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segunda-feira, 5 de maio de 2014

ACI Digital: Santuários de Aparecida e de Fátima comemoram centenários em 2017 e já preparam celebração conjunta

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NOTÍCIAS DIÁRIAS · www.acidigital.com 










5 de maio de 2014 






Santuários de Aparecida e de Fátima comemoram centenários em 2017 e já preparam celebração conjunta


VATICANO, 05 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Em 2017, os Santuário marianos de Fátima (Portugal) e Aparecida (Brasil) estão em festa, celebrando o centenário das aparições de Nossa Senhora, no primeiro caso, e o tricentenário da descoberta da imagem de Nossa Senhora da Conceição, no rio Paraíba, no segundo.



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MANCHETES DO DIA 











VATICANO 
O Papa Francisco pede às paróquias "abrir as portas e deixar que Jesus possa sair" 
Papa Francisco: Sempre a Palavra de Deus e a Eucaristia nos enchem de alegria 
Santuários de Aparecida e de Fátima comemoram centenários em 2017 e já preparam celebração conjunta 

BRASIL 
Bispos do Brasil em assembléia plenária aos pés de Nossa Senhora Aparecida 

MUNDO 
20 anos depois do apartheid o novo desafio é a corrupção, diz cardeal sul-africano 





Católico em Dia 



Evangelho: 





Santo ou Festa: 



Um pensamento: 

Anda com os sbios e sers sbio; o que freqenta os nscios, ser como eles.

Prov 13 













VATICANO 









VATICANO, 05 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Ao receber neste sábado em audiência na Sala Paulo VI cerca de sete mil membros da Ação Católica Italiana, por ocasião do término de sua XV Assembléia Nacional, o Papa Francisco pediu que as paróquias abram as suas portas para que "Jesus possa sair" e alentou os leigos a “permanecer em Jesus, ir até os limites e viver a alegria da pertença cristã”.

O Santo Padre assinalou que a alegria pascal é a alegria “dos discípulos no encontro com Cristo ressuscitado e esta alegria precisa ser interiorizada, dentro de um estilo evangelizador capaz de incidir na vida”.

“No atual contexto social e eclesial, vocês, leigos da Ação Católica, são chamados a renovar a ação missionária, aberta aos horizontes que o Espírito indica à Igreja, como expressão de uma nova juventude do apostolado laical. Esta é uma escolha missionária: tudo em chave missionária”.

O Papa assinalou que esta escolha missionária é necessária “principalmente as paróquias, especialmente aquelas marcadas pelo cansaço e a teimosia, e há tantas. Paróquias cansadas, paróquias fechadas”.

“Quando eu cumprimento as secretárias paroquiais, pergunto-lhes: mas você é secretária daquelas que abrem a porta ou daquelas que fecham a porta? Estas paróquias precisam do seu entusiasmo apostólico, da sua plena disponibilidade e do seu serviço criativo”.

Francisco destacou que as paróquias devem “abrir as portas e deixar que Jesus possa sair. Tantas vezes temos Jesus preso nas paróquias conosco e nós não saímos e não deixamos que Ele saia!”.

“Abrir as portas para que Ele saia, pelo menos Ele! Trata-se de uma Igreja ‘em saída’: sempre uma Igreja em saída”.

O Papa lhes propôs “três atitudes” aos membros da Ação Católica, “que podem constituir, para todos vocês, um pedaço do caminho”.

“O primeiro é: permanecer. Mas não permanecer fechados, não. Permanecer, em que sentido? Permanecer com Jesus, permanecer gozando de sua companhia. Para ser anunciadores e testemunhas de Cristo se precisa permanecer, sobretudo, próximos a Ele”.

Francisco indicou que “é a partir do encontro com Aquele que é nossa vida e nossa alegria, que nosso testemunho adquire, cada dia, um novo significado e uma força nova. Permanecer em Jesus, permanecer com Jesus”.

A segunda atitude, disse, é “ir. Por favor, jamais uma Ação Católica imóvel. Não deter-se: avançar!”.

“Ir pelas ruas de suas cidades e de seus países e anunciar que Deus é Pai e que Jesus Cristo os fez conhecer, e por isso sua vida mudou: pode-se viver como irmãos, levando dentro uma esperança que não desilude”.

O último verbo, disse o Papa, é “alegrar-se. Alegrar-se e exultar sempre no Senhor. Ser pessoas que cantam à vida, que proclamam a fé”.

“Isto é importante: não só recitar o Credo, recitar a fé, conhecer a fé: proclamar a fé. Dizer a fé, viver a fé com alegria se chama ‘cantar a fé’, e isto não sou só eu que o digo. Isto o disse faz 1600 anos Santo Agostinho: cantar a fé. Pessoas capazes de reconhecer os próprios talentos e os próprios limites, que sabem ver nas próprias jornadas, também naquelas mais escuras, os sinais da presença do Senhor”.

O Papa indicou que “com estes três comportamentos, permanecer em Jesus, ir aos limites e viver a alegria da pertença cristã, poderão levar adiante sua vocação e evitar a tentação da ‘quietude’, que não tem nada a ver com o permanecer em Jesus, evitar a tentação da teimosia e aquela do intimismo...”.

“E também evitar a tentação da seriedade formal. Com este permanecer em Jesus, ir aos limites, viver a alegria evitando estas tentações, evitarão de levar adiante uma vida mais parecida com estátuas de museu que de pessoas chamadas por Jesus a viver e a difundir a alegria do Evangelho”.

Francisco alentou a pedir ao Senhor “para cada um de nós, olhos que saibam ver além da aparência, ouvidos que saibam ouvir os gritos, sussurros e também os silêncios, mãos que saibam sustentar, abraçar, cuidar”.

“Peçamos, sobretudo, um coração grande e misericordioso, que deseja o bem e a salvação de todos”.

“Agradeço-lhes porque sei que rezam por mim”, disse-lhes, para logo convidá-los a “rezar à Virgem, que é nossa Mãe, e que nos acompanhará neste caminho. A Virgem sempre seguia Jesus, até o final: acompanhava-o”.

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VATICANO, 05 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- 


Ao presidir a oração do Regina Caeli no terceiro domingo de Páscoa, o Papa Francisco alentou a buscar a Palavra de Deus e a Eucaristia quando estejamos tristes ou desanimados, pois sempre nos enchem de alegria.





“Sempre, queridos irmãos e irmãs, a Palavra de Deus e a Eucaristia nos enchem de alegria. Lembrem-se bem disso! Quando você está triste, pegue a Palavra de Deus. Quando você está para baixo, pegue a Palavra de Deus e vá à Missa no domingo fazer a Comunhão, participar do mistério de Jesus. Palavra de Deus, Eucaristia: enchem-nos de alegria”.





Francisco recordou que o Evangelho de hoje recorda os dois discípulos de Emaús, que depois da morte de Jesus “e passado o sábado, deixam Jerusalém e retornam, tristes e desanimados, para o seu vilarejo, chamado Emaús”.





“Ao longo do caminho, Jesus ressuscitado aproximou-se deles, mas eles não O reconheceram. Vendo-os tão tristes, Ele primeiro ajudou-os a entender que a paixão e a morte do Messias estavam previstas no projeto de Deus e preanunciadas nas Sagradas Escrituras; e assim reacende um fogo de esperança no coração deles”.





O Papa assinalou que “naquele momento, os dois discípulos sentiram uma atração extraordinária por aquele homem misterioso, e o convidaram para permanecer com eles naquela noite. Jesus aceitou e entrou com eles na casa. E quando, na mesa, abençoou o pão e o partilhou, eles o reconheceram, mas Ele desapareceu da vista deles, deixando-os cheios de estupor”.





“Depois de serem iluminados pela Palavra, tinham reconhecido Jesus ressuscitado no partilhar o pão, novo sinal da sua presença. E logo sentiram a necessidade de retornar a Jerusalém, para contar aos outros discípulos esta sua experiência, que tinham encontrado Jesus vivo e o tinham reconhecido neste gesto da fração do pão”.





Dessa forma, disse o Papa, o caminho de Emaús se transforma “em símbolo do nosso caminho de fé: as Escrituras e a Eucaristia são os elementos indispensáveis para o encontro com o Senhor”.





“Também nós, muitas vezes, chegamos à Missa dominical com as nossas preocupações, as nossas dificuldades e desilusões… A vida às vezes nos fere e nós seguimos tristes, rumo à nossa ‘Emaús’, virando as costas ao projeto de Deus. Afastamo-nos de Deus”.





No entanto, estando já na Missa “nos acolhe a Liturgia da Palavra: Jesus nos explica as Escrituras e reacende nos nossos corações o calor da fé e da esperança, e na Comunhão nos dá força”.





“Palavra de Deus, Eucaristia. Ler todo dia um trecho do Evangelho. Recordem bem isso: ler todos os dias um trecho do Evangelho e aos domingos ir fazer a Comunhão, receber Jesus. Assim aconteceu com os discípulos de Emaús: acolheram a Palavra; partilharam a fração do pão e de tristes e derrotados que se sentiam tornaram-se alegres”.





O Santo Padre pediu que “por intercessão de Maria Santíssima, rezemos a fim de que cada cristão, revivendo a experiência dos discípulos de Emaús, especialmente na Missa dominical, redescubra a graça do encontro transformante com o Senhor, com o Senhor ressuscitado, que está conosco sempre”.





“Há sempre uma Palavra de Deus que nos dá orientação depois dos nossos escorregos e através dos nossos cansaços e desilusões, há sempre um Pão partilhado que nos faz seguir adiante no caminho”, concluiu.

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VATICANO, 05 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Em 2017, os Santuário marianos de Fátima (Portugal) e Aparecida (Brasil) estão em festa, celebrando o centenário das aparições de Nossa Senhora, no primeiro caso, e o tricentenário da descoberta da imagem de Nossa Senhora da Conceição, no rio Paraíba, no segundo.

Tratando-se de dois dos mais importantes santuários marianos do mundo e de dois povos irmãos, unidos pela história e pela língua, mas também pela mesma fé e pela grande devoção a Nossa Senhora, Dom António Marto, bispo de Leiria-Fátima, e o Cardeal D. Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida, concordaram em assumir algumas ações conjuntas, que assinalem e exprimam a ligação dos dois santuários nesta importante ocasião. Entre essas ações encontra-se a oferta da imagem de Nossa Senhora de Fátima ao Santuário de Aparecida, neste mês de maio.

A imagem será acompanhada por Dom Marto junto de uma delegação do Santuário de Fátima e será solenemente entronizada num espaço preparado para o evento. Lá a imagem ficará exposta para a veneração dos fiéis. Em breve, será a imagem de Nossa Senhora da Conceição de Aparecida a ser entronizada no Santuário de Fátima e virá acompanhada pelo Cardeal Raymundo Damasceno.

As datas da celebração litúrgica de ambos os Santuários são também significativas: o dia 13 de maio é dia festivo para os muitos devotos de Nossa Senhora de Fátima por todo o Brasil; e o dia 12 de outubro, celebração festiva de Nossa Senhora de Aparecida, é um dia de grande peregrinação em Fátima. Assim, no ano jubilar de 2017, D. Raymundo Damasceno presidirá uma grande celebração em Fátima, e Dom António Marto irá, em outubro, presidir uma celebração solene em Aparecida.

“São pequenos gestos, mas de grande significado. Desta forma, ficam assinalados ambos os jubileus e exprime-se de forma visível a profunda união destes dois santuários na celebração do centenário e tricentenário”, afirma por sua parte o Padre Carlos Cabecinhas, Reitor do Santuário de Fátima.

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BRASIL 









SÃO PAULO, 05 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Com a participação de mais de 300 bispos de todo o Brasil, o país com mais católicos do mundo, de 30 de abril a 9 de maio se realiza na cidade de Aparecida a 52° Assembléia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

O evento se realiza exatamente no Centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida, em Aparecida (SP). O tema central do evento episcopal é “Comunidade das comunidades: uma nova paróquia”.

A respeito, o Cardeal Raymundo Damasceno Assis, Arcebispo de Aparecida e Presidente da CNBB, disse ao apresentar a assembléia que “durante o encontro, os bispos terão que refletir sobre temas importantes como a renovação da paróquia”.

Logo terão que “analisar a presença dos cristãos leigos na Igreja e na sociedade, tocando depois um tema tão importante como a questão agrária, para finalizar com um documento sobre a situação nacional, porque estamos nos aproximando das eleições”.

Além de uma análise da situação política, social e eclesial do país, os bispos também se preparam, com outros episcopados de todo mundo, para o Sínodo dos Bispos sobre a Família que se realizará no Vaticano no mês de outubro.

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MUNDO 









ROMA, 05 Mai. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- O Arcebispo de Durban, Cardeal Wilfrid Fox Napier, assinala que “a África do Sul, depois de 20 do fim do apartheid, fez grandes progressos no plano da integração entre as várias componentes culturais e raciais do país, mas é preciso fazer mais para combater a corrupção”.

Em entrevista concedida à agência vaticana Fides em Roma por ocasião da sua recente visita ad limina, o Cardeal assinala que “depois de 20 anos aconteceram coisas muito positivas na África do Sul, das quais somos gratos. Uma delas é a facilidade de se relacionar entre as pessoas de várias culturas e raças”.

“Voltando atrás com a mente, 20 anos atrás eu não pensava que nesse breve tempo as pessoas pudessem se entender e se aceitar reciprocamente como acontece hoje. No âmbito institucional, na Constituição estão escritas garantias que fazem com que o sistema político seja justo e igual para todos”.

“Por outro lado, continua o purpurado, temos um nível elevado de corrupção, de nomeações de pessoas em cargos públicos baseadas na fidelidade pessoal e amizades e não segundo a sua competência. São fatos que todos conhecem, como demonstra uma pesquisa relativa ao atual presidente e vários outros expoentes das instituições. Espero que com as próximas eleições o novo governo possa dar uma contribuição construtiva a fim de levantar o moral da população, senão o futuro poderia ser incerto”.

O Arcebispo de Durban afirma logo que “a Igreja está enfrentando o conceito de nova evangelização, da qual o São João Paulo II tinha iniciado a falar. Um conceito que foi retomado por Bento XVI, ou seja, renovar a nossa fé, reconstruir a Igreja e colocar Jesus Cristo no centro de nossa vida”.

“E agora o Papa Francisco está nos mostrando como fazê-lo num modo muito direto e prático. Penso, portanto, que a Igreja sul-africana olhe para o Papa Francisco como um modelo a imitar. Certamente está infundindo um novo espírito na Igreja, inclusive na que vive na África do Sul”, conclui.

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'A Lógica da Criação'


Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim




“Se não fosse a Santa Comunhão, eu estaria caindo continuamente. A única coisa que me sustenta é a Santa Comunhão. Dela tiro forças, nela está o meu vigor. Tenho medo da vida, nos dias em que não recebo a Santa Comunhão. Tenho medo de mim mesma. Jesus, oculto na Hóstia, é tudo para mim. Do Sacrário tiro força, vigor, coragem e luz. Aí busco alívio nos momentos de aflição. Eu não saberia dar glória a Deus, se não tivesse a Eucaristia no meu coração.”



(Diário de Santa Faustina, n. 1037)

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