de classes é, e sempre foi, desnecessário para a conquista de resultados políticos, que poderiam ser obtidos de outra forma, por via de discursos mais racionais do que aqueles derivados do esquerdismo.

Enfim, quando as feministas agem de maneira ridícula, adotando uma moral psicopática, como na questão do ataque a jovens católicos na catedral argentina, mostram os efeitos de um tipo de discurso que inseriu na mente delas uma fantasia de guerra de classes. Da mesma forma quando uma vadia enfia um crucifixo no ânus de seu amigo, diante de um público religioso (incluindo crianças), está de novo exibindo efeitos de discursos baseado na fantasia de guerra de classes. Indo além do feminismo, quando jovens negros criam o "knockout game", para nocautear brancos em vias públicas, novamente, temos efeitos relacionados a fantasia de guerra de classes. Em resumo, a criação de guerras artificiais tem suas consequências, e o feminismo assume o risco ao pensar em guerra de classes o dia todo.

Por isso, não se justifica um discurso dizendo que "essas feministas mais radicais não representam o feminismo e nem o esquerdismo". É exatamente o contrário: as feministas que agridem as pessoas e perdem todo seu senso de ética estão apenas entendendo direitinho que o discurso de guerra de classes (obra do esquerdismo) quer dizer. Essas feministas são extremistas apenas em sua aderência aos princípios do feminismo, e, por tabela, aos princípios do esquerdismo. Quando elas se opõem de maneira bélica "ao homem" (enquanto classe), temos apenas a consequência do aceite de um discurso.

Portanto, não há generalização alguma. O esquerdismo é um fenômeno natural, que é visualizado quando se utiliza um tipo de discurso específico. O feminismo é outro fenômeno natural, também visualizado a partir da utilização de um tipo de discurso específico. As consequências desse tipo de discurso são (já dá para pegar o jeitão da coisa, não?) parte de um fenômeno natural, da mesma forma.

Sim, os usuários do discurso esquerdista são responsáveis pelo aceite de seus discursos à risca. E, sim, os usuários do discurso feminista, também são responsáveis pelo aceite de seus discursos à risca. Os "extremistas" são apenas aqueles que entenderam direitinho o discurso ridículo de guerra de classes que estes grupos sempre difundiram e continuam difundindo.

Seria muito mais moral que eles aceitassem as responsabilidades pelo que conseguiram criar. Mas como diria o Barão de Itararé, de onde menos se espera daí mesmo é que não sai nada...















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“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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